O Ouvidor Municipal, Carlos Gustavo Lucena, tem como meta de gestão visitar e fazer palestra em todas as escolas municipais, estaduais e privadas que tenham o Ensino Fundamental II. Deste 2013 as escolas da Rede Municipal de Ensino, urbanas e rurais, estão sendo visitadas.
E esta semana a Ouvidoria Municipal esteve nas escolas estaduais Édson Simões e Sebastião Rabelo. Em suas palestras Carlos Gustavo explana sobre o que é ouvidoria e como funciona em São José do Egito.
A Ouvidoria Municipal de São José do Egito atua através do telefone 0800 887 1503, pelo Portal www.saojosedoegito.pe.gov.br e diretamente na sala da ouvidoria, localizada no prédio sede da Prefeitura Municipal, recebendo críticas, elogios, denúncias e sugestões sobre a administração municipal.
Do Blog Júnior Campos Em uma participação explosiva no podcast ElesPod, do Portal Júnior Campos, o vice-prefeito de Serra Talhada, Faeca Melo (Avante), rompeu o silêncio sobre sua real situação dentro do governo municipal. Com declarações fortes, Faeca utilizou termos como “tirania” e “ditadura” para descrever o atual momento político sob a gestão da prefeita […]
Em uma participação explosiva no podcast ElesPod, do Portal Júnior Campos, o vice-prefeito de Serra Talhada, Faeca Melo (Avante), rompeu o silêncio sobre sua real situação dentro do governo municipal. Com declarações fortes, Faeca utilizou termos como “tirania” e “ditadura” para descrever o atual momento político sob a gestão da prefeita Márcia Conrado (PT) e denunciou um isolamento deliberado.
Relação de fachada e exclusão das decisões
Ao ser questionado sobre sua relação com a prefeita, Faeca revelou que o que a sociedade vê em eventos públicos não se traduz em participação no governo. Segundo ele, existe o respeito e abraços calorosos em atos institucionais, mas a parceria para ali.
“Para ser sincero, para me chamar, chamar o vice para decisões administrativas, de política pública e política partidária, qualquer coisa, eu nunca fui chamado de fato. Não fui convidado, não sou convidado até agora”, desabafou.
“A sociedade não aceita ditadura”
Para Faeca, esse isolamento e a pressão sobre aliados para seguirem o projeto político da prefeita e de seu esposo configuram um modelo autoritário. “Isso é um passo para uma tirania, né? Para uma ditadura, entendeu? Aí o povo, nossa sociedade hoje não aceita nem tirania, nem ditadura”, disparou.
Ele reforçou que existe uma coação que a prefeita exerce, o que contrasta com a liberdade defendida dentro do Avante.
O Exemplo do Avante: Liberdade entre Waldemar e Sebastião
Reforçando a tese de democracia interna, Faeca citou como exemplo a convivência entre os grupos de Waldemar e Sebastião Oliveira dentro do seu partido. “O Avante hoje tem pessoas que votam em Waldemar e não votam em Sebastião. Tem pessoas hoje que não votam em Sebastião e votam em Waldemar. E a gente respeita a opinião de todos tudo direitinho.”
Faeca reforçou que no Avante não existe o “se não está comigo, é contra mim”, modelo que ele critica duramente na atual gestão.
Saúde como arma: O caso Lisbeth e Breno Araújo
A denúncia de “ditadura” ganha contornos dramáticos quando o vice-prefeito relata o bloqueio que sofre na Secretaria de Saúde. Ele acusa a secretária Lisbeth Araújo de retaliá-lo por ele não apoiar o projeto eleitoral do filho dela, Breno Araújo, pré-candidato a deputado estadual.
“De agosto do ano passado para cá, eu não tive mais acesso à saúde. Quando eu peço, não é para mim, é para uma pessoa que está precisando. E fui negado. Acho um absurdo isso”, disse. “Não por eu não votar no filho dela, Breno Araújo, mas por eu ser vice-prefeito. Eu deveria ser respeitado como autoridade eleita. Quando eu ligasse, deveriam ao menos dar encaminhamento para ajudar o cidadão. Doença e fome não podem esperar”, criticou. “Independente de partidarismo, hoje eu estou como vice-prefeito. No ano passado, tudo que eu ligava era atendido. Depois disso, tentei algumas vezes, não fui atendido e também parei de pedir”, concluiu.
Futuro Político: “O primeiro da fila sou eu”
Ao projetar as eleições de 2028, Faeca Melo não deixou dúvidas sobre quem deve encabeçar o projeto do grupo. Ele evocou a hierarquia política para marcar seu espaço como o sucessor natural. “Com certeza o Avante vai ter um nome em 28. Se for tratar por hierarquia, o nome da fila, o primeiro da fila é o meu, por hoje estar como vice-prefeito do município de Serra Talhada”, afirmou categoricamente.
Do Blog Dellas A Associação Municipalista de Pernambuco – Amupe – reúne esta quarta pela manhã em sua sede no Recife os prefeitos pernambucanos para discutir os entraves que estão impedindo a Assembleia Legislativa de por em votação em plenário a Lei de Diretrizes Orçamentárias – LOA – com andamento travado desde o mês de […]
A Associação Municipalista de Pernambuco – Amupe – reúne esta quarta pela manhã em sua sede no Recife os prefeitos pernambucanos para discutir os entraves que estão impedindo a Assembleia Legislativa de por em votação em plenário a Lei de Diretrizes Orçamentárias – LOA – com andamento travado desde o mês de dezembro, o que vem impedindo a execução normal do Orçamento de 2026 e prejudicando a administração pública, setores produtivos como os produtores de cana, e os municípios, impedidos de celebrar e executar convênios com o estado. Depois de muitas discussões e adiamentos – a governadora chegou até a fazer convocação extraordinária dos deputados – a situação não foi resolvida porque a oposição limitou a 10% o percentual de remanejamento do Orçamento quando o normal é 20% e o Poder Executivo contesta a limitação, alegando que cerceia os direitos do Executivo.
Esta quarta à tarde a LOA pode voltar a ser discutida na sessão plenária da Alepe mas não se sabe ainda o encaminhamento a ser dado ao assunto em função de um recuo do presidente da Comissão de Finanças, deputado Antonio Coelho, que tinha dado como votada na reunião da ultima quarta-feira uma emenda fixando em 20% o percentual de remanejamento do Orçamento pelo Governo do Estado mas recebeu contestação da oposição que denunciou como ilegal a votação porque a emenda estava anexada ao projeto que autoriza o Executivo a transferir R$ 155 milhões para o Tribunal de Justiça e voltou atrás. Ele fez a ata da reunião mantendo apenas como votado o projeto do TJ.
Agora, a questão dos 20% que poderia ser resolvida esta quarta se a Comissão de Finanças tivesse conseguido manter a aprovação da emenda, fica mais uma vez pendente à espera de uma decisão judicial interposta pela deputada governista Débora Almeida que já obteve liminar e aguarda a votação do mérito no plenário do Tribunal de Justiça. A ação solicita que a Justiça determine o cumprimento do regimento da Alepe com o envio para o plenário das decisões das comissões onde o Governo tem maioria. A ação também reivindica o cumprimento do direito dos deputados de fazer emendas orçamentárias no plenário, o que facilitaria o encaminhamento das propostas do Executivo.
Comissões podem ser mudadas
Esta semana está prevista a mudança da composição das comissões quando o Governo deve ganhar maioria nas mais importantes, como Justiça, Finanças e Administração após a janela partidária que modificou a composição das bancadas partidárias. Antes isso nada poderia ser feito porque uma manobra de autoria da oposição no início do ano de 2025 transferiu deputados do PSB para várias outras legendas de forma a que os oposicionistas conquistassem maioria nesses colegiados. De imediato, o Governo começou a ter dificuldade de aprovar projetos porque, mesmo tendo maioria no plenário, é a presidência da Alepe que faz a pauta das reuniões plenárias e hoje ela é comandada pela oposição.
Entrega de casas e de livros
A agenda da governadora Raquel Lyra esta quarta inclui pela manhã a abertura da terceira etapa do Circuito Literário de Pernambuco (Clipe) no Centro de Convenções com a participação de estudantes e professores das escolas públicas. À tarde ela entrega 125 unidades habitacionais às famílias do Morada Capibaribe Condomínio 1, no bairro de Dois Unidos, na Zona Norte do Recife. Os apartamentos foram adquiridos através do programa Morar Bem onde o Governo garante um subsídio de R$ 20 mil a cada família ajudando-as a conseguir financiamento dentro do programa Minha Casa, Minha Vida.
Do Blog do Chico Gomes O padre Ronildo Adones, membro do clero da Diocese de Salgueiro, se envolveu em um acidente de trânsito na manhã desta segunda-feira, 20, na PE-585, no município de Ipubi, Sertão do Araripe. Dois homens que estavam trafegando de moto colidiram com um carro conduzido pelo padre e caíram na ribanceira […]
O padre Ronildo Adones, membro do clero da Diocese de Salgueiro, se envolveu em um acidente de trânsito na manhã desta segunda-feira, 20, na PE-585, no município de Ipubi, Sertão do Araripe.
Dois homens que estavam trafegando de moto colidiram com um carro conduzido pelo padre e caíram na ribanceira da pista, no distrito de Serrolândia.
Em nota publicada nas redes sociais, a Diocese de Salgueiro informou que o sacerdote prestou o devido socorro às vítimas, que foram levadas para o Hospital Regional de Ouricuri.
“A Diocese está acompanhando, em diálogo com a direção do hospital. Pedimos a oração dos fiéis neste momento”, publicou a instituição religiosa.
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara vota nesta quarta-feira (22) o relatório sobre o fim da escala 6×1. A PEC 8/2025, que trata do tema, já conta com parecer favorável do relator, Paulo Azi (União-BA), apresentado na semana passada. A votação, no entanto, foi adiada após pedido de vista. O texto sugere […]
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara vota nesta quarta-feira (22) o relatório sobre o fim da escala 6×1. A PEC 8/2025, que trata do tema, já conta com parecer favorável do relator, Paulo Azi (União-BA), apresentado na semana passada. A votação, no entanto, foi adiada após pedido de vista.
O texto sugere uma redução na jornada de trabalho semanal sem alteração nos salários dos trabalhadores. O documento agrupa dois projetos. Um da deputada Erika Hilton (Psol-SP), que determina a redução para 4 dias de trabalho por semana e 3 de descanso em uma jornada de 36 horas semanais. O outro do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) fala somente em uma redução da jornada para 36 horas semanais. As informações são da CNN.
A expectativa do governo e de deputados do centrão é de aprovação do texto nesta quarta. Para avançar na CCJ, a PEC exige maioria simples, com quórum mínimo de 34 deputados. Com isso, o próximo passo é levar a proposta para uma comissão especial que será responsável por discutir o mérito da proposta.
O relator foi favorável à admissibilidade da PEC, ou seja, a legitimidade do projeto junto à Constituição. Azi, no entanto, deixou claro que é preciso que a comissão especial faça ajustes. Ele disse que vai recomendar no relatório uma redução para que a jornada semanal seja de 5×2 e usou a proposta do próprio governo para justificar esse argumento.
“O próprio governo e as próprias centrais sindicais sinalizaram para uma proposta intermediária, que seria a redução da jornada para 40 horas e a adoção da escala 5×2. Esse é o primeiro ponto que nós vamos indicar como sendo um objeto de avaliação da comissão especial”, disse o relator.
A votação estava marcada para acontecer na última quarta, mas foi adiada por um pedido de vista de Lucas Redecker (PSDB-RS) e Bia Kicis (PL-DF) 15. Por isso, foi necessário cumprir o prazo de duas sessões de plenário para retomar a pauta.
Projeto do governo
O governo enviou um PL (Projeto de Lei) na semana passada sugerindo justamente uma jornada de trabalho de 5×2 e 40 horas por semana. A ideia do executivo era acelerar a tramitação, ter maior facilidade na aprovação e retomar o protagonismo sobre o tema em um ano eleitoral.
A votação da proposta gera expectativa no governo especialmente pela popularidade da pauta. O Planalto começou a apoiar o texto no segundo semestre de 2025. A base governista entende que a aprovação do fim da 6×1 e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 no final do ano passado são duas pautas que dão lastro para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tente a reeleição ao quarto mandato.
Para ser aprovada em forma de PEC, o texto demanda o apoio de ao menos três quintos dos deputados (308 votos). Já um PL exige apenas maioria simples para aprovação (257 votos).
A PEC entrou nos holofotes do Congresso depois que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), abraçou a pauta e decidiu dar encaminhamento. O parlamentar tem enfatizado a importância da pauta para a “classe trabalhadora” e sinalizado pressa na tramitação.
O objetivo do congressista é aprovar o texto ainda no primeiro semestre, realizando a votação até o final de maio no plenário.
Hugo teve encontros recentes com integrantes do governo para discutir os detalhes da proposta. Na última sexta (17), ele se reuniu com o ministro da SRI (Secretaria Relações Institucionais), José Guimarães.
Nenhum dos dois se pronunciou depois do encontro, mas a relação já havia sido colocada à prova depois do envio do PL pelo Executivo. Guimarães era líder do governo na Câmara quando Hugo anunciou um acordo com o Planalto para tramitar somente a PEC. Em coletiva, o presidente da Casa chegou a dizer que o governo não enviaria nenhuma proposta alternativa. Isso não foi cumprido.
O texto do governo foi enviado em regime de urgência para acelerar a votação. Com isso, a proposta deve ser votada em até 45 dias na Câmara. O objetivo de Hugo é terminar a tramitação da PEC antes disso.
Agora, Hugo encostou o PL do governo e vai manter a celeridade na aprovação da PEC. Ele disse que definirá o relator do texto na comissão especial depois da aprovação na CCJ. O presidente da Casa manifestou o interesse em ter um nome do centrão que seja a favor da proposta.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou ao Supremo Tribunal Federal um pedido de autorização para a realização de uma cirurgia no ombro direito. Segundo a solicitação, o procedimento está previsto para os dias 24 ou 25 de abril de 2026 e foi indicado por médico especialista. A cirurgia tem como objetivo a reparação do manguito rotador […]
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou ao Supremo Tribunal Federal um pedido de autorização para a realização de uma cirurgia no ombro direito.
Segundo a solicitação, o procedimento está previsto para os dias 24 ou 25 de abril de 2026 e foi indicado por médico especialista. A cirurgia tem como objetivo a reparação do manguito rotador e de lesões associadas.
Os advogados também pedem que a autorização inclua todas as etapas do tratamento, como atos preparatórios, pré-operatório, internação, realização da cirurgia, pós-operatório e reabilitação.
A defesa solicita ainda que o pedido seja analisado com urgência, em razão da natureza médica do caso.
Na sexta-feira (17), a defesa do ex-presidente informou que Jair Bolsonaro havia melhorado e estava apto para a realização de uma cirurgia no ombro direito.
Condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária temporária desde o dia 27 de março. O benefício, com prazo inicial de 90 dias, foi concedido pelo ministro Alexandre de Moraes em razão das condições de saúde do ex-presidente.
Segundo relatórios médicos enviados à Corte, Bolsonaro, atualmente com 71 anos, apresenta melhora clínica geral após um quadro de pneumonia bilateral.
De acordo com os documentos, Bolsonaro apresentou uma “boa evolução” dos quadros pulmonar e digestivo. Os documentos mencionam a redução de sintomas como falta de ar, cansaço e refluxo gastroesofágico.
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