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Danilo integra a equipe de transição de Lula

Por André Luis

O deputado Danilo Cabral foi indicado nesta terça-feira (22) para compor o Gabinete de Transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. Ele fará parte do grupo técnico da Educação. O anúncio foi feito por Geraldo Alckmin durante coletiva realizada no início desta tarde, onde o vice-presidente eleito e coordenador da transição também anunciou os relatores para os grupos técnicos.

“Nossa contribuição será no sentido de procurar aprimorar o trabalho que já vem sendo feito pela Comissão, incorporando informações que estão em curso, inclusive, dentro do próprio Poder Legislativo. Isso não só para que a gente aperfeiçoe o diagnóstico do que, de fato, representa a situação da educação pública brasileira neste momento, mas que também a gente possa ainda durante este exercício Legislativo dar contribuição para garantir os recursos necessários para a preservação do serviço público de educação de qualidade”, afirmou Danilo. 

Ele destacou as demandas que estão sendo discutidas em torno do Orçamento para a área de educação. “No debate da PEC da Transição, além da questão mais relevante que é o financiamento do Bolsa Família, estão embutidos recursos para a área de educação. Temos, hoje, um subfinanciamento na merenda escolar e precisamos garantir recursos para essa área, como também existe uma grave crise nas universidades públicas. Então, nossa contribuição é não só olhar a partir de 2023, mas também procurar ajudar ainda nesta Legislatura para que a gente possa sanar os cortes que foram feitos pelo governo do presidente Bolsonaro na educação”, frisou Danilo.

Danilo tem uma trajetória vinculada à educação. Ele foi secretário de Educação de Pernambuco na primeira gestão de Eduardo Campos (2007 – 2010) e presidente da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados (2018 – 2019). Na Casa, ele também foi vice-presidente da Comissão do Novo Fundeb e um dos coordenadores da Frente Parlamentar de Valorização das Universidades e Institutos Federais.

A Educação é um dos 31 Grupos Técnicos do Gabinete de Transição. Esses grupos são responsáveis pela produção de um relatório final, com diagnóstico abrangente de cada área, reunindo informações sobre o funcionamento e a atuação dos órgãos e entidades que compõem a Administração Pública Federal. De acordo com o cronograma, eles devem entregar um diagnóstico preliminar, com alertas dos órgãos de controle, uma análise da estrutura de cada área e uma lista preliminar com sugestões de atos normativos que devem ser revogados a partir de janeiro de 2023 até o dia 30 de novembro. 

Até o dia 11 de dezembro, os grupos devem apresentar um relatório final, com análise dos programas implementados pela atual gestão, assim como dos programas das gestões do PT que foram descontinuados. Esses relatórios serão encaminhados à Coordenação Executiva do Gabinete de Transição, que fará um relatório final a ser entregue ao vice-presidente, que encaminhará ao presidente eleito. Os ministros indicados pelo presidente eleito receberão os relatórios de cada área.

Outras Notícias

Odebrecht é “quarto poder da República”, diz empresária

Em depoimento sigiloso à Justiça Eleitoral, a empresária Mônica Moura definiu a Odebrecht como um “quarto poder” que expandiu sua atuação para todas as áreas no Brasil e pagou “todo mundo”. Segundo a delatora, a empreiteira assumiu totalmente o caixa 2 do marketing político da campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República em […]

Em depoimento sigiloso à Justiça Eleitoral, a empresária Mônica Moura definiu a Odebrecht como um “quarto poder” que expandiu sua atuação para todas as áreas no Brasil e pagou “todo mundo”. Segundo a delatora, a empreiteira assumiu totalmente o caixa 2 do marketing político da campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República em 2014.

Mônica tratava de questões financeiras e operacionais da campanha, enquanto o marqueteiro João Santana, seu marido, cuidava da parte criativa. Os dois prestaram depoimento na segunda-feira passada no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) no âmbito da ação que apura se a chapa de Dilma e Michel Temer (PMDB) cometeu abuso de poder político e econômico para se reeleger em 2014.

Relator da ação, o ministro Herman Benjamin viajou a Salvador para acompanhar o depoimento e questionou Mônica se a Odebrecht era uma espécie de “banco informal”.

“Quarto poder”, respondeu Mônica a Herman. “Vendo hoje o que eu vejo, meio assustada pela amplitude e com a dimensão da coisa que a gente vê aqui, eles pagaram todo mundo. Vejo a Odebrecht como um quarto poder da República, porque eles praticamente estavam em todas as áreas”, completou.

Mônica afirmou que chegou a pensar que ela e o marido eram os únicos que recebiam recursos não contabilizados da empreiteira. “Eu não imaginava que eles pagavam deputado, que eles pagavam campanha de todo mundo. Não sabia. Não tinha nem a mais pífia ideia”, disse.

Procurada, a Odebrecht informou que “já reconheceu os seus erros pediu desculpas públicas, assinou um acordo de leniência com as autoridades brasileira, suíças, americanas e da República Dominicana, e está comprometida a combater e não tolerar a corrupção em quaisquer de suas formas”.

Caixa 2 – Para Mônica Moura, houve uso de caixa 2 em campanhas eleitorais do ano passado, mesmo com o avanço da Lava Jato e a proibição de doações de empresas. “O senhor imagina que agora, em 2016, não teve caixa 2?”, disse a Herman. “É obvio que teve. Mesmo com as medidas tomadas, com um monte de gente presa, houve sim caixa 2, porque não tem como fazer, não existe a possibilidade”, declarou.

Hackers: novas mensagens comprometem militares, ministros e até Bolsonaro

Veja O caso de Walter Delgatti Neto, o chefe da quadrilha de hackers que invadiu telefones celulares, copiou e divulgou mensagens do então juiz Sergio Moro e de procuradores da República, desencadeando uma crise que pôs em xeque uma das mais importantes operações de combate à corrupção já realizadas no Brasil teve novo capítulo. Ele […]

AMEAÇA – Preso depois de invadir os celulares dos procuradores da Lava-Jato, hacker diz que o pior ainda está por vir

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O caso de Walter Delgatti Neto, o chefe da quadrilha de hackers que invadiu telefones celulares, copiou e divulgou mensagens do então juiz Sergio Moro e de procuradores da República, desencadeando uma crise que pôs em xeque uma das mais importantes operações de combate à corrupção já realizadas no Brasil teve novo capítulo.

Ele concedeu uma entrevista exclusiva a VEJA, a primeira cara a cara desde que foi preso, há 136 dias. Na entrevista, Delgatti confirma que bisbilhotou as conversas de ao menos um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Para quê? Segundo ele, para mostrar quanto a Corte era parcial nas decisões que envolviam a Operação Lava-Jato.

“Tive acesso às mensagens da Cármen Lúcia. A ministra estava num grupo falando sobre a morte do neto do Lula”, diz o hacker, que considerou o comentário impróprio. Procurada, a ministra não se manifestou. A PF já apurou que, antes de estourar o escândalo, Delgatti entrou em contato com a ex-­deputada Manuela d’Ávila, do PCdoB, ofereceu as mensagens e disse que o material não só comprometeria a ministra Cármen Lúcia como colocaria em liberdade o ex-presidente Lula. “Procurei a deputada porque sabia que ela era contra a Lava-Jato devido à ideologia”, conta o hacker.

A Polícia Federal descobriu que pelo menos oitenta figuras públicas foram alvo dos ataques da quadrilha. Nesse rol estão incluídos o presidente Jair Bolsonaro e seus filhos. O hacker afirma que as invasões de fato ocorreram. “Tive acesso ao Telegram deles”, diz.

Dois celulares do presidente foram alvo de ataques, mas, como Bolsonaro não utilizava o aplicativo, não havia nenhum conteúdo disponível. No caso dos filhos Carlos, o Zero Dois, e Eduardo, o Zero Três, o hacker procurou Manuela d’Ávila e disse que havia colhido provas de ações para impulsionar mensagens de WhatsApp em favor de Bolsonaro durante a campanha presidencial. Para mostrar que não estava blefando, fotografou a tela do celular com as contas supostamente usadas por Carlos e Eduardo e enviou as imagens à ex-deputada. Segundo ele, o objetivo não era prejudicar o presidente — ao menos não naquela época. “Fiz campanha para o Bolsonaro e me arrependi depois”, disse ele a VEJA.

Sorrindo, emenda outra acusação, dessa vez contra o procurador Januário Paludo, outro membro da força-tarefa: “Tem um áudio em que o procurador está aceitando dinheiro do Renato Duque. A Procuradoria iniciou inquérito contra ele, né?”

Veja a matéria completa em Veja

Renata Campos chega para votar acompanhada dos cinco filhos

Do JC Online Sem falar com a imprensa e demonstrando emoção, Renata Campos votou no início da tarde deste domingo (05) na Faculdade Marista, no bairro de Apipucos. Acompanhada dos cinco filhos, a viúva de Eduardo Campos passou pouco mais 30 minutos entre a fila e a cabine de votação. Visivelmente sensibilizada ao sair da […]

Viúva de Eduardo Campos demonstrou emoção durante o processo de votação na Faculdade Marista, em Apipucos
Viúva de Eduardo Campos demonstrou emoção durante o processo de votação na Faculdade Marista, em Apipucos

Do JC Online

Sem falar com a imprensa e demonstrando emoção, Renata Campos votou no início da tarde deste domingo (05) na Faculdade Marista, no bairro de Apipucos. Acompanhada dos cinco filhos, a viúva de Eduardo Campos passou pouco mais 30 minutos entre a fila e a cabine de votação. Visivelmente sensibilizada ao sair da Seção, ela abraçou o clã que a aguardava do lado de fora.

Após confirmar o voto, Renata Campos deixou escapar a frase “hoje o dia era dele”, referindo ao marido, o ex-governador Eduardo Campos, morto no dia 13 de agosto, em acidente aéreo em Santos, São Paulo. Eduardo era candidato a presidente da república pelo PSB. Com a morte dele, quem assumiu a chapa foi Marina.

O filho João votou em seguida e, ao final do procedimento, ainda na cabine de votação, ergueu o punho e bradou a frase que ficou famosa com o pai, Eduardo Campos: “Não vamos desistir do Brasil.” O primogênito da família Campos saiu aos prantos, assim como Maria Eduarda que votou com a bandeira da candidata Marina Silva, estendida em suas costas.

Já Pedro preferiu votar depois e ficou junto com o prefeito do Recife, Geraldo Júlio e os candidatos Paulo Câmara e Raul Henry, que acompanharam Renata durante o processo de votação.

“Águas de março”: águas das últimas chuvas começam a chegar em Brotas

Por André Luis – Com informações de Celso Brandão Na manhã desta quinta-feira (31) o repórter Celso Brandão da Rádio Pajeú, foi ao Sítio do Poço da Volta conferir de perto o resultado das últimas chuvas que caíram na região. In loco, Celso testemunhou que as águas chegam com grande volume em direção a barragem […]

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Foto: Celso Brandão

Por André Luis – Com informações de Celso Brandão

Na manhã desta quinta-feira (31) o repórter Celso Brandão da Rádio Pajeú, foi ao Sítio do Poço da Volta conferir de perto o resultado das últimas chuvas que caíram na região.

In loco, Celso testemunhou que as águas chegam com grande volume em direção a barragem de Brotas. O que deve fazer com que o abastecimento de água no município de Afogados da Ingazeira e Tabira ganhem um belo reforço. Confira nas fotos de Celso Brandão:

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DENUNCIA – Ao chegar em Brotas, Celso pode comprovar um crime que está sendo praticado.

Na reportagem Celso disse que, enquanto muitos sertanejos passam por necessidades, muitas vezes sem ter o básico para alimentação diária, pescadores estão cometendo um grande crime ao tirar o peixe da água e desprezar na beira do rio.

Vários peixes descartados a beira de Brotas. foto: Celso Brandão
Vários peixes descartados a beira de Brotas. foto: Celso Brandão

É preciso denunciar para que as autoridades e quem de direito tome as devidas providências, a fim de que, sejam punidos aqueles que agem desta forma.

O peixe descartado as margens de Brotas poderia ser devolvido a água caso não atendesse as expectativas do pescador, que talvez esteja dando prioridade a peixes maiores, portanto, pense em si, no futuro este peixe estaria crescido e seria novamente pescado por você.

Entende-se que o crime está caracterizado e precisa-se apurar e punir quem o pratica.

PT de Pernambuco representado na posse de Gleisi Hoffman

O presidente do PT Pernambuco, Bruno Ribeiro, reuniu-se com o ex-presidente Lula nesta quinta-feira, 06, em meio à solenidade de posse da presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e da nova direção nacional do partido, em ato político, no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, Distrito Federal. “A conversa foi sobre a profunda crise atual e […]

Duque, Lula, Humberto Costa e Bruno Ribeiro.

O presidente do PT Pernambuco, Bruno Ribeiro, reuniu-se com o ex-presidente Lula nesta quinta-feira, 06, em meio à solenidade de posse da presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e da nova direção nacional do partido, em ato político, no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, Distrito Federal.

“A conversa foi sobre a profunda crise atual e sobre a única saída defensável, que é a devolução ao povo brasileiro da decisão sobre quem preside o País, através das Diretas Já. Também falamos sobre Pernambuco e sobre uma viagem que Lula fará por todo o Nordeste nos próximos meses. Também sobre a disposição dele de ajudar a construir os caminhos no Estado, junto com o partido e suas instâncias” declarou Bruno Ribeiro.

O Prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, também participou do evento. Duque, que tem mantido mistério sobre seu futuro político e não descarta deixar o PT, disse que o presidente Lula brincou afirmando que queria ser convidado para novamente ir à Serra Talhada.