Eduardo diz que escolha de ministros de eventual governo Flávio passará por Jair Bolsonaro
Por Michael Andrade
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro participará da escolha dos ministros caso Flávio Bolsonaro (PL) seja eleito presidente. A declaração foi dada em entrevista ao SBT News.
Segundo Eduardo, os nomes indicados para integrar um eventual governo do irmão deverão passar pelo aval do pai.
“As indicações de ministros vão passar pelo presidente Jair Bolsonaro. Neste momento há uma dificuldade muito grande de ter contato com ele. No momento estamos preocupados com a eleição do Flávio”, afirmou.
Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar após ter sido condenado no processo relacionado à tentativa de golpe de Estado. Apesar disso, a declaração de Eduardo indica que o ex-presidente continuaria participando das decisões políticas da família em uma eventual gestão de Flávio.
Eduardo também foi questionado sobre a possibilidade de assumir o Ministério das Relações Exteriores. Seu nome tem sido mencionado para o comando do Itamaraty em uma eventual administração do irmão.
“Isso é assunto pra depois da eleição, mas se for da vontade de Flávio me ter em um Ministério, estou à disposição”, declarou.
Na entrevista, Eduardo afirmou que o foco atual está na campanha presidencial e evitou tratar como definida qualquer participação própria em um eventual governo.
Fonte: Diário de Pernambuco/SBT News
Foto: Reprodução
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A Prefeitura de Afogados informou em nota que em decorrência das fortes chuvas caídas agora no início da tarde adiou a inauguração da pavimentação que ocorreria hoje. A nova data da inauguração será divulgada ainda esta semana. A inauguração seria a do primeiro trecho da Rua Cristiane Moraes da Silva, no bairro São Francisco. É […]
A Prefeitura de Afogados informou em nota que em decorrência das fortes chuvas caídas agora no início da tarde adiou a inauguração da pavimentação que ocorreria hoje.
A nova data da inauguração será divulgada ainda esta semana.
A inauguração seria a do primeiro trecho da Rua Cristiane Moraes da Silva, no bairro São Francisco. É mais de meio quilômetro quadrado de pavimentação com piso intertravado, com investimento de R$ 73.224,00.
A obra fica próxima à nova ponte que está sendo construída pela Prefeitura sobre o Rio Pajeú, e que irá ligar os bairros São Francisco e São Cristóvão.
As quatro termelétricas contratadas no governo de Fernando Henrique Cardoso, quando o senador Delcídio do Amaral (PT-MS, ex-tucano) era diretor da Petrobras, causaram à empresa prejuízo de R$ 5 bilhões, segundo cálculos do Tribunal de Contas da União (TCU). Essa perda financeira é superior à da compra da refinaria de Pasadena, que custou, de acordo […]
As quatro termelétricas contratadas no governo de Fernando Henrique Cardoso, quando o senador Delcídio do Amaral (PT-MS, ex-tucano) era diretor da Petrobras, causaram à empresa prejuízo de R$ 5 bilhões, segundo cálculos do Tribunal de Contas da União (TCU). Essa perda financeira é superior à da compra da refinaria de Pasadena, que custou, de acordo com o TCU e com a estatal, cerca de R$ 3 bilhões (US$ 792 milhões).
Apesar do rombo de R$ 5 bilhões, os ministros do TCU Augusto Nardes e Benjamin Zymler, em julgamento realizado em julho de 2004, decidiram isentar Delcídio e Nestor Cerveró, que foi subordinado do senador petista (ex-tucano) na estatal, das responsabilidades sobre o prejuízo.
O mesmo Nardes que isentou Delcídio abriu caminho para o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff ao recomendar ao Congresso Nacional a rejeição das contas de 2014 do governo federal sob a alegação de que as “pedaladas fiscais” infringiram a Lei de Responsabilidade Fiscal. As contas da União foram rejeitadas por oito votos a zero, em outubro de 2015, pelo TCU.
O prejuízo causado a Petrobras voltou a ser abordado na delação premiada de Nestor Cerveró. Segundo o jornal “Folha de S. Paulo”, Cerveró relatou que o senador (ex-tucano)recebeu US$ 10 milhões da Alstom por contratos de fornecimento com a estatal. A Alstom foi a fornecedora das turbinas de geração: Macaé Merchant (atual Mário Lago) e TermoRio.
De acordo com a “Folha”, outras duas –Eletrobolt (atual Barbosa Lima Sobrinho) e TermoCeará– não tiveram a participação da empresa francesa, mas suas contratações também foram alvo do TCU devido à cláusulas que obrigavam a Petrobras a cobrir os balanços deficitários das usinas.
Ainda segundo a “Folha”, como as usinas nunca chegaram a dar lucro, a Petrobras pagou aos sócios R$ 2,8 bilhões para cobrir a frustração de receitas –exceção feita à TermoRio, que foi comprada integralmente pela companhia antes do término de sua construção.
Os parceiros da estatal são as americanas Enron (sócia na Eletrobolt) e El Paso (Macaé), além da MPX, ex-Eike Batista (EletroCeará).
Na TermoRio, os associados eram as empresas PSR, de Paulo Roberto Costa, e a americana NRG.
Conforme a “Folha” publicou, para evitar prejuízos recorrentes, Ildo Sauer, diretor de Óleo e Gás da Petrobras, que ocupou a mesmo cargo de Delcídio, decidiu comprar as usinas por R$ 2,2 bilhões.
No caso da TermoRio, a Petrobras teve de enfrentar uma batalha judicial com a NRG para adquirir os 50% da sócia, apesar de ter construído a usina praticamente sozinha –a estatal havia investido 86% de todo o capital e detinha apenas 43% da usina.
As térmicas, contratadas sob regime de urgência para evitar um apagão no final do governo FHC, eram do tipo merchant. Nesses contratos, as usinas não têm uma demanda garantida e são acionadas por decisão unilateral do Operador Nacional do Sistema (ONS) apenas para suprir o deficit de geração hídrica.
A defesa de Sebastião Dias e Flávio Marques ingressou com embargos de declaração no TRE para tentar rever a decisão que manteve suas condenações em 19 de agosto. O procedimento já era aguardado, por fazer parte do rito processual. Geralmente, é rara a revisão de uma decisão dessa monta através de embargos. Mas o caminho […]
A defesa de Sebastião Dias e Flávio Marques ingressou com embargos de declaração no TRE para tentar rever a decisão que manteve suas condenações em 19 de agosto.
O procedimento já era aguardado, por fazer parte do rito processual. Geralmente, é rara a revisão de uma decisão dessa monta através de embargos. Mas o caminho é necessário para a última cartada: o recurso ao TSE.
A relatora, desembargadora Mariana Vargas, intimou as partes de acusação e defesa para no prazo de três dias, apresentar contrarrazões aos embargos de declaração.
No último dia 19 de agosto, numa decisão apertada, por 4 votos a 3, o TRE manteve as condenações de Flávio Marques, Sebastião Dias, Aldo Santana e outros nomes da gestão anterior em Tabira, por abuso de poder político-econômico nas eleições de 2020. Atou na defesa o advogado Walber Agra.
A relatora foi a Desembargadora Mariana Vargas, que votou pela condenação. Ela viu materialidade na argumentação de que a criação do grupo de WhatsApp com servidores contratados teve finalidade eleitoral e não administrativa, mesmo que o grupo tenha perdido a eleição.
Foi seguida pelo Desembargador e vice-presidente do Tribunal, Humberto Vasconcelos, pelo Desembargador e presidente André Guimarães e a Desembargadora Iasmina Rocha. O caminho para Flávio e Dias agora é recorrer ao TSE.
Os investigados foram acusados pelas condutas de aumento considerável de contratos temporários no período de fevereiro a agosto de 2020 e utilização de servidores públicos para realização de campanha eleitoral em favor da candidatura da chapa governista.
A Procuradoria Regional Eleitoral de Pernambuco já havia emitido Parecer favorável pela procedência das ações.
De acordo com os documentos que instruem a petição inicial da AIJE 147- 43, foram contratados 286 novos servidores públicos no período de janeiro a agosto de 2020; em janeiro havia 122 servidores e em agosto o quadro era composto por 414 servidores públicos, lotados nas diversas áreas de atuação municipal. Apesar da pandemia de covid-19, observa-se que o incremento não ocorreu substancialmente na área da saúde, razão pela qual não há justificativa plausível para o aumento considerável do número de servidores.
Pelo Parecer, apenas o aumento das contratações poderia não caracterizar abuso de poder político, porém, tal fato, aliado às provas produzidas na AIJE 249-65, confirmam utilização da máquina administrativa em favor da candidatura, na medida em que diversos servidores públicos contratados trabalharam na campanha eleitoral, no chamado ‘porta a porta’.
As provas produzidas indicam que, por meio de grupo de whatsapp, a investigada Maria do Socorro Pereira Leandro Alves do Nascimento coordenava as ações de campanha eleitoral. As relações com os nomes dos servidores públicos e a área de atuação, as fotografias enviadas pelos servidores para comprovarem o trabalho realizado e as mensagens com informações sobre os atos de campanha demonstram realização de campanha eleitoral em favor dos candidatos a prefeito e vice-prefeito. Cerca de 60% dos servidores participavam dos atos de campanha.
Havia também outro grupo de WhatsApp coordenado pela investigada Maria José Almeida da Silva (Zeza Almeida) chamado “Frente Saúde”, no qual eram inseridas as diretrizes para os atos de campanha em favor dos investigados.
O Complexo Educacional Miguel Arraes realiza nesta quinta-feira (18) um bazar literário de livros paradidáticos usados e uma feirinha com alimentos naturais Por Sebastião Araújo Um livro usado não muda o pensamento de ninguém, mas quando lido pode levar o leitor a fazer inúmeras viagens pelo fantástico mundo da imaginação. É com esse pensamento que […]
O Complexo Educacional Miguel Arraes realiza nesta quinta-feira (18) um bazar literário de livros paradidáticos usados e uma feirinha com alimentos naturais
Por Sebastião Araújo
Um livro usado não muda o pensamento de ninguém, mas quando lido pode levar o leitor a fazer inúmeras viagens pelo fantástico mundo da imaginação. É com esse pensamento que o Complexo Educacional Miguel Arraes, em Carnaíba, está realizando na próxima quinta-feira (19), o Bazar do Desapego Literário. O troca-troca de livros paradidáticos visa estimular principalmente o incentivo à prática da leitura. O bazar vai funcionar das 8 às 10h. As doações de livros usados podem ser feitas até está terça-feira (17) da seguinte forma: doando dois livros você recebe um vale-troca, cinco livros valem três vales-troca e mais de cinco livros, quatro vales-troca.
“O desapego é difícil mas é libertador quando acontece. Pense que os livros que não fazem mais sentido para você, podem fazer para outras pessoas”, pontua Cleide Alves, gestora do Complexo Educacional.
Com o vale-troca nas mãos, você vai poder participar da feira de livros paradidáticos usados, que está inserida na culminância do projeto “Desvendando o universo da matemática”. Em sua sexta edição, o projeto mobiliza escola e comunidade para a importância do consumo consciente. Sob o tema “Pequenos empreendedores, grandes talentos”, os alunos são levados a preservar o meio ambiente, promovendo matematicamente o desenvolvimento de práticas sustentáveis.
“Nosso objetivo é despertar no aluno, além do consumo consciente, o compromisso com o bem-estar social, econômico e ambiental, focando em atitudes sustentáveis que demonstrem a preocupação com a preservação e melhoria do meio ambiente”, destaca Josineide Andrade, uma das coordenadoras do projeto.
Durante o evento, os visitantes também terão a oportunidade de participar de uma feirinha gastronômica. Os produtos comercializados vão do bolo ao sorvete, passando por vários tipos de doces, todos naturais, além dos salgados. O Complexo Educacional Miguel Arraes fica na rua José Fernandes de Andrade, s/n, no bairro Zé Dantas, bem próximo da entrada da cidade.
O governo dos Estados Unidos retirou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane, da lista de sancionados da Lei Magnitsky. O comunicado do governo americano não explica as razões para a retirada da lista. A lei é utilizada pelo governo norte-americano para sancionar estrangeiros. Moraes foi incluído na […]
O governo dos Estados Unidos retirou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane, da lista de sancionados da Lei Magnitsky. O comunicado do governo americano não explica as razões para a retirada da lista.
A lei é utilizada pelo governo norte-americano para sancionar estrangeiros. Moraes foi incluído na lista de punidos em julho deste ano.
Por conta da sanção, todos os eventuais bens de Moraes, da esposa e de uma empresa pertencente ao casal nos EUA estavam bloqueados. Cidadãos americanos também não podiam fazer negócios com o ministro. As informações são do g1.
À época da sanção, o governo americano justificou a decisão citando o processo que corria no STF contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, à época ainda réu por tentativa de golpe de Estado após perder as eleições para Lula (PT) em 2022.
Em setembro deste ano, Bolsonaro foi condenado a mais de 27 anos de prisão e cumpre pena na Superintentendência da Polícia Federal (PF), em Brasília.
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