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Deputado Zeca reúne-se com Armando e Jovair Arantes

Por André Luis

Tendo em pauta a conjuntura nacional e a eleição da mesa diretora da Câmara dos Deputados na volta do período legislativo em Brasília, agora em fevereiro, o deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB-PE) esteve reunido nesta sexta-feira (20) com o senador Armando Monteiro (PTB) e o deputado federal e candidato a presidência da Câmara Federal, Jovair Arantes (PTB-GO).

Para Zeca Cavalcanti, Jovair reúne as condições necessárias para assumir o comando da Câmara Federal, além de ser um nome forte na bancada trabalhista. O encontro aconteceu no escritório político do Senador Armando Monteiro e teve a presença de outros parlamentares trabalhistas de Pernambuco e de outros estados.

Jovair pretendia promover um almoço com toda a bancada federal de Pernambuco para apresentar suas propostas como futuro presidente da Câmara, mas devido a morte do ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavasvki, em acidente de avião, a agenda foi cancelada.

Em sua rede social, o deputado federal Zeca Cavalcanti lamentou a morte do ministro Teori dizendo que o País perdeu de um dos homens mais sérios, competentes e fiel à lei e a justiça, o ministro Teori Zavascki. “Teori fez de sua história um exemplo de ética, honradez e competência e agora deixa um legado para o País que norteará os que fazem da seriedade e da justiça suas bandeiras de lutas” disse Cavalcanti.

A votação para os 11 cargos que compõe a Mesa Diretora que comandará a Câmara dos Deputados no biênio 2017/2019 acontece no dia 2 de fevereiro, quando serão eleitos: presidente, vice-presidente, quatro secretários e quatro suplentes. Para ser eleito, o candidato precisa de maioria absoluta em primeira votação ou ser o mais votado no segundo turno. A votação é secreta e realizada em urna eletrônica.

Outras Notícias

Nem na era das multiplataformas, o rádio perde seu encanto

Costumo pedir para que os que assistem no YouTube o programa Manhã Total, que apresento a duas décadas e meia na Rádio Pajeú, mandarem registros do que assistem. Segundo levantamento da Kantar Ibope Mídia, o rádio tradicional (aparelho de mesa, de pilha ou do carro) lidera com folga o consumo de rádio. Mais de 70% […]

Costumo pedir para que os que assistem no YouTube o programa Manhã Total, que apresento a duas décadas e meia na Rádio Pajeú, mandarem registros do que assistem.

Segundo levantamento da Kantar Ibope Mídia, o rádio tradicional (aparelho de mesa, de pilha ou do carro) lidera com folga o consumo de rádio. Mais de 70% dos ouvintes declaram que escutam rádio dentro de casa.

Mas é inegável o crescimento do digital: Plataformas complementares vêm ganhando espaço, com destaque para o YouTube (respondendo por cerca de 33% do consumo de conteúdos de rádio no ambiente digital) e serviços de streaming de áudio.

A prova está no ouvinte de Ibitiranga que assiste o rádio na sua casa, cercada de elementos da simplicidade sertaneja.

Importante é que a preocupação com a imagem não tire a essência do “fazer rádio”. Há uma diferença entre fazer rádio gerando imagens e fazer TV no rádio. Acredito no primeiro modelo.

De um jeito ou de outro, no radinho, na TV, no streaming, emociona chegar na casa e no coração das pessoas.

Viva o rádio!

A Jovem advocacia militante

Por Danilo Anjos* A valorização da classe – jovem advocacia militante – em constante crescente se faz necessária, a partir do momento que essa classe se sente no abandono, no esquecimento e no desrespeito às suas prerrogativas. Ser um jovem advogado, seja pela idade, seja pela experiência profissional, tem sido um grande desafio nos dias […]

Por Danilo Anjos*

A valorização da classe – jovem advocacia militante – em constante crescente se faz necessária, a partir do momento que essa classe se sente no abandono, no esquecimento e no desrespeito às suas prerrogativas.

Ser um jovem advogado, seja pela idade, seja pela experiência profissional, tem sido um grande desafio nos dias atuais. A nobre profissão de lutar pelos direitos de terceiros não pode ser tolhida pela falta de mecanismos que valorizem a atividade jurídica. O nosso papel, como jovens advogados militantes, é buscar valorização e trazer de volta os que estão efetiva e diuturnamente nos corredores dos fóruns das comarcas, vencendo as dificuldades para exercer a sua militância.

O papel que devemos exercer é o de construir uma nova forma de conquistar esse reconhecimento, mediante um diálogo ativo e persistente, captando da experiência e da prática de veteranos, o conhecimento e a aptidão imprescindíveis ao jovem advogado para que ele obtenha as prerrogativas que lhe são de direito.

A jovem advocacia deve ser acolhida, reconhecida, deve ser escutada, deve ser procurada. Isto vem acontecendo – a partir do surgimento do movimento A Ordem É Para Todos. Um movimento plural, democrático, horizontal que vem percorrendo um caminho de diálogo, formalizando e, principalmente, acatando sugestões da classe, cuja luta no interior, sofre grandes dificuldades para exercer o seu nobre ministério.

Inovações, novos ares, nova visão de gestão tornam-se fundamentais para o desenvolvimento de um processo de valorização de qualquer entidade. Em nada difere em relação à OAB-PE. Para que se inove e se aperfeiçoe, há a necessidade de nova Ordem, em que um novo conceito venha trazer novas formas de valorizar a jovem advocacia militante, oferecendo a essa militância, as condições para que o seu movimento seja, não somente uma reação inconsequente, mas uma proposta capaz de realizar mudanças e fazer prosperar esta classe, ora em dificuldades de operação do direito.

Jovens advogados militantes, carecemos de união e de empenho para que possamos construir um movimento forte e amplo que, através do diálogo e da ação conjunta e dessa forma, mudar e criar um novo e efetivo conceito dessa classe, cuja inclusão, somente virá trazer maior fortalecimento à advocacia pernambucana.
Juntos somos mais fortes!

*Danillo Anjos

Coordenador do movimento A Ordem É Para Todos

Dilma se reúne com Nelson Barbosa e ministros no Alvorada

  A presidente Dilma Rousseff se reúne, nesta terça (2), com os ministros da Casa Civil, Aloizio Mercadante; da Secretaria de Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, e do Planejamento, Miriam Belchior. O encontro ocorre desde as 17h no Palácio da Alvorada, residência oficial, e conta também com a presença do ministro indicado por Dilma para assumir […]

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A presidente Dilma Rousseff se reúne, nesta terça (2), com os ministros da Casa Civil, Aloizio Mercadante; da Secretaria de Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, e do Planejamento, Miriam Belchior. O encontro ocorre desde as 17h no Palácio da Alvorada, residência oficial, e conta também com a presença do ministro indicado por Dilma para assumir a pasta do Planejamento em 2015, Nelson Barbosa.

Na noite desta terça-feira (2), o Congresso Nacional aprecia o projeto de lei que altera a meta do superávit primário para este ano. Nessa segunda-feira (1º), a presidente fez um apelo para que os parlamentares da base aliada permaneçam em plenário e aprovem a medida. Para isso, o governo precisa harmonizar o clima entre os aliados e convencer a oposição de não utilizar a estratégia de obstruir a sessão.

Nesta manhã, Dilma recebeu o ministro-chefe da Secretaria de Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, no Alvorada. Esta era a única agenda oficial de Dilma. Até o momento, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência não atualizou os compromissos da presidente.

Comissão aprova proposta para legalizar o cultivo de maconha para fins medicinais

Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados O relator, Luciano Ducci, desempatou a votação em favor da aprovação do projeto A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisou o Projeto de Lei 399/15 aprovou nesta terça-feira (8) parecer favorável à legalização do cultivo no Brasil, exclusivamente para fins medicinais, veterinários, científicos e industriais, da Cannabis sativa, […]

Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

O relator, Luciano Ducci, desempatou a votação em favor da aprovação do projeto

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisou o Projeto de Lei 399/15 aprovou nesta terça-feira (8) parecer favorável à legalização do cultivo no Brasil, exclusivamente para fins medicinais, veterinários, científicos e industriais, da Cannabis sativa, planta também usada para produzir a maconha.

A proposta foi aprovada na forma do substitutivo apresentado pelo relator, deputado Luciano Ducci (PSB-PR), ao texto original do deputado Fábio Mitidieri (PSD-SE) e um apensado. Em razão do caráter conclusivo, o texto poderia seguir diretamente para o Senado, mas haverá recurso para análise em Plenário.

Na comissão especial, o texto-base recebeu nesta manhã 17 votos favoráveis e 17 contrários. O desempate em favor da aprovação coube ao relator, conforme determina o Regimento Interno da Câmara – que também permitiu substituições de última hora em vagas no colegiado. Nenhum dos oito destaques prosperou.

O presidente da comissão especial, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), celebrou o resultado. “Agradeço o trabalho de todos e o debate qualificado, colocamos o Brasil na fronteira científica e médica pelo bem-estar das pessoas”, afirmou.

Parecer aprovado

O substitutivo aprovado legaliza o cultivo da Cannabis, mas impõe restrições. O plantio poderá ser feito apenas por pessoas jurídicas (empresas, associações de pacientes ou organizações não governamentais). Não há previsão para o cultivo individual. Seguirão proibidos cigarros, chás e outros itens derivados da planta.

No parecer final, houve ajustes após debates no colegiado e em comissão geral realizada em 26 de maio. A partir de emenda da deputada Talíria Petrone (Psol-RJ), o relator incluiu linha de crédito destinada a associações de pacientes que fabricam medicamentos, para que possam se ajustar às exigências da futura lei.

Segundo Luciano Ducci, o foco é a aplicação medicinal da Cannabis, presente hoje em 50 países. “Nunca foi premissa discutir a legalização da maconha para uso adulto ou individual”, disse, lembrando que, criada em 2019, a comissão especial fez 12 audiências públicas, além de recolher informações no Brasil e no exterior.

A versão original de Fábio Mitidieri liberava a venda de medicamentos oriundos da Cannabis sativa ao alterar a Lei Antidrogas. “Algumas moléstias podem ser tratadas com sucesso, de modo eficaz e seguro, em relação a outras drogas que não apresentam respostas satisfatórias em determinados casos.”

Situação atual

Atualmente, a Lei Antidrogas proíbe em todo o território nacional o plantio, a cultura, a colheita e a exploração de vegetais e substratos dos quais possam ser extraídas ou produzidas drogas, com exceção para aquelas plantas de uso exclusivamente ritualístico religioso e no caso de fins medicinais e científicos.

Autoridade sanitária dos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA) aprovou produtos oriundos da Cannabis sativa. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não classifica esses itens como medicamentos, mas autoriza a importação com receita médica e poderá avaliar a fabricação no País.

Segundo estudos, a Cannabis apresenta resultados no tratamento de epilepsia, autismo, Alzheimer, Parkinson, dores crônicas e câncer, entre outras situações. Familiares relatam que os medicamentos reduzem a frequência de convulsões em crianças de dezenas de eventos por dia para um ou dois por semana.

Críticas e apoios

Como em outras reuniões, houve troca de acusações entre os integrantes da comissão especial – em resumo, de obscurantismo, preconceito, submissão a lobbies ou apoio a drogas. Ambos os lados, porém, defenderam o acesso amplo a medicamentos novos ou caros, inclusive no Sistema Único de Saúde (SUS).

Embora tenha apoiado o canabidiol – um dos derivados da Cannabis cujo uso medicinal reconheceram, entre outros, os deputados Osmar Terra (MDB-RS) e Pastor Eurico (Patriota-PE) –, o grupo contrário ao substitutivo de Luciano Ducci tentou obstruir os trabalhos alegando a proposta ficou “abrangente demais”.

Os opositores refutam o cultivo de Cannabis no País. Para o deputado Eli Borges (Solidariedade-TO), o canabidiol pode ser importado. “Não queremos um marco legal da maconha”, afirmaram Otoni de Paula (PSC-RJ) e Caroline de Toni (PSL-SC). Capitão Alberto Neto (Republicanos-AM) citou riscos à segurança pública.

Já os parlamentares favoráveis ao texto avaliaram que o cultivo local controlado deverá baixar o custo dos tratamentos para pacientes e governos. “O SUS não precisa gastar R$ 2,8 mil em vez de R$ 200”, disse Alex Manente (Cidadania-SP), comparando produto comercial hoje nas farmácias a atuais itens alternativos.

Foram apresentados cinco votos em separado. Os deputados Diego Garcia (Pode-PR) e Dra. Soraya Manato (PSL-ES) disseram que as normas atuais tornam o projeto desnecessário; Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ) cobrou precauções contra desvios; Sâmia Bomfim (Psol-SP) e Talíria Petrone (Psol-RJ) pediam apoio às associações de pacientes; e Natália Bonavides (PT-RN) defendeu a comercialização com receita de medicamentos com eficácia reconhecida.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Anchieta Santos volta à UTI

O comunicador Anchieta Santos voltou à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Restauração. A informação foi repassada pelo radialista Aldo Vidal, com base em informações de familiares. Segundo a informação que foi ao ar no programa Rádio Vivo esta manhã, Anchieta, que estava na enfermaria da unidade, sentiu um desconforto respiratório e os […]

O comunicador Anchieta Santos voltou à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Restauração. A informação foi repassada pelo radialista Aldo Vidal, com base em informações de familiares.

Segundo a informação que foi ao ar no programa Rádio Vivo esta manhã, Anchieta, que estava na enfermaria da unidade, sentiu um desconforto respiratório e os médicos decidiram levá-lo de volta à UTI para melhor monitoramento. Apesar da notícia, Anchieta tem a chamada estabilidade hemodinâmica, sem comprometimento das funções.

Anchieta foi operado dia 5 de julho no Hospital da Restauração para retirada de um tumor na cabeça identificado 15 dias antes. O procedimento foi conduzido pela equipe do neurocirurgião Paulo Brayner.