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Edição 2024 da FENAP é lançada em evento da CDL/ACIAGRO, em São José do Egito

Por André Luis

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e a Associação Comercial e Empresarial de São José do Egito (ACIAGRO), em parceria com o SEBRAE-PE confirmaram, na noite desta quinta-feira, 18, a edição 2024 da Feira de Negócios do Alto Pajeú (FENAP) que acontecerá nos dias 12, 13 e 14 de setembro no Pátio de Eventos Miguel Arraes de Alencar.

A principal feira econômica da região do Alto Pajeú terá grandes novidades para a edição deste ano contando com um espaço para 130 stands além de arena gastronômica (mais stands) e palco cultural. São esperados mais de 90 expositores e grandes marcas de diversos segmentos econômicos do comércio, da indústria, do setor de serviços e do agronegócio.

A expectativa da diretoria da CDL de São José do Egito é repetir o sucesso da edição do ano passado superando as mais de 28 mil pessoas que visitaram a feira e geraram cerca de R$ 2,8 milhões em movimentação econômica. 

Para o presidente da CDL/ACIAGRO, Aureo Braz, o lançamento da FENAP ainda no mês de abril vai permitir às empresas um melhor planejamento para participarem da feira deste ano.

“Hoje começamos a organizar a FENAP 2024 com bastante antecedência dando aos empresários a oportunidade de também se organizarem para marcarem presença no principal evento econômico da nossa região. Uma oportunidade única de fazer negócios e expor seus produtos e serviços”, afirmou.

A gestora da Unidade Regional Serra Talhada, do SEBRAE-PE, Rossana Webster destacou a importância das capacitações que vão acontecer de maio até setembro preparando os empreendedores para a FENAP. “Serão ofertados doze cursos presenciais com os temas que os próprios empresários vão sugerir. Dessa maneira, ao chegar na culminância desta trilha de conhecimento, todos estarão preparados para vender mais. O SEBRAE-PE é parceiro há sete edições da feira e renovamos nossa parceria para a edição deste ano”, disse.

O lançamento da FENAP 2024 aconteceu no Casa Shopping Center, no espaço de eventos da Salute, e reuniu diversos empresários e empresárias de São José do Egito e região, representantes de entidades bancárias, além dos diretores da CDL/ACIAGRO e da imprensa regional. Para obter mais informações sobre a comercialização de stands, a CDL disponibiliza um canal de atendimento via Whatsapp (87) 999722338.

Outras Notícias

Israel Rubis debate temática da violência em Vitória de Santo Antão

O vice-prefeito de Arcoverde e pré-candidato a deputado federal, Delegado Israel (PP), esteve no Recife na última quinta-feira (19), onde se encontrou com o vereador de Vitória de Santo Antão, André Carvalho (PDT), que foi o parlamentar mais votado da cidade nas eleições de 2020. Na pauta da reunião os graves índices de violência registrados […]

O vice-prefeito de Arcoverde e pré-candidato a deputado federal, Delegado Israel (PP), esteve no Recife na última quinta-feira (19), onde se encontrou com o vereador de Vitória de Santo Antão, André Carvalho (PDT), que foi o parlamentar mais votado da cidade nas eleições de 2020.

Na pauta da reunião os graves índices de violência registrados em Pernambuco, especialmente em Vitória de Santo Antão, que figura no Anuário Brasileiro de Segurança Pública como um dos municípios mais violentos do país, ocupando a 10ª posição no ranking divulgado em 2021.

O diálogo envolveu problemas de infraestrutura da cidade, atuação de organizações criminosas da Mata Sul e Região Metropolitana do Recife, graves problemas sociais de distribuição de renda, política habitacional, ausência de oportunidades, empregabilidade, e qualificação profissional para jovens, ausência de efetivo e desestruturação das unidades policiais, além de questões relacionadas à corrupção política.

Segundo nota ao blog, os políticos se comprometeram em construir um debate importante sobre o tema, além de provocar outros órgãos sobre a pauta de segurança pública e prevenção/repressão à violência, buscando investimentos, não apenas em Vitória de Santo Antão, mas também em todo o Estado de Pernambuco.

Dilma comemora “virada”. Aécio diz que resultado “está distante do povo”

A presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), comentou nesta quinta-feira (23), a três dias do segundo turno das eleições, o resultado da últimas pesquisas eleitorais, em que ela aparece pela primeira vez à frente do candidato tucano, Aécio Neves. Dilma, que normalmente não fala sobre o resultado de pesquisas de intenções de voto, afirmou que acredita […]

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A presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), comentou nesta quinta-feira (23), a três dias do segundo turno das eleições, o resultado da últimas pesquisas eleitorais, em que ela aparece pela primeira vez à frente do candidato tucano, Aécio Neves.

Dilma, que normalmente não fala sobre o resultado de pesquisas de intenções de voto, afirmou que acredita estar havendo uma “virada” nos rumos das eleições. “Eu acredito que está havendo uma espécie de virada. Eu acho que há uma virada visível nas ruas. Eu vi isso também em Duque de Caxias, vi isso no Tuca [Teatro da Universidade Católica, em São Paulo] e em vários outros lugares”, disse a candidata.

Dilma atribuiu a “virada” à “ampliação” de consciência do eleitorado no final do período eleitoral. “Eu acho que acontece isso nas eleições. Eu acho que amplia a consciência, amplia a adesão das pessoas e a convicção que elas assumem. Acho que é um movimento mais popular do que partidário”, afirmou Dilma.

Já o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, afirmou nesta quinta-feira (23), no Rio de Janeiro, que não acredita nos resultados das pesquisas de opinião de voto, que o colocam, pela primeira vez neste segundo turno, atrás da presidente e candidata à reeleição,Dilma Rousseff (PT).

“As pesquisas estão distantes da vontade do povo. Foi a mesma coisa no primeiro turno”, disse o tucano.  Ele afirmou ainda que tanto Dilma como o PT “já saíram derrotados” desta eleição, independentemente do resultado que sair das urnas neste domingo, pois, para ele, esta foi a eleição em que foi mais utilizada a “mentira” e a “infâmia” como “armas de campanha”.

“Dilma sai derrotada da eleição, não importa o resultado, por ter feito a campanha de mais baixo nível desde a redemocratização”, disse o tucano. Apesar dos números da pesquisa, Aécio se disse confiante para domingo. (Uol)

Manobra do Centrão tenta blindar Bolsonaro como “senador vitalício”

Manobra tem o intuito de garantir imunidade parlamentar ao chefe do Executivo Aliados do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no Congresso estariam articulando uma operação para blindar o chefe do Executivo caso ele não seja reeleito em 2022 . A ideia seria torná-lo senador vitalício para que ele tenha imunidade parlamentar. A manobra foi revelada […]

Manobra tem o intuito de garantir imunidade parlamentar ao chefe do Executivo

Aliados do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no Congresso estariam articulando uma operação para blindar o chefe do Executivo caso ele não seja reeleito em 2022 . A ideia seria torná-lo senador vitalício para que ele tenha imunidade parlamentar.

A manobra foi revelada pelo podcast Papo de Política, do G1, nesta sexta-feira (29). Para viabilizar a ideia, o centrão estuda apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) criando o novo cargo. Caso a PEC passe, Bolsonaro não seria remunerado nem teria direito a voto, tendo apenas um espaço na tribuna do Senado. 

Opositores apontam inconstitucionalidade na proposta. Propostas semelhantes já surgiram em 2002 e 2015, mas, à época, foram rejeitadas pelo Plenário da Câmara.

Estagnação e desigualdade vacinal ameaçam os esforços de combate à Covid-19

A vacinação representou um marco fundamental no combate à Covid-19 no país, diminuindo significativamente o número de óbitos e casos graves. O avanço da imunização permitiu maior flexibilização nas medidas de prevenção e retomada das atividades econômicas. As informações são do Icict/Fiocruz. Porém, pouco mais de um ano após o início da campanha de vacinação, a […]

A vacinação representou um marco fundamental no combate à Covid-19 no país, diminuindo significativamente o número de óbitos e casos graves.

O avanço da imunização permitiu maior flexibilização nas medidas de prevenção e retomada das atividades econômicas. As informações são do Icict/Fiocruz.

Porém, pouco mais de um ano após o início da campanha de vacinação, a estagnação e a desigualdade de cobertura vacinal vêm se mostrando um risco no combate à doença, permitindo que novas variantes surjam e que a velocidade de contágio da doença aumente consideravelmente. 

As observações são da Nota Técnica A vacinação contra a Covid: histórico, desigualdade de problemas, elaborada pelo MonitoraCovid-19, do Instituto de Comunicação e Informação em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Icict/Fiocruz).

Dados disponibilizados pelo MonitoraCovid-19 em parceria com o site Coronavírus Brasil apontam que 83,98 % da população brasileira já foi vacinada com ao menos uma dose e 78,93 % foram imunizados com esquema primário completo (segunda dose). Ainda sim, dificuldades de avanço na vacinação em todas as faixas etárias persistem, e não só no Brasil, representando um desafio global.

Segundo os dados da plataforma Our World in Data, a estagnação na cobertura vacinal ocorreu na maioria das nações. Na Coréia do Sul e no Vietnã a estagnação ocorre com 81% da população com esquema primário completo. 

Uruguai e Argentina apresentam estagnação com cerca de 72% da população vacinada. Brasil, Estados Unidos, Tailândia, Alemanha e França apresentaram estagnação em 62% observado. Já Turquia, México, Indonésia e Índia apresentaram estagnação com percentual de cobertura em torno de 57%.

Desigualdade regional é desafio para o Brasil

No Brasil, no entanto, as desigualdades regionais são ainda mais expressivas, segundo a nota, e parte desse cenário pode ser explicado pela falta de ações coordenadas e centralizadas das autoridades desde o início da crise de saúde. 

“Durante o ano de 2021, vários gestores de prefeituras tentaram acelerar a vacinação com o objetivo de alcançar o quanto antes a população maior que 18 anos. Essa situação provocou calendários divergentes entre municípios”, diz o estudo.

Os dados mostram bem a discrepância: a cobertura de primeira dose e esquema primário completo de adultos é menor em municípios do Centro-Oeste e Norte do país, estabilizado em cerca de 50%. 

Na primeira dose de reforço, São Paulo e Minas Gerais, Piauí, Paraíba, Bahia e os estados do Sul apresentam maior cobertura. A diferença também é observada na cobertura de vacinação das crianças de 12 a 17 anos.

“O início do processo de vacinação contra a Covid-19 no Brasil foi marcado por uma série de longas negociações para compra e fabricação do imunizante, disputas políticas, processos de regulamentação sanitária e disseminação de desinformação. Isso colaborou inegavelmente para o atraso do início da campanha de imunização no país”, diz a nota.

Quando a campanha de vacinação foi iniciada no Brasil, em 17 de janeiro de 2021, a média móvel era de 900 óbitos por dia. Em 23 estados brasileiros, as taxas de ocupação de leitos de pacientes graves eram superiores a 60%. Dezessete meses depois, os efeitos positivos dos imunizantes são visíveis: atualmente, a média móvel de óbitos está em 193. 

“O avanço da vacinação tem produzido um cenário epidemiológico favorável, porém não se pode afirmar ser o fim da pandemia. Os casos e óbitos estão em números muito menores do que em outros períodos da pandemia, no entanto a vacinação tem enfrentado dificuldades no avanço”, afirma a nota. 

Diferentemente do período no qual a população não tinha acesso às vacinas, atualmente, o país possui imunizantes disponíveis. Porém, “os estados continuam enfrentando um grande desafio causado principalmente pela onda de desinformação e pela disseminação de notícias falsas, dificuldades logísticas, falta de campanhas e agora problemas ainda maiores nos registros das doses segundo esquema vacinal”, informa o documento.

“Chega de frescura, de mimimi. Vão ficar chorando até quando?”, diz Bolsonaro sobre medidas de restrição por Covid-19

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) usou os termos “mimimi” e “frescura” ao criticar novamente as medidas adotadas diante da pandemia da Covid-19.A reportagem é de Por Vanessa Martins/G1-GO. Ele fez o comentário durante um evento de que participou nesta quinta-feira (4) em São Simão, sudoeste de Goiás, um dia após o estado ter registrado […]

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) usou os termos “mimimi” e “frescura” ao criticar novamente as medidas adotadas diante da pandemia da Covid-19.A reportagem é de Por Vanessa Martins/G1-GO.

Ele fez o comentário durante um evento de que participou nesta quinta-feira (4) em São Simão, sudoeste de Goiás, um dia após o estado ter registrado recorde de mortes pela doença.

“Vocês não ficaram em casa. Não se acovardaram. Temos que enfrentar os nossos problemas. Chega de frescura, de mimimi. Vão ficar chorando até quando?”, afirmou.

Em seguida, o presidente destacou a importância do respeito aos idosos, disse que lamenta as mortes, mas completou questionando sobre o futuro do Brasil diante das paralisações de atividades.

“Respeitar obviamente os mais idosos, aqueles que têm doença, comorbidade, mas onde vai parar o Brasil se nós pararmos?”, disse. A visita a São Simão foi a primeira que Bolsonaro fez ao estado em 2021. Nas imagens feitas na cerimônia, ele aparece sem máscara.

A Organização Mundial de Saúde (OMS), no entanto, recomenda o distanciamento social, o uso de máscaras e a lavagem das mãos como medidas de prevenção contra o novo coronavírus.

Horas antes, o presidente esteve em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, onde fez críticas a comentários sobre a compra de vacinas contra Covid-19 pelo governo federal.

Bolsonaro afirmou: “Tem idiota que a gente vê nas redes sociais, na imprensa, [dizendo] ‘vai comprar vacina’. Só se for na casa da tua mãe. Não tem [vacina] para vender no mundo”.

Ainda em Goiás, o presidente defendeu que o desemprego no país não pode ser tratado “depois” e que a pandemia e as dificuldades econômicas enfrentadas pelos brasileiros têm de ser tratadas simultaneamente.

“Se ficarmos em casa o tempo todo e dizemos o tempo todo que ‘a economia vamos ver depois’, uma parte nós estamos vendo agora o que foi essa política. Qual o futuro do Brasil?”, questionou.

Referindo-se aos decretos que restringem funcionamento ao que é “essencial”, o presidente defendeu uma definição do que acredita se encaixar nesse grupo: “Atividade essencial é toda aquela necessária para um chefe de família levar o pão para dentro de casa”.