Prefeitos das regiões do Pajeú e Moxotó estarão hoje na inauguração do Centro Acadêmico do Sertão, em Sertânia.
Essa manhã, a Universidade Federal de Pernambuco inicia o semestre 2025.2, dando o passo para o processo de interiorização da educação pública superior, com o início das atividades do Centro.
O reitor Alfredo Gomes, o vice-reitor Moacyr Araújo e a equipe da gestão já estão em Sertânia, para a recepção aos novos estudantes, docentes e técnicos administrativos. A abertura das atividades acadêmicas do CAS acontecem às 15h, com a participação da prefeita do município, Pollyana Abreu, de seu secretariado, e de prefeitos de toda a região.
Inicialmente, o CAS vai funcionar em prédio cedido pela prefeitura municipal (Avenida Agamenon Magalhães, 619, Centro), até que seja concluída a construção do novo campus, com recursos do Novo PAC – Programa de Aceleração do Crescimento.
Neste semestre, têm início os cursos de Engenharia de Energias Renováveis, Engenharia de Recursos Hídricos e do Meio Ambiente, Administração Pública e licenciatura em História. A partir de 2026.2, começarão os cursos de Medicina e Medicina Veterinária.
“É uma grande alegria para a UFPE a instalação do seu novo campus do Sertão, em Sertânia. Estamos muito felizes em receber os novos estudantes, os novos docentes e técnicos administrativos. É a realização de um grande esforço conjunto”, diz o reitor. Para ele, os desafios continuam, diante das restrições orçamentárias, com o objetivo de oferecer um semestre letivo com muita qualidade, que é o dever da Universidade.
Em entrevista à Rede Pernambuco de Rádios, a prefeita eleita de Sertânia, Pollyanna Abreu, afirmou ao jornalista Alberes Xavier que o processo de transição administrativa no município não tem sido conduzido de forma fluida. Segundo Polyanna, sua equipe de transição enfrenta obstáculos para obter informações da gestão atual, liderada pelo prefeito Ângelo Ferreira, que está […]
Em entrevista à Rede Pernambuco de Rádios, a prefeita eleita de Sertânia, Pollyanna Abreu, afirmou ao jornalista Alberes Xavier que o processo de transição administrativa no município não tem sido conduzido de forma fluida.
Segundo Polyanna, sua equipe de transição enfrenta obstáculos para obter informações da gestão atual, liderada pelo prefeito Ângelo Ferreira, que está encerrando seu segundo mandato consecutivo de oito anos à frente da cidade.
Polyanna mencionou que esperava uma transição mais organizada e cooperativa, enfatizando a importância de um processo tranquilo para garantir a continuidade dos serviços públicos e o bem-estar dos cidadãos. “A gente só gostaria que ele fizesse uma transição mais tranquila, mas estamos enfrentando dificuldades. Sertânia é um município de todos”, pontuou Polyanna, expressando a expectativa de uma maior colaboração entre as equipes.
Polyanna viajou para Portugal, onde passará alguns dias de descanso antes de retornar a Sertânia no dia 21 de novembro. De volta ao município, ela se dedicará à etapa final da transição, bem como à formação do seu secretariado, com o objetivo de iniciar seu mandato em 1º de janeiro de 2025.
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, comentou a decisão do presidente da Câmara, Vicentinho Zuza, e de outros seis vereadores da base governista de apoiar Mendonça Filho (PL) na disputa pelo Senado. Sandrinho afirmou que não foi pego de surpresa pela decisão e explicou que Vicentinho havia conversado previamente com ele e comunicado […]
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, comentou a decisão do presidente da Câmara, Vicentinho Zuza, e de outros seis vereadores da base governista de apoiar Mendonça Filho (PL) na disputa pelo Senado.
Sandrinho afirmou que não foi pego de surpresa pela decisão e explicou que Vicentinho havia conversado previamente com ele e comunicado que não pretendia apoiar Humberto Costa. Segundo o prefeito, não houve uma negociação para definir o voto, mas apenas uma comunicação sobre a decisão que seria tomada.
Sandrinho disse que respeitou a escolha e que seguirá apoiando Humberto Costa, destacando sua trajetória e a linha política que acredita. Para o prefeito, a divergência de votos para o Senado não significa uma ruptura dentro da base.
“O que não quer dizer, de forma e maneira nenhuma, que houve um rompimento do grupo com Sandrinho. A gente está apoiando pessoas diferentes, mas a gente continua unido”, afirmou.
O prefeito também destacou que mantém 11 vereadores e vereadoras na base aliada e ressaltou a atuação conjunta no desenvolvimento de Afogados da Ingazeira. Segundo Sandrinho, mesmo quando há questionamentos aos projetos enviados à Câmara, eles acontecem com o objetivo de aperfeiçoar as propostas, e não de impedir sua aprovação.
Sandrinho ainda afirmou que recentemente reuniu os vereadores da base para discutir não apenas o cenário político, mas também projetos e ações para o município. Ele defendeu que as divergências políticas não devem impedir o trabalho conjunto e deixou para a população a avaliação nas urnas.
Segundo o blog do Pereira, o grupo de terceira via em Santa Terezinha, confirmou na última sexta-feira (31.01), o seu candidato a majoritária nas eleições deste ano. Acledson de Souza (Kêtu) encabeçará a chapa e se torna uma opção a mais para o eleitorado Santa Terezinhense. Existe uma expectativa que o grupo se filie ao […]
Segundo o blog do Pereira, o grupo de terceira via em Santa Terezinha, confirmou na última sexta-feira (31.01), o seu candidato a majoritária nas eleições deste ano.
Acledson de Souza (Kêtu) encabeçará a chapa e se torna uma opção a mais para o eleitorado Santa Terezinhense.
Existe uma expectativa que o grupo se filie ao Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), de número eleitoral 28, porém o blog do Pereira foi informado que o grupo ainda analisa a qual partido se filiará, e que têm até os últimos dias de prazo para decidir.
Estadão Conteúdo Após a mais famosa estátua do Rio de Janeiro simbolizar a decolagem e depois a derrocada do Brasil, agora é a vez de o Cristo Redentor pedir socorro na capa da nova edição da revista The Economist. A publicação britânica traz a imagem do Cristo segurando um cartaz com a inscrição “SOS”. Em […]
Após a mais famosa estátua do Rio de Janeiro simbolizar a decolagem e depois a derrocada do Brasil, agora é a vez de o Cristo Redentor pedir socorro na capa da nova edição da revista The Economist. A publicação britânica traz a imagem do Cristo segurando um cartaz com a inscrição “SOS”. Em editorial, a revista diz que a presidente Dilma Rousseff tem responsabilidade sobre o fracasso econômico, mas que os que trabalham para tirá-la do cargo “são, em muitos aspectos, piores” e cita Eduardo Cunha como exemplo. “No curto prazo, o impeachment não vai resolver isso”. Por isso, a revista defende novas eleições gerais.
O editorial diz que “Dilma Rousseff levou o País para baixo, mas toda a classe política também”. “O fracasso não foi feito apenas pela senhora Rousseff. Toda a classe política tem levado o País para baixo através de uma combinação de negligência e corrupção. Os líderes do Brasil não ganharão o respeito de volta de seus cidadãos ou superarão os problemas econômicos a não ser que haja uma limpeza completa”.
A revista diz que Dilma tem responsabilidade sobre a situação porque houve incompetência do atual governo na condução da economia, o Partido dos Trabalhadores se envolveu no esquema de corrupção da Petrobras e a presidente tentou proteger p ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva das investigações. As acusações contra a presidente, porém, são relativizadas quando comparadas com as existentes contra os nomes que lideram o processo de impeachment.
“O que é alarmante é que aqueles que estão trabalhando para o seu afastamento são, em muitos aspectos, piores”, cita o editorial que lembra que o vice-presidente Michel Temer é filiado ao PMDB. “O PMDB também está perdidamente comprometido. Um dos seus líderes é o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que presidiu o espetáculo do impeachment de seis horas no domingo. Ele é acusado pelo Tribunal Superior Federal de aceitar suborno da Petrobras”, diz a revista.
Para a Economist, “não há maneiras rápidas” de resolver a situação. As raízes dos problemas políticos viriam, segundo a revista, da economia baseada no trabalho escravo do século XIX, a ditadura do século XX e o sistema eleitoral em vigor. “No curto prazo, impeachment não vai consertar isso”, diz a revista.
O editorial diz que a acusação da manipulação contábil de Dilma parece “tão pequena que apenas um punhado de deputados se preocupou em mencionar isso em seus dez segundos” na votação. A revista avalia que, se Dilma for deposta por uma razão técnica, “o senhor Temer vai lutar para ser visto como um presidente legítimo pela grande maioria dos brasileiros que ainda apoiam a senhora Rousseff”.
Por isso, a revista defende que uma maneira de contornar a situação seria a realização de novas eleições que elegeriam um presidente com apoio popular para executar reformas. “Os eleitores também merecem uma chance de se livrar de todo o Congresso infestado de corrupção. Apenas novos líderes e novos legisladores podem realizar as reformas fundamentais que o Brasil necessita”, diz a revista.
A revista reconhece, porém, que o caminho para novas eleições não é fácil no Congresso. “Assim, há uma boa chance de que o Brasil ser condenado à confusão sob a atual geração de políticos desacreditados. Os eleitores não devem se esquecer deste momento Porque, no fim, eles terão a chance de ir às urnas – e devem usá-la para votar em algo melhor”.
do JC Online No formato de arrastão (aquele em que os candidatos passam num ritmo rápido pelas ruas), a chapa majoritária da Frente Popular, encabeçada pelo candidato Paulo Câmara, encerrou a sua campanha. A caminhada com ritmo acelerado teve início na Praça Maciel Pinheiro e se encerrou na Praça da Independência. O trajeto foi feito […]
No formato de arrastão (aquele em que os candidatos passam num ritmo rápido pelas ruas), a chapa majoritária da Frente Popular, encabeçada pelo candidato Paulo Câmara, encerrou a sua campanha. A caminhada com ritmo acelerado teve início na Praça Maciel Pinheiro e se encerrou na Praça da Independência. O trajeto foi feito em pouco mais de meia hora. O foco foi nos discursos realizados no palanque montado no ponto final. A participação da militância – a maioria paga – foi intensa.
O evento de Paulo Câmara, Raul Henry (PMDB/candidato a vice) e Fernando Bezerra Coelho (PSB/candidato ao Senado) teve a participação da família Campos. O responsável pelo discurso foi Pedro. Com o discurso marcado pela emoção, o jovem falou da importância de eleger a chapa estadual e lembrou da eleição nacional, representada pela candidata Marina Silva.
“É uma alegria e responsabilidade falar aqui porque sei que quem queria estar aqui era o meu pai. Esse ano foi sofrido porque eu perdi meu pai e essa frente perdeu um líder. Mas ele deixou a casa arrumada”, disse Pedro, referindo-se à escolha por Paulo para suceder o ex-governador. Renata, Maria Eduardo e João Campos não discursaram.
As falas do prefeito Geraldo Julio, de Raul Henry e Fernando Bezerra Coelho também exploraram a lembrança do ex-governador Eduardo Campos. Fernando fez um dos pronunciamentos mais calorosos. “Eu já sabia que Pernambuco ia votar reconhecendo o trabalho de Eduardo”, afirmou.
Paulo Câmara, por sua vez, agradeceu o trabalho da militância e pediu que a tropa continue nas ruas nos próximos dias defendendo a candidatura socialista. O governador João Lyra Neto e secretários estaduais e municipais também participaram do último ato da campanha.
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