Em Tabira, transporte escolar é considerado inapropriado pelo MP
Por Nill Júnior
Além de Tabira, outros municípios da região estão recebendo recomendações do MP
Por Anchieta Santos
O transporte escolar em Tabira está causando transtornos para os usuários. Os ônibus têm excesso de passageiros e outros veículos foram adaptados para levar os estudantes.
O transporte de estudantes foi matéria da Tv Asa Branca ontem. Por causa dessa realidade, o Ministério Público do município fez uma recomendação para o governo municipal no início deste mês. O prazo para as mudanças deve começar a partir do ano que vem.
Deputado estadual respondeu a Daniel Coelho após reação do candidato a federal às declarações envolvendo o caso dos cartazes apócrifos contra Raquel Lyra. O deputado estadual Romero Albuquerque (União Brasil) respondeu, nessa terça-feira (1º), ao candidato a deputado federal Daniel Coelho após a troca de declarações envolvendo as denúncias sobre um suposto “gabinete do ódio” […]
Deputado estadual respondeu a Daniel Coelho após reação do candidato a federal às declarações envolvendo o caso dos cartazes apócrifos contra Raquel Lyra.
O deputado estadual Romero Albuquerque (União Brasil) respondeu, nessa terça-feira (1º), ao candidato a deputado federal Daniel Coelho após a troca de declarações envolvendo as denúncias sobre um suposto “gabinete do ódio” e os cartazes apócrifos contra a governadora Raquel Lyra (PSD).
A manifestação ocorreu depois de Daniel reagir às declarações de Romero e chamá-lo de mentiroso. No novo vídeo, o deputado estadual afirmou que não fez uma acusação direta contra o adversário, mas levantou questionamentos a partir de informações que vieram a público.
“Daniel, primeiro uma coisa precisa ficar clara. Eu não acusei você, eu fiz uma pergunta. E essa pergunta, infelizmente, não nasceu do nada”, afirmou.
Romero citou a reportagem da Record sobre um suposto esquema de ataques digitais relacionado a integrantes do Governo de Pernambuco e lembrou que a Frente Popular pediu investigação sobre o caso. A existência e as responsabilidades por eventual estrutura desse tipo continuam sob apuração.
O parlamentar também mencionou o perfil Bastidor.PE, que publicou imagens dos cartazes apócrifos que deram origem a uma nova frente da disputa política. A Frente Popular pediu que autoridades investiguem a origem de uma das fotografias e eventuais vínculos dos responsáveis pelo perfil com o Governo do Estado. Isso não significa, até o momento, que a página ou seus integrantes tenham sido responsabilizados pela produção dos materiais.
Ao responder a Daniel, Romero criticou o tom adotado pelo candidato.
“Se você diz que não teve nenhuma participação nisso, então eu registro o esclarecimento”, declarou. Em seguida, acrescentou: “Menos ódio, menos nervosismo e mais investigação”.
Romero também defendeu que as autoridades esclareçam quem produziu, imprimiu, distribuiu, fotografou e divulgou inicialmente os cartazes.
“Vamos fazer uma coisa mais útil: descobrir quem foi que fez os cartazes, quem foi que imprimiu, quem foi que colocou, quem foi que fotografou, quem divulgou primeiro e se houve ou não uma ação coordenada por trás desse ataque à governadora”, afirmou.
Segundo o deputado, o objetivo deve ser esclarecer os fatos e identificar eventuais responsáveis. “Só existe um jeito de acabar com qualquer dúvida: descobrindo quem fez”, concluiu.
As acusações relacionadas ao chamado “gabinete do ódio” e a autoria dos cartazes apócrifos continuam sendo objeto de apurações e disputas judiciais e políticas. Até o momento, não há conclusão que responsabilize Daniel Coelho pela produção ou distribuição dos materiais.
Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a resposta de Romero Albuquerque.
Candidato apresentou propostas para o município e recebeu apoio de cinco vereadores de Itaquitinga. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nessa terça-feira (1º), de uma agenda de campanha em Goiana, na Mata Norte. Durante a passagem pelo município, João apresentou propostas relacionadas a enchentes, infraestrutura, saúde e abastecimento de água. Também […]
Candidato apresentou propostas para o município e recebeu apoio de cinco vereadores de Itaquitinga.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nessa terça-feira (1º), de uma agenda de campanha em Goiana, na Mata Norte.
Durante a passagem pelo município, João apresentou propostas relacionadas a enchentes, infraestrutura, saúde e abastecimento de água. Também recebeu o apoio de cinco vereadores de Itaquitinga.
Ao falar sobre Goiana, o candidato afirmou que pretende, caso seja eleito, realizar intervenções para reduzir os impactos das enchentes e promover melhorias na PE-75.
“Nós vamos começar a trabalhar no primeiro dia do governo”, declarou.
Na área da saúde, João prometeu reformar o hospital de Goiana e defendeu a implantação de uma Unidade de Terapia Intensiva na Mata Norte.
O candidato também voltou a apresentar duas propostas de campanha: a isenção do IPVA para motocicletas de até 180 cilindradas e o programa denominado “Sem Água, Sem Conta”, direcionado a consumidores que enfrentam interrupções no abastecimento.
Durante o discurso, João fez críticas à política de atração de investimentos do atual Governo de Pernambuco. A assessoria reproduziu afirmações sobre a chegada de indústrias e o volume de investimentos na Mata Norte, mas não apresentou dados que permitam verificar as comparações. Por esse motivo, essas alegações não são tratadas como fatos pela reportagem.
A agenda contou com a participação do prefeito de Goiana, Marcílio Régio, que declarou apoio a João Campos.
Apoio de vereadores de Itaquitinga
Durante a passagem por Goiana, João se reuniu com cinco vereadores de Itaquitinga que anunciaram apoio à sua candidatura.
São eles Vavazinho, Silvio da Lotérica, André Pacheco, Izael da Saúde e Aderito Guarda. O grupo se apresenta politicamente como G5.
João agradeceu o apoio dos parlamentares.
Também participaram da agenda o candidato a vice-governador Carlos Costa; a candidata ao Senado Marília Arraes; e candidatos proporcionais da Frente Popular.
Foto: Edson Holanda
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Candidata à reeleição participou de caminhadas em Moreno e Jaboatão dos Guararapes nessa terça-feira (1º). A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou, nessa terça-feira (1º), de agendas de campanha em Moreno e Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife. Nos dois municípios, Raquel esteve acompanhada da candidata a vice-governadora Priscila Krause […]
Candidata à reeleição participou de caminhadas em Moreno e Jaboatão dos Guararapes nessa terça-feira (1º).
A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou, nessa terça-feira (1º), de agendas de campanha em Moreno e Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife.
Nos dois municípios, Raquel esteve acompanhada da candidata a vice-governadora Priscila Krause (PSD) e de candidatos e lideranças que apoiam sua chapa.
Em Moreno, a governadora citou ações do Governo de Pernambuco no município. Segundo o material divulgado pela campanha, foram entregues 13 ônibus escolares, uma cozinha comunitária e um Centro de Referência da Mulher.
A assessoria também informou que uma creche e uma Escola Técnica Estadual estão em construção e mencionou a autorização para obras da Barragem de Engenho Pereira. Raquel citou ainda intervenções de pavimentação e o projeto do Arco Metropolitano.
Depois, Raquel participou de uma caminhada em Jaboatão Centro. Na agenda, mencionou obras de contenção de encostas em Jardim Monte Verde, creches, pavimentação e intervenções relacionadas à Barragem de Engenho Pereira.
A candidata também falou sobre a possibilidade de permanecer no comando do Estado por mais quatro anos.
“Eu estou pronta para continuar liderando esse Estado”, declarou.
Em Jaboatão, participaram ainda os candidatos ao Senado Eduardo da Fonte (PP) e Túlio Gadêlha (PSD), além do prefeito Mano Medeiros e de candidatos proporcionais.
Em Moreno, a agenda contou com o prefeito Edmilson Cupertino e outros aliados da candidatura.
Fotos: Janaína Pepeu e Beto Figueiroa
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Candidato à Presidência comentou os ataques envolvendo cartazes apócrifos e disse que divergências eleitorais não justificam atingir familiares de adversários. O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou, nessa terça-feira (1º), um vídeo em solidariedade à governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), após a circulação de cartazes […]
Candidato à Presidência comentou os ataques envolvendo cartazes apócrifos e disse que divergências eleitorais não justificam atingir familiares de adversários.
O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou, nessa terça-feira (1º), um vídeo em solidariedade à governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), após a circulação de cartazes apócrifos com ataques à gestora e referências ao seu marido, Fernando Lucena, morto em 2022.
“Esse vídeo aqui não é sobre política, é sobre o mínimo de respeito e de civilidade que todo mundo deveria ter, inclusive dentro de uma campanha eleitoral”, afirmou Flávio.
O senador disse ter encontrado Raquel apenas uma vez, rapidamente, em um aeroporto, e afirmou que decidiu se manifestar diante do conteúdo dos ataques.
Ao mencionar a morte de Fernando Lucena, Flávio afirmou não ser possível dimensionar a dor da governadora diante das referências feitas ao marido durante a campanha.
“Eu não tenho como mensurar a sua dor pela perda do seu marido, eu não sei o que vem na sua cabeça quando você lembra dele, ainda mais numa situação como essa aí desses cartazes”, declarou.
Na sequência, o candidato relacionou o episódio a uma experiência vivida por sua própria família. Flávio citou o atentado sofrido por Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018 e afirmou que sua família também conhece os efeitos da violência política.
O autor da facada contra Jair Bolsonaro, Adélio Bispo, havia sido filiado ao PSOL anos antes do atentado. Flávio fez referência a esse histórico ao dizer que o pai foi atacado por um “ex-integrante do PSOL”.
Ao final da manifestação, o senador aconselhou Raquel a buscar as medidas legais cabíveis e seguir com a campanha.
“Respira, levanta a cabeça, tome as medidas legais cabíveis e bola para frente. Peço a Deus que lhe dê força, saúde, coragem e sabedoria nessa caminhada”, afirmou.
A autoria dos cartazes apócrifos que motivaram as manifestações de solidariedade a Raquel Lyra segue sob investigação. A governadora já afirmou que não pretende apontar responsáveis antes da conclusão das apurações.
Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a manifestação de Flávio Bolsonaro.
Paulo Gonet sustenta que ministro do STF não poderia determinar, por iniciativa própria, aprofundamento de investigação sobre colega da Corte. A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu, nesta terça-feira (1º), a nulidade do ato do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o aprofundamento de apurações relacionadas ao ministro Alexandre de Moraes no […]
Paulo Gonet sustenta que ministro do STF não poderia determinar, por iniciativa própria, aprofundamento de investigação sobre colega da Corte.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu, nesta terça-feira (1º), a nulidade do ato do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o aprofundamento de apurações relacionadas ao ministro Alexandre de Moraes no contexto das investigações do caso Banco Master.
Em nota, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, argumenta que Mendonça, na condição de magistrado, não poderia determinar por iniciativa própria que a Polícia Federal investigasse pessoas específicas sem pedido do Ministério Público ou iniciativa da própria autoridade policial.
“A ordem dada à autoridade policial para investigar pessoas específicas, sem pedido do Ministério Público e sem iniciativa da autoridade policial, é nula, por exceder os limites de competência do magistrado na fase pré-processual”, afirma a manifestação da PGR.
Em termos práticos, a Procuradoria sustenta que cabe ao Ministério Público conduzir a iniciativa acusatória e ao Judiciário decidir sobre os pedidos que lhe são apresentados, preservando a separação das funções durante uma investigação criminal.
A PGR também argumenta que, mesmo diante de eventual indício de irregularidade envolvendo outro integrante do Supremo, Mendonça não poderia determinar diretamente o aprofundamento das apurações sobre o colega.
Segundo Gonet, caso considerasse que os elementos encontrados justificavam investigação sobre Moraes, Mendonça deveria encaminhar a questão ao presidente do STF para que o plenário da Corte avaliasse a necessidade e a forma de eventual apuração.
“Não caberia a ele aprofundar as pesquisas sobre o colega — vale dizer, não caberia a ele determinar que se investigassem com mais detimento referências ao colega”, diz outro trecho da manifestação.
O posicionamento da PGR representa um novo desdobramento do caso Banco Master. Nesta terça-feira, vieram a público informações sobre mensagens encontradas no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e contatos atribuídos a Alexandre de Moraes nos dias anteriores e no próprio dia da primeira prisão de Vorcaro, em novembro de 2025.
Mendonça encaminhou os novos elementos à PGR e defendeu que o assunto fosse submetido ao plenário do Supremo. Também passou a avaliar medidas relacionadas a uma possível investigação envolvendo Moraes.
Com a manifestação de Gonet, porém, a Procuradoria sustenta que o procedimento adotado por Mendonça é juridicamente inválido e pede que o ato e os elementos obtidos a partir dele sejam anulados.
O pedido da PGR não representa uma conclusão sobre o conteúdo das mensagens ou sobre eventual conduta de Alexandre de Moraes. A manifestação trata, neste momento, da legalidade do procedimento utilizado para aprofundar a apuração.
Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a explicação sobre a manifestação da Procuradoria-Geral da República.
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