Pai também tentou ajudar, mas sobreviveu e foi levado a uma unidade hospitalar. Do G1 Um jovem de 21 anos morreu afogado após tentar salvar o irmão de 11 anos no início da tarde deste sábado (24), na Praia do Futuro, em Fortaleza. Segundo o Corpo de Bombeiros, a família é de Arcoverde, interior de […]
Pai também tentou ajudar, mas sobreviveu e foi levado a uma unidade hospitalar.
Do G1
Um jovem de 21 anos morreu afogado após tentar salvar o irmão de 11 anos no início da tarde deste sábado (24), na Praia do Futuro, em Fortaleza. Segundo o Corpo de Bombeiros, a família é de Arcoverde, interior de Pernambuco. O pai, que também tentou ajudar, e a criança foram levados para uma unidade hospitalar. Um banhista filmou parte do atendimento.
Surfistas viram o triplo afogamento e fizeram a retirada da família até a equipe de salvamento chegar. “Eles foram retirados por surfistas. Logo depois a equipe do Corpo de Bombeiros chegou e fez os procedimentos de reanimação. O pai e o filho pequeno estavam conscientes, mas o jovem de 21 anos saiu com parada cardíaca. Foram feitos todos os procedimentos, mas infelizmente ele não resistiu”, disse o tenente do Corpo de Bombeiros, Romário Fernandes.
Banhistas afirmaram que o socorro demorou a chegar e que não havia salva-vidas no local. O Corpo de Bombeiros informou que foi acionado às 12h32 pela Ciops e, oito minutos depois, chegou ao local, onde dois guarda-vidas e uma guarnição de resgate da corporação já prestavam os primeiros socorros ao jovem. A corporação disse ainda que não há posto de salva-vidas no local do afogamento, mas há equipe em ponto próximo e que a distribuição dos agentes de salvamento ao longo da praia é feita conforme a movimentação da área.
“Estava tendo uma competição próximo ao local do afogamento e eu ouvi o narrador do campeonato falando que tinha gente se afogando. Eu vi que o jovem engoliu muita água. Os bombeiros ficaram fazendo a massagem cardíaca e o Samu também quando chegaram. Fiquei quase 50 minutos e eles continuavam lá tentando reanimar”, disse o banhista Felipe Palhano, que filmou parte do atendimento.
O deputado federal André de Paula (PSD), candidato ao Senado na chapa de Marília Arraes (SD), foi o entrevistado desta segunda-feira (8) no Debate na Nova, na TV Nova Nordeste, que está discutindo as eleições 2022 com os postulantes ao governo de Pernambuco, à vice-governadoria e ao senado. Comandado por Pedro Paulo, o programa contou […]
O deputado federal André de Paula (PSD), candidato ao Senado na chapa de Marília Arraes (SD), foi o entrevistado desta segunda-feira (8) no Debate na Nova, na TV Nova Nordeste, que está discutindo as eleições 2022 com os postulantes ao governo de Pernambuco, à vice-governadoria e ao senado.
Comandado por Pedro Paulo, o programa contou com a participação dos jornalistas Wellington Ribeiro, do blog Ponto de Vista, e André Santiago, da rádio Cultura Caruaru.
Ao longo da entrevista, André foi questionado sobre temas diversos, a exemplo do seu perfil político pautado nas ideias e nos ideais do ex-senador da República e ex-vice-governador de Pernambuco, Marco Maciel; da união com Marília – a neta de Arraes, que sempre esteve em palanque contrário ao seu; do apoio ao ex-presidente Lula e das urnas eletrônicas.
O candidato ao Senado também respondeu perguntas enviadas pelos telespectadores via WhatsApp.
Antagonismo – André de Paula foi convidado a relembrar o antagonismo que, no passado, posicionou Marco Maciel e Miguel Arraes em campos opostos, e questionado sobre como os eleitores têm se comportado ao vê-lo lado a lado com Marília. Para André, a união tem sido muito bem recebida, fato que se justifica pelo cenário político caótico e pelas mudanças que o estado e o país clamam.
“Estamos vivendo um momento de intolerância. O Brasil está dividido e eu acho que a gente não sai disso se não tiver a capacidade política de unir o país e o estado”, analisa André.
“Marília reproduz, em Pernambuco, o que, acertadamente, Lula fez em nível nacional: buscou Geraldo Alckmin, seu oponente histórico, para ser seu companheiro nessa jornada, construindo a unidade que o país pede. Marília é preparada, corajosa, obstinada. Estou motivado a estar ao lado dela”, acrescenta.
André também foi questionado a respeito da abertura de um canal de diálogo com o presidente da República, Jair Bolsonaro, caso ele seja reeleito.
“Tenho a obrigação de defender os interesses do meu estado e farei isso independente de quem estiver na presidência. Assim é a boa política. O meu maior e inafastável compromisso é com os pernambucanos”, afirma André de Paula.
G1 O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da operação Lava Jato na primeira instância, disse neste sábado (13), em um evento em Londres organizado por brasileiros que estudam em universidades britânicas, que juízes não podem julgar pensando na consequência política que a decisão irá gerar. Em apresentação no Brazil Forum UK, o magistrado […]
O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da operação Lava Jato na primeira instância, disse neste sábado (13), em um evento em Londres organizado por brasileiros que estudam em universidades britânicas, que juízes não podem julgar pensando na consequência política que a decisão irá gerar.
Em apresentação no Brazil Forum UK, o magistrado foi questionado sobre a exposição de juízes na mídia e respondeu: “não creio que isso gera um grande problema, desde que não invadam política partidária”.
Em seguida, Moro falou sobre casos envolvendo corrupção de agentes políticos. “Um julgamento, seja absolvitório ou seja condenatório, ele sempre tem reflexos políticos, mas esses reflexos políticos ocorrem fora da corte de justiça”, disse.
“Quando se condena, por exemplo, um ex-político de envergadura, alguém que teve um papel às vezes até respeitável dentro da conjuntura política do país, isso vai gerar reflexos dentro da vida partidária. […] O juiz não pode julgar pensando nisso, o juiz tem que cumprir seu dever e julgar segundo as leis e as provas”, afirmou.
“Se o juiz for julgar pensando na consequência política, ele não está fazendo seu papel de juiz”, enfatizou Moro. “Muitas vezes tem essa confusão de que julgamentos são políticos, quando na verdade não são”, completou o juiz, sob vaias e aplausos da plateia.
Na apresentação, Sérgio Moro afirmou que as prisões preventivas aplicadas por ele na operação Lava Jato visaram deter uma “corrupção sistêmica e serial”. As decisões, segundo ele, também obedeceram a uma aplicação “ortodoxa” da lei.
Moro participou de um debate com o título de “Reequilibrando os poderes: o papel do Judiciário na democracia brasileira”. O juiz falou por cerca de 15 minutos. Quando foi chamado pela organização para discursar, ouviu aplausos e algumas vaias. Ao final da sua fala, os aplausos prevaleceram.
Ele disse reconhecer que pode haver divergência sobre o entendimento a respeito das prisões preventivas. No entanto, segundo Moro, todas as aplicadas na Lava Jato foram baseadas na lei.
“Esse tema da prisão preventiva tem sido polêmico. O que tenho falado nas minhas decisões é que não defendo nada diferente da aplicação ortodoxa da lei penal”, afirmou o juiz.
“O que foi evidenciado por esses casos é que aquilo chamado corrupção sistêmica. Uma corrupção como uma prática habitual, profissional, serial, profunda e permanente, que chegou a contaminar as instituições”, completou.
O ex-ministro da Justiça e Advogado-Geral da União no governo Dilma Rousseff, José Eduardo Cardozo, também participou do debate em Londres. Ele manifestou preocupação com o que chamou de um “fortalecimento do Judiciário” em comparação com os poderes Executivo e Legislativo.
Para Cardozo, esse fenômeno ocorre no Brasil e no mundo, e tem levado juízes a tomar decisões além da lei.
“Hoje nós temos um problema no mundo. Quem limita o arbítrio do Judiciário? Quem controla o controlador? Essa é uma questão mundial. Absolutamente mundial. Há autores que falam de ditadura de juízes”, afirmou Cardozo.
O ex-ministro petista foi aplaudido tanto no início quanto no fim de sua fala. Ele ressaltou que o juiz pode não ser neutro, já que tem preferências pessoais, mas precisa ser imparcial.
“Eu vejo hoje no Brasil e no mundo decisões judicias que vão além do que a lei permite. O juiz não é neutro, é humano. Um juiz jamais será neutro. Ele não pode é ser parcial. Eu falo isso por convicção, não é de agora”, disse.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que foram registrados nesta segunda (06), nove casos de covid-19 no município. Com isso a cidade chegou aos 105 casos. Hoje também foram registrados 14 casos que entram em investigação e seis curas após avaliação clínica e epidemiológica. Casos positivos do sexo masculino: contador (55 anos); técnico em […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que foram registrados nesta segunda (06), nove casos de covid-19 no município. Com isso a cidade chegou aos 105 casos.
Hoje também foram registrados 14 casos que entram em investigação e seis curas após avaliação clínica e epidemiológica.
Casos positivos do sexo masculino: contador (55 anos); técnico em serviço social (34 anos), contato de caso positivo; aposentado (43 anos); estudante (10 anos), contato de caso positivo.
Casos positivos do sexo feminino: profissional da saúde (37 anos); agricultora (35 anos); Técnica Administrativa (34 anos), contato de caso positivo; estudante (6 anos), contato de caso positivo; agricultora (43 anos), contato de caso positivo. Casos em
Investigação: Hoje entraram em investigação 14 pacientes que após apresentarem sintomas sugestivos para a COVID – 19 realizaram a coleta de SWAB.
São quatro pacientes do sexo masculino (com idades entre 2 e 73 anos) e dez pacientes do sexo feminino (com idades entre 25 e 56 anos). Os casos positivos e em investigação estão em isolamento domiciliar e são monitorados pelas equipes de vigilância em saúde e atenção básica.
Curas: Após avaliação clínica e epidemiológica, o município registra seis curas de pacientes.
Blog Júnior Campos O cenário político de Pernambuco entrou em ebulição nas últimas 48 horas, e esta quarta-feira (5) promete ser mais um capítulo decisivo na montagem das chapas para as eleições de 2026. Nos bastidores, o clima continua de forte tensão. Ao ser questionado sobre uma possível participação do presidente nacional do União Brasil, […]
O cenário político de Pernambuco entrou em ebulição nas últimas 48 horas, e esta quarta-feira (5) promete ser mais um capítulo decisivo na montagem das chapas para as eleições de 2026.
Nos bastidores, o clima continua de forte tensão. Ao ser questionado sobre uma possível participação do presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, na convenção, Miguel Coelho ironizou, afirmando que ele “tinha mais o que fazer”. A declaração o tamanho da fissura entre ele e o deputado federal, Eduardo da Fonte. Também repercutiu a declaração de Mendonça Filho de que já havia alertado Miguel Coelho, desde o início das negociações, sobre a dificuldade da federação em construir um consenso interno diante da disputa aberta entre União Brasil e Progressistas.
Mas a convenção desta quarta-feira desperta expectativas que vão muito além da simples homologação de nomes:
O gesto de Raquel Lyra
A primeira incerteza envolve a própria governadora. Mesmo sendo a principal aliada da federação em Pernambuco, ainda existe expectativa sobre sua presença no evento. Sua participação será interpretada como um gesto político importante em meio ao embate que marcou os últimos dias entre Miguel Coelho e Eduardo da Fonte.
Sinais de unidade no PP
Coube ao deputado estadual Kaio Maniçoba (PP), filho da prefeita de Floresta, Rorró Maniçoba, reforçar publicamente seu alinhamento ao grupo de Raquel Lyra. Em publicação nas redes sociais ao lado de Eduardo da Fonte e de Túlio Gadêlha, a foto é lida como um sinal de unidade em torno da chapa governista.
O passe valorizado do Podemos
A legenda continua sendo cortejada tanto pelo grupo de Eduardo da Fonte quanto pelo campo liderado por Mendonça Filho. O partido passou a ocupar posição estratégica e poderá ser o fiel da balança na consolidação das alianças para outubro.
A vaga aberta ao Senado
Permanece a dúvida sobre quem será o segundo nome ao Senado apoiado por Miguel Coelho. Túlio Gadêlha desponta como uma das possibilidades, principalmente por Miguel ter reafirmado que mantém apoio à governadora, mas a definição segue dependendo do desfecho das negociações bloco governista.
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