Dinca assume segundo voto em Bolsonaro. “Menti quando disse que votei em Haddad”
Por Nill Júnior
O ex-prefeito de Tabira, Dinca Brandino, assumiu que votará pela reeleição de Jair Bolsonaro.
A declaração foi dada em uma de suas lives. Dinca costuma usar o canal para ridicularizar adversários e falar no lugar da esposa Nicinha, que não costuma se pronunciar sobre tema algum, raramente fazendo declarações públicas.
Na live de ontem, Dinca Brandino não só assumiu seu voto pela reeleição do presidente Jair Bolsonaro como disse ter votado no político em 2018. À época ele anunciou votos em Fernando Haddad.
Mas ontem, assumiu que mentiu e que votou no atual presidente.
“Queria pedir desculpa ao povo de Tabira porque a coisa mais feia do mundo é você mentir. Na eleição passada eu fiquei sem condições de dizer que ia botar em Bolsonaro. Eu disse que tava votando em Haddad, mas eu peço minhas desculpas porque eu não votei nele. Eu votei em Bolsonaro “.
Em reunião ontem à noite na casa de Jair Almeida, o PT de Afogados da Ingazeira definiu o nome de Emídio Vasconcelos como pré-candidato para as eleições municipais. Candidato em 2012, Jair Almeida retirou seu nome da majoritária e será pré-candidato a vereador. “O PT não vai sair sozinho dessa vez, vamos indicar um nome […]
Em reunião ontem à noite na casa de Jair Almeida, o PT de Afogados da Ingazeira definiu o nome de Emídio Vasconcelos como pré-candidato para as eleições municipais.
Candidato em 2012, Jair Almeida retirou seu nome da majoritária e será pré-candidato a vereador.
“O PT não vai sair sozinho dessa vez, vamos indicar um nome do nosso partido para ser avaliado pelo grupo de oposição, queremos somar”, disse Jair Almeida. A informação é do blog Juliana Lima.
Por Cláudio Soares* A recente decisão do Supremo Tribunal Federal, permitindo que prefeitos, governadores e o presidente da República nomeiem parentes para cargos de natureza política – como secretários, ministros e assessores diretos –, representa um grave retrocesso ético e institucional. Embora a Corte tenha considerado que tais funções não se enquadram na proibição de […]
A recente decisão do Supremo Tribunal Federal, permitindo que prefeitos, governadores e o presidente da República nomeiem parentes para cargos de natureza política – como secretários, ministros e assessores diretos –, representa um grave retrocesso ético e institucional.
Embora a Corte tenha considerado que tais funções não se enquadram na proibição de nepotismo, o efeito prático é o enfraquecimento de um dos princípios mais básicos da administração pública, a impessoalidade.
A justificativa jurídica é conhecida. Cargos de natureza política pressupõem confiança pessoal e afinidade com o chefe do Executivo. No entanto, essa distinção técnica não apaga a percepção social de privilégio e favorecimento familiar. Ao autorizar a nomeação de parentes sob o manto da “confiança política”, o Supremo acaba por institucionalizar uma prática que a sociedade há muito condena, o uso do poder público para beneficiar laços de sangue.
O Brasil tem uma história marcada pelo patrimonialismo – a confusão entre o que pertence ao Estado e o que pertence à família do governante. A decisão do STF, ao abrir espaço para a repetição desse vício, sinaliza tolerância com um comportamento que mina a credibilidade da gestão pública e desestimula o mérito.
Imagine a cena. Uma reunião de governo em que o prefeito preside a mesa. À direita, a filha-secretária defende seu projeto com firmeza – “pai, é melhor fazer assim!”. À esquerda, a esposa-secretária discorda – “amor, acho que isso não vai dar certo!”. E, do outro lado, o filho, secretário de Saúde, retruca: “não, mãe, quem decide sou eu!”. A caricatura ilustra o risco de transformar o poder público em um verdadeiro “negócio de família”.
A aberração, que poderia ser apenas caricatural, torna-se plausível, em uma reunião de gabinete, o prefeito, cercado pela filha secretária, pela esposa assessora e pelo filho secretário de Saúde, toma decisões que afetam toda a população. Nesse ambiente, o debate técnico se dilui, e o interesse público se mistura à dinâmica familiar – o que jamais deveria ocorrer em um Estado republicano.
O país precisa avançar na consolidação de instituições que se sustentem pela transparência e pela competência, não pelo sobrenome de quem ocupa o cargo. Ao relativizar o nepotismo, o STF não apenas fragiliza a ética pública, mas também contribui para a desconfiança que corrói as relações entre governo e sociedade.
Mais do que lei, a administração pública exige moralidade. E é precisamente esse valor que a mais alta corte do país deveria proteger, não flexibilizar e instituir um retrocesso disfarçado de legalidade.
A posse dos vereadores de Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife, foi marcada por confusão. O candidato Romero Sales (PTB) havia sido o mais votado para prefeito, mas teve o registro indeferido por já ter uma condenação por improbidade administrativa. Quem assume o cargo interinamente é o presidente da Câmara dos Vereadores, até que ocorra […]
A posse dos vereadores de Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife, foi marcada por confusão.
O candidato Romero Sales (PTB) havia sido o mais votado para prefeito, mas teve o registro indeferido por já ter uma condenação por improbidade administrativa.
Quem assume o cargo interinamente é o presidente da Câmara dos Vereadores, até que ocorra nova eleição. Durante a sessão de posse dos novos vereadores, o prédio da Câmara ficou repleto de pessoas gritando palavras de ordem.
Com o anúncio da vitória de Ricardo José de Souza (PTC) na disputa pela presidência da Casa (e, consequentemente, pelo cargo provisório de prefeito), cadeiras de plástico foram arremessadas em direção aos vereadores. Houve correria e gritaria, as agentes de segurança usaram spray de pimenta para dispersar a confusão.
Ascom O Brasil e o mundo se adaptam ao novo normal do turismo, visto que a pandemia do novo coronavírus ainda persiste e depende da chegada de uma vacina testada e aprovada para, finalmente, ser eliminada e tudo voltar ao normal. Com Arcoverde não é diferente. A cidade, conhecida como Portal do Sertão de Pernambuco […]
O Brasil e o mundo se adaptam ao novo normal do turismo, visto que a pandemia do novo coronavírus ainda persiste e depende da chegada de uma vacina testada e aprovada para, finalmente, ser eliminada e tudo voltar ao normal.
Com Arcoverde não é diferente. A cidade, conhecida como Portal do Sertão de Pernambuco e Terra do Cardeal e que também se orgulha de ser reconhecida como Terra do Samba de Coco e da Folia dos Bois e Capital do São João, já dá mostras de que as atividades turísticas começam a retornar a uma situação de normalidade, a princípio de forma ainda tímida e adotando todos os cuidados e orientações dos protocolos oficiais de combate e convivência com a pandemia.
Os equipamentos turísticos do município, como a rede hoteleira e extra-hoteleira, de gastronomia (bares, restaurantes, lanchonetes e similares), além da infraestrutura de apoio ao turismo existente no município, retornaram às suas atividades, ainda com limitações impostas pelo protocolo, e alguns, inclusive, já aderiram ao “Selo Turismo Seguro”, programa do Ministério do turismo lançado recentemente pelo Governo do Estado através da Secretaria de Turismo e Lazer e Empetur, que objetiva a adoção, pelos equipamentos, de protocolos rígidos que permitam à retomada da atividade turística nos municípios de Pernambuco e do Brasil.
Diante, pois, desse “novo normal”, Arcoverde mostra seus belos atrativos culturais e naturais, além de sua estruturada e organizada rede hoteleira e gastronômica, e se prepara para o retorno dos seus turistas, excursionistas e visitantes, ávidos por voltarem a interagir com nosso forte e próspero turismo religioso, cultural, histórico, social, gastronômico, ecológico, de aventura, de negócios e de lazer, dentre outros segmentos importantes. Eventos ainda não, todavia, muito em breve, com a vacina, ele também volta com carga total.
Em giro por seis municípios da Mata Sul e da Região Metropolitana atingidos pelas cheias, o senador Armando Monteiro (PTB-PE) se prontificou em colaborar com as gestões municipais para destravar ações emergenciais e obras estruturadoras que ajudem na reconstrução das cidades e prestem atendimentos à população. Horas após participar da reunião convocada pelo governo do […]
Em giro por seis municípios da Mata Sul e da Região Metropolitana atingidos pelas cheias, o senador Armando Monteiro (PTB-PE) se prontificou em colaborar com as gestões municipais para destravar ações emergenciais e obras estruturadoras que ajudem na reconstrução das cidades e prestem atendimentos à população.
Horas após participar da reunião convocada pelo governo do Estado, no Palácio do Campo das Princesas, no Recife, o líder petebista percorreu as cidades de Ipojuca, Rio Formoso, Barreiros, Palmares, Joaquim Nabuco e Maraial, levando sua solidariedade ao povo e gestores públicos. Os deputados estaduais José Humberto Cavalcanti (PTB) e Silvio Costa Filho (PRB) acompanharam as visitas.
Armando iniciou o périplo por Ipojuca. Ao lado da prefeita Célia Sales (PTB), Armando visitou o ginásio da escola Santo Cristo, que se transformou em um abrigo provisório para 15 famílias, e uma passagem molhada afetada pela cheia. Em Rio Formoso, o senador conheceu o posto de comando do município, centro que recebe e distribui donativos e faz o planejamento das ações para o restabelecimento da cidade.
Em Barreiros, Armando levou a solidariedade aos funcionários da Prefeitura que realizam ações emergenciais e de prestação de serviços à população. Em Palmares, com o prefeito Altair Júnior (PMDB), visitou gabinete de crise e foi ao Centro da cidade ver os estragos causados pelas chuvas.
Durante as visitas, o senador lembrou que as bancadas federais de Pernambuco se somaram ao governo do Estado para liberar junto ao Ministério da Integração Nacional mais de R$ 20 milhões em recursos emergenciais, destinados para a compra de alimentos, materiais de higiene e limpeza, medicamentos, entre outros donativos.
Além disso, deputados e senadores repactuaram com a pasta os investimentos necessários para retomar obras de quatro barragens no Estado, que atualmente estão paralisadas. Em paralelo, o petebista afirmou que os parlamentares apoiaram uma ação, proposta por Armando, de liberar os saques do FGTS para atender as vítimas das cheias.
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