Dois jogadores do Afogados FC testam positivo para Covid-19
Por André Luis
Foto: Facebook/Divulgação
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Clube fechou novo patrocinador master para temporada.
O Departamento Médico do Afogados da Ingazeira Futebol Clube realizou exames de Covid-19 nos atletas para o jogo no próximo domingo contra o Floresta do Ceará.
Dos 27 examinados, 2 testaram positivo para Covid-19 e estão fora do jogo do próximo domingo, contra o Floresta-CE, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro Série D.
Segundo informação da diretoria, os dois atletas já estão afastados dos demais integrantes do elenco do clube.
Novo patrocinador – O Afogados da Ingazeira Futebol Clube apresentou seu novo patrocinador master para a temporada. Trata-se da Totalweb, empresa do ramo de tecnologia e internet sediada em São José do Egito e com filiais em várias cidades da região.
O provedor atende as cidades de São José do Egito, Tuparetama, Brejinho, Itapetim, Serra Talhada e Afogados da Ingazeira.
Sobre o apoio ao time afogadense, Marconi Leite, proprietário da empresa, enfatizou que a Totalweb “está muito feliz com a parceria e que é um orgulho poder contribuir com o projeto do clube”.
O Afogados conquistou uma multidão de fãs depois da sua participação na Copa do Brasil onde, entre outras façanhas, desclassificou o poderoso Atlético Mineiro.
A próxima competição do clube será a série D do campeonato brasileiro e a estreia está marcada para 20/09 enfrentando o Floresta do Ceará.
Estadão O deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) acusou o secretário do Programa de Parcerias de Investimentos, Moreira Franco, homem forte do governo Michel Temer, de estar por trás de irregularidades na operação para financiar obras do Porto Maravilha, no Rio. Ao classificar Moreira como “o cérebro” da gestão Temer, Cunha disse que o novo plano […]
O deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) acusou o secretário do Programa de Parcerias de Investimentos, Moreira Franco, homem forte do governo Michel Temer, de estar por trás de irregularidades na operação para financiar obras do Porto Maravilha, no Rio.
Ao classificar Moreira como “o cérebro” da gestão Temer, Cunha disse que o novo plano de concessões “nasce sob suspeição” e deu sinais de que pode atingir o presidente. “Na hora em que as investigações avançarem, vai ficar muito difícil a permanência do Moreira no governo”, afirmou, na primeira entrevista exclusiva após perder o mandato.
Ex-presidente da Câmara, Cunha é suspeito de ter cobrado da empreiteira Carioca Engenharia R$ 52 milhões de propina em troca da liberação de verbas do Fundo de Investimento do FGTS (FI-FGTS) para o Porto Maravilha, projeto de revitalização da região portuária. Ele chama a denúncia de “surreal” e aponta o dedo para Moreira.
Cunha também criticou Temer, por “aderir ao programa de quem perdeu a eleição”. E prometeu revelar bastidores do processo de impeachment de Dilma Rousseff em livro que lançará no fim do ano. “Vai ser um presente de Natal.”
O governo avalia que a denúncia da Lava Jato contra o ex-presidente Lula, na última semana, enfraquece as manifestações “Fora, Temer”. O sr. concorda?
Tudo depende do que está motivando a sociedade para o “Fora, Temer”. Mas temos um problema: o Michel foi eleito com a Dilma com um programa que ela não cumpriu. E ele também não está cumprindo. Por outro lado, ele aderiu ao programa do PSDB e do DEM, que perderam a eleição. Que o Brasil precisa de reforma previdenciária, trabalhista, não tenho dúvida. Mas é difícil fazer uma coisa muito radical, no meio de um mandato, com alguém sem a legitimidade de estar discutindo isso debaixo de um processo eleitoral.
O sr. acha que o presidente Temer não tem legitimidade?
Ele tem legitimidade. Eu disse que talvez não tenha para um programa radical, contrário àquilo que foi colocado no processo eleitoral. A população aplaudiu porque tirou a Dilma, mas não está satisfeita.
O sr. está dizendo que não queriam Dilma, mas também não querem Temer…
Não querem porque não se sentem representados. Me preocupa um jovem virar para mim na rua, me cumprimentar e dizer: “Parabéns, a gente queria tirar essa mulher, queria tirar o PT, mas não tem por que entubar esse vice”.
E o que ele deve fazer?
Acho que tem de ser uma coisa mais light, tentando recuperar aquilo que a Dilma descumpriu, sem movimentos radicais. Uma vez o próprio Michel disse o seguinte: “A presidente não vai conseguir se aguentar com esses índices de popularidade”. Só que ele está (em situação) semelhante. Dilma precisava recuperar popularidade. Ele precisa ganhar, porque não tem. O Michel tem de tomar cuidado porque, no fundo, o PSDB quer jogar a impopularidade no colo dele para depois nadar de braçada. Mas quem manda no governo é o Moreira Franco.
Por que o sr. chamou Moreira Franco de eminência parda?
Ele é muito mais do que eminência parda. Moreira Franco, que se diz sociólogo, é o cérebro do governo. Foi ele que articulou a candidatura do genro, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para ser presidente da Câmara, atropelando a base aliada.
Dilma dizia que o sr. era quem mandava no governo interino.
Fica claro hoje que não era. O Moreira Franco era vice-presidente (de Fundos e Loterias) da Caixa, antes do Fábio Cleto, que fez a delação falando de mim. Quem criou o FI-FGTS na Caixa foi o Moreira Franco. Toda a operação no Porto Maravilha foi montada por ele. No programa de privatização, dos R$ 30 bilhões anunciados, R$ 12 bilhões vêm de onde? Do Fundo de Investimento da Caixa. Ele sabe de onde tirar dinheiro. Esse programa de privatização começa com risco de escândalo. Nasce sob suspeição.
Delatores dizem que o sr. recebeu propina na obra do Porto Maravilha. E Fábio Cleto era ligado ao sr., seu braço-direito na Caixa.
Fábio Cleto era ligado à bancada do PMDB e eu desminto qualquer recebimento de vantagem indevida. Acho engraçado quando você pega e fala de delação, citando Porto Maravilha, quando quem conduziu toda a negociação e abertura de financiamento, em conjunto com o prefeito do Rio (Eduardo Paes), foi o Moreira. E agora aparece uma denúncia e é contra mim? Isso é surreal. Quem comandava e ainda comanda o FI (Fundo de Investimento) chama-se Moreira Franco. E lá tem muitos financiamentos concedidos que foram perdas da Caixa. Na hora em que as investigações avançarem, vai ficar muito difícil a permanência do Moreira no governo.
De que perdas o sr. fala?
Uma de que me lembro foi da Rede Energia. Outra foi da Nova Cibe. O uso de energia, na época, teve escândalo grande.
O sr. tem provas em relação a Moreira Franco?
Estou levantando suspeição, em minha defesa, por uma razão muito simples. Há um inquérito instaurado com uma delação do Fábio Cleto em cima de uma operação que foi feita quando Moreira era vice-presidente da Caixa.
Na última semana, o ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki, relator da Lava Jato, autorizou a remessa para a Justiça Federal do Paraná da ação em que o sr. é acusado de corrupção por manter contas na Suíça para recebimento de propina da Petrobrás. O sr. tem medo de ser preso?
Medo? Nenhum. Não há provas contra mim. Só se for uma motivação de natureza política. Não se pediu prisão na denúncia apresentada contra o Lula. Por que fariam em relação a mim?
O Ministério Público diz que Lula é o “comandante máximo” da corrupção na Petrobrás, mas o sr. também foi acusado de ser chefe do esquema de propina…
Eu não sei se ele é ou não o comandante máximo, mas o que sempre me deixou estarrecido foi quererem me carimbar como se eu fosse o chefe do esquema. Isso é ridículo. Naquele período de 2006, até 2007, eu estava no grupo do vagabundo daquele (Anthony) Garotinho, numa linha contra o Lula.
O sr. está escrevendo um livro sobre os bastidores do impeachment. Vai revelar conversas comprometedoras?
Não sei se são comprometedoras. Vou contar as reuniões, os diálogos, tudo, doa a quem doer. A conclusão será de quem lê. Quero lançar no fim do ano. Vai ser um presente de Natal.
O sr. sempre foi amigo de Temer, mas agora tem feito ameaças. Auxiliares dele dizem que são bravatas…
Estou ameaçando quem? O distanciamento que existe é porque eu quero. Houve muita hipocrisia. Não há razão para eu manter convivência com um governo que me cassou.
Na sua avaliação, o presidente termina o mandato?
Espero que termine. Desejo sucesso a ele, mas vejo muita dificuldade. Há ainda o risco do julgamento no Tribunal Superior Eleitoral, que pode cassar a chapa. Se levar a julgamento, vai cassar. As provas são irrefutáveis. Pergunto: por que o PSDB não desistiu da ação? Para deixar uma faca no pescoço.
Então o sr. avalia que o PSDB teria de deixar o governo?
Não acho que tenha de colocar o PSDB e o DEM para fora, mas esses dois partidos não podem querer tomar conta do governo na mão grande. É isso que solidifica o discurso do golpe. O País ainda não entrou numa estabilidade política.
E vai entrar?
Acho que vamos nessa situação de empurrar com a barriga até a eleição de 2018.
O que o sr. não faria novamente, se pudesse voltar atrás?
Talvez eu devesse ter sido mais Renan (Calheiros, presidente do Senado) e menos Eduardo Cunha. Renan é jogador, é falso, é dissimulado. Eu meço menos o que vou fazer. Outro erro do qual me arrependo foi ter anunciado o rompimento com o governo Dilma. Eu deveria ter rompido na prática, mas não no verbo.
O sr. vai sair do PMDB?
Por que vou sair do PMDB? Minha guerra não está perdida. Ainda está só começando.
G1 O Sertão está do jeito que o nordestino gosta de ver: nesta época do ano, a vegetação, que parecia estar morta, renasce. Mas a exuberância da caatinga nem de longe representa o fim de um problema bem conhecido por lá. “Plantei milho, plantei feijão… Eu plantei na chuva, que a chuva boa foi no […]
O Sertão está do jeito que o nordestino gosta de ver: nesta época do ano, a vegetação, que parecia estar morta, renasce. Mas a exuberância da caatinga nem de longe representa o fim de um problema bem conhecido por lá.
“Plantei milho, plantei feijão… Eu plantei na chuva, que a chuva boa foi no mês de dezembro, só que não vingou. Porque não teve mais chuva”, resume a agricultora Neuza Maria da Costa Souza.
Agora que o período chuvoso já passou, é possível perceber que não foi o suficiente para as plantações se desenvolverem, e nem para encher os reservatórios de água.
Segundo a Defesa Civil de Pernambuco, 1,6 milhão de pessoas foram afetadas pela seca no estado, sendo 700 mil só na região do Sertão, que choveu 10% a menos que o esperado para este ano até agora, de acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac).
Os prejuízos provocados pela seca em todo o Nordeste já chegam perto de R$ 3 bilhões, segundo a Confederação Nacional dos Municípios.
‘Seca verde’
Por outro lado, a caatinga conseguiu se recuperar, e está florescendo. Este cenário de contrastes caracteriza o fenômeno que os especialistas chamam de seca verde.
“Significa que é seca, pelo fato de a gente não estar conseguindo produzir o feijão, o milho e a mandioca, que são culturas tradicionais e de subsistência dos agricultores. É verde porque está conseguindo produzir a forragem, que é própria da caatinga. Aí essa forragem serve para agropecuária”, explica Nélio Gurgel, agrônomo do Instituto Agronômico de Pernambuco.
Na manhã da sexta-feira (16) o deputado Lucas Ramos esteve em Carnaíba para fazer a entrega, junto com o prefeito Anchieta Patriota, de 113 kits de irrigação, fruto de uma emenda parlamentar de sua autoria. O vice-prefeito Júnior de Mocinha e os vereadores Calango, Juniano e Alex Mendes participaram da cerimônia, que aconteceu na sede […]
Na manhã da sexta-feira (16) o deputado Lucas Ramos esteve em Carnaíba para fazer a entrega, junto com o prefeito Anchieta Patriota, de 113 kits de irrigação, fruto de uma emenda parlamentar de sua autoria.
O vice-prefeito Júnior de Mocinha e os vereadores Calango, Juniano e Alex Mendes participaram da cerimônia, que aconteceu na sede da Associação Rural do Tamboril. Também estiveram presentes os secretários Anchieta Alves da Agricultura e Meio Ambiente e Everaldo Patriota, de Governo.
O prefeito Anchieta Patriota agradeceu a Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos, na pessoa da secretária Fernanda Batista, pela agilidade na entrega dos equipamentos e comemorou a chegada das chuvas na região, consolidando os investimentos que foram feitos em barragens e que tanto beneficia os agricultores ribeirinhos.
“As pessoas que estão nas margens do Rio Pajeú podem plantar milho três vezes ao ano, se quiserem, o feijão com 60 dias já dá colheita. Nossos investimentos tem esse objetivo, de ir melhorando a vida das pessoas e a água é a maior riqueza para o agricultor”, enfatizou o prefeito.
O deputado Lucas Ramos, que atualmente assumiu a Secretaria de Ciências, tecnologia e Inovação disse que, ao mesmo tempo que entrega esse compromisso anteriormente firmado, dos kits, já se compromete com outro, que é trazer para Carnaíba um Centro de Vocação Tecnológica.
“Não sou eu que vou dizer o que é melhor para o município, são os moradores de Carnaíba, faremos essa discussão a partir da vocação local, se é o fortalecimento da produção do mel, ou silos para armazenagem do milho, o importante é que o uso dessas tecnologias possa aumentar a produtividade e rentabilidade da população”, afirmou.
Após Carnaíba, o secretário também passou pelas cidades de Tuparetama e São José do Egito, onde concedeu entrevista ao jornalista Carlos Júnior e ao blogueiro Marcello Patriota na Rádio Gazeta FM.
Ele falou sobre o projeto, que está sendo executado a frente da Secretaria de Ciência, Tecnologia & Inovação com o objetivo de levar desenvolvimento para todo o Estado. Também informou que esteve reunido com o prefeito Evandro Valadares e o secretário Paulo Jucá, discutindo novas ações para o município.
“Encerramos a agenda pelo Pajeú em Ingazeira, ao lado do prefeito Luciano Torres e vereadores da base aliada. São inspiradores os elevados espíritos públicos de Luciano e Evandro, que já foram prefeitos de suas cidades tempos atrás, e voltaram a disputar e vencer eleições municipais por acreditarem que a Política deve servir para combater as injustiças sociais. Acreditamos nessa ideologia e sabemos que é unindo esforços que poderemos promover os avanços que a população precisa”, informou o secretário.
Durante dois dias, lideranças políticas de todo o País participaram, em Brasília, da Reunião Nacional do Avante. O encontro, que contou com a presença do presidente do partido em Pernambuco, Sebastião Oliveira, debateu pautas do atual cenário político brasileiro e discutiu as diretrizes que guiarão a legenda. “O fortalecimento e o crescimento do Avante em […]
Durante dois dias, lideranças políticas de todo o País participaram, em Brasília, da Reunião Nacional do Avante.
O encontro, que contou com a presença do presidente do partido em Pernambuco, Sebastião Oliveira, debateu pautas do atual cenário político brasileiro e discutiu as diretrizes que guiarão a legenda.
“O fortalecimento e o crescimento do Avante em todo o Brasil, sobretudo, em Pernambuco, é fruto de muito planejamento e trabalho. Esse encontro foi muito importante para alinharmos ideias e trocarmos experiências exitosas. O foco do nosso time sempre será trabalhar em prol de quem mais precisa e pelo desenvolvimento do País”, destacou Oliveira.
Em relação à relevância do Estado para o partido, Sebastião destacou: “Waldemar Oliveira tem desempenhado um papel de muita relevância na Câmara dos Deputados, como vice-líder do governo e presidente e membro de importantes comissões. O resultado do seu esforço tem mudado a realidade de milhares de famílias espalhadas por todas as regiões pernambucanas. O modelo de gestão dos nossos prefeitos é aprovado pelo povo e replicado. Estamos trabalhando a todo vapor na busca de reforçar a nossa representatividade nos cenários nacional e estadual. O caminho do fortalecimento e do crescimento do Avante passa obrigatoriamente por Pernambuco”, explicou o presidente do Avante Pernambuco.
Com o objetivo de estabelecer metas e prioridades de atuação na parceria entre ambas instituições, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira e o Sebrae discutiram o planejamento das ações para 2025. Dentre as demandas debatidas, mais capacitações para os beneficiários do programa zona rural sem fronteiras, que busca agregar valor aos produtos da agricultura familiar […]
Com o objetivo de estabelecer metas e prioridades de atuação na parceria entre ambas instituições, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira e o Sebrae discutiram o planejamento das ações para 2025.
Dentre as demandas debatidas, mais capacitações para os beneficiários do programa zona rural sem fronteiras, que busca agregar valor aos produtos da agricultura familiar Afogadense, inclusive com a rotulação dos produtos; desenvolvimento turístico; empreendedorismo na educação, dentre outros.
“Teremos um ano muito produtivo, com muitas ações planejadas para esse ano, isso só no âmbito da parceria com o Sebrae. Isso sem contar as outras parcerias que temos, com Senac, Senai, Sesi,” avaliou o Secretário de Administração e Desenvolvimento Econômico de Afogados, Ney Quidute.
A reunião contou com a participação dos gestores do Sebrae, Élvio Arruda (educação empreendedora), Amanda Barbosa (indústria e inovação), Paloma Moreira (turismo e economia criativa), Mariany Cruz (agro) e Glícia Rafaela (agro). Pela Prefeitura, além de Ney, também participou a agente de desenvolvimento, Gisele Viana.
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