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Datafolha para o Senado: Jarbas 38%; Humberto 34% e Mendonça, 27%

Por Nill Júnior

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (28) também aferiu os  percentuais de intenção de voto para o Senado.  Jarbas (MDB) lidera com 38%, seguido de Humberto Costa (PT), com 34% e Mendonça Filho (DEM), com 27%.

Bruno Araújo (PSDB) aparece com 11%, empatado com Silvio Costa (Avante). Pastor Jairinho (Rede) tem 5%, seguido de Adriana Rocha (Rede), com 3%. Com 1%, aparecem Hélio Cabral (PSTU), Lídia Brunes (Pros), Albanise (PSOL), Eugênia (PSOL) e Alex Lima Rola (PCO).

Em branco/nulo/nenhum para a 1ª vaga: 18%. Em branco/nulo/nenhum para a 2ª vaga: 27%. Não sabe para a 1ª vaga: 7%. Não sabe para a 2ª vaga: 12%.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.

com base no levantamento anterior, feito nos dias 18 e 19 de setembro, Jarbas (MDB) subiu dois pontos. Mendonça Filho caiu 4%. Humberto Costa (PT) subiu 4%. Bruno Araújo (PSDB) se manteve estável, caindo apenas um ponto, mesma situação dos demais, com menor variação.

A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram ouvidos 1.302 eleitores de 55 municípios do Estado, com 16 anos ou mais, entre os dias 26 e 28 de setembro. Registro no TSE: PE-03031/2018.

O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

Outras Notícias

Último ato de ex-comandante da PMPE foi em Arcoverde, ao lado de LW

A exoneração do comandante da Polícia Militar, coronel Tibério César dos Santos, que juntamente com a chefe da Polícia Civil, Simone Aguiar, deixaram suas funções, repercutiram também em Arcoverde. O último ato do agora ex-comandante foi o de escolha do local do BIESP – Batalhão Integrado Especializado, em Arcoverde. O prefeito Wellington Maciel comemorou a […]

A exoneração do comandante da Polícia Militar, coronel Tibério César dos Santos, que juntamente com a chefe da Polícia Civil, Simone Aguiar, deixaram suas funções, repercutiram também em Arcoverde.

O último ato do agora ex-comandante foi o de escolha do local do BIESP – Batalhão Integrado Especializado, em Arcoverde.

O prefeito Wellington Maciel comemorou a decisão da escolha pela governadora Raquel Lyra e esteve com o então comandante na cidade.

“A chegada do BIEsp reforçará o grande trabalho já executado pelo 3º BPM, com mais de 200 homens reforçando o policiamento em Arcoverde e na região. Ao lado do Cel PM Tibério, até então Comandante Geral da PMPE, e do Cel PM Vieira, Comandante do 3º BPM, realizei a visita técnica das áreas que estamos disponibilizando para construção da sede do BIEsp, reforçando o nosso compromisso com a segurança da nossa gente”, disse em rede social.

“E aqui, faço de público o reconhecimento ao grande trabalho do Coronel Tibério, que no exercício do Comando Geral da honrosa Polícia Militar de Pernambuco, realizou um extraordinário trabalho em favor da segurança pública de Pernambuco e foi um guerreiro, na luta e na conquista do BIEsp para a nossa cidade, contando não apenas com a minha gratidão, mas com a gratidão de todos os arcoverdenses, que estão em dívida com seu comprometimento com a nossa terra. Em breve, essa conquista sairá do papel e vamos garantir uma cidade melhor e mais segura para nossas famílias. Não medirei esforços para isso, ao lado da Governadora Raquel”, disse LW.

Ou seja, segundo o prefeito de Arcoverde, a mudança de comando não deverá interferir no projeto do governo de levar o Batalhão Especializado para Arcoverde.

O blog e a história de Zé Dantas

Texto de José Telles,  para a Revista Continente Em 1820, vindo da região paraibana de Cajazeiras do Rio do Peixe, João Gomes dos Reis, com quatro homens de sua confiança, chegou às terras onde em 1953 seria fundado o município de Carnaíba. Escolheu um terreno arrendado à Casa da Torre de Garcia d’Ávila, pagando 14$000 (quatorze mil […]

Texto de José Telles,  para a Revista Continente

Em 1820, vindo da região paraibana de Cajazeiras do Rio do Peixe, João Gomes dos Reis, com quatro homens de sua confiança, chegou às terras onde em 1953 seria fundado o município de Carnaíba.

Escolheu um terreno arrendado à Casa da Torre de Garcia d’Ávila, pagando 14$000 (quatorze mil réis) anuais. A localidade começaria a surgir em 1850, assinala o Padre Frederico Bezerra Maciel, no livro Carnaíba: A pérola do Pajeú. Ali nasceria, em 27 de fevereiro de 1921, José Dantas de Souza Filho, futuro médico, poeta e compositor de música popular.

Veio ao mundo na então Carnaíba de Flores, por esses acasos da vida. A mãe de seu pai, Maria Alves de Siqueira, conhecida como Marica, nasceu na área rural da cidade, no Sítio Prateado. Marica fez uma viagem à Mata Grande (AL), onde morava um irmão dela, o capitão José Alves de Siqueira, casado com Umbelina Jesuína de Jesus, a dona Belinha. Em Mata Grande, Marica se casou com Manuel Higino de Souza. Passou a se chamar Maria Alves de Souza, mas ficou conhecida como Maria Dantas. Nunca se soube bem de onde se tirou esse “Dantas”. O casal teve dois filhos, Benedito e José, que receberam o sobrenome Dantas. Benedito ganhou um cartório, transferiu-se para Brejo da Madre de Deus, no agreste pernambucano, e de lá para o Recife.

José de Souza Dantas começou como comerciário e logo se tornou comerciante. Casou-se aos 17 anos com Josefina de Siqueira, filha do capitão José Alves, seu tio. Tiveram três filhos: José e Leda, nascidos em Carnaíba, e Nanci, que nasceu no Recife. José de Souza Dantas Filho moraria na capital em 1930, com nove anos. Foi estudar. Primeiro no Colégio Americano Baptista, depois no Colégio Nóbrega. Naquele mesmo agitado ano de 1930, um adolescente de 18 anos incompletos, Luiz Gonzaga do Nascimento, fugiria da casa dos pais em Novo Exu, no sertão do Araripe pernambucano, para o vizinho estado do Ceará, onde sentaria praça no exército. Os dois se encontrariam no momento certo, 17 anos mais tarde.

Durante os poucos anos que viveu em Carnaíba, Zé Dantas assimilou muito da cultura dos moradores da fazenda do pai. Seu José Dantas era alegre e desinibido, quando foi prefeito da cidade incentivava o Carnaval, que era um dos mais animados da região, com zé pereira, papangus, frevo e maracatu. Um folião de Carnaíba foi brincar o carnaval na capital, em 1909 (segundo o livro do Padre Maciel), na volta incentivou os amigos a usarem as mesmas brincadeiras na cidade, o que aconteceu a partir do carnaval de 1910. O São João, este era muito rico em manifestações folclóricas, além das danças, a música, coco, mazurcas, quadrilhas, ternos de pífanos. Quando o garoto Zé Dantas foi para o Recife, levava consigo, além da maleta com roupas e objetos pessoais, uma bagagem fornida de informações culturais do Sertão do Pajeú, que dali a alguns anos reprocessaria à sua maneira.

As músicas foram-lhe chegando ainda na adolescência, compostas ao violão, ou numa caixa de fósforos. Os amigos contam que ele estava sempre cantando. Não apenas cantando, mas contando histórias, era tão falador quanto carismático. Líder de turma. Seu nome começou a aparecer nos jornais do Recife, ligados a ações estudantis e acadêmicas. Uma das primeiras notícias sobre ele na imprensa do Recife saiu no Jornal Pequeno, em 1948 Foi um dos acadêmicos que se apresentaram na Festa da Granada, no Clube Internacional, onde foi eleita a Miss Odontologia, uma promoção da Faculdade de Medicina. A festa foi animada por uma jazz band. Não se sabe o que o acadêmico José Dantas apresentou nessa noite. Noutra matéria no mesmo jornal, ele é citado entre os autores locais de destaque, ao lado de Nelson Ferreira, Capiba, Zumba e Sebastião Rozendo.

Conseguia conciliar a boêmia com a Faculdade de Medicina, e participações em programas da Rádio Clube de Pernambuco e Rádio Jornal do Commercio. Compunha canções de sabor popular, geralmente baseadas em temas que aprendia com os coquistas, emboladores, contadores de histórias e pesquisas na cultura popular (no seu acervo há folha de papel com uma coleção de provérbios recolhidos por ele). Sabia entreter uma plateia, imitando tipos, fazendo humor. O problema é que o pai escutava as rádios da capital, ainda mais a Jornal do Commercio. Dotada de poderosos transmissores comprados à BBC de Londres, a emissora do grupo Pessoa de Queiroz, inaugurada em 1948, realmente falava para o mundo; ao ouvi-lo, o pai ameaçava deixá-lo sem mesada, caso insistisse em ser artista de rádio.

Veja todo o texto, o encontro de Dantas com Luiz Gonzaga e as histórias da esposa, Iolanda, clicando aqui. 

Tuparetama anuncia que atingiu meta de vacinação contra Influenza

A prefeitura de Tuparetama através da Secretaria de Saúde do Município atingiu 90,80% da meta de vacinação da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. A meta de vacinação estipulada por o governo estadual aos municípios foi de 90% do público alvo da campanha. Esta foi encerrada em 22 de junho de 2018. Esta vacina […]

A prefeitura de Tuparetama através da Secretaria de Saúde do Município atingiu 90,80% da meta de vacinação da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. A meta de vacinação estipulada por o governo estadual aos municípios foi de 90% do público alvo da campanha. Esta foi encerrada em 22 de junho de 2018.

Esta vacina protege contra a influenza A(H1N1), A(H3N2). No município de Tuparetama foram aplicadas 2.111 doses desta vacina. “A gente conseguiu com trabalho e força da equipe”, disse Renato Farias, Coordenador do Programa Nacional de Imunização (PNI) da Secretaria de Saúde de Tuparetama.

Segundo Renato, as mães das crianças menores de 5 anos que receberam a vacina pela 1º vez devem levar as crianças aos postos de saúde do município para tomarem a 2º dose. “As crianças de 6 meses a menores de 5 anos tomaram a 1º e devem tomar a 2° com 30 dias”, disse Renato.

O público alvo desta campanha foram os idosos, as crianças de 6 meses a menores de 5 anos, as gestantes, as puérperas (até 45 dias após o parto), os trabalhadores da saúde, os(as) professores(as), os indígenas, pessoas privadas de liberdade, os funcionários do sistema prisional, os portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais.

Tereza Leitão responde desafio de Romário Dias e lê nota de apoio a Aristides Santos

A deputada Teresa Leitão ocupou a tribuna do plenário da Assembleia Legislativa na manhã desta quinta-feira (7) para responder ao um desafio lançado pelo deputado Romário Dias, na sessão ordinária do dia anterior (6). O deputado afirmou que renunciaria ao seu mandato, caso Teresa apresentasse “uma obra sequer do governo federal em que não há roubo”. […]

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A deputada Teresa Leitão ocupou a tribuna do plenário da Assembleia Legislativa na manhã desta quinta-feira (7) para responder ao um desafio lançado pelo deputado Romário Dias, na sessão ordinária do dia anterior (6). O deputado afirmou que renunciaria ao seu mandato, caso Teresa apresentasse “uma obra sequer do governo federal em que não há roubo”.

Em resposta, Teresa informou que já encaminhou ofício ao Ministro das Cidades, Gilberto Kassab, para que apresente de forma documentada, quais são as obras do governo federal em que não há irregularidades.  O Ministro é filiado ao PSD, mesmo partido de Romário Dias e que compõe a base de apoio ao governo Dilma.

“Não quero ser leviana e só vou trazer a esta Casa alguma informação quando tiver certeza. Encaminhei ofício ao Ministério das Cidades porque trata-se de um Ministro do seu próprio partido, para que não haja nenhuma motivação partidária e para que ele me indique, pequena ou majestosa que seja, uma obra em que não haja roubo, nem roubalheira . Mas desde já registro que não quero que o senhor renuncie, porque respeito sua história de prestação de serviços ao Estado e seu retorno a esta Casa, da qual já foi presidente três vezes,  o aconteceu pelo voto do povo”, frisou a deputada se dirigindo a Romário Dias.

Em resposta a afirmação feita também nessa quarta-feira pelo deputado, de que o ex-presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetape) e atual tesoureiro da Confederação dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG) , Aristides Santos, incitou o ódio e a invasão de terras produtivas no último dia 1º de abril, em solenidade no Palácio do Planalto a deputada leu uma nota da Fetape e se solidarizou com o sindicalista.

Diz a nota em um dos seus trechos que a fala de Aristides representou “a disposição do movimento sindical rural em defesa da democracia e de conquistas históricas para os trabalhadores, mas não por meio da violência, como quis mostrar os meios de comunicação, mas pela disputa democrática pelo projeto de sociedade, como já vem sendo feito há mais de 50 anos’.

Em outro trecho, a nota diz afirma que “setores conservadores do país fizeram uma interpretação sensacionalista do discurso e que o fato gerou ataques e ameaças ao sindicalista e seus familiares nas redes sociais, inclusive ameaças de morte”.

Amigos fazem vigília para lembrar três anos da morte de Dominguinhos

G1PE Há três anos, a sanfona do Mestre Dominguinhos silenciou, mas os ensinamentos e o talento desse grande artista continuam inspirando muitos músicos. Artistas e amigos do sanfoneiro se encontraram, na manhã deste sábado (23), para reviver sua obra e homenagear o intérprete morto em 2013. A reunião ocorreu no bar Arriégua, na Cidade Universitária, […]

Sem títuloG1PE

Há três anos, a sanfona do Mestre Dominguinhos silenciou, mas os ensinamentos e o talento desse grande artista continuam inspirando muitos músicos. Artistas e amigos do sanfoneiro se encontraram, na manhã deste sábado (23), para reviver sua obra e homenagear o intérprete morto em 2013.

A reunião ocorreu no bar Arriégua, na Cidade Universitária, Zona Oeste do Recife, e contou até com missa. Encarregado de celebrar a vigília, o padre Josenildo Tavares se diz fã número um de Dominguinhos.

“Eu era amigo dele também e tive a alegria de conhecê-lo. Nós refletimos no evangelho que a semente boa, que foi semeada, a gente quer que nasça no coração do povo, no coração da cultura nordestina”, contou o padre.

O discípulo de Luiz Gonzaga segue inspirando muita gente. Marcos Veloso é quem organizou o encontro. Amigo de Dominguinhos, faz questão de falar o quanto admirava o talento e a simpatia do artista. “A obra de Dominguinhos é a maior expressão poética e musical que nós temos aqui. A gente continua nessa nossa estrada preservando esse grande patrimônio”, desabafa.

Paulinho do Acordeon exibia com orgulho a sanfona que ganhou do professor. “Para mim e para todos os forrozeiros, toda nação forrozeira, é um orgulho e uma satisfação muito grande poder ter algo que pertenceu a Seu Domingos, o nosso ídolo da música nordestina”.

Inspirado pelo artista, com apenas três anos, Arthur Gomes mal sabe falar, mas já tem certeza do que quer fazer quando crescer. “Vou tocar fanfona”.