Empresário voltará a Tabira para debater construção de novo abatedouro
Por Nill Júnior
Para um primeiro contato sobre a construção de um novo abatedouro o empresário Agamenon Magalhães de Melo esteve em Tabira no último dia 06 de abril. Na oportunidade visitou dois terrenos oferecidos para a construção.
O Presidente da Câmara Marcos Crente e o vereador Edmundo Barros, recepcionaram o empresário. Falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM ontem, Marcos Crente adiantou que ficou agendada para a segunda-feira próxima dia 13 de abril a volta do empresário a Tabira para uma reunião com o Prefeito Sebastião Dias, secretários municipais, vereadores e empresários.
O investidor já adiantou que precisará de uma garantia de 20 anos para explorar o Abatedouro. Pelo lado dos marchantes, eles precisam de um acordo para que o custo do abate não supere 95% do valor cobrado em afogados e São Jose do Egito.
Sobre o Curral do Gado, o Presidente da Câmara defendeu que a cobrança seja efetuada na saída do animal e não na entrada como deseja a Prefeitura.
Ao ser questionado sobre o desconto de 10% por sessão para o vereador faltoso, uma vez que outros presidentes tentaram fazer valer a lei 533/2009 e não conseguiram, Marcos disse que desta vez valerá sim.
Ele diz ter sido fatalidade e lamentou comentários sobre episódio. “Estou a disposição para repor prejuízos Em contato com o blog, Neubison Wagner, responsável pela Nara Calçados enviou nota sobre o incidente noticiado ontem pelo blog. Neubison foi identificado por gerar um incêndio acidental após incinerar lixo próximo ao Estádio Vianão. Leia sua versão do episódio: […]
Ele diz ter sido fatalidade e lamentou comentários sobre episódio. “Estou a disposição para repor prejuízos
Em contato com o blog, Neubison Wagner, responsável pela Nara Calçados enviou nota sobre o incidente noticiado ontem pelo blog.
Neubison foi identificado por gerar um incêndio acidental após incinerar lixo próximo ao Estádio Vianão. Leia sua versão do episódio:
Diante de toda repercussão gerada pelo episódio deste dia 07, referente ao fogo que se espalhou próximo ao Estádio Vianão, venho a toda sociedade afogadense e região esclarecer o fato.
Logo quando coloquei fogo numa pequena parte do mato longe de nossas casas, percebi que o fogo poderia aumentar e logo apaguei. No entanto, o mesmo reacendeu.
A real intenção era tão somente exterminar os ratos e demais animais peçonhentos que por ali tem se alastrado numa medida incontrolável, colocando a saúde de muitos em risco. Todavia, o fogo, infelizmente, tomou uma proporção incalculável. Jamais se cogitou a possibilidade de causar tamanho transtorno em meio à vizinhança.
Vale ressaltar que em nenhum momento nós moradores e vizinhos do bairro precisamos deixar nossas casas por conta do fogo, pois ele estava na mata como já explicado anteriormente.
No momento do ocorrido apenas a vizinha reclamou da fumaça, uma vez que a mesma estava com roupas lavadas no seu varal. Com prudência pedi desculpas pelo ocorrido, pois minha intenção não era aquela e me coloquei a disposição para eventuais prejuízos.
Em que pese não ser natural de Afogados da Ingazeira, abracei essa cidade de corpo e alma como se o fosse. Fiz amizades quae certamente podem atestar minha índole.
Sou um ser humano, pai de família, cidadão do bem, que trabalha incansavelmente para dar todo conforto que minha família precisa, com olhar cuidadoso para com o próximo. Quero que essa imagem prevaleça, pois devido ao episódio, comentários maldosos e inverídicos se espalharam.
Comprometo-me a colaborar para repor todo e qualquer eventual prejuízo neste acontecimento, seja no âmbito jurídico ou social, ciente de que não tive nenhuma intenção de tê-lo causado.
No comentário de 12hrs desta quarta-feira para as rádios Itapuama FM, Cultura FM e Pajeú, trago a informação de decisão do Ministério da Educação (MEC) para suspender a criação de novas graduações de Medicina, visando uma reavaliação dos critérios de qualidade no país. Cerca de 30% dos cursos de Medicina existentes no país receberam avaliações […]
No comentário de 12hrs desta quarta-feira para as rádios Itapuama FM, Cultura FM e Pajeú, trago a informação de decisão do Ministério da Educação (MEC) para suspender a criação de novas graduações de Medicina, visando uma reavaliação dos critérios de qualidade no país.
Cerca de 30% dos cursos de Medicina existentes no país receberam avaliações insuficientes. Por se tratar de uma área que lida diretamente com vidas humanas, cresceu a pressão social e da classe médica por maior rigor na formação.
O Conselho Estadual de Educação também está segurando projetos de cursos vinculados a autarquias educacionais e parcerias privadas no interior de Pernambuco como em Arcoverde, Serra Talhada, Afogados da Ingazeira e Belo Jardim.
Em Arcoverde, com as vias diretas da autarquia travadas, a discussão avança para uma parceria com a UPE. Já em Belo Jardim, estuda-se a viabilidade de um modelo híbrido para tentar viabilizar a graduação.
O curso de Medicina de Afogados, gerenciado pela UNIFIP, ainda não teve autorização definitiva e está em stand by por conta da decisão do MEC.
Em fevereiro, foi revogado o edital de 2023 que permitia a criação de novos cursos de Medicina.
O documento que permitia a ampliação da oferta do curso por universidades privadas já havia sido adiado quatro vezes desde a publicação. A previsão era de que até 5.900 novas vagas fossem criadas.
O edital fazia parte da retomada doPrograma Mais Médicos, que havia sido congelado em 2018, na gestão de Michel Temer. As instituições participantes seguiriam a definição do governo sobre os locais e condições da abertura dos novos cursos.
A decisão de não permitir a criação de novas graduações vem após a divulgação dos resultados da primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed).
Em janeiro, o Ministério da Educação (MEC) tornou pública a lista de cursos avaliados e as notas obtidas. Mais de 100 cursos de Medicina do país foram mal avaliados no cursos tiveram notas 1 e 2, consideradas insatisfatórias pelo Inep, e vão ser punidos com restrição no Fies e suspensão de vagas.
Por Marcos Coimbra* Nestes tempos em que a intolerância, o preconceito e o ódio se tornaram parte de nosso cotidiano político, é fácil se assustar. É mesmo tão grande quanto parece a onda autoritária em formação? Quem se expõe aos meios de comunicação corre o risco de nada entender, pois só toma contato com o […]
Nestes tempos em que a intolerância, o preconceito e o ódio se tornaram parte de nosso cotidiano político, é fácil se assustar. É mesmo tão grande quanto parece a onda autoritária em formação?
Quem se expõe aos meios de comunicação corre o risco de nada entender, pois só toma contato com o que pensa um lado. Será majoritária a parcela da opinião pública que se regozija ao ouvir os líderes conservadores e assistir aos comentaristas da televisão despejar seu ódio?
Recente pesquisa do Instituto Vox Populi permite responder a algumas dessas perguntas. E seus resultados ensejam otimismo: o ódio na política atinge um segmento menor do que se poderia imaginar. O Diabo talvez não seja tão feio como se pinta.
Em vez de perguntar a respeito de simpatias ou antipatias partidárias, na pesquisa foi pedido aos entrevistados que dissessem se “detestavam o PT”, “não gostavam do PT, mas sem detestá-lo”, “eram indiferentes ao partido”, “gostavam do PT, sem se sentir petistas” ou “sentiam-se petistas”.
Os resultados indicam: permanecem fundamentalmente inalteradas as proporções de “petistas” (em graus diversos), “antipetistas” (mais ou menos hostis ao partido) e “indiferentes” (os que não são uma coisa ou outra), cada qual com cerca de um terço do eleitorado. Vinte e cinco anos depois de o PT firmar-se nacionalmente e apesar de tudo o que aconteceu de lá para cá, pouca coisa mudou nesse aspecto.
Nessa análise, interessam-nos aqueles que “detestam o PT”. São 12% do total dos entrevistados. Esse contingente tem, claro, tamanho significativo. A existência de cerca de 10% do eleitorado que diz “detestar” um partido político não é pouco, mas é um número bem menor do que seria esperado se levarmos em conta a intensidade e a duração da campanha contra a legenda.
A contraparte dos 12% a detestar o PT são os quase 90% que não o detestam. Passada quase uma década de “denúncias” (o “mensalão” como pontapé inicial) e após três anos de bombardeio antipetista ininterrupto (do “julgamento do mensalão” a este momento), a vasta maioria da população não parece haver sido contagiada pelo ódio ao partido.
A pesquisa não perguntou há quanto tempo quem detesta o PT se sente assim. Mas é razoável supor que muitos são antipetistas de carteirinha. A proporção de entrevistados com aversão ao partido é maior entre indivíduos mais velhos, outro sinal de que é modesto o impacto na sociedade da militância antipetista da mídia.
Como seria de esperar, o ódio ao PT não se distribui de maneira homogênea. Em termos regionais, atinge o ápice no Sul (onde alcança 17%) e o mínimo no Nordeste (onde é de 8%). É maior nas capitais (no patamar de 17%) que no interior (4% em áreas rurais). É ligeiramente mais comum entre homens (14%) que mulheres (10%). Detestam a legenda 20% dos entrevistados com renda familiar maior que cinco salários mínimos, quase três vezes mais que entre quem ganha até dois salários. É a diferença mais dilatada apontada pela pesquisa, o que sugere que esse ódio tem um real componente de classe.
Na pesquisa, o recorte mais antipetista é formado pelo eleitorado de renda elevada das capitais do Sudeste. E o que menos odeia o PT é o dos eleitores de renda baixa de municípios menores do Nordeste. No primeiro, 21% dos entrevistados, em média, detestam o PT. No segundo, a proporção cai para 6%.
Não vamos de 0 a 100% em nenhuma parte. A sociologia, portanto, não explica tudo: não há lugares onde todos detestam o PT ou lugares onde todos são petistas, por mais determinantes que possam ser as condições socioeconômicas. Há um significativo componente propriamente político na explicação desses fenômenos.
O principal: mesmo no ambiente mais propício, o ódio ao PT é minoritário e contamina apenas um quinto da população. Daí se extraem duas consequências. Erra a oposição ao fincar sua bandeira na minoria visceralmente antipetista. Querer representá-la pode até ser legítimo, mas é burro, se o projeto for vencer eleições majoritárias.
Erra o petismo ao se amedrontar e supor ter de enfrentar a imaginária maioria do antipetismo radical. Só um desinformado ignora os problemas atuais da legenda. Mas superestimá-los é um equívoco igualmente grave.
*Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi. Esta opinião representa expressamente o sentimento do autor
Além da energização, falta de estradas, pesca predatória e desorganização foram alguns problemas citados pelo padre Por André Luis O programa Manhã Total da Rádio Pajeú, ouviu nesta quinta-feira (29), o padre Luiz Marques Ferreira, o Padre Luizinho, sobre a problemática vivida pelos moradores da área da Barragem de Cachoeirinha, também chamada de Barragem de […]
Além da energização, falta de estradas, pesca predatória e desorganização foram alguns problemas citados pelo padre
Por André Luis
O programa Manhã Total da Rádio Pajeú, ouviu nesta quinta-feira (29), o padre Luiz Marques Ferreira, o Padre Luizinho, sobre a problemática vivida pelos moradores da área da Barragem de Cachoeirinha, também chamada de Barragem de Ingazeira.
Padre Luizinho, junto com o grupo Fé e Política da Diocese de Afogados da Ingazeira, acompanham a situação desde quando a obra teve o seu início, há 10 anos.
Para o padre, os problemas vividos agora, são consequências daquilo que eles já haviam alertado desde quando acompanham a situação. Ele lembrou que o bispo Dom Francisco chegou a ser criticado quando falava que o ‘projeto da Barragem de Cachoeirinha ia cobrir os melhores baixios do Pajeú’.
“E realmente, a barragem não tem profundidade, é como um prato, ela armazena muita água, mas 80% é rasa. Ela tem facilidade de evaporação”, lembrou.
Para padre Luizinho, o problema foi falta de planejamento. Não planejamento de engenharia, mas com relação a planejar o bem estar e a melhor forma de tratar as vidas humanas que ali habitavam e habitam.
Segundo o padre, existem dois problemas graves: “não ter ordenamento na questão de plantios, que o ano passado já começaram a plantar o pimentão o tomate e outras hortaliças com uma grande carga de agrotóxicos que não se pode nem mais usar no mundo, mas no Brasil está se usando e jogando dentro da barragem”.
“Outro problema é a pesca predatória. Tem gente de Afogados da Ingazeira, de Floresta, de Tuparetama, de Teixeira-PB. Já veio gente até do Ceará pescar lá. Tem gente que tem 25 redes. Aproximadamente devem tirar 3 mil quilos de peixe por semana e ninguém sabe nem o acompanhamento de quanto é. Primeiro, não respeita a piracema que é o tempo do peixe se reproduzir. Esses pescadores levam lixo pra barragem”, destacou.
Padre Luizinho lembrou que já há algum tempo que se cobra a criação de um conselho de usuários da barragem envolvendo os municípios de Tabira, São José do Egito, Tuparetama e Ingazeira.
“Na verdade, o que acontece, ou o governo toma conta ou se tem um conselho de usuário que a gente já fomenta isso, ou essa barragem virou ao invés de uma solução um problema grave, povo com energia cortada, sem estrada, pesca predatória sem nenhuma organização, vai gerar bebedeira e crime. Pessoas que fizeram suas casas – algumas pessoas inclusive aconselhadas por nós – e sendo acusadas pelo Dnocs de estar dentro da área seca da barragem, sendo ameaçadas de ter suas casas até derrubas e tudo isso porque não há planejamento, as obras de Governo Federal sempre tem esses problemas. Faz sem se preocupar com o principal que são as pessoas”, alertou padre Luizinho.
Ferreira lembrou ainda que todos somos responsáveis pelo bem estar da população, mas disse não entender porque se “um problema é grave na minha região, no meu município, eu não tenho uma ação continuada para resolver aquele problema?”, questionou.
Nada como um dia atrás do outro e uma noite no meio para as coisas mudarem também na política. Ao escutar a notícia no programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM de que o Palácio só definirá o candidato ouvindo os aliados que votaram em Paulo Câmara em 2016, o ex-prefeito Dinca Brandino (PSB), ligou […]
Nada como um dia atrás do outro e uma noite no meio para as coisas mudarem também na política. Ao escutar a notícia no programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM de que o Palácio só definirá o candidato ouvindo os aliados que votaram em Paulo Câmara em 2016, o ex-prefeito Dinca Brandino (PSB), ligou para a produção e logo afirmou: “O eleitorado pertence a Tabira e não ao governo e para fazer a escolha não preciso de autorização do palácio”.
Outra afirmação foi: “Hoje 90% dos integrantes do PSB são meus adversários e eu só fico no partido se tiver o comando. Não sou obrigado a ficar no PSB”.
Ontem falando ao vivo para o radialista Anchieta Santos ao mesmo programa, Dinca baixou o tom. Questionado sobre as afirmações não repetiu mais nenhuma delas.
Primeiro disse não acreditar que o Governador Paulo Câmara tenha interesse em se envolver no processo de escolha do candidato. Depois declarou que seguirá onde sempre esteve, no PSB. Até lembrou que o Secretário Executivo da Casa Civil Anchieta Patriota lhe prometeu o comando da legenda e alfinetou Adelmo Moura, assessor do Governador, dizendo que ele está equivocado e que o prazo de renovação do diretório vai até setembro.
Indagado sobre quem vai governar, se ele ou a esposa Nicinha sendo eleita prefeita, Dinca respondeu: “Ela”. E acrescentou: “só que vou estar ao lado dela”.
Questionado sobre plano de governo, Dinca disse que em 2013 ele e Nicinha construíram uma proposta para administrar Tabira que será utilizada com ela vencendo a eleição.
Afirmou também contar com os apoios dos vereadores Gil da Borborema, Aldo Santana e Djalma das Almofadas.
A respeito do seu ex-vice-prefeito Joel Mariano não concordar com a candidatura de Nicinha e também querer ser candidato, reconheceu: “Ele tem o direito, pois vivemos numa democracia”.
Sobre os R$ 2 milhões que o prefeito Sebastião Dias declarou ter pago de rombo de sua gestão, o ex-prefeito definiu como uma grande mentira e desafiou o gestor a apresentar os estratos bancários comprovando a afirmação.
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