Dilma Rousseff: “Meu maior erro foi ter feito aliança com quem não devia”


Dilma Rousseff faz críticas em entrevista a Mariana Godoy na Rede TV à parte da imprensa que, segundo ela, criou uma convicção de que ela deveria ser afastada para se fazer “reformas necessárias”. A presidente afastada enfatizou que é favorável às reformas, mas não a toda e qualquer: “Não sou a favor de reformas que penalizarão profundamente a população mais pobre do Brasil”.
Sobre ter deixado o país “quebrado”, Dilma Rousseff se explica: “Uma coisa é o orçamento, outra coisa é o dinheiro do Brasil. O Brasil tem caixa”, garante. Ao responder uma internauta, Dilma enfatiza: “A corrupção é feita de forma oculta. É próprio da corrupção não querer ser achada. Por isso que a gente não sabia nada da corrupção. Por isso que as pessoas passaram anos e anos para descobrir alguma coisa, e não foi só no período recente, mas para descobrir tem que querer descobrir.
Tem que criar as leias que propiciam a descoberta, tem que ter as instituições que fazem a descoberta”. A outro internauta, ela responde: “meu maior erro foi ter feito uma aliança com quem eu não devia”. Para finalizar, a presidente aconselha: “e fundamental que todos nós acreditemos na Justiça”.






Menções ao senador Sergio Moro (Podemos-PR), ao deputado Fausto Pinato (PP-SP) e ao ex-ministro Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência) levaram a Polícia Federal a remeter ao Supremo Tribunal Federal a investigação das fraudes contra aposentados no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).




Pesquisa qualitativa realizada pelo Datafolha mostra que Simone Tebet (MDB) foi a presidenciável com o melhor desempenho no debate na Band, enquanto Jair Bolsonaro (PL) teve a pior avaliação entre eleitores indecisos ou que pretendem votar em branco.












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