Em Belo Jardim, João Campos destaca capacidade de entrega
Por Nill Júnior
O pré-candidato a governador João Campos (PSB) prestigiou, neste sábado (27), o lançamento da pré-candidatura de Zé Guri Júnior (Republicanos) a deputado federal. O futuro postulante à Câmara dos Deputados foi o vereador mais votado de Belo Jardim nas duas últimas eleições municipais.
Após uma caminhada que mobilizou a população por ruas do bairro Santo Antônio, o ato se concentrou em uma casa de eventos e reuniu lideranças de todo o Agreste Central.
No discurso, João Campos elogiou a conexão de Zé Guri Júnior com as causas populares e se comprometeu a ser um parceiro de Belo Jardim em pautas como o acesso à água e a duplicação da BR-232.
“A gente precisa sonhar, ter esperança, mas o que difere um governante que sabe fazer e o que não sabe fazer é o compromisso e a capacidade de entrega. Prometeram fazer a duplicação da BR-232, passaram quatro anos e não colocaram uma pá de cal. Sabe por que eu quero ser governador? Para, no primeiro semestre do meu governo, a gente ter a obra começando. Vamos com esse time e com esse propósito, Belo Jardim”, disse.
Zé Guri Júnior afirmou que os únicos avanços recentes registrados em Belo Jardim se devem ao olhar do Governo Lula para a região.
“As entregas que acontecem hoje aqui são projetos do presidente Lula, como o Minha Casa Minha Vida. A mudança verdadeira é João Campos. Vocês conhecem meu coração. Eu trabalho demais e vou trabalhar muito mais. Não tenho dúvida que esse grupo vai mudar a história de Belo Jardim e de Pernambuco”, declarou.
Também participaram do ato o pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), a pré-candidata a senadora Marília Arraes (PDT), os prefeitos de São Caetano, Josafá Almeida, e de Sanharó, César Freitas, o pré-candidato a deputado estadual Jobson Almeida (Republicanos), o ex-prefeito de Belo Jardim João Mendonça, vereadores da cidade e outras lideranças da região.
Presidente da Fetape orienta voto em Raquel
A Fetape, a Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Pernambuco rompeu sua histórica ligação com os Campos Arraes. Cícera Nunes, presidente da entidade, defendeu Raquel Lyra em evento no IPA. Ela é do grupo de Doriel Barros, outro petista da turma “Luquel”. “Com certeza, você será reeleita com a força do povo pernambucano do campo e da cidade”, exaltou.
Lá vem cisterna
A região do Pajeú será contemplada com 456 cisternas por meio de um programa da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), destinado a municípios pernambucanos que possuem reconhecimento vigente de situação de emergência em razão da estiagem. Ao todo, 57 cidades do estado receberão 4.611 cisternas.
Quem leva?
No Pajeú, serão beneficiados os municípios de Serra Talhada (150 cisternas), Itapetim (99), Flores (72), Solidão (65), Tabira (40), Ingazeira (10), Iguaracy (10) e Santa Terezinha (10), totalizando 456 cisternas. Além deles, Betânia (83) e Sertânia (70), no Sertão do Moxotó, também foram contempladas, assim como Floresta (150), no Sertão de Itaparica.
Frase da semana:
“Quando a gente fica isolado não precisa dar satisfação a quem isolou”.
De Carlos Evandro, respondendo pergunta desse blogueiro sobre ter procurado ou não a prefeita Márcia Conrado para formalizar seu afastamento.
A trégua de seis meses a Bolsonaro O Governo Jair Bolsonaro (PSL) terá seis meses de trégua com o Legislativo para mostrar a que veio. Em algumas situações poderá lançar mão de decretos, como já anunciou que o fará em ao menos um tema, o da posse de armas para os cidadãos que não possuam registros criminais. […]
O Governo Jair Bolsonaro (PSL) terá seis meses de trégua com o Legislativo para mostrar a que veio. Em algumas situações poderá lançar mão de decretos, como já anunciou que o fará em ao menos um tema, o da posse de armas para os cidadãos que não possuam registros criminais. Mas precisará aproar medidas importantes segundo sua gestão.
A avaliação feita por lideranças de partidos do centro e da direita, mostra que apesar de na largada Bolsonaro ter uma boa aprovação popular (65% acham que o Governo será ótimo ou bom, segundo o Datafolha), o presidente não terá vida fácil no Legislativo, seu habitat nos últimos 28 anos. E é do Parlamento e de suas três dezenas de partidos que ele depende para entregar um pilar essencial do seu Governo, a aprovação de reformas e medidas para diminuir o tamanho do Estado.
Durante a campanha eleitoral ele disse que negociaria com frentes corporativas/temáticas. Assim o fez quando eleito. Ao invés de destinar cargos do primeiro escalão a determinados partidos, preferiu ouvir representantes das bancadas cristã, ruralista, da segurança pública e da saúde, para escolher os seus ministros. Em tese, quis fugir do toma lá dá cá dos partidos. Na prática, terá de provar que escolher sete militares para seus ministérios e de eleger dois “superministros” com estrela própria (Sergio Moro, da Justiça, e Paulo Guedes, da Economia) funcionará.
Vendendo-se como o “antipolítico” e manejando as redes sociais com maestria, principalmente entre os que estavam exaustos dos governos petistas, Bolsonaro conseguiu se eleger e levou consigo, a reboque, uma considerável bancada de ativistas e representantes da extrema direita. O número de parlamentares, num primeiro momento, não lhe dará maioria congressual.
Estima-se que ele terá cerca de 200 dos 513 deputados e aproximadamente 30 dos 81 senadores. Portanto, ele terá de seduzir seus apoiadores. Para isso, dependerá de outro veterano no Legislativo, o deputado federal reeleito e ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM).
A dificuldade, neste caso, é que Onyx não é dos políticos mais afáveis ou flexíveis. É o que chamam de cabeça-dura. E, além da cota política, ele está na cota dos membros do primeiro escalão que respondem à investigação – algo que Bolsonaro sinalizou que não teria em sua gestão. Os outros são Luiz Henrique Mandetta, da Saúde, Tereza Cristina, da Agricultura, e Ricardo Salles, do Meio Ambiente.
Uma outra dificuldade nos próximos meses será o de demonstrar que os neófitos em administração pública serão capazes de gerenciar estruturas monumentais. Dos 22 ministros de Bolsonaro, apenas oito já tiveram funções no Executivo federal, municipais ou estaduais. Só dois deles foram ministros – Osmar Terra (MDB) e Wagner Rosário. Não será um desafio impossível, mas gigante, com certeza. Boa sorte…
A falta que um juiz faz
A falta de Juiz efetivo em Tabira prejudica a prática da justiça. E causa sensação de impunidade. Em Tabira, quatro homicídios ainda aguardam algum ato formal do judiciário. Mas com o titular em férias e o plantonista em Serra Talhada, são medidas que, a tempo, favoreçam o cumprimento de algumas decisões, como prisões preventivas e temporárias. Com a palavra o TJPE.
Onde está você, MP?
Em algumas cidades, cobra-se uma ação mais efetiva do MP, com ingresso de Ações Civis Públicas para desmandos do poder público com servidores e contratados. Em Santa Terezinha, Vaninho de Danda atrasa o pagamento de servidores e ainda faz festa com dinheiro público. Em Tabira, diaristas da saúde e motoristas escolares aguardam uma posição. Em Serra, concursados dizem que tem contratado nos seus lugares. Em Afogados, contratados da educação entraram na lista dos insatisfeitos. E aí, MP?
Gabinete pé de juá
O Major Fabrizio Ferraz assume esse mês o mandato estadual e antes, já começou a conhecer o modus operante da casa. Pelo menos três vezes, teve o local de gabinete na ALEPE alterado por porque sempre tinha um colega com mais experiência invocando o direito de ficar em um gabinete melhor. Até certo ponto, se arretar com a assessoria da casa e mandar coloca-lo em qualquer lugar. “Pra mim serve até a sombra de um pé de juá”.
Resta um
Sebastião Oliveira e Luciano Duque tem um desafio interessante, tipo o joguinho Resta um, eliminando os pré-candidatos com menor densidade para deixar ao final o nome com maior força para disputar a prefeitura, sem que uma peça saia de um tabuleiro para o outro. Estão perigando: no grupo de Duque, há certeza da referência por Márcia Conrado, causando fissuras. E a fala de Carlos Evandro se autodeclarando candidato com base em pesquisa gerou mal estar entre os demais nomes.
Pesquisa
A Naipes Marketing, Inteligência e Tecnologia fará uma série de pesquisas sobre as avaliações dos prefeitos pernambucanos e os cenários para a disputa de 2020. A coluna publicará com exclusividade os resultados – serão pesquisados municípios de todas as regiões. Com mais de dez anos de experiência, a empresa é comandada por Jemerson Edias.
Nem em chave de cadeia
Sebastião Oliveira perdeu espaço na base governista como talvez não imaginasse. Teve nome cogitado para ser candidato a vice governador. Não foi. Pensou em ser candidato ao Senado. Não conseguiu. Tinha poder sobre a Secretaria de Transportes na condição de “porteira fechada”. Perdeu todo o espaço. Agora, perdeu até indicação de diretor de cadeia. O Diretor do Presídio Brito Alves, Isnero Inácio, de sua cota, foi exonerado enquanto estava licenciado.
Dois é demais
O anúncio feito pelo grupo Atacadão de que vai instalar uma unidade em Serra Talhada não foi comemorada por todo mundo. O prefeito Luciano Duque (PT) até comemorou nas redes sociais, mas não imaginava que executivos responsáveis pela ida do grupo Assaí reclamassem a interlocutores de que, primeiro, se sentem incomodados com o gesto da concorrência, de quem vivem reclamando. Depois, alertaram que a chegada pode travar o primeiro negócio, com base em estudo de viabilidade. Só cabe uma.
Desafios
O Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), toma posse para mais um mandato na AMUPE nesta terça. Poderia recuar do compromisso para cuidar mais da saúde, mas entende que se parar, pode dar chance à doença que o acomete. Além disso, terá um ano chave na condução da prefeitura, onde tem desafios enormes, como a famigerada mobilidade e a pavimentação da pré candidatura de Alessandro Palmeira.
Frase da semana: “Quem mais quer buscar (a filiação de Totonho) sou eu”. De Toninho Valadares, presidente do PSL e o desejo de ter o pai, Totonho Valadares na sigla do presidente Bolsonaro.
É possível que muitos leitores do blog não conheçam, mas Whindersson Nunes é um youtuber, humorista e cantor e compositor, que ficou famoso no YouTube. Atualmente Whindersson Nunes é maior youtuber do Brasil, dono do segundo maior canal do YouTube. A fama de Whindersson cresceu bastante este ano, já são mais de 3 milhões de […]
É possível que muitos leitores do blog não conheçam, mas Whindersson Nunes é um youtuber, humorista e cantor e compositor, que ficou famoso no YouTube. Atualmente Whindersson Nunes é maior youtuber do Brasil, dono do segundo maior canal do YouTube.
A fama de Whindersson cresceu bastante este ano, já são mais de 3 milhões de seguidores no Instagram. O clipe mais visto do canal dele é “Qual a Senha do Wi-Fi”, uma paródia da música “Hello” da Adele.
Whindersson é de família nordestina, natural do Piauí, ele conquistou milhões de fãs. Neste vídeo, ele, de forma descontraída, conta como é a política no interior. Vale a pena assistir. Chama a atenção a excelente definição do “contador de carro de carreata” e do “babão de comício”.
Após pedir a prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Procuradoria-Geral da República (PGR) divulgou trechos de diálogos do parlamentar com Bernardo Cerveró, filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró que serviram como base para que a prisão preventiva dele fosse decretada. Segundo investigadores da Lava Jato, Delcídio tentou interferir nos trabalhos. Pagamento […]
Após pedir a prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Procuradoria-Geral da República (PGR) divulgou trechos de diálogos do parlamentar com Bernardo Cerveró, filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró que serviram como base para que a prisão preventiva dele fosse decretada. Segundo investigadores da Lava Jato, Delcídio tentou interferir nos trabalhos.
Pagamento mensal de R$ 50 mil a Cerveró: Sobre o acordo de pagamento mensal à família de Cerveró, o documento enviado por Janot ao STF traz trecho de uma conversa entre Delcídio, o advogado Edson Ribeiro e o filho do ex-diretor da Petrobras.
Para Janot, com a conversa, fica “induvidoso que essas pessoas não estão medindo esforços para influir nos itinerários probatórios da Operação Lava Jato”.
“Só pra colocar. O que que eu combinei com o Nestor que ele negaria tudo com relação a você [Delcídio] e tudo com relação ao (…). Tudo. Não é isso?”, questiona o advogado Edson Ribeiro.
“Tá acertado isso. Então não vai ter. Não tendo delação, ficaria acertado isso. Não tendo delação. Tá? E se houvesse delação, ele também excluiria”, complementa.
“É isso”, confirma o senador. “E aí a gente encaminha as coisas conforme o combinado. Vê como é que vai ser a operação de que jeito contratualmente, aquilo tudo que eu conversei com você”, diz.
Ao final da conversa, Delcídio se refere ao filho de Cerveró e afirma: Bernardo, esse é o compromisso que foi assumido, né? E nós vamos honrar”.
Interferência no STF: No pedido de prisão enviado ao STF, Janot transcreve trechos das conversas de Delcídio do Amaral com o filho de Nestor Cerveró. Em um dos trechos, o senador diz que precisa “centrar fogo no STF”, referindo-se a ministros com quem teria conversado para tentar blindar o ex-diretor da Petrobras.
“Eu acho que nós temos que centrar fogo no STF agora, eu conversei com o Teori [Zavascki], conversei com o [Dias] Toffoli, pedi para o Toffoli conversar com o Gilmar [Mendes], o Michel [Temer] conversou com o Gilmar também, porque o Michel tá muito preocupado com o [Jorge] Zelada, e eu vou conversar com o Gilmar também”, disse Delcídio.
Após a PGR disponibilizar trechos das conversas de Delcídio que serviram como base para a prisão dele, a assessoria de imprensa do vice-presidente Michel Temer informou que ele “jamais” tratou desse tipo de tema com Delcídio do Amaral.
Além disso, após sessão do STF, o ministro Dias Toffoli declarou que a Corte “não vai aceitar nenhum tipo de intrusão nas investigações que estão em curso” e o ministro Gilmar Mendes negou ter recebido “apelo” para ajudar Cerveró. “Não tive oportunidade de receber qualquer referência em relação a esse fato”, disse.
Em Arcoverde, a quebra de um ônibus de transporte de pacientes da Prefeitura gerou críticas à prefeita Madalena Britto (PSB), um dia depois do anúncio das atrações juninas. “Enquanto solta fogos para comemorar a contratação da dupla Zezé Di Camargo e Luciano que vão consumir cerca de R$ 240 mil dos cofres público e Elba […]
Em Arcoverde, a quebra de um ônibus de transporte de pacientes da Prefeitura gerou críticas à prefeita Madalena Britto (PSB), um dia depois do anúncio das atrações juninas.
“Enquanto solta fogos para comemorar a contratação da dupla Zezé Di Camargo e Luciano que vão consumir cerca de R$ 240 mil dos cofres público e Elba Ramalho com cachê avaliado entre R$ 90 e R$ 100 mil, dezenas de pacientes foram obrigados a ficarem em plena BR 232 porque o ônibus da prefeitura que os transportava quebrou”, disse a Folha das Cidades.
Ontem (03) por volta das 17h, o ônibus que trazia do Recife os pacientes especiais quebrou na altura da cidade de Moreno.
Segundo a popular Milla Sousa, os pacientes tiveram que apelar para ônibus de outras cidades para poderem chegar a Arcoverde. Em sua postagem, ela ironiza com as atrações anunciadas pela prefeita para o São João e finaliza perguntando: “Cadê a saúde de Arcoverde?”
A líder popular do movimento dos Sem Teto, Silvanete Pereira alertou para que o Ministério Público em Arcoverde intervenha. Em recente discurso na Câmara dos Deputados, o deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB) denunciou o descaso com a saúde em Arcoverde, cuja Secretaria de Saúde é comandada pela filha da prefeita, Andreia Britto, também responsável pelo comitê gestor do São João.
Em caminhada na cidade de Vertentes, o candidato a governador Julio Lossio (Rede) visitou as fábricas de confecções no distrito de Chã do Junco. Ao lado do seu candidato a vice-governador Luciano Bezerra e do vereador Kleiton Vieira (PV), Lossio reforçou o compromisso em incentivar a produção da confecção e realizar cursos profissionalizantes para garantia […]
Em caminhada na cidade de Vertentes, o candidato a governador Julio Lossio (Rede) visitou as fábricas de confecções no distrito de Chã do Junco.
Ao lado do seu candidato a vice-governador Luciano Bezerra e do vereador Kleiton Vieira (PV), Lossio reforçou o compromisso em incentivar a produção da confecção e realizar cursos profissionalizantes para garantia de renda. A visita ocorreu na tarde dessa terça-feira (18).
“Vamos estimular cursos de capacitação para quem não sabe produzir confecção e financiamento para iniciarem seu próprio negócio. Assim, as pessoas irão ganhar dinheiro sem depender tanto do estado, dos governos e dos políticos”, declarou Lossio.
De acordo com o candidato, mais uma de suas propostas para a região é a criação do Presídio-Trabalho. “Vamos criar o da Confecção, no Agreste, para que o presidiário abra uma facção de trabalho, espaço onde a família toda se dedica a produzir roupas, como o caso daqui, que é o jeans”, explicou.
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