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Extrema-direita volta a atacar, agora, em São Paulo

Por André Luis

Por André Luis

Os atos terroristas protagonizados pela extrema-direita neste domingo (8), em Brasília, voltam a acontecer na manhã desta segunda-feira (9). 

Bolsonaristas radicalizados durante quatro anos de discurso de ódio, alimentados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, pastores, influenciadores de direita e pseudo jornalistas, agora atentam contra a democracia em São Paulo.

Eles bloqueiam, na manhã desta segunda-feira, a pista local da Marginal Tietê, no sentido Dutra, na altura da Ponte dos Remédios.

Segundo informações do perfil da Band News no Twitter, equipes da Polícia Militar estão no local. A via é uma das mais importantes da cidade de São Paulo.

Outras Notícias

MP atua para coibir poluição sonora em Afogados

Com o objetivo de garantir o direito ao sossego dos moradores de Afogados da Ingazeira, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da 2ª Promotoria de Justiça local, recomendou aos proprietários de bares e estabelecimentos, Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) e Secretaria de Meio Ambiente do Município que cada um, em sua atribuição, evite […]

Com o objetivo de garantir o direito ao sossego dos moradores de Afogados da Ingazeira, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da 2ª Promotoria de Justiça local, recomendou aos proprietários de bares e estabelecimentos, Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) e Secretaria de Meio Ambiente do Município que cada um, em sua atribuição, evite a poluição sonora.

A recomendação orientou aos proprietários que exerçam as suas atividades de acordo com a regulamentação legal, evitando poluição sonora ou perturbação ao trabalho e ao sossego alheio. Foi solicitado que sejam afixados cartazes, nos estabelecimentos, esclarecendo que a utilização abusiva de sinais acústicos pode configurar o crime previsto no artigo 54 da Lei nº 9.605/98 ou a contravenção penal prevista no artigo 42 do Decreto-Lei nº 3.688/1941.

Caso for verificado o uso abusivo de aparelhos de som instalados em veículos automotores, devem identificar o responsável, solicitando-lhe que desligue o aparelho. Em caso de recusa do responsável pelo som, devem comunicar o fato à Polícia Militar, a fim de serem adotadas as providências cabíveis.

À PMPE, o MPPE recomendou que seja realizada fiscalização periódica em todos os pontos da cidade, a fim de coibir o uso abusivo de sinais sonoros por qualquer pessoa natural ou jurídica. A PMPE deve conduzir o responsável por perturbação sonora à Delegacia de Polícia Civil e aplicar as penalidades devidas conforme o caso, fazendo o mesmo em relação ao proprietário, gerente ou responsável pelo estabelecimento, que não tenha adotado as providências cabíveis ou cujo estabelecimento esteja praticando a ação delituosa.

Por sua vez, a Prefeitura deve atender prontamente às solicitações das Polícias Civil e Militar, dos comerciantes e da população em geral. Para isso, deve deslocar agentes de fiscalização aos locais denunciados, realizar aferição da potência e da frequência de equipamentos de som usados com decibelímetro, lavrando o competente auto de infração e encaminhando cópia a 2ª Promotoria de Justiça Afogados da Ingazeira, no prazo máximo de cinco dias.

Marconi Santana reforça pré-candidatura à Alepe 

Nesta terça-feira (24), durante entrevista ao comunicador Marcello Patriota para a ELLO TV, no 15º Festival de Carros de Boi em Flores, o ex-prefeito e atual secretário de Governo do município, Marconi Santana, confirmou sua pré-candidatura a deputado estadual e defendeu a necessidade de mais representatividade do Sertão do Pajeú na Assembleia Legislativa de Pernambuco […]

Nesta terça-feira (24), durante entrevista ao comunicador Marcello Patriota para a ELLO TV, no 15º Festival de Carros de Boi em Flores, o ex-prefeito e atual secretário de Governo do município, Marconi Santana, confirmou sua pré-candidatura a deputado estadual e defendeu a necessidade de mais representatividade do Sertão do Pajeú na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

Segundo Marconi, a decisão de disputar uma vaga na Alepe surgiu do que ele chama de “clamor popular” da região após a morte do ex-deputado José Patriota. “O Pajeú clama por uma liderança que apoie os desejos da sua população. É isso que estamos buscando. Onde temos andado, temos visto o apoio da população. Há um reconhecimento ao trabalho que desenvolvemos ao longo desses 40 anos de vida pública”, afirmou.

Com trajetória que inclui passagens como bancário, técnico em contabilidade, vereador, presidente da Câmara e quatro vezes prefeito de Flores, além de experiências em secretarias estaduais e federais, Marconi se considera preparado para o novo desafio. “Estamos percorrendo todo o Pajeú, Moxotó, Sertão Central, Araripe e região metropolitana. A construção da nossa pré-candidatura tem sido bem recebida por onde passamos”, completou.

Ele também confirmou que está filiado ao PSD e teve o apoio direto da governadora Raquel Lyra para colocar seu nome à disposição. “Fui convidado pela governadora para ser pré-candidato. Ela tem sido uma parceira e não tem medido esforços. Isso nos dá mais responsabilidade e motivação para seguir em frente.”

Ao defender que o Pajeú tem espaço para mais de um representante na Alepe, Marconi foi enfático: “Quanto mais candidaturas, melhor para a democracia. A população vai poder escolher quem realmente trabalha por ela. A perspectiva é de votar em gente do Pajeú, que vive e conhece a realidade da região.”

Por fim, o pré-candidato disse acreditar que poderá levar para o restante do estado o mesmo modelo de gestão que aplicou em Flores. “O trabalho que realizamos aqui pode ser uma referência. Estamos prontos para contribuir com todo o Pernambuco”, concluiu.

Paulo Câmara e Ana Luiza recebem membros da comunidade Católica do Estado‏

O governador Paulo Câmara e a primeira-dama Ana Luiza Câmara ofereceram um jantar, neste domingo (27.06), a integrantes da comunidade Católica do Estado. No encontro, que ocorreu no Palácio do Campo das Princesas, no Recife, o gestor se inteirou das ações promovidas pela Igreja e aproveitou para reiterar o seu apoio às obras tocadas pela […]

IMG_20160626_204957O governador Paulo Câmara e a primeira-dama Ana Luiza Câmara ofereceram um jantar, neste domingo (27.06), a integrantes da comunidade Católica do Estado.

No encontro, que ocorreu no Palácio do Campo das Princesas, no Recife, o gestor se inteirou das ações promovidas pela Igreja e aproveitou para reiterar o seu apoio às obras tocadas pela congregação. Paulo também destacou a contribuição da instituição para a cultura de paz em Pernambuco.

“A Igreja tem um papel fundamental na sociedade. Está à frente de obras importantes, sendo um agente de destaque na promoção de diversas ações que semeiam a solidariedade e o amor ao próximo. Essa atuação tem nos ajudado na construção de um Estado mais harmonioso para os pernambucanos”, ressaltou.

Durante o jantar, Paulo Câmara e Ana Luiza receberam das mãos do bispo de Caruaru, Dom Dino, uma imagem de Nossa Senhora Aparecida.

Também estiveram presentes o arcebispo das cidades de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido; o bispo-emérito da Diocese de Palmares, Dom Genival; Dom Antônio Tourinho; Dom Severino, Dom Giovanni D´aniello, Dom Edivaldo Amaral, Padre Erandir Torres e Gilberto Barbosa, fundador da Comunidade Obra de Maria.

Em Afogados, fotógrafo Fernando Siqueira fala das experiências como testemunha ocular da história

Fotógrafo ministra palestra e workshop de fotografia para casamentos, mas também é respeitado por registros como dos protestos de junho de 2013, em SP Presente em Afogados da Ingazeira onde ministra curso para noivas e fotógrafos que participarão da 3ª  Exponoivas, o fotógrafo Fernando Siqueira tem  muito mais que histórias de casamentos para contar. Fernando […]

Foto: Wallysson Ricardo

Fotógrafo ministra palestra e workshop de fotografia para casamentos, mas também é respeitado por registros como dos protestos de junho de 2013, em SP

Presente em Afogados da Ingazeira onde ministra curso para noivas e fotógrafos que participarão da 3ª  Exponoivas, o fotógrafo Fernando Siqueira tem  muito mais que histórias de casamentos para contar. Fernando é um dos mais importantes fotógrafos de rua do país. Teve destacada participação na cobertura dos protestos de rua em junho de 2013 em São Paulo, que começaram com a luta por redução na tarifa de ônibus e viraram um símbolo do desejo de um país melhor.

“Busquei retratar os dois lados, dos manifestantes e da polícia. Levei tiro, vi colega levando tiro”, relatou no Debate das Dez do Programa Manha Total, da Rádio Pajeú.

As fotos de protestos de rua de Fernando correram o mundo, fugindo do filtro da imprensa nacional. Ele teve fotos premiadas na Bienal Internacional de Arte de Roma (2012), Merit Award in the category Documentary & Street of the BeW Child Foto Contest (2014), foi estudado em 2014 pela Universidade de Praga, além de ser autor de exposições como “Protestos no Brasil”. O histórico mostra o tamanho do profissional que está em terras sertanejas, mas transborda simplicidade e amor pela cidade do Pajeú. “Moraria aqui com certeza”.

Nos protestos de junho de 2013, estava ao lado do fotógrafo Sérgio Silva, que perdeu parte da sua visão por causa de um tiro que acertou o seu olho esquerdo no dia 13 daquele mês. Julliana Marone, da TV Folha, também foi atingida no olho. Ao lado de manifestantes que protestavam contra o aumento da tarifa de ônibus, eles fotografavam policiais que disparavam balas de borracha. “Eles atiraram para acertar a gente”, denuncia.

Ao todo, catorze jornalistas disseram ter sido alvos intencionais dos policiais.  O próprio Fernando foi atingido com um tiro de 12 de borracha na perna. “Tive minha câmera apreendida por três anos”. Detalhe: o equipamento hoje é usado pelo fotógrafo Cláudio Gomes, de quem diz ser grande amigo.

Fernando Siqueira, Dionízio, este blogueiro e Glauco Queiroz

A Exponoivas Sertão do Pajeú, a maior Feira de Noivas do Sertão Pernambucano, terá a presença do renomado fotógrafo Fernando Siqueira, que ministrará uma palestra para noivas.

A data foi alterada para o dia 19 de maio  em virtude do velório do Padre Mário Bezerra que vai acontecer na Catedral. Ele também ministra um Workshop completo de fotografia de casamento para fotógrafos. Com o tema “Fotografia de casamento: é o meu negócio?” – o evento acorre nos dias 19 e 20 de maio de 2017.

A participação de Fernando Siqueira na 3ª Exponoivas Sertão do Pajeú se deu a partir de uma parceria entre SEBRAE, SENAC e Studio ISO, do fotógrafo Cláudio Gomes e do cinegrafista Wally Ricardo.

As inscrições do workshop ainda estão abertas e pode ser realizadas pelo site www.exponoivassertaodopajeu.com.br

Eduardo Cunha é citado por mais um delator da Operação Lava Jato

Mais um réu da Operação Lava Jato fechou delação premiada junto ao Ministério Público Federal (MPF). Eduardo Vaz da Costa Musa, ex-gerente da Área Internacional da Petrobras, afirmou que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tem ligação com o esquema de corrupção na estatal. “João Augusto Henriques disse ao declarante que conseguiu […]

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já havia sido citado por outro delator da Lava Jato
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já havia sido citado por outro delator da Lava Jato

Mais um réu da Operação Lava Jato fechou delação premiada junto ao Ministério Público Federal (MPF). Eduardo Vaz da Costa Musa, ex-gerente da Área Internacional da Petrobras, afirmou que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tem ligação com o esquema de corrupção na estatal.

“João Augusto Henriques disse ao declarante que conseguiu emplacar Jorge Luiz Zelada para diretor internacional da Petrobras com o apoio do PMDB de Minas Gerais, mas quem dava palavra final era o deputado Eduardo Cunha do PMDB/RJ”, diz trecho da delação de Musa.

Por meio da assessoria de imprensa da Câmara, Cunha afirmou que não conhece o delator. O advogado Antonio Fernando de Souza, responsável pela defesa do deputado, afirmou que só irá se manifestar sobre a acusação após tomar conhecimento do teor da delação premiada. O G1 tentou contato com a assessoria de imprensa do PMDB, mas até a última atualização desta reportagem ainda não havia conseguido falar com o partido.

Heniques é apontado pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal como um operador ligado ao PMDB no esquema de fraudes, corrupção e desvio de recursos da Petrobras. Ele foi preso na 19ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada na segunda-feira (21), e é tido como o maior operador da área Internacional descoberto pelas investigações. O partido nega ligação com Henriques.

A delação de Musa foi homologada em 10 de setembro pelo juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas ações penais da Lava Jato em primeira instância. Os termos da colaboração foram anexados ao sistema judiciário na noite terça-feira (22).

Conforme informado pelo Ministério Público Federal, Musa se comprometeu na delação premiada a depositar em conta judicial R$ 4,5 milhões, além do repatriamento de US$ 3,2 milhões.

Musa é um dos réus da ação penal oriunda da 15ª fase da Operação Lava Jato, que também prendeu o ex-diretor da área Internacional Jorge Luiz Zelada, em junho deste ano. Ele responde pelo crime de corrupção passiva em liberdade.

Segunda citação
Esta não foi a primeira vez que Cunha foi citado por um delator. Em julho, o ex-consultor da Toyo Setal Júlio Camargo disse, em depoimento à Justiça Federal, em Curitiba, que foi pressionado pelo presidente da Câmara a pagar US$ 10 milhões em propinas para que um contrato de navios-sonda da Petrobras fosse viabilizado.

Do total do suborno, segundo o delator, Cunha disse que era “merecedor” De US$ 5 milhões.

Conforme Camargo, além dos US$ 5 milhões diretamente para ele, Cunha exigiu pagamento de propina ao lobista do PMDB Fernando Soares, conhecido como “Fernando Baiano”, um dos presos da Lava Jato já condenados na Lava Jato.

“Tivemos um encontro. Deputado Eduardo Cunha, Fernando Soares e eu. […] Deputado Eduardo Cunha é conhecido como uma pessoa agressiva, mas confesso que comigo foi extremamento amistoso, dizendo que ele não tinha nada pessoal contra mim, mas que havia um débito meu com o Fernando do qual ele era merecedor de US$ 5 milhões”, enfatizou.

No relato à Justiça Federal, o ex-consultor da Toyo Setal afirmou que Eduardo Cunha era sócio oculto de Fernando Baiano. À época, Cunha desafiou Camargo a provar que ele pediu propina de US$ 5 milhões e que o delator estava sendo obrigado a mentir.

Investigado pelo STF
Cunha já é investigado na Operação Lava Jato. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou uma denúncia contra Cunha, em agosto, ao Superior Tribunal Federal (STF) por suposto envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras. O senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) também foi denunciado.

Nas denúncias, o procurador-geral pede a condenação dos dois sob a acusação de terem cometidos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. De acordo com a Procuradoria, eles receberam propina de contratos firmados entre a Petrobras e fornecedores da estatal.

Na denúncia contra Eduardo Cunha, a Procuradoria também pede que sejam devolvidos US$ 80 milhões – US$ 40 milhões como restituição de valores supostamente desviados e mais US$ 40 milhões por reparação de danos. Os dos parlamentares negam as acusações.

As propinas
Aos procuradores, Musa afirmou que sempre ouviu falar que havia na petrolífera um esquema de propina. “Que desde que o declarante entrou na Petrobras, se ouvia falar no esquema de vantagens indevidas nas mais diversas áreas, mas somente em 2006 o declarante passou a tomar conhecimento de forma direta”, diz outro trecho da delação.

O ex-gerente afirmou em delação premiada que foi indicado para o cargo por Nestor Cervéro, ex-diretor da Área internacional já condenado pela Lava Jato, e por Luiz Carlos Moreira que era gerente executivo da mesma diretoria.

De acordo com Musa, Luiz Carlos Moreira mostrou uma planilha de divisão de propinas na área internacional. Nesta planilha, inclusive, constava Passadena. Musa reconheceu ter US$ 2,5 milhões na off-shore Nebraska, no Banco Cramer, e também outra off-shore no Banco Pictec, sendo que nesta última ele não recordava o saldo.

O delator confessou o recebimento de propina a partir de diversos contratos da Petrobras e citou a participação do lobista Hamylton Padilha, que também é delator da Lava Jato, e de Bernando Freiburghaus, na intermediação de propina. Tanto Padilha quanto Friburghaus também são réus devido à Lava Jato.

Fraude em licitação
De acordo com a delação de Musa, houve fraude na licitação para a contratação da montagem dos módulos e integração de duas plataformas, no início de 2012, com a participação das empresas Mendes Júnior e OSX, que formaram o consórcio Integra para disputar a concorrência. À época, Musa era o diretor de construção naval da OSX, cujo presidente do Conselho de Administração é Eike Batista.

Musa declarou que o CEO da OSX, Luiz Eduardo Carneiro, sabia do esquema e que participou de pelo menos uma reunião referente ao assunto. O delator disse que não sabe se Eike Batista “tomou conhecimento desses fatos”, mas que o presidente mantinha contato frequente com Carneiro.

Pela Mendes Júnior, quem participava do esquema eram o diretor de desenvolvimento de negócios Luiz Claudio Machado Ribeiro e o diretor de negócios industriais Ruben Maciel da Costa Val.

Conforma a delação de Musa, foi Luiz Claudio que informou que o consórcio teria que pagar propina para o lobista Henriques. Em troca, Henriques forneceria informações privilegiadas dentro da Petrobras para orientar a formação da proposta técnica. O valor da propina foi incialmente acordado em torno de R$ 5 milhões.

Procurado pelo G1, o advogado de Eike Batista, Raphael Mattos, disse que não tem conhecimento do conteúdo da delação. A reportagem tenta contato com os demais citados.