Uma das maiores queixas da região, a situação da PE 320, principalmente entre Afogados e Tabira, finalmente tem um sinal de solução.
Uma empresa contratada pelo DER está realizando operação tapa buracos na via.
Há outros trechos precisando de ação, como entre Tabira e São José do Egito e na chegada à PRF Serra Talhada.
Em outubro, foi informado que o “PE na Estrada” tinha R$ 5,1 bilhões em caixa com foco na recuperação da infraestrutura rodoviária do estado, em obras de implantação, restauração e conservação de estradas.
O Sertão do Pajeú foi contemplado no programa com obras em três rodovias estratégicas: a PE-275, que liga o distrito de Tuparetama até Itapetim; a PE-263, de São Vicente até a divisa com a Paraíba; e a PE-304, que conecta Tabira a Água Branca, na Paraíba.
Outro ponto de destaque foi a confirmação da restauração da PE-320, uma demanda antiga da população que utiliza o trecho entre São José do Egito e Serra Talhada.
Uma empresa será contratada para desenvolver o projeto, mas a questão ainda não avançou. Registros enviados ao blog do trecho entre Tabira e Afogados da Ingazeira mostraram diversas crateras, vegetação dificultando a drenagem das águas e abandono.
Os debates políticos na Câmara entre Cid Gomes e os Deputados (veja acima) nos chamou a necessidade de “convocar o Aurélio” e buscar entender a expressão “achaque” que tanto irritou os parlamentares. Achacador segundo o dicionário é o indivíduo que achaca alguém, extorquindo-lhe dinheiro. Ladrão vigarista; Autoridade que recebe dinheiro de gatunos; gatuno especialista em conto-do-vigário. […]
Os debates políticos na Câmara entre Cid Gomes e os Deputados (veja acima) nos chamou a necessidade de “convocar o Aurélio” e buscar entender a expressão “achaque” que tanto irritou os parlamentares.
Achacador segundo o dicionário é o indivíduo que achaca alguém, extorquindo-lhe dinheiro. Ladrão vigarista; Autoridade que recebe dinheiro de gatunos; gatuno especialista em conto-do-vigário. Ainda molestar, Roubar a alguém intimidando-o; extorquir dinheiro de… A definição explica a ira dos parlamentares.
Depois de discutir com deputados no plenário e abandonar o recinto da Câmara em meio à sessão na tarde desta quarta-feira (18), o ministro da Educação, Cid Gomes, foi ao Palácio do Planalto e pediu demissão à presidente Dilma Rousseff, que aceitou.
O pedido ocorreu logo depois de o ministro participar na Câmara dos Deputados de sessão em que declarou que deputados “oportunistas” devem sair do governo.
“A minha declaração na Câmara, é óbvio que cria dificuldades para a base do governo. Portanto, eu não quis criar nenhum constrangimento. Pedi demissão em caráter irrevogável”, declarou o ministro.
O Palácio do Planalto informou após a demissão de Cid Gomes que o secretário-executivo da pasta, Luiz Cláudio Costa, comandará o Ministério da Educação interinamente. Costa já foi presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e foi secretário-executivo do MEC em 2014, quando a pasta era chefiada por Henrique Paim.
Na garagem privativa do palácio, ele classificou a presidente como uma pessoa “séria” e avaliou que o combate à corrupção adotado pelo governo “fragilizou” a relação dela com boa parte dos partidos.
“O que a Dilma está fazendo é limpar o governo do que está acontecendo de corrupção. Essa crise de corrupção é uma crise anterior a ela. Ela está limpando e não esta permitindo isso. Ela está mudando isso. E isso, óbvio, cria desconforto”, afirmou. “Vocês viram quantos deputados do PP recebiam mensalidade de um diretor da Petrobras? Isso é que era a base do poder e ela [Dilma] está mudando isso”, disse Cid Gomes, ao citar a lista de políticos investigados pelo Supremo Tribunal Federal por suspeita de envolvido com o esquema de corrupção revelado pela Operação Lava Jato.
O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares, deu detalhes do episódio que levou Totonho Valadares à emergência do Hospital Regional Emília Câmara nesta quinta. “Ele passou mal quando fazia feira no Avistão e foi socorrido pelo SAMU para o Emília Câmara. Com os sintomas, tudo indicava que era um infarto. Começou a se fazer […]
O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares, deu detalhes do episódio que levou Totonho Valadares à emergência do Hospital Regional Emília Câmara nesta quinta.
“Ele passou mal quando fazia feira no Avistão e foi socorrido pelo SAMU para o Emília Câmara. Com os sintomas, tudo indicava que era um infarto. Começou a se fazer protocolo, com eletro, exames e dentro desse protocolo Totonho teve duas quase paradas, com o coração em ritmo muito lento e precisou ser reanimado com desfibrilador. Voltou a si e medicado. Ficou estável e foi levado para Serra Talhada porque o Eduardo Campos tem uma unidade cardiológica”, explicou.
Totonho ficou em Serra Talhada sendo estabilizado até ser feito um cateterismo, exame para definir o quer houve realmente. “Não houve obstrução de artéria, o que descartou o foi infarto. Totonho é um paciente de risco. Já era um coração sequelado, pelas pontes de safena e mamária que recebeu”.
“A boa notícia foi que ele não teve infarto, não tinha obstrução ou trombo. As pontes de safena e mamaria estavam preservadas. Chegaram a conclusão que Totonho teve uma arritmia que quase parou o coração dele. Ainda mão sabem o que causou essa arritmia”, acrescentou.
Totonho agora vai ficar internado 24 horas na ala vermelha da unidade e após essas 24 horas será encaminhado para uma unidade em Recife para uma investigação mais aprofundada, para entender o que aconteceu. Daniel falou ao programa Rádio Vivo, com Juliana Lima e Júnior Cavalcanti, na Rádio Pajeú.
G1 O Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta sexta-feira (7) que será sempre “leal e correto” com o presidente da República, Michel Temer. Maia deu entrevista durante viagem oficial a Buenos Aires. Ele é o primeira na linha sucessória e assumiria a Presidência da República em caso de queda de Temer. Essa situação […]
O Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta sexta-feira (7) que será sempre “leal e correto” com o presidente da República, Michel Temer.
Maia deu entrevista durante viagem oficial a Buenos Aires. Ele é o primeira na linha sucessória e assumiria a Presidência da República em caso de queda de Temer. Essa situação pode ocorrer caso a Câmara dê prosseguimento à denúncia contra o presidente e o Supremo condene Temer.
Diante da crise política, integrantes de um dos principais partidos da base, o PSDB, vêm dando sinais de que querem desembarcar do governo. Na quinta-feira (6), o presidente interino da sigla, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), disse que Maia é um nome que poderia unir os partidos e dar governabilidade ao país.
Para Maia, que foi questionado sobre o tema por jornalistas na Argentina, o momento é de “responsabilidade com a democracia e com o futuro do Brasil”.
“Eu aprendi em casa a ser leal, a ser correto, e serei com o presidente Michel Temer sempre”, afirmou o presidente da Câmara.
Maia disse ainda que, desde o primeiro dia da crise, deflagrada com as denúncias da delação da JBS, manifestou ao DEM que o partido, em caso de agravamento da situação de Temer, deveria ser o último a desembarcar do governo.
“Eu disse ao presidente do meu partido no primeiro dia da crise que, se tivesse que acontecer alguma coisa, o DEM deveria ser o último a desembarcar do governo. Então nós vamos aguardar, vamos manter a nossa posição de apoio ao governo”, completou.
As solicitações somam R$ 7,5 bilhões em créditos do fundo regional e são majoritariamente do setor de energia A demanda por acesso a recursos do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste cresceu em 2023. A Sudene registrou 78 pedidos de financiamento para a linha de crédito administrada exclusivamente pela autarquia. A alta foi de 5% em […]
As solicitações somam R$ 7,5 bilhões em créditos do fundo regional e são majoritariamente do setor de energia
A demanda por acesso a recursos do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste cresceu em 2023. A Sudene registrou 78 pedidos de financiamento para a linha de crédito administrada exclusivamente pela autarquia. A alta foi de 5% em relação ao exercício anterior. Os dados são da Coordenação-geral de Fundos de Desenvolvimento da Autarquia.
No total, as solicitações somaram R$ 7,5 bilhões. Quase a totalidade das empresas que buscaram a Sudene para obtenção de crédito atuam na área de geração de energia solar e eólica. Apenas um empreendimento foi do setor hoteleiro. Vale destacar que dos 78 pedidos de financiamento, 45 tiveram as consultas prévias aprovadas pela Diretoria Colegiada da Sudene. Estas somam R$ 4,8 bilhões em créditos.
Considerando a localização das demandantes, 20 desejam instalar projetos no estado do Piauí. Seguem na ordem Bahia (17), Ceará (12), Rio Grande do Norte (12), Minas Gerais (7), Pernambuco (5), Paraíba (3) e Maranhão (2).
“As solicitações de crédito ultrapassaram o volume de crédito do FDNE para 2023, que foi de R$ 1,3 bilhão. Isso mostra que a Sudene é uma alternativa confiável e estratégica para obtenção de crédito pelos empreendimentos. Este cenário, inclusive, já foi apresentado como justificativa para balizar o recente pedido de capitalização deste fundo regional. Temos uma demanda represada que precisamos atender”, comentou o superintendente Danilo Cabral.
O diretor de Fundos, Incentivos e de Atração de Investimentos da Sudene, Heitor Freire, destacou o esforço da Autarquia para reposicionar positivamente o FDNE junto ao setor produtivo. “Ao longo deste ano, em eventos, feiras e reuniões com empreendedores, procuramos dar mais visibilidade a este fundo, que tem em sua carteira de projetos obras de importância estratégica para o Nordeste, como a Transnordestina”, comentou. “As empresas têm percebido que o FDNE possui vantagens atraentes para quem deseja investir em novos negócios na área da Sudene”, complementou o gestor.
A coordenadora-geral de Fundos de Desenvolvimento e Financiamento da Sudene, Cláudia Silva, também destacou que há um aumento das expectativas para investimentos do setor empresarial no país. “Além disso, há iniciativas do governo federal para o avanço da migração para geração de energias renováveis”, disse.
Após a aprovação da consulta prévia, a Sudene emitirá termo de enquadramento ao interessado, que negociará o projeto com o agente operador credenciado de sua preferência para apresentar os projetos e solicitar análise técnica e de risco. Atestada a viabilidade dos empreendimentos, a superintendência poderá, então, aprovar o financiamento, procedendo com a liberação do crédito.
Condições facilitadas
Uma das vantagens do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste é a estrutura do seu financiamento. O FDNE oferece prazos que se iniciam em 12 anos e pode chegar a 20 anos no caso de projetos de infraestrutura. Os empreendedores têm à disposição uma taxa de carência de um ano após a data prevista de início das operações do empreendimento. Além disso, a taxa média de juros, uma das menores do mercado, registrou, em 2023, índices de 8% ao ano, dependendo do porte e da localização do empreendimento solicitante.
As condições de financiamento se tornam ainda mais flexíveis se o projeto for implantado no semiárido ou nas Regiões Integradas de Desenvolvimento (RIDEs). Neste caso, o valor do porte mínimo dos empreendimentos que desejam realizar uma ampliação, modernização ou diversificação cai para R$ 15 milhões – contra R$ 25 milhões nas demais áreas. Caso o objeto do financiamento seja uma implantação, o valor mínimo nestes territórios estratégicos é de R$ 20 milhões – R$ 10 milhões a menos para instalações em outras áreas.
“Fazemos análises do impacto econômico e social dos empreendimentos que solicitam os recursos do FDNE, verificando também alinhamento às diretrizes estabelecidas pelo Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste e o atendimento aos dispositivos legais vigentes”, explicou a coordenadora Cláudia Silva.
Para a coordenadora, além das condições vantajosas, outros diferenciais do FDNE são a celeridade e a facilidade para apresentação dos pleitos através das cartas-consultas. “Nosso sistema de submissão de pedidos de financiamento é totalmente online e disponível 24h por dia. Nossa equipe também trabalha para reduzir o tempo de resposta às solicitações, cumprido prazos bem menores do que aqueles estabelecidos pelos normativos que regram a administração do fundo regional”, comentou.
Ampliação dos bancos operadores
Em 2023, o FDNE também incorporou novos parceiros para aumentar a capilaridade do atendimento aos empreendedores. Sudene e Banco do Nordeste firmaram, em julho, contrato para que a instituição financeira também pudesse realizar operacionalizar os recursos deste fundo regional. Atualmente, o BNB é o agente operador do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste, o FNE.
O reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Alfredo Gomes, anunciou neste sábado (1º) uma reunião com Alexandre Pires, diretor do Ministério do Meio Ambiente, para discutir parcerias entre a universidade e o Governo Federal voltadas ao enfrentamento da desertificação e à recuperação ambiental do Semiárido nordestino. Alexandre Pires é natural de Iguaracy, no Sertão […]
O reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Alfredo Gomes, anunciou neste sábado (1º) uma reunião com Alexandre Pires, diretor do Ministério do Meio Ambiente, para discutir parcerias entre a universidade e o Governo Federal voltadas ao enfrentamento da desertificação e à recuperação ambiental do Semiárido nordestino. Alexandre Pires é natural de Iguaracy, no Sertão do Pajeú.
Segundo Alfredo Gomes, o encontro teve como foco alinhar estratégias para revitalizar nascentes, recuperar áreas degradadas e fortalecer políticas públicas de sustentabilidade na região. “Foi um encontro propositivo e fundamentado em evidências, onde discutimos caminhos para consolidar projetos estruturantes, ampliar redes de pesquisa e acelerar iniciativas que garantam água, vida e resiliência às comunidades do nosso território”, afirmou o reitor.
As discussões também envolveram a ampliação da cooperação entre universidades, órgãos federais e instituições de pesquisa, com o objetivo de desenvolver soluções inovadoras para os desafios ambientais do Semiárido.
Para o reitor, o fortalecimento do Semiárido é parte essencial de uma agenda nacional de sustentabilidade. “Fortalecer o Semiárido é fortalecer o Brasil. É reafirmar o papel da universidade pública como espaço de solução e de futuro”, destacou.
O diálogo entre a UFPE e o Ministério do Meio Ambiente deve continuar com novas reuniões e desdobramentos práticos. “A agenda segue firme: cuidar da terra, proteger as pessoas e transformar conhecimento em política pública”, concluiu Alfredo Gomes.
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