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Dois homens presos pela PM por furto de animais em Afogados

Por Nill Júnior

Veículo usado na ação foi incinerado 

Dois homens foram presos em Afogados da Ingazeira após o furto de animais em uma comunidade rural de Afogados da Ingazeira.

De acordo com informações preliminares repassadas pela PM ao blog, os animais foram furtados na comunidade de Vaca Morta e levados em um caminhão Mercedes.

Policiais tomaram conhecimento do furto, localizaram o veículo e prenderam os dois homens. Eles foram presos em flagrante por policiais do 23o BPM por furto e levados à Delegacia de Polícia de Afogados da Ingazeira.

O caminhão foi incendiado cerca de três horas depois do crime por populares que teriam se revoltado com o episódio. Alguns postaram vídeos nas redes sociais. O veículo, que também pode ser objeto de furto ou roubo, foi incinerado.

Bombeiros estiveram no local e apagaram as chamas.  O veículo teve perda total. As informações foram confirmadas ao programa Manhã Total,  da Rádio Pajeú. Os criminosos foram ouvidos pelo Delegado Lucas Carvalho   titular de Afogados da Ingazeira.

Outras Notícias

Em Brejinho, Gilson Bento recebe parecer favorável do TCE-PE sobre as contas do primeiro mandato

O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, recebeu pareceres favoráveis do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) sobre as prestações de contas dos quatro anos de seu primeiro mandato, entre 2021 e 2024. A análise mais recente foi concluída na quinta-feira (29), com recomendação de aprovação das contas de 2024, com ressalvas. A decisão […]

O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, recebeu pareceres favoráveis do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) sobre as prestações de contas dos quatro anos de seu primeiro mandato, entre 2021 e 2024. A análise mais recente foi concluída na quinta-feira (29), com recomendação de aprovação das contas de 2024, com ressalvas.

A decisão foi tomada por unanimidade pela Segunda Câmara do TCE-PE, durante a apreciação do processo nº 25100689-0, referente ao último exercício financeiro do primeiro mandato do prefeito.

Com o resultado, Gilson Bento passa a contabilizar pareceres favoráveis à aprovação das contas referentes a 2021, 2022, 2023 e 2024.

Ao comentar a decisão, o prefeito afirmou que o resultado está relacionado à política de controle das despesas e ao cumprimento das normas fiscais adotadas pela administração municipal.

“Recebo esse resultado com tranquilidade, pois temos trabalhado para manter o equilíbrio fiscal do município e aplicar todos os parâmetros preconizados pela Lei de Responsabilidade Fiscal”, declarou.

A Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece normas para a gestão dos recursos públicos, incluindo limites de despesas, transparência e controle das contas governamentais.

Embora os quatro exercícios tenham recebido pareceres favoráveis do TCE-PE, o julgamento definitivo das contas anuais do prefeito cabe à Câmara Municipal de Brejinho. As manifestações do Tribunal têm caráter de recomendação e são encaminhadas ao Legislativo para apreciação.

Foto: Reprodução

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Sertanejos bolsonaristas no Nordeste: o debate é muito mais profundo

No comentário das 12h desta terça-feira (3), faço uma analise da recente polêmica envolvendo a contratação de artistas sertanejos e alinhados ao bolsonarismo pelas prefeituras do Nordeste (como Recife e Fortaleza) para as festas de fim de ano. Sertanejos bolsonaristas no Nordeste: o debate é muito mais profundo do que a mera opção eleitoral e […]

No comentário das 12h desta terça-feira (3), faço uma analise da recente polêmica envolvendo a contratação de artistas sertanejos e alinhados ao bolsonarismo pelas prefeituras do Nordeste (como Recife e Fortaleza) para as festas de fim de ano.

Sertanejos bolsonaristas no Nordeste: o debate é muito mais profundo do que a mera opção eleitoral e as críticas à região.

Para além da revolta popular pelas críticas feitas por alguns desses artistas aos votos dos nordestinos, a questão central envolve uma grande indústria e a destinação de recursos públicos:

É preciso inverter essa lógica: eventos de grande porte devem buscar parcerias com a iniciativa privada.

Além disso, defendo uma legislação (como na Assembleia Legislativa) que garanta ao menos 60% de espaço e valorização para os artistas locais e regionais, além de limites fiscais técnicos para o gasto municipal com eventos.

No fim das contas, a sociedade precisa se impor e cobrar seriedade dos gestores contra a política do “pão e circo”.

Acompanhe o comentário completo clicando no link abaixo.

Sem citar Kassio, Gilmar Mendes critica condução do TSE nas eleições de 2026

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou a condução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as eleições presidenciais de 2026. Sem mencionar diretamente o presidente da Corte Eleitoral, Kassio Nunes Marques, o magistrado questionou a postura de quem esteve à frente do tribunal e afirmou que a atuação conjunta dos ministros foi […]

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou a condução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as eleições presidenciais de 2026. Sem mencionar diretamente o presidente da Corte Eleitoral, Kassio Nunes Marques, o magistrado questionou a postura de quem esteve à frente do tribunal e afirmou que a atuação conjunta dos ministros foi decisiva para assegurar o cumprimento das regras eleitorais.

As declarações foram publicadas na rede social X, nessa segunda-feira (2), pouco mais de uma semana após o segundo turno presidencial, disputado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Na publicação, Gilmar defendeu que dirigentes da Justiça Eleitoral devem agir com imparcialidade, mantendo a postura de um “árbitro equidistante” diante dos candidatos.

O ministro também alertou que “silêncios e hesitações não são neutros” na direção de instituições responsáveis pela organização das eleições. Segundo ele, a falta de respostas em momentos decisivos pode provocar decisões contraditórias, exigir a intervenção de outras instâncias judiciais e alimentar questionamentos contra o sistema eleitoral.

Gilmar atribuiu ao conjunto dos ministros do TSE a garantia de que a disputa presidencial transcorresse dentro das regras democráticas. Ressaltou, porém, que a segurança institucional não deveria depender exclusivamente da atuação coletiva para compensar dificuldades na condução do tribunal.

Críticas após o segundo turno

A manifestação ocorre após uma eleição marcada por questionamentos das campanhas sobre decisões da Justiça Eleitoral.

O principal episódio ocorreu em 25 de outubro, dia do segundo turno, quando as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro solicitaram a ampliação do horário de votação diante de relatos de dificuldades no transporte de eleitores.

Os pedidos não foram apreciados por Kassio Nunes Marques a tempo. Diante da situação, a questão chegou ao STF, onde o ministro Cristiano Zanin determinou a prorrogação da votação por duas horas, até as 19h.

A decisão foi tomada próximo ao encerramento do horário regular e comunicada quando diversas seções eleitorais já haviam concluído os trabalhos, o que provocou dificuldades para sua aplicação.

Posteriormente, Flávio Bolsonaro utilizou o episódio para questionar sua derrota em uma carta divulgada após deixar o Brasil.

As acusações de fraude apresentadas contra o resultado das eleições presidenciais de 2026 não foram acompanhadas de qualquer prova. O Tribunal Superior Eleitoral confirmou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva e afastou a possibilidade de irregularidades capazes de alterar o resultado.

Segundo dados divulgados pela Justiça Eleitoral, cerca de 34 mil votos foram registrados depois das 17h, enquanto a diferença entre Lula e Flávio Bolsonaro superou 4,4 milhões de votos.

Embora não tenha citado Kassio Nunes Marques ou André Mendonça, vice-presidente do TSE, Gilmar Mendes direcionou suas observações à responsabilidade de quem comanda o processo eleitoral, defendendo decisões tempestivas e uma atuação institucional capaz de preservar a confiança nas eleições.

Fonte: Diario de Pernambuco/Estadão Conteúdo
Foto: Victor Piemonte/STF

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Defesa de Flávio Bolsonaro recorre contra apreensão de passaportes e pede afastamento de Moraes

A defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar reverter a decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou a apreensão de seus passaportes e proibiu sua saída do Brasil. Os advogados também pedem o afastamento de Moraes da investigação e a transferência do caso para o ministro André […]

A defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar reverter a decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou a apreensão de seus passaportes e proibiu sua saída do Brasil. Os advogados também pedem o afastamento de Moraes da investigação e a transferência do caso para o ministro André Mendonça.

Os recursos foram apresentados após Flávio deixar o Brasil com a família, na terça-feira (27), apesar das restrições judiciais impostas dois dias antes. O senador seguiu para os Estados Unidos após passar pela Argentina, chegando ao destino na quarta-feira (28).

A determinação de Moraes atendeu a um pedido da Polícia Federal, que investiga suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o parlamentar e o advogado Willer Tomaz, amigo pessoal de Flávio.

Além da retenção dos documentos, o ministro proibiu o senador de deixar o território nacional e de manter contato com o advogado, também investigado.

Os advogados de Flávio contestam os elementos apresentados pela Polícia Federal para justificar as medidas cautelares. Segundo a defesa, a relação de amizade entre o senador e Willer Tomaz não comprova participação em operações financeiras irregulares.

Um dos pontos questionados envolve a suspeita de que Flávio teria acesso a uma conta bancária vinculada a uma empresa de Tomaz.

A defesa afirma que um documento do Banco Santander afastaria a existência de vínculo financeiro entre os dois. Os advogados também sustentam que o risco de saída do país foi apontado sem fundamentos suficientes para justificar as restrições.

A investigação envolve suspeitas de movimentações financeiras relacionadas a plataformas de apostas e empresas associadas ao advogado. Flávio e Tomaz negam envolvimento em atividades ilícitas.

Os representantes do senador também afirmam que ele está disposto a colaborar com as investigações e prestar esclarecimentos sempre que solicitado.

Em outra frente, a defesa solicita que Alexandre de Moraes seja declarado impedido ou suspeito para conduzir o inquérito.

Os advogados alegam a existência de possíveis conflitos de interesses relacionados a uma aeronave utilizada pelo ministro e por sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes.

Segundo a argumentação apresentada ao STF, uma empresa investigada possui ligação societária com outra responsável por um jato utilizado pelo magistrado e sua mulher.

A defesa sustenta que essas relações levantam questionamentos sobre a imparcialidade de Moraes. As alegações ainda dependem de análise judicial e não representam uma constatação de irregularidade praticada pelo ministro.

Os advogados também solicitam que o caso seja encaminhado a André Mendonça, responsável por investigações relacionadas a Willer Tomaz no âmbito da operação que apura fraudes em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Para a defesa, a existência de elementos comuns entre os procedimentos justificaria a transferência da relatoria.

As medidas contra Flávio Bolsonaro foram determinadas em 25 de outubro, após a Polícia Federal apontar risco de saída do parlamentar do país.

Os passaportes brasileiros comum e diplomático foram cancelados, e a corporação inseriu um alerta migratório nos sistemas de controle de fronteiras.

Segundo a Polícia Federal, Flávio foi intimado a entregar eventuais passaportes de outras nacionalidades, mas não cumpriu a determinação no prazo estabelecido.

A instituição informou ainda que não encontrou registros oficiais de saída do senador pelos postos brasileiros de controle migratório e abriu uma investigação para apurar as circunstâncias do descumprimento das ordens judiciais.

A própria Polícia Federal esclareceu que as restrições relacionadas aos documentos de viagem não caracterizam, por si só, a condição jurídica de foragido nem autorizam automaticamente uma prisão.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução

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César Amaral homenageia parceira de vida. Enterro de Girlânia Cachoeira será hoje em Sertânia

O sepultamento de Girlânia Cachoeira, esposa do cantor e compositor sertaniense César Amaral, será realizado nesta terça-feira (3), em Sertânia, no Sertão de Pernambuco. O corpo será velado a partir das 10 horas na Capela da Casa do Ancião. O sepultamento será às 16 horas no cemitério de Sertânia. Girlânia completaria 53 anos na quarta-feira […]

O sepultamento de Girlânia Cachoeira, esposa do cantor e compositor sertaniense César Amaral, será realizado nesta terça-feira (3), em Sertânia, no Sertão de Pernambuco. O corpo será velado a partir das 10 horas na Capela da Casa do Ancião.

O sepultamento será às 16 horas no cemitério de Sertânia.

Girlânia completaria 53 anos na quarta-feira (4). Ela estava internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em estado grave, e sua morte foi confirmada na tarde desta segunda-feira (2).

A notícia da morte causou tristeza entre os sertanienses, que acompanham com carinho a trajetória de César Amaral e mantêm uma relação de afeto com o casal.

Toró de saudade

No comunicado, César Amaral usou para homenagear sua companheira de vida com “Toró de Saudade”, composição de sua autoria.