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Datafolha: 69% ainda não definiram voto para deputado federal

Por André Luis

A taxa de indecisos é maior entre os mais jovens, de 16 a 24 anos (77%), entre eleitores com ensino fundamental (74%) e na região Sul (75%).

Dados da pesquisa Datafolha, encomendada pela Globo e pelo jornal Folha de S. Paulo, divulgados nesta sexta-feira (16) apontam que, a 16 dias da eleição, a grande maioria do eleitorado não sabe em quem votará para deputado estadual e federal.

Segundo o levantamento, os que ainda não têm candidato para a Câmara dos Deputados são 69%, enquanto 70% dizem não ter decidido o voto para as assembleias legislativas estaduais. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A taxa de indecisos é maior entre os mais jovens, de 16 a 24 anos (77%), entre eleitores com ensino fundamental (74%) e na região Sul (75%).

Entre os que tem candidato a deputado federal (31%), a pesquisa indica que 14% dos eleitores escolheram votar em um candidato do mesmo partido ou da mesma coligação do candidato em que elas irão votar para presidente.

Os que dizem que irão votar em um candidato de partido ou coligação diferente da do candidato escolhido para presidente são 9%. Outros 7% não souberam dizer se o candidato a deputado federal é do mesmo partido ou coligação do candidato a presidente.

Entre os eleitores do ex-presidente Lula (PT), 17% dizem ter escolhido um candidato a deputado federal de sua coligação ou partido, e 8% optaram por candidatos de coligações ou partidos diferentes.

Já entre os eleitores do presidente Jair Bolsonaro (PL), 17% dizem ter escolhido um candidato a deputado federal de sua coligação ou partido, e 9% optaram por candidatos de coligações ou partidos diferentes.

A pesquisa ouviu 5.926 pessoas nos dias 13 e 15 de setembro em 300 cidades brasileiras. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. Ela está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-04099/2022. As informações são do g1.

Outras Notícias

Jovem de 17 anos morre em acidente entre Fátima e Carnaíba

O Arthur Alves, de 17 anos, morador do Distrito de Fátima, município de Flores, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito na tarde desta quinta, dia 19, na estrada vicinal que liga o Distrito de Fátima à Carnaíba. Segundo informações preliminares colhidas elo blogueiro Cauê Rodrigues, Arthur seguia no sentido Carnaíba em uma moto […]

O Arthur Alves, de 17 anos, morador do Distrito de Fátima, município de Flores, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito na tarde desta quinta, dia 19, na estrada vicinal que liga o Distrito de Fátima à Carnaíba.

Segundo informações preliminares colhidas elo blogueiro Cauê Rodrigues, Arthur seguia no sentido Carnaíba em uma moto Bros. Ele colidiu com outro motociclista identificado como Paulinho de Nissa. Ambos foram socorridos para o Hospital Municipal de Flores.

Arthur não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu minutos depois. Paulo acabou quebrando uma das pernas. O acidente aconteceu próximo ao sitio Varjota, no local conhecido como ladeira de Zé do Engenho. O corpo de Arthur será encaminhado para o Instituto Médico Legal, de Caruaru.

Frente em Defesa da Democracia será lançada nesta quarta-feira‏

Nesta quarta-feira (30), será lançada na Câmara dos Deputados a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Democracia. O coletivo é formado por deputados e senadores que defendem a democracia como princípio e se opõem ao processo de impeachment em análise na Câmara dos Deputados, e conta com a participação de representantes dos movimentos sociais e […]

luciana-santos-Zeca-Ribeiro-Câmara-dos-DeputadosNesta quarta-feira (30), será lançada na Câmara dos Deputados a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Democracia. O coletivo é formado por deputados e senadores que defendem a democracia como princípio e se opõem ao processo de impeachment em análise na Câmara dos Deputados, e conta com a participação de representantes dos movimentos sociais e entidades da sociedade civil organizada.

“Essa frente reúne os parlamentares que defendem a democracia, que não querem ver nosso país sob a tutela de um governo ilegítimo”, explica a deputada Luciana Santos (PCdoB/PE). De acordo com a parlamentar, a Frente pretende contribuir com o debate sobre o futuro do Brasil. “O voto dos parlamentares é que decidirá se o Brasil continuará trafegando nos trilhos da democracia ou se descambará para o golpe, amargando todas as graves consequências que esta ruptura pode causar ao país”.

Para Luciana é preciso restabelecer a normalidade institucional e abrir caminho para a retomada do crescimento econômico, a geração de empregos e a redução das desigualdades sociais e regionais. O lançamento acontecerá às 15h30, no Salão Verde.

Janot recorre ao STF e pede prisão de Aécio e Rocha Loures

G1 O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu novamente nesta segunda-feira (22) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prisão do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) e do deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). A PGR recorreu da decisão do ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato, que negou na semana passada, em decisão monocrática, […]

A PGR recorreu da decisão do ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato, que negou na semana passada, em decisão monocrática, a prisão preventiva (antes da condenação) dos parlamentares.

Com o recurso, o pedido deverá agora ser analisado pelo plenário do STF, formado pelos 11 ministros da Corte.

O advogado José Luis Oliveira Lima, que faz a defesa de Rodrigo Rocha Loures, afirmou que não há qualquer motivo para a prisão do deputado afastado e disse que aguarda o plenário do Supremo mantenha a decisão que negou o pedido de prisão feito por Janot. “O deputado, no momento oportuno, irá prestar todos os esclarecimentos devidos”, disse.

O advogado Alberto Toron, que faz a defesa de Aécio Neves, informou que aguarda ser intimado sobre o pedido da PGR “para apresentar suas contrarrazões, oportunidade em que demonstrará a impropriedade” do pedido. Tambem afirmou que ingressará no STF com um pedido para revogar o afastamento do senador do mandato “por falta de base legal e constitucional”.

O órgão entende que Aécio e Loures foram pegos em “flagrante por crime inafiançável” na tentativa de obstruir as investigações da Operação Lava Jato, com base nas gravações realizadas pelos donos da JBS, entregues na delação premiada da empresa.

Ao analisar o pedido, Fachin considerou que não havia necessidade da prisão preventiva e que o afastamento do exercício das funções parlamentares já era medida suficiente para evitar eventuais prejuízos à investigação.

Janot, no entanto, argumentou que as gravações e interceptações telefônicas demonstrariam que Aécio e Loures “vem adotando, constante e reiteradamente, estratégias de obstrução de investigações da Operação Lava Jato”.

O procurador-geral acrescentou que só não pediu a prisão de ambos antes, quando recebiam dinheiro da JBS, para poderem coletar mais provas. Janot também mencionou “uso espúrio doo poder político” e “encontros indevidos em lugares inadequados” para justificar o pedido de prisão.

“No tocante às situações expostas neste recurso, a solução não há de ser diversa: a excepcionalidade dos fatos impõe medidas também excepcionais”, diz Janot.

O julgamento em plenário ainda não tem data para ocorrer. Caberá agora ao ministro Edson Fachin pedir a presidente do STF, Cármen Lúcia, para marcar uma data de julgamento. Antes, poderá ouvir as defesas de Aécio e Rocha Loures

“Uma palavra de verdade”. Em nota, Célia Galindo defende Madalena Brito de condenação

Caro Nill Júnior, Quero aqui, não simplesmente fazer a defesa de uma pessoa honrada, que merece o respeito e todo o direito de se defender, seja na justiça, como manda a lei, seja no dia a dia, principalmente quando sua grande preocupação foi e sempre é o bem estar de nossa população, esclarecer verdadeiramente os […]

Célia e Madalena, em imagem de arquivo

Caro Nill Júnior,

Quero aqui, não simplesmente fazer a defesa de uma pessoa honrada, que merece o respeito e todo o direito de se defender, seja na justiça, como manda a lei, seja no dia a dia, principalmente quando sua grande preocupação foi e sempre é o bem estar de nossa população, esclarecer verdadeiramente os fatos.

A decisão tomada pela justiça em desfavor da prefeita Madalena, em primeira instância, ou seja, cabendo a prefeita recursos para comprovar a sua correção, já que em nenhum momento sua honestidade foi questionada pelo Ministério Público, foi superdimensionada diante da realidade dos fatos apresentados e comprovados, pois, como o próprio juiz diz em sua sentença o ato ‘não restou dano aos cofres públicos’. Ou seja, a prefeita agiu com lisura, respeito ao erário público e aplicou corretamente os recursos destinados aos serviços de coleta de lixo da cidade.

Agiu corretamente a prefeita, e tem meu apoio, ao garantir que os serviços de limpeza urbana não fossem paralisados por 7 ou 8 meses, mesmo após o fim do prazo de caráter de excepcionalidade, pois a população não poderia ser penalizada com o lixo nas ruas devido a questões administrativas e técnicas alheias à vontade da prefeita Madalena que prejudicaram a elaboração correta, e a tempo, de todo o planejamento para a realização do processo licitatório de contratação da empresa de limpeza urbana.

A falta de documentos, planilhas e mapas apreendidos em operações de investigação em anos anteriores ao seu governo não apenas comprometeram o bom andamento do processo licitatório, como o prejudicou, pois o governo Madalena teve que refazer todo o estudo e mapeamento da cidade e distritos, o que gerou verdadeiramente o atraso de toda a licitação para que Arcoverde tivesse a sua coleta de lixo funcionando dentro da legalidade. Nem por isso, a prefeita Madalena parou, seguiu trabalhando, manteve a cidade limpa e na oportunidade devida promoveu a licitação dentro da legalidade e aprovada pelo TCE.

Tenho a convicção e clareza de que a prefeita Madalena comprovará nas demais instâncias que a decisão tomada pela vara de justiça local foi superdimensionada e injusta, diante dos reais motivos que à levaram a prorrogar a contratação da empresa de limpeza pública que foi, repito: a de não deixar a cidade e zona rural sem a realização da coleta de lixo nas ruas e casas da população de Arcoverde e o fez gastando menos, como comprova o próprio Ministério Público a partir dos dados do TCE.

Não há o que se comemorar como alguns o fazem, ou lamentar, há e haverá sempre a Justiça e ela reconhecerá que a prefeita Madalena não cometeu atos de improbidade, mas sim atos de sensibilidade e cuidado com a saúde pública ao garantir que a população não fosse vítima do acúmulo de lixo, da proliferação de doenças e insetos pelas ruas da cidade.

Com fé em Deus, fé na justiça e confiança no trabalho que vem transformando nossa Arcoverde, mesmo em meio às dificuldades econômicas e sociais, sei que a prefeita Madalena terá sua inocência reconhecida pela Justiça, pois sempre agiu com transparência e honestidade, até hoje reconhecida e nunca questionada em nenhum tribunal.

Célia Almeida Galindo – PSB

Presidente da Câmara de Vereadores

Arcoverde – PE