O ex-prefeito de Ipojuca, no Grande Recife, Pedro Serafim de Souza foi condenado pela Justiça por atos de improbidade administrativa, segundo o Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Ainda de acordo com a instituição, a decisão suspende os direitos políticos dele por seis anos e há necessidade de ressarcimento de R$ 400 mil à cidade. Cabe recurso.
O político foi prefeito do município entre 2009 e 2012. O MPPE apontou que os atos do político “causaram prejuízo ao erário e atentaram contra os princípios da administração pública”. A sentença foi proferida pela juíza Nahiane Ramalho de Mattos, a partir de um pedido do MPPE.
Segundo a ação de improbidade administrativa ingressada pela promotora de Justiça Bianca Stella Azevedo Barroso, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) identificou irregularidades na folha de pagamento durante uma auditoria feita nos exercícios de 2009 e 2010.
Na ocasião, apontou o MPPE, foram constatadas irregularidades como pagamento a pessoas que haviam falecido, servidores domiciliados em outros estados, com CPF inválido ou de outra pessoa na folha de pagamento.
A Justiça informou, ainda, que o município de Ipojuca foi intimado, mas não apresentou manifestação. A prefeitura de Ipojuca informou, por meio da assessoria de comunicação, que não iria comentar a decisão. A informação é do Blog do Magno.
Esclarece o prefeito de Itapetim, Adelmo Moura (PSB) ao blogueiro Inaldo Sampaio, que continua apoiando Gonzaga Patriota (PSB) para a Câmara Federal, assim como a prefeita de Brejinho, Tânia Maria (PSB). Mas isso não o impedirá de “arranjar uns votos” para o candidato João Campos (PSB), em seu município, em homenagem ao pai dele (Eduardo […]
Esclarece o prefeito de Itapetim, Adelmo Moura (PSB) ao blogueiro Inaldo Sampaio, que continua apoiando Gonzaga Patriota (PSB) para a Câmara Federal, assim como a prefeita de Brejinho, Tânia Maria (PSB).
Mas isso não o impedirá de “arranjar uns votos” para o candidato João Campos (PSB), em seu município, em homenagem ao pai dele (Eduardo Campos) que foi um de seus grandes amigos, diz a nota.
Em Afogados da Ingazeira, já é dado como certo o apoio do prefeito de Afogados, José Patriota ao filho de Campos. Quem vai ais além fala até na possibilidade de uma dobradinha com Patriota disputando cadeira estadual.
Uma coisa é certa: Gonzaga pode ser uma das maiores vítimas na região da candidatura de João Campos. No Sertão do Pajeú, boa parte dos espaços que o jovem socialista ocupará eram antes da “cota” de Patriota.
Na ocasião foi assinada a Ordem de Serviço para construção do muro da instituição com investimentos de mais de R$ 72 mil A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria de Educação e Secretaria de Obras e Infraestrutura, inaugurou, na tarde desta quarta-feira (12), a ampliação da Escola Nossa Senhora da Penha, no Bairro […]
Na ocasião foi assinada a Ordem de Serviço para construção do muro da instituição com investimentos de mais de R$ 72 mil
A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria de Educação e Secretaria de Obras e Infraestrutura, inaugurou, na tarde desta quarta-feira (12), a ampliação da Escola Nossa Senhora da Penha, no Bairro da Cohab. O investimento foi de R$ 529.806,75 (quinhentos e vinte e nove mil, oitocentos e seis reais e setenta e cinco centavos).
A obra de ampliação contemplou bloco com três salas de aula, banheiros masculino e feminino para discentes, bloco administrativo com direção, secretaria, sala de professores, sala de coordenação, almoxarifado, e banheiros masculinos e femininos adaptados para funcionários, além da construção da fachada da escola e paisagismo.
Na ocasião, foi assinada a Ordem de Serviço para a construção do muro da referida escola, com investimento de R$ 72.327,63 (setenta e dois mil, trezentos e vinte e sete reais e sessenta e três centavos).
A prefeita Márcia Conrado enfatizou os investimentos na educação do Bairro da Cohab.
“Estamos entregando a obra de ampliação da Escola Nossa Senhora da Penha, uma importante escola que atende hoje mais de mil alunos e alunas, e que agora terão muito mais estrutura e conforto, o que é fundamental para o desenvolvimento educacional. Além da ampliação, estamos autorizando a construção do muro, que vai complementar a infraestrutura da instituição. São mais de meio milhão de reais investidos na escola do bairro, onde também estamos construindo uma escola padrão de doze salas, um equipamento que vai atender mais centenas de crianças”, disse a prefeita.
A gestão do prefeito Wellington Maciel se defendeu das críticas pelo escândalo do gasto com combustíveis, que a oposição apelidou de “Combustívelgate”. A gestão se defendeu em nota afirmando que a despesa é equivalente a uma média global diária de R$ 16.480,53 de combustível, o que equivale ao abastecimento diário de R$ 95,26 por veículo, […]
A gestão do prefeito Wellington Maciel se defendeu das críticas pelo escândalo do gasto com combustíveis, que a oposição apelidou de “Combustívelgate”.
A gestão se defendeu em nota afirmando que a despesa é equivalente a uma média global diária de R$ 16.480,53 de combustível, o que equivale ao abastecimento diário de R$ 95,26 por veículo, o que é compatível com uma frota de 173 veículos, todos a serviço da municipalidade.
A prefeitura também classificou a medida como essencial, justificando necessidade da Pasta de Educação, Saúde, Assistência Social e ações noturnas desenvolvidas pela Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente.
Citou que o Governo age com transparência e zelo e que age com boas práticas de governança e gestão e que a deturpação do fatos é medida sensacionalista da Oposição, que age irresponsavelmente por meio de ilações e afirmações faciosas, para macular um trabalho sério.
O prefeito Wellington Maciel também se manifestou nas suas redes:
A nota publicada publicada há pouco reestabelece a verdade e traz luz aos fatos, que são inquestionáveis, sobre as despesas da gestão municipal com o abastecimento dos veículos da frota municipal em 2022.
Um setor apequenado da oposição, francamente descompromissado com a nossa nossa cidade e com a nossa gente, insiste na tentativa de fazer a mentira prevalecer sobre a verdade. Isso não acontecerá.
Arcoverde tem uma gestão seria, cuja as ações de promoção da transparência e o zelo com erário público, são reconhecidos até mesmo pelos órgãos de controle. Tenho minha vida limpa e uma trajetória de muito trabalho, que não será maculada por estes, que praticam a mesquinha política do bem pessoal e da irresponsabilidade.
O trabalho sério vai seguir, com diálogo, seriedade, transparência e a verdade. Pra frente, Arcoverde!
Na quarta-feira (17), o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio das 34ª e 11ª Promotorias de Justiça de Defesa da Cidadania, com atuação na Defesa e Promoção da Saúde, realizou uma audiência para discutir a implementação e os impactos trazidos pelo advento da Lei nº 14.434/2022, que institui o piso nacional do enfermeiro, do […]
Na quarta-feira (17), o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio das 34ª e 11ª Promotorias de Justiça de Defesa da Cidadania, com atuação na Defesa e Promoção da Saúde, realizou uma audiência para discutir a implementação e os impactos trazidos pelo advento da Lei nº 14.434/2022, que institui o piso nacional do enfermeiro, do técnico de enfermagem e do auxiliar de enfermagem.
Participaram representantes da Federação das Misericórdias e Entidades Filantrópicas do Estado de Pernambuco (FEHOSPE), Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco, Secretaria Municipal de Saúde do Recife e Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco, bem como os analistas ministeriais em Medicina do MPPE, Gilberto Abreu e Ana Carolina Thé.
Na abertura da audiência, a promotora de Justiça Helena Capela explicou que foi instaurado no âmbito da Promotoria o procedimento de n°02061.002.946/2022 (Notícia de Fato) sobre a temática objeto da audiência e abriu o espaço de fala para os presentes se manifestarem. Também participou da audiência a promotora de Justiça Eleonora Rodrigues.
O representante da FEHOSPE argumentou que “não se discute a legitimidade do aumento remuneratório para os profissionais da enfermagem, o que é plenamente correto, mas questiona-se a forma como foi realizado e o impacto financeiro trazido pela mudança, sem que fosse apresentada a correspondente fonte de custeio”. No entanto, “é preciso garantir o direito dos trabalhadores e, concomitantemente, a sustentabilidade financeira das instituições, sob pena de demissões em massa, fechamento de unidades e desassistência à população”.
Ainda de acordo com o representante da FEHOSPE, “existe um subfinanciamento crônico no SUS, a Tabela SUS não é corrigida desde 2005, e os repasses da União para o Estado são insuficientes e menores a cada ano”.
A SES/PE, por sua vez, explicou que reconhece o mérito do pleito, mas para o setor público, embora as alterações da Lei só passem a valer no exercício de 2023, “será gerado um impacto de 1 bilhão e 100 milhões ao ano para pagamento aos enfermeiros e técnicos de enfermagem contratados sob o regime estatutário (aproximadamente 20 mil profissionais), cerca de 34% do montante dos recursos investidos no SUS em Pernambuco”. Na ocasião, informou ainda que o Estado solicitou aos Municípios o impacto das alterações da Lei no âmbito de cada município.
Da mesma forma, a representante da SMS-Recife, reconhece a legitimidade do pleito, mas corrobora com as mesmas preocupações financeiro-orçamentárias apresentadas pela SES/PE.
Já a PGE-PE comunicou que há uma articulação de todas as Procuradorias Estaduais do país para coleta de informações, responsabilização e cobrança de ações por parte da União para o repasse de recursos aos Estados a fim de cobrir os custos trazidos pela implementação da Lei.
Nova reunião dia 22/08 – Como resultado, ficou deliberado pela continuidade da audiência no próximo dia 22 de agosto, segunda-feira, às 14h30, no salão dos órgãos colegiados da Procuradoria Geral de Justiça (Rua do Imperador), com a participação do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde (CAO Saúde/MPPE), Conselho de Secretários Municipais de Saúde de Pernambuco (COSEMS/PE), Ministério Público do Trabalho e Ministério Público Federal.
G1 – Valdo Cruz Depois de ter sinalizado que aprovaria proposta da equipe econômica de adiar o reajuste salarial dos servidores civis, o presidente Michel Temer decidiu manter o aumento do funcionalismo no próximo ano. A medida poderia gerar uma economia de R$ 6,9 bilhões e ajudar a fechar as contas do governo federal em […]
Depois de ter sinalizado que aprovaria proposta da equipe econômica de adiar o reajuste salarial dos servidores civis, o presidente Michel Temer decidiu manter o aumento do funcionalismo no próximo ano.
A medida poderia gerar uma economia de R$ 6,9 bilhões e ajudar a fechar as contas do governo federal em 2019.
A informação foi confirmada ao blog nesta quarta-feira (29) por dois assessores diretos do presidente da República.
Além de decidir manter o reajuste dos servidores civis, o presidente determinou à equipe econômica do governo tomar as providências para viabilizar o aumento salarial dos ministros do Supremo Tribunal Federal, de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil.
Para bancar parte do gasto extra, Temer combinou com o STF que irá acabar com o auxílio-moradia, no valor de R$ 4,7 mil, para os ministros do tribunal.
O governo vai ter de fazer uma alteração na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), que não previa o reajuste salarial do STF. O custo extra no Poder Judiciário será de R$ 930 milhões.
Técnicos do Congresso avaliam que a medida pode gerar um efeito cascata em todo setor público, fazendo o gasto atingir quase R$ 4 bilhões.
Segundo os assessores ouvidos pelo blog, a proposta de Orçamento da União de 2019, que será enviada ao Congresso na sexta-feira, último dia do prazo legal, manterá o reajuste salarial dos servidores civis no próximo ano.
Segundo esses auxiliares, três argumentos pesaram na decisão do presidente:
O primeiro é que nenhum dos candidatos à Presidência está defendendo a medida. Ou seja, se aqueles que podem ser o próximo presidente não demonstram interesse na medida, por que Temer deveria se desgastar propondo algo que o novo ocupante do Palácio do Planalto pode não cumprir?
O segundo é que medida semelhante foi proposta no ano passado e foi barrada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski.
Por último, assessores lembram que o próprio presidente negocia com ministros do STF uma forma de viabilizar o aumento de salários dos magistrados no ano que vem. Não faria sentido aprovar aumento do salário dos juízes do Supremo e adiar o dos servidores.
Para fechar o Orçamento de 2019, o primeiro do próximo presidente, o Ministério do Planejamento propôs ao presidente adiar o reajuste do funcionalismo civil, o que garantiria uma economia de R$ 6,9 bilhões.
Com isso, seria possível cumprir o teto dos gastos públicos e a meta fiscal do ano que vem, que prevê um déficit de R$ 139 bilhões, realocando os recursos para as áreas sociais e investimentos.
Agora, a equipe econômica terá de promover cortes, principalmente em investimentos, a fim de acomodar o reajuste dos servidores civis.
A previsão inicial de investimentos atingia cerca de R$ 37 bilhões. Esse valor vai cair para manter o aumento do funcionalismo.
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