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Deputadas homenageiam Marielle Franco no “Março de Lutas”

Por André Luis
Foto: Pedro Batista

Fabíola Cabral, Roberta Arraes, Simone Santana, Gleide Ângelo e Kátia Cunha discutiram temas como o feminicídio, a violência doméstica e a investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco

Nesta quinta-feira (14), à convite da presidente da comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, Gleide Ângelo, a deputada estadual Fabíola Cabral participou do “Março de Lutas”, na Assembleia Legislativa de Pernambuco durante sessão do Grande Expediente Especial. A reunião foi para debater temas como o feminicídio, violência doméstica e familiar, tendo como gancho o primeiro ano do assassinato da vereadora Marielle Franco.

O encontro reuniu deputadas, vereadoras, secretárias, delegadas e advogadas, que num gesto representativo, seguravam girassóis. Todas se uniram numa homenagem às mulheres, e claro, a uma grande representante da classe, Marielle Franco.

Entre outros nomes presentes, as deputadas Roberta Arraes, Simone Santana e Kátia Cunha, representante do Juntas, além da secretária da Mulher do Estado, Sílvia Cordeiro, a vice-presidente do Instituto Maria da Penha, Regina Célia e a advogada, Dani Portela.

“Apesar de sermos muitas e a maioria da população, ainda nos encontramos em situação de desigualdade na sociedade. No entanto, venho aqui para reiterar a minha força e o meu compromisso em lutar contra a opressão e em defesa da equidade dos nossos direitos”, afirmou a deputada Fabíola Cabral.

Durante o encontro as representantes do sexo feminino enfatizaram a importância de interiorizar os debates ligados ao respeito e dignidade da mulher, afinal a zona rural, por exemplo, não tem tanto acesso. O discurso deve ser levado para todo o Estado. Segundo a advogada Dani Portela, o que foi discutido na tribuna tem que ecoar fora daquele espaço. “A tribuna deve ser um anúncio popular em busca de uma luta pela garantia dos nossos direitos. Não vamos nos calar”, afirmou Portela.

Além disso, as participantes relembraram as conquistas e as lutas históricas das mulheres, como por exemplo, o direito ao voto em 1932. “Apesar de um cenário um tanto desolador, temos que concordar que já ultrapassamos muitas barreiras e demos grandes saltos. As Leis de Feminicídio, da Violência Doméstica, Maria da Penha e da Importunação Sexual são alguns dos exemplos desses nossos avanços”, pontuou a deputada Fabíola.

Foto: Pedro Batista

O ponto alto do encontro foi o momento sobre as investigações da Operação Lume. “Esse sentimento de impunidade se estende a diversos outros casos que continuam impunes. Quantas Marielles, Renatas, Marias, Joanas e Danielas ainda ficarão à mercê da violência? Quantas de nós mulheres vamos virar números e estatísticas? Não podemos depender da sorte. Isso precisa ter um basta!”, afirmou Fabíola.

Na ocasião, as mulheres presentes reforçaram que quem matou a vereadora foi a sociedade patriarcal, a cultura machista e o preconceito. “Ficaremos aqui, de olhos abertos, atentos e não descansaremos enquanto Marielles, Renatas, Marias, Joanas e Danielas não puderem andar pelas ruas ou simplesmente irem para suas casas. Faremos nosso papel, de cidadã e de parlamentar. Estou aqui presente”, reforçou Fabíola Cabral.

Momentos antes do “Março de Lutas”, a deputada estadual participou da sessão do Pequeno Expediente da ALEPE para reforçar a data e falou no pulpito. “Estamos aqui para combater o assédio sexual, o respeito ao corpo da mulher e a sua liberdade. Essa é uma luta nossa! Quando digo “nossa”, não me refiro ser uma bandeira restrita às mulheres, mas aos senhores e a toda a sociedade. Avançar nessas questões é fazer nossa nação progredir”, disse. Fabíola aproveitou para apresentar números e dados que ressaltam o aumento da violência contra mulher.

De acordo com o Departamento de Pesquisas Judiciárias do CNJ, no Brasil, em 2018, o aumento foi de 34% em relação a 2016. Em Pernambuco, foram 101 casos pendentes de feminicídios, uma variação de 146% nos últimos três anos.

Pernambuco concedeu mais de 12 mil medidas protetivas em 2018, um aumento de 40% no mesmo período. Apesar da crescente violência contra mulher, esse aumento também deve-se ao fato de que, aos poucos, mesmo que timidamente esse tema deixa de ser tabú e faz entoar gritos para sair do silêncio.

Durante a tribuna, o discurso da deputada não se ateve às lutas sociais. Fabíola falou dos desafios dos novos tempos da mulher moderna, que tem que se dividir entre ser filha, mãe, esposa, dona de casa, chefe de família e profissional.

“Seguimos, tendo que aprender novas formas para equilibrar família e profissão, no entanto agora também temos a nosso favor mais possibilidade de escolhas e maior poder de decisão. E essas novas possibilidades fazem parte do nosso crescimento e da nossa história. Foram nossas conquistas”, concluiu a deputada.

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Avião em que estaria Flávio Bolsonaro pousa nos EUA após passagem pela Argentina e escala no Equador

O avião particular em que estaria o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e sua família pousou nos Estados Unidos por volta das 10h25 desta quarta-feira (28), no Aeroporto Executivo de Miami-Opa Locka, na Flórida. A chegada foi registrada por plataformas de monitoramento aéreo, após uma viagem que passou pela Argentina e pelo Equador. O parlamentar deixou […]

O avião particular em que estaria o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e sua família pousou nos Estados Unidos por volta das 10h25 desta quarta-feira (28), no Aeroporto Executivo de Miami-Opa Locka, na Flórida. A chegada foi registrada por plataformas de monitoramento aéreo, após uma viagem que passou pela Argentina e pelo Equador. O parlamentar deixou o Brasil depois de uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) para entregar seus passaportes.

Segundo o Metrópoles, a aeronave Gulfstream G400, de matrícula LV-JQW, pertence à empresa argentina Baires Fly. O avião partiu de Puerto Iguazú, na Argentina, fez uma escala em Guayaquil, no Equador, e seguiu para Miami.

A passagem de Flávio Bolsonaro pela Argentina foi confirmada oficialmente pela Direção Nacional de Migrações do país. De acordo com o órgão, o senador cruzou a fronteira pela Ponte Internacional Tancredo Neves, que liga Foz do Iguaçu, no Paraná, a Puerto Iguazú, às 22h50 da terça-feira (27).

Flávio estava acompanhado da esposa, Fernanda Bolsonaro, e das duas filhas. As autoridades argentinas informaram que os quatro apresentaram documentos válidos e não tinham impedimentos legais para ingressar no país. Cerca de 40 minutos depois, a família embarcou no avião particular com destino ao Equador.

A viagem ocorreu após uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determinou, na segunda-feira (26), a entrega dos passaportes do senador à Polícia Federal. A medida foi adotada no âmbito de uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo Flávio e o advogado Willer Tomaz.

O parlamentar não entregou os documentos dentro do prazo estabelecido, e a Polícia Federal realizou o cancelamento dos passaportes. Antes de deixar o país, Flávio havia afirmado publicamente que cumpriria a decisão judicial e que não pretendia sair do Brasil.

Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump manifestou disposição para receber o senador brasileiro e sua família. Questionado sobre a viagem, afirmou desconhecer a localização exata de Flávio, mas declarou que aprovaria sua entrada no país.

O Departamento de Estado norte-americano também informou que concederia vistos ao parlamentar e aos familiares.

A possível participação do secretário de Estado, Marco Rubio, na articulação da viagem foi mencionada pelo advogado mexicano Simón Levy, ligado ao movimento político de Trump. Segundo Levy, Rubio teria coordenado a operação para levar Flávio aos Estados Unidos. A alegação, entretanto, não foi confirmada oficialmente pelo governo norte-americano.

Fonte: Metrópoles
Foto: Reprodução

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“Queriam o quê? Que Flávio ficasse para ser preso?”, diz Malafaia ao defender saída do senador do Brasil

O pastor Silas Malafaia defendeu, nesta quarta-feira (28), a decisão do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de deixar o Brasil após a derrota na eleição presidencial. Em vídeo publicado nas redes sociais, o religioso afirmou que o parlamentar agiu corretamente e criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). “Queriam o quê? Que […]

O pastor Silas Malafaia defendeu, nesta quarta-feira (28), a decisão do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de deixar o Brasil após a derrota na eleição presidencial. Em vídeo publicado nas redes sociais, o religioso afirmou que o parlamentar agiu corretamente e criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Queriam o quê? Que Flávio ficasse para ser preso?”, questionou Malafaia, ao reagir às críticas sobre a viagem do senador aos Estados Unidos.

O pastor também classificou como perseguição a decisão de Moraes que determinou a entrega dos passaportes de Flávio à Polícia Federal.

“Ele não é magistrado, é um agente político no STF. Vocês queriam o que? Eu estou vendo a esquerda espernear. Queria que Flávio ficasse aqui para ser preso? Sem o devido processo legal?”, declarou.

Ao defender a decisão do senador, Malafaia acrescentou: “Está corretíssimo”.

Flávio deixou o Brasil na terça-feira (27), acompanhado da esposa e das duas filhas. A passagem da família pela Argentina foi confirmada pelas autoridades migratórias do país.

O governo dos Estados Unidos também informou que emitiria vistos para o senador e seus familiares. Segundo o Metrópoles, o presidente Donald Trump autorizou a entrada da família em território americano.

Fonte: Metrópoles
Foto: Danilo M. Yoshioka/Especial Metrópoles

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STF desmente operação da Polícia Federal em endereços de Flávio Bolsonaro

O Supremo Tribunal Federal (STF) negou, nesta quarta-feira (28), que tenha autorizado qualquer operação de busca e apreensão da Polícia Federal (PF) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O esclarecimento foi divulgado após notícias de que agentes federais estariam realizando buscas na residência do parlamentar, localizada no Lago Sul, área nobre de Brasília. Em nota, […]

O Supremo Tribunal Federal (STF) negou, nesta quarta-feira (28), que tenha autorizado qualquer operação de busca e apreensão da Polícia Federal (PF) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O esclarecimento foi divulgado após notícias de que agentes federais estariam realizando buscas na residência do parlamentar, localizada no Lago Sul, área nobre de Brasília.

Em nota, a Corte classificou a informação como falsa e afirmou que não existe decisão judicial autorizando a medida.

“É falsa a informação veiculada sobre a existência ou o cumprimento de qualquer mandado de busca e apreensão direcionado ao senador Flávio Bolsonaro ou a seus endereços. Não há nenhuma decisão judicial nesse sentido, tampouco realização de diligência policial ou de busca e apreensão”, informou o STF.

A Polícia Federal também negou, em resposta à imprensa, a realização de uma operação contra o parlamentar. As informações iniciais sobre supostas buscas haviam sido divulgadas por veículos de comunicação durante a manhã, antes do esclarecimento oficial.

A manifestação do Supremo ocorre um dia após Flávio Bolsonaro deixar o Brasil em direção aos Estados Unidos, apesar de uma decisão do ministro Alexandre de Moraes que havia determinado a entrega de seus passaportes e proibido sua saída do território nacional.

Segundo informações da Agência Brasil, o senador atravessou a fronteira com a Argentina por via terrestre, na terça-feira (27), e embarcou posteriormente em uma aeronave particular com destino aos Estados Unidos.

A determinação de Moraes foi tomada no âmbito de uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A Polícia Federal havia informado ao STF sobre o risco de saída do parlamentar do país após sua derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais.

Na segunda-feira (26), Flávio foi abordado por agentes da PF e intimado a entregar seus passaportes. Em vídeo divulgado nas redes sociais, afirmou que cumpriria a decisão judicial e negou que pretendesse deixar o Brasil.

O senador também é investigado em um inquérito relacionado ao Banco Master, sob relatoria do ministro André Mendonça. A apuração envolve um pedido de recursos ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para financiar uma produção audiovisual sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Flávio reconheceu a autoria das mensagens relacionadas à solicitação, mas negou irregularidades, afirmando que a iniciativa envolvia captação privada de recursos.

Apesar da saída do parlamentar do país, as investigações em andamento no Supremo permanecem em tramitação. O STF ressaltou que nenhuma delas resultou, nesta quarta-feira, em autorização de busca e apreensão contra Flávio Bolsonaro ou seus endereços.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

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PT, PCdoB e PV anunciam apoio à reeleição de Hugo Motta na presidência da Câmara

A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, anunciou apoio à reeleição do deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB) para a presidência da Câmara dos Deputados. A decisão foi comunicada nessa terça-feira (27), dois dias após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e integra uma articulação entre partidos de […]

A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, anunciou apoio à reeleição do deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB) para a presidência da Câmara dos Deputados. A decisão foi comunicada nessa terça-feira (27), dois dias após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e integra uma articulação entre partidos de esquerda e de centro para a próxima legislatura.

Com a adesão das três siglas, Motta passa a contar com o apoio declarado de 15 partidos, que somarão 354 deputados federais a partir de 2027. Para conquistar a presidência da Câmara, será necessário obter pelo menos 257 votos, maioria absoluta dos 513 parlamentares. A eleição está prevista para fevereiro do próximo ano.

Além de PT, PCdoB e PV, integram o grupo de apoio União Brasil, PP, PSD, MDB, Podemos, PSDB, Cidadania, Solidariedade, PRD, Republicanos, PDT e PSB.

Segundo o líder do PT na Câmara, Pedro Uczai (SC), a decisão busca construir uma base parlamentar capaz de garantir a governabilidade durante o quarto mandato de Lula e permitir o avanço de propostas defendidas pela federação.

“Essa composição é estratégica para os próximos quatro anos”, afirmou Uczai, ao destacar a necessidade de articulação entre o governo e os partidos que integram o bloco.

A movimentação também tem como objetivo dificultar uma eventual candidatura do Partido Liberal (PL) à presidência da Câmara. A legenda de Flávio Bolsonaro elegeu 121 deputados federais e terá a maior bancada da Casa na próxima legislatura.

A líder do PCdoB, Jandira Feghali (RJ), afirmou que uma das prioridades da articulação é impedir que o PL conquiste o comando da Câmara ou do Senado.

Segundo a parlamentar, a aproximação com partidos de centro faz parte de uma estratégia para garantir a estabilidade institucional e a tramitação de propostas consideradas prioritárias pelas legendas.

A formação do bloco também terá consequências na distribuição dos cargos da Mesa Diretora e no comando das comissões permanentes. Pelo Regimento Interno da Câmara, o tamanho das bancadas e dos blocos partidários influencia a ordem de escolha dessas posições.

Caso permaneça fora da articulação, o PL poderá perder espaço na definição dos postos mais disputados. A legenda deverá discutir sua posição em uma reunião da bancada prevista para a próxima semana.

Embora o conjunto dos partidos que declararam apoio a Motta reúna deputados em número superior ao necessário para sua reeleição, o resultado ainda dependerá da votação entre os parlamentares em fevereiro.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

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Alunos da EREM Rosete, em Iguaracy, denunciam calor nas salas e ameaçam paralisação a partir de 3 de novembro

O Grêmio Estudantil da Escola de Referência em Ensino Médio Professora Rosete Bezerra de Souza, em Iguaracy, divulgou uma carta aberta cobrando providências para melhorar as condições das salas de aula. Os estudantes relatam dificuldades provocadas pelas altas temperaturas e anunciam uma possível paralisação das atividades presenciais a partir de 3 de novembro, caso não […]

O Grêmio Estudantil da Escola de Referência em Ensino Médio Professora Rosete Bezerra de Souza, em Iguaracy, divulgou uma carta aberta cobrando providências para melhorar as condições das salas de aula. Os estudantes relatam dificuldades provocadas pelas altas temperaturas e anunciam uma possível paralisação das atividades presenciais a partir de 3 de novembro, caso não sejam apresentadas soluções.

No documento, dirigido à comunidade escolar e à Gerência Regional de Educação (GRE) do Sertão do Alto Pajeú, o grêmio afirma que o calor tem prejudicado estudantes e professores, principalmente durante o período da tarde.

Segundo os representantes estudantis, as temperaturas elevadas comprometem a concentração, a disposição e as condições necessárias ao desenvolvimento das atividades escolares.

A carta informa que a unidade possui aparelhos de ar-condicionado instalados, mas os equipamentos ainda não podem ser utilizados devido à ausência de forro de PVC em algumas salas e às condições da estrutura elétrica.

Outro problema apontado é a reforma pela qual a escola está passando. De acordo com o grêmio, parte das janelas permanece parcial ou totalmente coberta por tapumes, dificultando a circulação de ar e aumentando a sensação de calor dentro das salas.

Os estudantes ressaltam que a manifestação não busca responsabilizar a direção ou os profissionais da escola. O documento reconhece que determinadas decisões e autorizações dependem de instâncias superiores à gestão da unidade.

Cobrança à GRE

Na carta, o Grêmio Estudantil O Recomeço informa que já encaminhou a reivindicação à Gerência Regional de Educação do Sertão do Alto Pajeú, mas afirma que não recebeu resposta até a divulgação do documento.

Diante da situação, os estudantes cobram um posicionamento da GRE e a apresentação de medidas concretas para melhorar as condições das salas.

Entre as alternativas defendidas estão a viabilização do funcionamento dos aparelhos de ar-condicionado e, enquanto o problema não for resolvido, a adoção de medidas provisórias, como a redução da carga horária.

O grêmio também informou que, caso não haja resposta e encaminhamentos efetivos, os estudantes pretendem iniciar uma paralisação das atividades presenciais na próxima terça-feira, 3 de novembro.

A mobilização é apresentada como uma medida para reivindicar condições adequadas de ensino e aprendizagem. Os representantes estudantis afirmam que continuam abertos ao diálogo para evitar a interrupção das aulas.

Foto: Reprodução

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