Evandro e Zeinha agradecem votações em SJE e Iguaracy
Por André Luis
Os prefeitos reeleitos Evandro Valadares e Zeinha Torres foram ouvidos ontem pelo comunicador Anchieta Santos, no programa Cidade Alerta da Cidade FM.
Zeinha se mostrou feliz com o triunfo e afirmou que vencer com um voto já é importante, imagine com mais de mil como aconteceu em Iguaracy.
Torres também assegurou que diferentemente da tradição de que prefeitos reeleitos relaxam no 2º mandato, vai trabalhar ainda mais a partir de 2021.
Já o socialista Evandro Valadares que enfrentou 3 candidatos, declarou que a oposição dividida facilitou sua vitória, mas que mesmo unida, não seria páreo para sua candidatura. Evandro admitiu que dependendo do planejamento para o próximo governo é que vai definir se muda ou não a equipe com quem vai iniciar o segundo mandato.
O candidato da coligação ‘Frente Popular de Serra Talhada, Victor Oliveira (PR) participou nesta sexta (19) de evento promovido pelo Comitê Jovem do PR, seguindo-se de uma caminhada por diversas ruas no bairro Bom Jesus. Sebastião fez críticas à gestão Luciano Duque, a quem acusou de realizar obras que não funcionam ou servem à coletividade. Eles […]
O candidato da coligação ‘Frente Popular de Serra Talhada, Victor Oliveira (PR) participou nesta sexta (19) de evento promovido pelo Comitê Jovem do PR, seguindo-se de uma caminhada por diversas ruas no bairro Bom Jesus. Sebastião fez críticas à gestão Luciano Duque, a quem acusou de realizar obras que não funcionam ou servem à coletividade.
Eles estiveram acompanhados do deputado federal licenciado Sebastião Oliveira, do ex-prefeito Carlos Evandro e do ex-prefeito Geni Pereira. O candidato Victor fez um discurso curto, mas incisivo.
Ele lembrou o avô , o ex-deputado Inocêncio Oliveira e o ex-prefeito Tião Oliveira (falecido) e disse que era a vez de se ter outro Oliveira na prefeitura.”Política é coisa de ‘cabra sério, é coisa de ‘cabra’ homem, que sabe trabalhar pra quem precisa”.
Prezado Nill Júnior, A respeito da matéria publicada na data de ontem (16) no seu blog sobre o apoio de parte da oposição de Solidão ao Senhor João Paulo Costa para ALEPE, venho a público esclarecer que: 1) A noticia passada ao veículo pelo vereador José Edson, o Zé Negão, não condiz com a verdade; […]
A respeito da matéria publicada na data de ontem (16) no seu blog sobre o apoio de parte da oposição de Solidão ao Senhor João Paulo Costa para ALEPE, venho a público esclarecer que:
1) A noticia passada ao veículo pelo vereador José Edson, o Zé Negão, não condiz com a verdade;
2) Quero reafirmar publicamente meu compromisso e apoio aos candidatos do Prefeito Djalma Alves. Para Deputado Estadual Clodoaldo Magalhães e Federal Gonzaga Patriota;
3) Estou votando na chapa fechada apoiada pelo Prefeito, pois estamos vendo que é o melhor para nossa cidade.
A Secretaria de Saúde de Afogados da Ingazeira confirmou com base no resultado de RT-PCR que o município voltou a registrar um óbito por Covid-19, como o blog antecipou ontem. A morte foi de uma senhora de 82 anos. É o primeiro óbito pós aumento da variante Ômicron no município. Ela faleceu no fim da […]
A Secretaria de Saúde de Afogados da Ingazeira confirmou com base no resultado de RT-PCR que o município voltou a registrar um óbito por Covid-19, como o blog antecipou ontem.
A morte foi de uma senhora de 82 anos. É o primeiro óbito pós aumento da variante Ômicron no município. Ela faleceu no fim da tarde de terça-feira em Serra Talhada, no Hospital Eduardo Campos.
O sepultamento aconteceu sem velório, quarta a noite, na área reservada para óbitos de Covid-19 no Cemitério São Judas Tadeu. A senhora residia no Bairro Sobreira. Já havia se livrado do vírus, mas não teria resistido às sequelas. Foi imunizada mas a idade avançada a as complicações pré-existentes pesaram. Ela testou positivo dia 12 de janeiro, era diabética e fazia hemodiálise em Arcoverde.
O dado será divulgado no boletim de hoje pelo que o blog apurou. Até o início da noite de ontem, era um “caso em investigação”.
O último óbito noticiado ocorreu em julho, com o resultado do exame sendo divulgado apenas em outubro. Graças à alta imunização, a proporção casos-óbitos é pequena, mas ainda suficiente para lotar as UTIs como divulgado ontem. Isso sem considerar que ainda é alto o número de pessoas que não complementaram o esquema vacinal. Com a morte, Afogados chega a 75 óbitos.
No comentário desta segunda-feira (07/09) para o Jornal Itapuama, o jornalista Nill Júnior analisa os impactos políticos das mobilizações do Dia da Independência no país, destacando as posturas das forças governistas e da oposição nas ruas e nas redes sociais. O jornalista repercute os atos liderados pela oposição e por movimentos da direita na Avenida […]
No comentário desta segunda-feira (07/09) para o Jornal Itapuama, o jornalista Nill Júnior analisa os impactos políticos das mobilizações do Dia da Independência no país, destacando as posturas das forças governistas e da oposição nas ruas e nas redes sociais.
O jornalista repercute os atos liderados pela oposição e por movimentos da direita na Avenida Paulista, em São Paulo, que voltaram a pedir o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e anistia para os presos do 8 de Janeiro, com discursos inflamados como o do pastor Silas Malafaia. Em contrapartida, apoiadores do governo federal focaram suas manifestações no ambiente digital para exaltar o desfile oficial do 7 de Setembro e a imagem do presidente Lula em Brasília.
No cenário estadual, Nill Júnior destaca o posicionamento dos pré-candidatos ao Governo de Pernambuco. A governadora Raquel Lyra acompanhou o desfile cívico-militar oficial no Recife, defendendo a unidade, a democracia e a soberania nacional. Por sua vez, João Campos participou de caminhadas e mobilizações da Frente Popular, ressaltando o sentimento de mudança e a importância da data patriótica.
O comentário reforça como o 7 de Setembro segue utilizado pelas lideranças políticas como uma vitrine estratégica para medir forças e marcar posição a poucas semanas das eleições
UOL Diálogos publicados hoje mostram que integrantes da Lava Jato de Curitiba trataram a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, como entrave à operação e planejaram minar sua imagem por meio de vazamentos de informação na imprensa. As mensagens foram divulgadas na tarde de hoje pelo site do jornal El País, em conjunto com o The […]
Diálogos publicados hoje mostram que integrantes da Lava Jato de Curitiba trataram a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, como entrave à operação e planejaram minar sua imagem por meio de vazamentos de informação na imprensa.
As mensagens foram divulgadas na tarde de hoje pelo site do jornal El País, em conjunto com o The Intercept Brasil.
Os diálogos mostram que o tom dos procuradores subiu quando Dodge pediu a anulação do acordo firmado entre a Força-Tarefa e o departamento de Justiça dos Estados Unidos para criar uma fundação para gerir R$ 2,5 bilhões devolvidos aos cofres públicos após a investigação de escândalos de corrupção.
Desde que o acordo veio à tona, Dodge se posicionou de forma contrária, argumentando violação à Constituição.
Ela chegou a entrar com uma ADPF (Ação por Descumprimento de Preceitos Fundamentais) no Supremo Tribunal Federal para suspender a decisão que respaldou o fundo, mas foi antecipada pelo próprio MPF no Paraná, que requisitou à juíza Gabriela Hardt a suspensão do acordo. Hardt atendeu e sustou a criação da fundação.
“O barraco tem nome e sobrenome. Raquel Dodge. O Oswaldo instaurou pgea para pedir informações sobre o acordo”, disse o procurador Januário Paludo, em 11 de março de 2019, no grupo Filhos do Januário 4.
Paludo se referia ao Procedimento de Gestão Administrativa (PGEA), uma medida administrativa utilizada pelo corregedor-geral do MPF, Oswaldo Barbosa, para ter acesso aos documentos sobre o acordo.
O argumento de Dodge ao pedir a anulação do acordo foi que caberia à União, e não aos investigadores da Lava Jato, decidir como o dinheiro seria gerido.
O acordo previa que metade dos R$ 2,5 bilhões iriam para um fundo patrimonial privado para gerir o que ficou conhecido como “Fundação Lava Jato”. O restante deveria ser utilizado em eventuais ressarcimentos que a Petrobras viesse a fazer a acionistas lesados pelos escândalos. Leia a íntegra da reportagem noUOL.
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