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Em vídeo Ciro Gomes pede voto pela democracia e contra a intolerância

Por André Luis

Pronunciamento frustra campanha de Haddad que contava com uma declaração favorável do pedetista.

Por André Luis

O terceiro colocado nas eleições presidências deste ano, Ciro Gomes (PDT), fez uma transmissão ao vivo pela sua página no Facebook, na tarde deste sábado (27), agradecendo as expressões de carinho e estimulo que vem recebendo nos últimos dias.

Ciro também falou que sabia que era esperado um posicionamento de sua parte em relação a quem ele apoiaria no segundo turno das eleições, mas preferiu não tomar lado, apenas pediu para que os seus eleitores votem pela democracia, contra a intolerância e pelo pluralismo.

Ele afirmou também que “ninguém está obrigado a votar contra convicções e ideologias”.

Ciro acrescentou que decidiu não se posicionar por uma “razão muito prática”, mas não quis revelar, neste momento, qual o motivo, porque, se não pode ajudar, não quer “atrapalhar”.

Uma declaração pública de apoio de Ciro era esperada pela campanha do candidato do PT, Fernando Haddad, desde o fim da votação do dia 7 de outubro. Três dias após o primeiro turno, o PDT se reuniu e decidiu dar “apoio crítico” ao petista, mas afirmou que não participaria da campanha.

O PT costurou acordos com o PSB para disputas regionais, o que ajudou a isolar o PDT na disputa ao Planalto.

Outras Notícias

Moraes diz que Bolsonaro confessou extorsão contra Justiça brasileira ao associar fim do tarifaço à anistia

Do g1 O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) afirmou, ao impor medidas restritivas a Jair Bolsonaro (PL) e autorizar as buscas desta sexta-feira (18), que o ex-presidente confessou uma tentativa de extorsão contra a Justiça brasileira ao condicionar o fim do tarifaço de Donald Trump à própria anistia. Em 9 de […]

Do g1

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) afirmou, ao impor medidas restritivas a Jair Bolsonaro (PL) e autorizar as buscas desta sexta-feira (18), que o ex-presidente confessou uma tentativa de extorsão contra a Justiça brasileira ao condicionar o fim do tarifaço de Donald Trump à própria anistia.

Em 9 de julho, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras, alegando que Bolsonaro sofria uma “caça às bruxas” e fazendo ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois da medida, Bolsonaro começou a fazer manifestações associando a retirada dessas tarifas à anistia. No domingo (13), ele afirmou que não se alegrava com o tarifaço, e que com a anistia haveria “paz para a economia”. Na quinta (17), afirmou: “Vamos supor que Trump queira anistia. É muito? É muito, se ele pedir isso aí? A anistia é algo privativo do parlamento. Não tem que ninguém ficar ameaçando tornar inconstitucional”, disse.

Para o ministro, Bolsonaro pode ter cometido os crimes de coação no curso do processo, obstrução de investigação que envolve organização criminosa e atentado à soberania nacional (entenda o que são esses crimes).

“A conduta do réu JAIR MESSIAS BOLSONARO […] é tão grave e despudorada que na data de hoje (17/7/2025), em entrevista coletiva, sem qualquer respeito à Soberania Nacional do Povo brasileiro, à Constituição Federal e à independência do Poder Judiciário, expressamente, confessou sua consciente e voluntária atuação criminosa na extorsão que se pretende contra a Justiça brasileira, CONDICIONANDO O FIM DA “TAXAÇÃO/SANÇÃO” À SUA PRÓPRIA ANISTIA”, escreveu Moraes.

Moraes: Bolsonaro e Eduardo atentam contra a soberania nacional

Na mesma decisão, Moraes aponta que a “intenção criminosa” do ex-presidente é “patente e escancarada” e afirma que as ações se intensificaram após, na segunda-feira (14), a procuradoria-Geral da República (PGR) entregar as alegações finais e pedir a condenação de Bolsonaro no inquérito da tentativa de golpe.

Segundo o ministro, Bolsonaro estimulou a atuação do governo dos Estados Unidos contra autoridades brasileiras, como parte de uma estratégia para pressionar o Supremo obstruir o inquérito do golpe.

Para o magistrado, Bolsonaro, em conjunto com o filho Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos, cometem “atentados à soberania nacional” com o objetivo de interferir em processos judiciais, desestabilizar a economia e pressionar o Poder Judiciário, em especial o STF.

Na decisão, Moraes destacou o auxílio financeiro que Bolsonaro mandou para Eduardo, quando ele já estava nos Estados Unidos. Em depoimento no inquérito da trama golpista, Bolsonaro admitiu ter repassado R$ 2 milhões via PIX para o filho, em 13 de maio de 2025.

“A Procuradoria-Geral da República (PGR) considerou que esta vultosa contribuição financeira é um forte indício do alinhamento do réu JAIR MESSIAS BOLSONARO com o seu filho”, disse o ministro.

Prefeito Arquimedes acompanha agenda de Paulo Câmara

Ontem (01), o prefeito de Itapetim, Arquimedes Machado, acompanhou a visita do governador Paulo Câmara a cidade de Afogados da Ingazeira, onde participou das comemorações pelos 106 anos de emancipação política e inaugurou o Centro de Comercialização de Animais José Bartolomeu Genésio. Acompanhado do gerente estadual da Casa Civil, Adelmo Moura, o chefe do Executivo […]

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Ontem (01), o prefeito de Itapetim, Arquimedes Machado, acompanhou a visita do governador Paulo Câmara a cidade de Afogados da Ingazeira, onde participou das comemorações pelos 106 anos de emancipação política e inaugurou o Centro de Comercialização de Animais José Bartolomeu Genésio.

Acompanhado do gerente estadual da Casa Civil, Adelmo Moura, o chefe do Executivo itapetinense aproveitou o encontro para entregar ao governador e ao secretário de Agricultura e Reforma Agrária de Pernambuco, Nilton Mota, demandas do município nas áreas de convivência e combate à seca.

O Centro de Comercialização de Animais foi erguido através de parceria entre o Governo do Estado e a Prefeitura Municipal e conta com curral para bovinos e caprinos, oferecendo conforto e segurança aos produtores e compradores.

De acordo com Paulo Câmara, os recursos repassados aos municípios pernambucanos estão sendo bem aplicados. “Em Pernambuco, as nossas parcerias são bem feitas. Os investimentos estão sendo elencados de acordo com as prioridades do povo e tudo está sendo entregue no prazo acordado”, destacou.

Guerra pelo Senado na federação esquenta: Eduardo da Fonte vence no Estado, mas Miguel aciona cúpula nacional e disputa segue aberta

Votação na executiva estadual da União Progressista expõe racha entre PP e União Brasil e transfere decisão para Brasília A disputa por uma das vagas ao Senado na chapa governista de Pernambuco ganhou temperatura máxima nesta segunda-feira (29). O deputado federal saiu da reunião da executiva estadual da Federação União Progressista (PP/União Brasil) com a […]

Votação na executiva estadual da União Progressista expõe racha entre PP e União Brasil e transfere decisão para Brasília

A disputa por uma das vagas ao Senado na chapa governista de Pernambuco ganhou temperatura máxima nesta segunda-feira (29). O deputado federal saiu da reunião da executiva estadual da Federação União Progressista (PP/União Brasil) com a chancela de pré-candidato ao Senado, mas a comemoração durou pouco: a reação do grupo liderado por e a intervenção da cúpula nacional recolocaram a disputa em aberto.

Na prática, a reunião realizada no Pina serviu mais para escancarar o tamanho do racha interno do que para pacificar a escolha.

Eduardo da Fonte obteve cinco votos favoráveis contra duas abstenções. Além do próprio parlamentar, votaram a favor , Adalto Paes Barreto, Elias Manoel da Silva e Fernanda Cerqueira. Já Miguel Coelho e o deputado federal preferiram se abster, num gesto político que evitou endossar o resultado sem, ao mesmo tempo, romper formalmente com o colegiado.

Após a votação, Eduardo tratou o resultado como uma sinalização robusta de fortalecimento político.

Segundo ele, a oficialização da pré-candidatura pela executiva estadual representa um indicativo consistente de consolidação de seu projeto rumo ao Senado.

Mas, nos bastidores, o entendimento era outro: a batalha estava apenas começando.

Miguel Coelho, Fernando Filho e Antonio Coelho deixaram a sede da federação sem falar com a imprensa. O silêncio foi eloquente.

Brasília entra em campo

A resposta veio quase imediatamente de Brasília. O presidente nacional da Federação União Progressista, , divulgou nota esfriando qualquer interpretação de definição consumada.

Rueda deixou claro que ainda não existe decisão final sobre as candidaturas majoritárias em Pernambuco, incluindo a vaga ao Senado e a composição de alianças em torno da reeleição da governadora .

O ponto central da nota foi político e jurídico: qualquer deliberação estadual sem consenso entre Progressistas e União Brasil não terá efeito perante a executiva nacional.

Em outras palavras, a decisão tomada no Recife não basta.

Miguel mantém candidatura

Amparado pela nota de Rueda, Miguel Coelho reagiu nas redes sociais e reforçou que a disputa continua aberta.

Nos bastidores do União Brasil, o discurso permanece alinhado: embora o PP tenha musculatura maior em Pernambuco, a federação pressupõe equilíbrio entre as legendas, especialmente em decisões estratégicas.

Esse argumento sustenta a tese de que o União Brasil não aceitará uma imposição construída apenas pela maioria numérica do Progressistas.

Ciro fortalece Eduardo

Se Rueda freou a euforia do grupo de Eduardo, outro movimento nacional serviu para reequilibrar o jogo.

O copresidente da federação, senador , referendou as deliberações da executiva estadual, fortalecendo o discurso do Progressistas de que o processo teve legitimidade política.

O impasse revela algo maior que a simples disputa entre dois pré-candidatos. A corrida pelo Senado se tornou o principal teste de força dentro da recém-formada federação em Pernambuco.

No fim das contas, o tabuleiro estadual mostrou seu limite. A decisão real, agora, parece cada vez mais concentrada em Brasília.

E, por enquanto, apesar da vitória de Eduardo da Fonte no voto local, ninguém pode cravar um vencedor.

Prefeitura de Orocó finalmente homologa concurso

Depois de cobrança inclusive do blog, o prefeito Reginaldo Crateús finalmente homologou o concurso público do município. O certame chegou a ter as provas refeitas   por conta de suspeitas de fraude. O Ministério Público chegou a abrir Inquérito Civil, suspendendo as provas. Depois de novas provas e quase um ano e meio o concurso conseguiu […]

decretoorocoDepois de cobrança inclusive do blog, o prefeito Reginaldo Crateús finalmente homologou o concurso público do município. O certame chegou a ter as provas refeitas   por conta de suspeitas de fraude.

O Ministério Público chegou a abrir Inquérito Civil, suspendendo as provas. Depois de novas provas e quase um ano e meio o concurso conseguiu chegar ao fim.

O decreto foi assinado no dia 27 último homologando o concurso, considerando o parecer final emitido pela Comissão Organizadora e do Instituto Consulplam, atestando o término de todas as etapas do certame. Todas as etapas estão disponíveis no site da Consulplam na internet.

Como não pode convocar os concursados por conta da legislação reforçada por órgãos de controle, evitando o que ocorreu em Floresta, agora a bola está com o prefeito eleito George Gueber (PT), sobrinho e aliado de Reginaldo. Caberá a ele convocar os aprovados.

Neste caso a decisão de não convocar tem amparo legal, já que Crateús não pode gerar nova despesa para o sucessor. Mas considerando o princípio da impessoalidade, o sucessor tem dever de zelar pelo concurso, sem poder alegar não convocar porque “foi o outro que fez”. Caso decida por contratados com o concurso vigente, vai ter que responder a concursados e órgãos de controle. Estamos de olho…

Desesperados, trabalhadores vão à porta da Prefeitura de Afogados cobrar posição sobre a Realiza

Um grupo de seis a oito trabalhadores foi à porta da Prefeitura esperar o prefeito Sandrinho Palmeira. Querem uma posição sobre o atraso nos salários que chega a meses. Sandrinho não está em Afogados. Participa da abertura do Congresso da AMUPE. Um dos trabalhadores falou à Rádio Pajeú desesperado. “Estamos apertados, individados, aguardando esse pagamento. […]

Um grupo de seis a oito trabalhadores foi à porta da Prefeitura esperar o prefeito Sandrinho Palmeira. Querem uma posição sobre o atraso nos salários que chega a meses. Sandrinho não está em Afogados. Participa da abertura do Congresso da AMUPE.

Um dos trabalhadores falou à Rádio Pajeú desesperado. “Estamos apertados, individados, aguardando esse pagamento. Eu não sei mais o que fazer. Tô pegando bico ai, bico aqui. A corda está no pescoço. Como vou colocar comida dentro de casa?”

Tem gente que usou limite do cartão ou fez empréstimo desesperadamente. Agora, além do débito no mercado, deve aos bancos. A empresa Realiza presta serviços à prefeitura de Afogados da Ingazeira e reclamam não pagamento dos salários. A empresa Êxito, de pré-fabricados, como tijolos pré-moldados, também é alvo de queixas.

Após as queixas na reportagem à Rádio Pajeú, muitos outros foram os relatos ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, de trabalhadores sem receber salários.

Advogados de trabalhadores que já acionaram a empresa na justiça informaram que dono da Realiza abre vários CNPJ’s.”Todo CNPJ tem problema com os empregados”. O dono da Realiza chama-se Bruno Pimentel Santos. fala-se em um segundo proprietário chamado Felipe. Legalmente, Bruno é dono das empresas Geração Solar Energia LTDA, Realiza Serviços de Construções e reformas LTDA, Realiza Construções e Incorporações, além da Êxito Pré-fabricados de concreto.

“A administração pública pode ser responsabilizada subsidiariamente pelas verbas trabalhistas se ficar comprovado que não fiscalizou as empresas corretamente. As empresas não aparecem nem nos processos, deixam correr a revelia”, diz o advogado. A Rádio Pajeú tentou contato com o titular da empresa, até agora, sem êxito.

Dia 2, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira, através do assessor Rodrigo Lima, informou que a municipalidade está em dia com a empresa. Também se solidarizou com os trabalhadores prejudicados. Ainda que eventualmente, cumpre decisões que determinam pagamento de indenizações a trabalhadores. Ainda que vai verificar as medidas cabíveis contra a empresa. Mas os relatos continuam.