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Faculdade Vale do Pajeú realiza 1ª Semana Acadêmica Interdisciplinar 

Por André Luis

A 1ª Semana Acadêmica Interdisciplinar da Faculdade Vale do Pajeú (FVP) Polo São José do Egito foi um evento técnico científico, organizado pela Coordenação Acadêmica e Coordenadores (as) dos Cursos de Ciências Contábeis, Pedagogia, Administração, Direito, Psicologia, Enfermagem, Odontologia e Medicina Veterinária e contou ainda com a infraestrutura física e pedagógica da Instituição.

Cabe destacar que a FVP possui ações que têm em vista promover a integração entre a faculdade e a sociedade, trocando experiências técnicas e metodologias que visam a melhoria da comunidade e a formação do acadêmico com maior sensibilidade aos problemas sociais. Acredita-se que a experiência em extensão torna o ensino e a pesquisa mais objetivos, criativos, atuais e comprometidos.

Com a política de uma aprendizagem continuada, a FVP, a cada semestre, promove uma semana de palestras, cursos, visitas e ações voltadas para os acadêmicos, profissionais das várias áreas do conhecimento e comunidade e a I Mostra de Trabalhos Científicos Interdisciplinares. Logo, este evento tem também como finalidade complementar à formação profissional do graduando e demonstrar as atividades exercidas em cada área de formação no mercado de trabalho, possibilitando aos participantes uma interação com as ações e novidades tecnológicas na ocupação profissional.

A Semana Acadêmica Interdisciplinar contou com a participação de professores, pesquisadores, estudantes e profissionais das várias áreas do conhecimento de instituições públicas e privadas. A semana acadêmica foi um importante espaço de interação entre os estudantes e as novas tecnologias na área, acompanhamento de palestras, participação em debates técnicos, proporcionando um importante crescimento profissional para sua formação.

Cabe evidenciar que, no evento, foram desenvolvidas atividades diversificadas que tiveram a finalidade de atender aos objetivos propostos. Basicamente constaram de: palestras, oficinas, minicursos e a I Mostra de Trabalhos Científicos Interdisciplinares. Ainda, a I Semana Acadêmica Interdisciplinar da FVP, aconteceu de 16 a 20 de outubro.

Outras Notícias

Jessica Caitano é homenageada no Sertão Alternativo

Jéssica Caitano, da Radiola Serra Alta, trio que nasceu em Triunfo misturando elementos da música eletrônica e da cultura sertaneja, foi homenageada ontem a noite no Festival Sertão Alternativo, organizado por coletivos de cultura regionais e que esse ano ampliou e muito sua programação. A cantora, que no seu trabalho mistura vários elementos de nossa […]

Jéssica Caitano, da Radiola Serra Alta, trio que nasceu em Triunfo misturando elementos da música eletrônica e da cultura sertaneja, foi homenageada ontem a noite no Festival Sertão Alternativo, organizado por coletivos de cultura regionais e que esse ano ampliou e muito sua programação.

A cantora, que no seu trabalho mistura vários elementos de nossa cultura, como na arte dos cantadores, emboladores, forrozeiros, com uma pegada pra lá de original, recebeu o prêmio das mãos de Laeiguea Bezerra e Aderval Viana,da organização. Ela se disse emocionada com  a homenagem, que antecedeu sua apresentação.

A noite de ontem ainda teve Carla Alves, Boemia Alternativa, Homenagem à Boate Marquise com Dj W. Rocha, Performance poética: “Mormaço” com Elizeu Braga e Recital com Luna Vitrolira, Jéssica Caitano e outros nomes.

Na programação de hoje, 18h,  Mesa de glosas com as Poetas do Pajeú: Milene Augusto, Elenilda Amaral, Erivoneide Amaral e Francisca Araújo. Às 20h, As Poetas do Pajeú. Às 20h30min,  Shows na Rua Professor Vera Cruz com Coco Negros e Negras do Leitão da Carapuça, Batucada feminista do Sertão, Mayra Clara, Vinícius Barros e Fernandes e Lucas Torres. Performance com “STOP 2m + g” com Letícia Barbosa.

Também Recital com  o  Grupo Feminino de Declamação Celeste Vidal (Thaynnara Queiroz, Uilma Queiroz, Natália Oliveira, Carla Santana). Depois, After com Roda de poesia: Giuseppe Macena, Renato de Aracaju, Thaynnara Queiroz , Carla Santana, Danilo Leite e convidados.

Nste sábado,  Roda de diálogo “Produção cultural do Cais ao Sertão: quem protagoniza esse rolê?”com nomes como Paulo André Pires (Abril Pro Rock), AquaMaya (Aqualtune Produções), Carla Alves, Paulo Henrique Morais (Coletivo Mangaio, Fundação Cultural Ambrosino Martins, Radiola Serra Alta), Lucas Lima (Cientista Político do Coletivo Vendaval) e Odília Nunes (Atriz, palhaça e agente cultural – é gestora do projeto “No meu terreiro tem arte”).

Nos shows a noite na Professor Vera Cruz, Ednardo Dali e Eduardo Dali, A Revolta Social, Dani Carmesim, Verdes e Valterianos, Rayssa Dias, a Performance “Ser ou não ser: the gay clow” com Allana The Queen e Recital com Priscila Ferraz e Cla Solar.

Ato a favor da campanha do Desarmamento reúne lideranças nacionais no Palácio

Articulado pelo governador Paulo Câmara, um importante ato parlamentares, especialistas em segurança pública e representantes da sociedade civil reuniram-se no Palácio do Campo das Princesas, nesta segunda-feira (23/11), em um ato suprapartidário pela preservação e fortalecimento do Estatuto do Desarmamento. O movimento – pioneiro no Brasil – é uma resposta ao risco de forte retrocesso nas políticas […]

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Articulado pelo governador Paulo Câmara, um importante ato parlamentares, especialistas em segurança pública e representantes da sociedade civil reuniram-se no Palácio do Campo das Princesas, nesta segunda-feira (23/11), em um ato suprapartidário pela preservação e fortalecimento do Estatuto do Desarmamento.

O movimento – pioneiro no Brasil – é uma resposta ao risco de forte retrocesso nas políticas de controle da violência com a possibilidade da aprovação do projeto de lei, em tramitação no Congresso Nacional, que permite às pessoas andarem armadas nas ruas.

O chefe do Executivo estadual afirmou que fortalecimento do Estatuto dialoga diretamente com as políticas de segurança do Estado, que, através do Pacto pela Vida, tem atuado incessantemente na redução de homicídios e, sobretudo, na preservação de vidas. Desde 2004, Pernambuco já recolheu mais de 10 mil armas.

“Esse foi o pontapé inicial de uma discussão que já vinha sendo feita no Brasil. Mas que, nos últimos meses, temos nos aprofundado. Pernambuco, diante do desafio que é fazer segurança pública no Brasil, sabe que a flexibilização do Estatuto do Desarmamento precisa ser combatida incansavelmente”, defendeu o governador.

Em concordância com as palavras de Paulo, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, ressaltou que o projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional é um retrocesso e que o ato suprapartidário é uma chance de dialogar contra essa possibilidade de recuo nas políticas públicas contra a violência. “Armas não são instrumentos de defesa. Armas são instrumentos de ataque”, resumiu o ministro.

palácioPara o presidente do Senado, Renan Calheiros, não há como ter certeza de que a matéria será aprovada pelo Congresso Nacional, mas assegurou que a sociedade vai se mobilizar para fortalecer o Estatuto do Desarmamento e se unir em prol de políticas de segurança. “A mobilização social vai influir diretamente, tanto na Câmara, quanto no Senado. A flexibilização é um retrocesso e o parlamento não pode se associar com esses mercadores de vida”, argumentou.

Considerado uma das maiores autoridades na área no País, o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, defendeu ainda a aplicação de uma pena mais dura para quem faz uso de armas de fogo. “O cidadão comum não quer andar armado. Ele tem vergonha de ter que portar uma arma. Ele pode dizer que não tem segurança. Então, vamos canalizar os esforços para melhorar”, argumentou, assegurando que o ato é uma clara demonstração da vontade de boa parte dos cidadãos.

O deputado federal Raul Jungmann pontuou ainda que a flexibilização do estatuto é impulsionada pela industria bélica brasileira, que é segunda maior do Hemisfério Sul. “A industria bélica financia esse propósito, visando apenas desregulamentação do mercado. Essa desregulamentação pode aumentar os lucros, mas vai aumentar também as mortes”, alertou o parlamentar.

Adutora do Pajeú reduz vazão e prejudica distribuição em cidades da região

Problemas na Adutora do Pajeú  interferem na qualidade de distribuição de água na cidade de Afogados da Ingazeira e outros municípios do região por mais uma semana, para desespero da população. Problemas na captação e vandalismo estão entre as causas do problema que tem afetado a distribuição. Praticamente todas as cidades que dependem da Adutora estão […]

adutora-2Problemas na Adutora do Pajeú  interferem na qualidade de distribuição de água na cidade de Afogados da Ingazeira e outros municípios do região por mais uma semana, para desespero da população.

Problemas na captação e vandalismo estão entre as causas do problema que tem afetado a distribuição. Praticamente todas as cidades que dependem da Adutora estão com vazão reduzida.

Para que se tenha uma ideia, a vazão ideal para Afogados da Ingazeira é de 120 litros por segundo. Hoje está em cerca de 60, em virtude do problemas. Por conta disso, vários ouvintes tem se queixado falando à Rádio Pajeú esta manhã.

Segundo Washington Jordão, Chefe do Setor de Distribuição da Compesa, o problema tem sido causado por problemas na Adutora que interferem diretamente na vazão.

O sistema da Barragem de Brotas, que tem cerca de 5% de sua capacidade também está parado. Isso porque já entrou no chamado volume morto, precisando de intervenções para captação. Já o sistema Zé Dantas está normal, mas costuma funcionar apenas como complemento. Assim, algumas cidades que dependem  Adutora no Pajeú estão com problemas no abastecimento. Tabira por exemplo, não tem água desde domingo.  Iguaracy, Ingazeira, Jabitacá, Carnaíba e Tuparetama também passam por rodízio severo.

O Blog e a História: dez vezes em que Bolsonaro ameaçou a democracia

Bolsonaro já perguntou qual é a ameaça que ele ofereceu à democracia. Sem considerar os atos golpistas de 2023, como a reunião ministerial e as atitudes questionando o resultado,  além da participação em articulações que culminaram no 8 de janeiro, listamos aqui dez vezes em que o presidente ofereceu ameaça à democracia. Dia 23 de […]

Bolsonaro já perguntou qual é a ameaça que ele ofereceu à democracia. Sem considerar os atos golpistas de 2023, como a reunião ministerial e as atitudes questionando o resultado,  além da participação em articulações que culminaram no 8 de janeiro, listamos aqui dez vezes em que o presidente ofereceu ameaça à democracia.

Dia 23 de agosto de 2022, o presidente Jair Bolsonaro mais uma vez atacou o Supremo Tribunal Federal (STF). Chamou os ministros de “surdos de capa preta”. Enquanto ele falava, seus apoiadores gritavam que “Supremo é o povo”. O artigo 2º da Constituição afirma que os três poderes da República devem ser “independentes e harmônicos”. A todo momento, o presidente provoca desarmonia entre os poderes. Toda vez que ele provoca desarmonia entre os poderes, ele ameaça a democracia.

No mesmo dia, o presidente convocou as pessoas a irem às ruas no dia Sete de Setembro “pela última vez”. Para que o Supremo entenda o que é “a voz do povo”. Um princípio basilar do Direito é que o juiz deve julgar de maneira imparcial. Ainda que isso seja uma impossibilidade prática do mundo real, ainda que se sabia que um juiz, como qualquer cidadão, tem suas posições políticas, ele deve se esforçar ao máximo para evitar que elas interfiram nas suas decisões. Os ministros do Supremo devem procurar realizar seus julgamentos à luz do Direito, e não da pressão popular. Se Bolsonaro ou qualquer pessoa do governo diverge de alguma decisão do STF, precisa divergir tecnicamente, com recursos jurídicos. Quando coloca o povo contra as decisões tomadas por um poder, Bolsonaro ameaça a democracia.

Bolsonaro começa a repetir, assim, o que fizera no Sete de Setembro do ano passado, quando disse, em discurso, que não mais obedeceria a decisões judiciais que fossem tomadas pelo ministro Alexandre de Moraes. Qualquer cidadão que desrespeita uma ordem judicial sofre sanções por isso. Normalmente, o cidadão comum vai preso. Quando um presidente diz que não cumprirá uma ordem judicial, dá um péssimo exemplo para os demais cidadãos. Na ocasião, o STF deixou claro ao presidente que, nessa balada, haveria consequências. Bolsonaro recuou. E recuou porque sabia que, naquele momento, ameaçava a democracia.

Quando concedeu perdão ao deputado Daniel Silveira (PTB-RJ), que sofreria sanções por desobedecer a ordens judiciais, Bolsonaro realizou o mesmo tipo de ataque. Sinalizou ali que os “amigos do rei” estão libertos de obedecer à Justiça. Tipo de situação que faz engrossar o coro de que “Supremo é o povo”. Quando um dos poderes é desacreditado e tem sua harmonia e independência comprometida, a democracia está ameaçada.

Bolsonaro reuniu embaixadores de diversos países para repetir inverdades sobre o sistema eletrônico de votação. No mínimo, para repetir questionamentos sobre os quais ele não tem a menor comprovação. Valeu-se, assim, da estrutura de governo para lançar questões que só interessam a ele. Quebrou o princípio da impessoalidade. Lançou dúvidas à democracia. É inquestionável aqui a ameaça à democracia.

Ao longo de sua vida política toda, Bolsonaro enalteceu o regime militar brasileiro, que foi uma ditadura. A Comissão Nacional da Verdade (CNV) reconheceu 434 mortes e desaparecimentos políticos ocorridos durante a ditadura militar.

Ao votar a favor do impeachment de Dilma Rousseff, Bolsonaro fez uma homenagem ao general Brilhante Ustra, o primeiro militar brasileiro condenado por tortura. No regime militar, Dilma Rousseff foi torturada. Não há tortura em uma democracia.

Quando deputado, certa vez Bolsonaro pregou o “fuzilamento” do então presidente Fernando Henrique Cardoso. Curiosamente pela defesa que Fernando Henrique fazia á época da privatização de estatais. Hoje, o presidente Bolsonaro privatiza a Eletrobrás e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, defende a privatização da Petrobras. Pode-se até discutir a privatização de estatais. Mas sugerir fuzilamento de presidente é ameaça à democracia.

Em uma entrevista em 1999, Bolsonaro pregou que os problemas brasileiros só se revolveriam com uma guerra civil em que morressem “uns 30 mil”. Emendou dizendo que morreriam “uns inocentes, mas tudo bem”. O estado democrático de direito não pode admitir por normal uma situação em que morram inocentes. A declaração é uma ameaça à democracia.

Somente pela covid-19, já morreram no Brasil mais de 700 mil inocentes. A ação deliberadamente genocida também é um ataque à democracia.

Agora, prestes a responder por seus atos, incluindo desvio de joias, rachadinha, tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito,  Bolsonaro diz não ter percebido as seguidas ameaças que faz à democracia, e o dano que isso provocou, dado ele ter sido o presidente da República. O nome disso é medo da cadeia,  receio,  aperreio,  cagaço…

TCE-PE julga legais nomeações de servidores da Prefeitura de Serra Talhada

Por André Luis A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) julgou legais as nomeações de servidores da Prefeitura de Serra Talhada, no exercício financeiro de 2022. A decisão foi tomada por unanimidade, em sessão realizada nesta terça-feira (01.08). O processo, relatado pelo conselheiro substituto Adriano Cisneios, tratava da admissão de […]

Por André Luis

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) julgou legais as nomeações de servidores da Prefeitura de Serra Talhada, no exercício financeiro de 2022. A decisão foi tomada por unanimidade, em sessão realizada nesta terça-feira (01.08).

O processo, relatado pelo conselheiro substituto Adriano Cisneios, tratava da admissão de pessoal realizada pela Prefeitura Municipal de Serra Talhada no exercício financeiro de 2022 da prefeita Márcia Conrado, referente ao Concurso Público para os cargos efetivos. 

Na decisão, os conselheiros analisaram o processo de seleção, bem como a documentação apresentada pela Prefeitura de Serra Talhada. Concluíram que as nomeações foram feitas de acordo com a legislação vigente e que os candidatos aprovados no concurso público estavam aptos para assumir os cargos.