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Emendas de Sebastião Oliveira discutidas com gestão Márcia podem chegar a R$ 9 milhões

Por Nill Júnior

O Secretário de Desenvolvimento Econômico de Serra Talhada,  Carlito Godoy se encontrou com o Deputado Federal Sebastião Oliveira em Recife.

Na pauta a parceria entre o Deputado e a gestão Márcia Conrado para emendas que favoreçam a Capital do Xaxado.

“Na realidade começamos a conversar com a perspectiva de trazermos emendas para o Distrito Industrial de Serra Talhada, mas o deputado disse que não havia mais tempo”, disse.

“Entretanto, irá alocar recursos para as áreas de Saúde e Educação, que podem chegar até R$ 9 milhões, dos quais, cerca de R$ 7 milhões para a área de saúde”, revelou Godoy ao Farol de Notícias.

Outras Notícias

Mudança do clima pode ampliar agroindústria no Sertão do Estado

Estratégicas de adaptação energética, hídrica e alimentar aos efeitos do clima poderão fortalecer e ampliar arranjos produtivos dentro da Caatinga Nesta quarta-feira (19), comunidades dentro da Reserva Ambiental Serra do Giz, em Afogados da Ingazeira, terão a oportunidade de firmarem uma parceria para o fortalecimento e ampliação do potencial bioecônomico de seus arranjos produtivos locais […]

Estratégicas de adaptação energética, hídrica e alimentar aos efeitos do clima poderão fortalecer e ampliar arranjos produtivos dentro da Caatinga

Nesta quarta-feira (19), comunidades dentro da Reserva Ambiental Serra do Giz, em Afogados da Ingazeira, terão a oportunidade de firmarem uma parceria para o fortalecimento e ampliação do potencial bioecônomico de seus arranjos produtivos locais a partir da biodiversidade da Caatinga e do clima semiárido da região.

Em parceria com a prefeitura do município, a rede nacional de pesquisadores (Ecolume), financiada pelo CNPq para o desenvolvimento de novas tecnologias sociais adaptadas aos efeitos da mudança do clima no bioma, reúne-se com os agricultores da Associação Rural de Umbuzeiro e Leitão, situada na reserva. Os pesquisadores ainda se reúnem com os professores e alunos de uma escola na Serra do Giz.

O Ecolume deve levar várias sugestões já em desenvolvimento pela rede com parceiros em outras cidades sertanejas de PE. Dentre elas, o sistema agrovoltaico voltado para os eixos energético e alimentar (painéis solares para a geração de energia elétrica e usos diversos, como para a irrigação de plantas nativas para fins bioeconômicos; e a produção consorciada de alimentos vegetal e animal por tubos suspensos e o reuso de água). Outro inovador sistema com finalidade hídrica e produtiva será o de saneamento básico rural, permitindo o tratamento da água já usada para uso agrícola.

“Garantir alimento e renda, vivendo melhor e dentro da sua comunidade, perto da sua família e em harmonia com a natureza, é isso que buscamos e percebemos esse potencial com a parceria através do Ecolume”, conta Ademar de Oliveira, secretário de Agricultura de Afogados da Ingazeira. O gestor, que é morador da comunidade de Umbuzeiro dentro da reserva ambiental e que também preside a referida associação rural, acredita nas inovações defendidas pelo Ecolume para a melhoria da vida produtiva, financeira, alimentar, hídrica e energética das famílias dessa localidade.

45 famílias já possuem a unidade de beneficiamento de castanha de caju, chamada de Mãos Crioulas. “E a parceria com o Ecolume pode fortalecer e ampliar o arranjo produtivo através de tecnologias sociais energéticas, de reuso d’água e de produção de alimento vegetal e animal adaptados e nativos do semiárido”, diz Ademar. O Ecolume atua justamente nestes três eixos. “O nosso objetivo é buscar, desenvolver e integrar tecnologias e comunidades a fim de encontrarem potencialidades a partir das riquezas da Caatinga e do clima semiárido”, conta a coordenadora da rede, Francis Lacerda, pesquisadora do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA).

“O uso de painéis solares contribuirá na geração de energia e na redução de nossos custos produtivos com a nossa agroindústria e com a irrigação. Só para bombeamos água do poço, gastamos cerca de R$ 400 mensal. O sistema agrovoltaico também contribuir na diversificação da produção, que não se limitará à castanha, mas poderá ampliar com o beneficiamento do caju e outras plantas adaptadas e nativas, como o umbu”, diz Ademar.

Afogados da Ingazeira já recebeu do Ecolume 600 mudas de umbu. Elas foram plantadas na Serra do Giz. O reflorestamento dessa espécie nativa, que tem várias propriedades alimentar, nutricional e farmacológica, como demonstradas pelo Departamento de Bioquímica da UFPE (parceiro do Ecolume) teve o objetivo também bioeconômico. “Com o beneficiamento do umbuzeiro, ele pode ser comercializado em produtos vários, inclusive com fabricação de cerveja”, diz Márcia Vanusa, docente da UFPE. A meta do Ecolume é produzir e replantar 5 mil pés de umbu no Sertão este ano.

Os filhos dos agricultores na Serra do Giz também serão envolvidos nesta parceria com o Ecolume. Além do diálogo com os produtores e lideranças locais para analisar a viabilidade das ações, os estudantes e professores de uma escola dentro da reserva serão envolvidos. Márcia e Francis terão a oportunidade de falarem sobre o Ecolume e das questões de soberania energética, alimentar e hídrica do sertanejo frente à mudança do clima. E planejarão com a comunidade escolar atividades conjuntas sobre o tema. Um viveiro com espécies nativas também pode ser implantado na reserva.

Do hospital, Túlio Gadelha rebate João sobre “palanque bolsonarista”

Internado em um hospital particular do Recife, depois de passar mal após a Festa da Misericórdia em Arcoverde,  o Deputado Federal e pré-candidato ao Senado,  Túlio Gadelha,  respondeu uma fala de João Campos na entrevista à Rádio Pajeú. Campos foi perguntado por esse jornalista sobre a crítica de Túlio,  ao dizer que o socialista precisaria […]

Internado em um hospital particular do Recife, depois de passar mal após a Festa da Misericórdia em Arcoverde,  o Deputado Federal e pré-candidato ao Senado,  Túlio Gadelha,  respondeu uma fala de João Campos na entrevista à Rádio Pajeú.

Campos foi perguntado por esse jornalista sobre a crítica de Túlio,  ao dizer que o socialista precisaria “comer muito cuzcuz” para ganhar de Raquel Lyra.

Campos disse que era uma opção do parlamentar estar se justificando para estar ao lado de bolsonaristas e apoiando nomes como Ronaldo Caiado.

Na resposta, Túlio destacou que a governadora está muito bem avaliada e que não cola jogá-lo para o bolsonarismo. Ele rebateu dizendo que deputados do PSB é que votaram em pautas como a PEC da Blindagem. Veja:

Campanha de Anastasia recebeu doações de 5 empreiteiras e 1 banco citados na Lava Jato

Escolhido para ser o relator do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) no Senado, Antonio Anastasia (PSDB-MG) recebeu, na eleição de 2014, doações de empreiteiras e de um banco citados na Operação Lava Jato. Governador de Minas Gerais entre 2010 e 2014, Anastasia foi o dono da campanha mais cara do país entre […]

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Escolhido para ser o relator do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) no Senado, Antonio Anastasia (PSDB-MG) recebeu, na eleição de 2014, doações de empreiteiras e de um banco citados na Operação Lava Jato.

Governador de Minas Gerais entre 2010 e 2014, Anastasia foi o dono da campanha mais cara do país entre todos os candidatos ao Senado no ano retrasado.

Ele recebeu R$ 18,1 milhões em doações, contra R$ 15,2 milhões do segundo colocado, o ex-ministro Gilberto Kassab (PSD-SP), de acordo com informações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Em Minas, Anastasia arrecadou mais que o dobro do que a soma recebida por todos os outros sete candidatos a senador.

Com as empreiteiras Andrade Gutierrez, UTC, OAS, Odebrecht e Queiroz Galvão e o banco BTG Pactual, todos citados na Lava Jato, a campanha do tucano arrecadou R$ 2 milhões, o que representa 11,1% do total recebido pelo então candidato. Dirigentes das seis empresas foram presos na operação –alguns já foram condenados. A Lava Jato investiga um grande esquema de corrupção na Petrobras envolvendo políticos e empreiteiras, como o pagamento de propinas por meio de doações ilegais para campanhas eleitorais.

A maior parte das contribuições das construtoras foi repassada à campanha de Anastasia pelo PSDB e por outras candidaturas do partido. O banco doou R$ 1 milhão diretamente ao seu comitê.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o senador disse que as doações foram legais, “segundo as regras eleitorais à época, registradas e aprovadas pelo próprio Tribunal Eleitoral”. Também afirmou que os altos de sua campanha em 2014 se deveram ao fato de Minas ser um “um Estado grande e populoso” e “com o maior número de municípios no Brasil”.

Quatro das empreiteiras citadas acima participaram de consórcios que construíram a Cidade Administrativa do governo de Minas Gerais. Ao custo de mais de R$ 1 bilhão, o conjunto foi inaugurado em 2010.

Em novembro de 2014, logo após as eleições, a Lava Jato avançou na investigação de empreiteiras suspeitas de participar de desvios na Petrobras. Um ano depois, veio à tona a investigação de André Esteves, que controlava o BTG Pactual e foi preso por suspeita de tentar obstruir as investigações da operação — sua prisão domiciliar foi revogada na segunda-feira (25).

Por suspeita de lavagem de dinheiro, Anastasia chegou a ser incluído em um dos inquéritos da operação. A investigação foi aberta em março de 2015 porque o policial federal Jayme Alves de Oliveira Filho havia dito em depoimento que entregara, em 2010, a mando do doleiro Alberto Youssef, R$ 1 milhão a uma pessoa que parecia ser o senador.

Sete meses depois, o inquérito foi arquivado pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki. O magistrado acolheu pedido da Procuradoria Geral da República, que avaliou não haver elementos suficientes para manter a investigação.

Dois meses atrás, Zavascki manteve o arquivamento do inquérito, acolhendo novamente um pedido da Procuradoria. A Polícia Federal pedia a reabertura da investigação com base em documentos que poderiam envolver Anastasia em supostos pagamentos feitos pelo governo de Minas Gerais às construtoras OAS e UTC.

UFPE divulga Edital de concurso com salários de até R$ 4,1 mil

G1 Caruaru A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) divulgou, na sexta-feira (21), o edital de um concurso público com 166 vagas para técnicos administrativos em educação. Os salários podem chegar a até R$ 4.180,66, de acordo com a instituição. Segundo o edital do certame, disponível no site da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas e Qualidade de […]

G1 Caruaru

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) divulgou, na sexta-feira (21), o edital de um concurso público com 166 vagas para técnicos administrativos em educação. Os salários podem chegar a até R$ 4.180,66, de acordo com a instituição.

Segundo o edital do certame, disponível no site da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas e Qualidade de Vida (Progepe), há vagas para níveis de classificação C e D, para nível médio, e E, para nível superior. São oportunidades de trabalho nos campi do Recife, Vitória de Santo Antão e Caruaru. Confira abaixo os cargos disponíveis:

Nível de Classificação C: Administrador de edifícios.

Nível de Classificação D: Assistente em administração, Desenhista de artes gráficas, Técnico de laboratório, Técnico de tecnologia da informação/área sistemas, Técnico em artes gráficas, Técnico em contabilidade, Técnico em eletrotécnica, Técnico em mecânica, Técnico em radiologia e Técnico em enfermagem.

Nível de classificação E: Administrador, Analista de tecnologia da informação/área sistemas, Arquiteto e urbanista, Assistente social, Diretor de produção, Economista, Engenheiro, Médico, Químico, Sanitarista, Psicólogo e Tecnólogo (formação em segurança privada, biomedicina ou enfermagem).

Os vencimentos iniciais para as categorias C, D e E são, respectivamente, R$ 1,945,07; R$ 2.446,96 e R$ 4.180,66. A taxa de inscrição custa R$ 78, para os cargos C e D, e R$ 125, para os cargos da classificação E. A isenção do valor será concedida a candidatos que comprovem insuficiência de recursos para arcar com o pagamento.

As inscrições podem ser feitas entre 16 de abril e 19 de maio de 2019 pela internet. As provas acontecem no dia 18 de agosto de 2019 para as categorias C, D e E, exceto para os candidatos ao cargo de assistente em administração. Para esses, o teste do certame é aplicado no dia 25 de agosto de 2019.

O concurso tem validade de um ano, contado a partir da data de publicação da homologação do resultado no Diário Oficial da União. É possível que seja prorrogado pelo mesmo período, a critério da UFPE.

Prefeitura discute políticas para as comunidades quilombolas em Serra Talhada

A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria Executiva da Mulher, promoveu na última sexta-feira (17), o “Carrossel dos Direitos da População Quilombola”, na Estação Juventude, no Bairro Bom Jesus. A programação contou com dinâmica de apresentação e acolhimento, Carrossel dos Direitos, plenária final e avaliação. Na oportunidade, quilombolas das comunidades de Catolé, Luanda […]

A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria Executiva da Mulher, promoveu na última sexta-feira (17), o “Carrossel dos Direitos da População Quilombola”, na Estação Juventude, no Bairro Bom Jesus.

A programação contou com dinâmica de apresentação e acolhimento, Carrossel dos Direitos, plenária final e avaliação. Na oportunidade, quilombolas das comunidades de Catolé, Luanda e Ponta da Serra, além da comunidade de Angico Grande, que encontra-se em processo de certificação, participaram de quatro salas temáticas sobre as políticas públicas do município: Política da Mulher, Política da Assistência, Política da Saúde e Política da Educação.

“O objetivo do carrossel foi favorecer um momento integrativo e informativo entre os povos quilombolas e as instituições públicas municipais para debater temas importantes como assistência, mulher, igualdade racial, educação e saúde, um momento de informações e vivências sobre o trabalho que compete a cada setor do governo em relação às políticas públicas”, comentou a diretora da Mulher, Alda Balbino.

A secretária executiva da Mulher, Mônica Cabral, destacou o compromisso da gestão municipal com a política quilombola. “A gestão municipal entende que é necessário dialogar e interagir com as comunidades quilombolas para que a gente possa conhecer melhor as reais necessidades dessas famílias e garantir a promoção das políticas públicas sociais e de cidadania, e o carrossel tem esse objetivo de promover o diálogo e a interação entre essas comunidades nesse momento de reconhecimento de suas especificidades”, afirmou.