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COSEMS-PE participa de reunião nacional em Brasília sobre orçamento, piso da enfermagem e gestão do SUS

Por Michael Andrade

Representantes de Pernambuco participaram, nessa quarta-feira (23), da reunião do Conselho Nacional de Representantes Estaduais (CONARES), em Brasília, que reuniu integrantes dos Conselhos de Secretarias Municipais de Saúde de diferentes estados.

O Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Pernambuco (COSEMS-PE) foi representado pelo presidente da entidade, Elídio Moura, e pela vice-presidente Zelma Pessoa, indicada como Terceiro Membro do Estado no CONARES.

Também participaram da agenda Artur Amorim, diretor do COSEMS-PE e integrante da diretoria do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), e Luciana Albuquerque, secretária de Saúde do Recife e integrante do Conselho.

Entre os temas discutidos estiveram o orçamento da saúde para 2027, o piso da enfermagem, o RegulaSUS, o Projeto Proadi para o triênio 2027-2029, estratégias de enfrentamento à violência contra as mulheres e as etapas municipais da Conferência Nacional de Saúde.

A programação também abordou a Plataforma Gestão do Cuidado, emendas parlamentares e pautas relacionadas à Comissão Intergestores Tripartite (CIT).

Durante o encontro, o CONASEMS realizou ainda uma Assembleia Geral Extraordinária para discutir uma proposta de alteração estatutária relacionada à realização de mostras de experiências municipais. Entre as iniciativas citadas está a “Mostra Brasil, aqui tem SUS”, voltada à apresentação de experiências desenvolvidas pelas gestões locais.

Para o presidente do COSEMS-PE, Elídio Moura, a participação nas reuniões nacionais permite que demandas dos municípios pernambucanos sejam levadas aos espaços de discussão sobre políticas de saúde.

“A presença nesses espaços nacionais é importante para fortalecer a voz dos nossos municípios e contribuir para as decisões que impactam diretamente a gestão e a assistência à saúde”, afirmou.

Ao final da programação, Elídio Moura e Artur Amorim participaram de uma reunião com a Presidência e a Secretaria Executiva do CONASEMS. Segundo o COSEMS-PE, o encontro tratou da participação de Pernambuco nas discussões nacionais relacionadas à saúde pública e à gestão municipal do SUS.

Fonte: Ascom COSEMS-PE
Foto: Divulgação

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Outras Notícias

Homem perde a vida por afogamento

A comunidade de Afogados da Ingazeira, no sertão pernambucano, foi abalada por duas tragédias distintas neste domingo (14). Wellington Silva, 35 anos, conhecido como Galego, perdeu a vida após afogar-se no açude da comunidade de Quixaba dos Liberais. Enquanto tentava atravessar o açude local, Wellington encontrou dificuldades e não conseguiu retornar à superfície. Até o […]

A comunidade de Afogados da Ingazeira, no sertão pernambucano, foi abalada por duas tragédias distintas neste domingo (14). Wellington Silva, 35 anos, conhecido como Galego, perdeu a vida após afogar-se no açude da comunidade de Quixaba dos Liberais.

Enquanto tentava atravessar o açude local, Wellington encontrou dificuldades e não conseguiu retornar à superfície. Até o momento da redação desta matéria, seu corpo ainda se encontrava no local.

Dado como morto, reapareceu

Um segundo homem ainda não identificado, foi dado como desaparecido na área da Barragem de Brotas, perto da ponte de Zé Coió, nas imediações de onde ficava o Clube dos 60.

Familiares informaram que o pescador, foi retirar uma rede conhecida como galão e não teria retornado à superfície.

Mergulhadores do Corpo de Bombeiros tentaram localizar o corpo ontem, mas pelo avançar da hora, as buscas só iriam recomeçar as buscas nesta segunda.

Só que o pescador, identificado como Cícero Lopes Feitosa, na verdade atravessou para a ilha da barragem de Brotas sem avisar à família. Apareceu no fim da noite. A apuração foi de Marcony Pereira para a Rádio Pajeú.

Gleisi diz que Marília extrapolou ao anunciar apoio de Sílvio Costa

Da Rádio Jornal Inocentada nesta semana pelo Supremo Tribunal Federal das acusações de lavagem de dinheiro, corrupção passiva e caixa dois, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PT-PR) declarou nesta quinta-feira (21) que acredita que se o STF julgar no mérito o caso do ex-presidente Lula (PT), ele também será absolvido. “Não tem outro […]

Da Rádio Jornal

Inocentada nesta semana pelo Supremo Tribunal Federal das acusações de lavagem de dinheiro, corrupção passiva e caixa dois, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PT-PR) declarou nesta quinta-feira (21) que acredita que se o STF julgar no mérito o caso do ex-presidente Lula (PT), ele também será absolvido. “Não tem outro caminho”, disse a petista em entrevista à Rádio Jornal.

Indústria de delações

Para Gleisi Hoffmann, Lula foi condenado em um processo “sem provas” e que até o momento o STF não julgou o caso do ex-presidente no mérito, apenas sobre pedidos de Habeas Corpus. “No meu processo, a verdade prevaleceu. O julgamento que me inocentou foi uma resposta dura sobre a indústria de delações. Não tenho dúvidas nenhuma de que quando o STF julgar o mérito de Lula não tem outro caminho do que só a absolvição”, disparou.

A presidente do PT reafirmou que Lula será o candidato a presidente do partido e negou que o ex-prefeito paulista Fernando Haddad (PT) será o plano B do partido no caso de que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negue o registro da candidatura: “É por Lula ser inocente que ele será nosso candidato”, afirmou.

A senadora ainda criticou o longo tempo que teve a índole posta em dúvida e agora foi inocentada. “Fiquei 4 anos sendo condenada na opinião pública. Não sei quem vai repor isso. Vão botar Gleisi, a inocentada?”, questionou.

Marília Arraes

Nesta semana, contrariando a direção estadual do partido, Marília lançou a candidatura do deputado federal e ferrenho defensor da ex-presidente Dilma (PT), o deputado Silvio Costa (Avante) ao Senado, o que provocou novo atrito com o grupo do senador Humberto Costa (PT-PE). Gleisi, elogiou Marília e Costa, mas garantiu que a prioridade ao Senado é Humberto.

“Marília faz bem ao PT, mas daí ela anunciar uma coligação é um passo muito longo. Em Pernambuco ainda não definimos nada. Ela faz movimentos que se o PT não assumir, não vão ser efetivados”, alfinetou.

Brasil tem 6,3 mil pacientes com Covid-19 na fila por leitos de UTI, aponta conselho de secretários

Presidente do Conass, Carlos Lula, diz que a situação é dramática e representa um colapso no sistema. 6.370 brasileiros com Covid-19 estavam, nesta quinta-feira (25), à espera de um leito de UTI, de acordo com dados do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass) obtidos com exclusividade pelo Jornal Nacional. A reportagem é de […]

Presidente do Conass, Carlos Lula, diz que a situação é dramática e representa um colapso no sistema.

6.370 brasileiros com Covid-19 estavam, nesta quinta-feira (25), à espera de um leito de UTI, de acordo com dados do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass) obtidos com exclusividade pelo Jornal Nacional. A reportagem é de Paloma Rodrigues e Camila Bomfim/TV Globo/Brasília.

Os número do Conass dão uma dimensão do impacto nos estados: em São Paulo, são 1.500 pessoas na fila. Em Minas Gerais, quase 714 pessoas. No Rio de Janeiro, 582 e, no Paraná, 501.

O presidente do Conass, Carlos Lula, diz que a situação é dramática e representa um colapso no sistema. E que essa situação vai fazer o número de mortes diárias crescer muito rapidamente.

“Hoje, mais de 6 mil pacientes esperando leito de UTI. Isso significa o colapso do sistema de saúde, isso significa que a gente chegou ao limite. É imaginar que a gente não deve ter mais do que 20 mil pessoas internadas, isso significa pelo menos um terço de pessoas, um terço do total de leitos disponíveis hoje aguarda fora de um leito de UTI uma vaga para a unidade de terapia intensiva. Isso vai significar que a gente vai perder pacientes na fila de espera, que não vão ter chance de ter acesso a um leito de uti pra tentar salvar sua vida”, disse Carlos Lula.

“É a total negação de direitos nesse momento. É assim, é o estado dizendo: olha, eu não tenho mais condição de te ajudar. E a gente não pode admitir isso. É exatamente o contrário do que prega a Constituição que diz que a saúde é um direito de todos e dever do estado, Um dever do estado. É o dever que a gente não tá conseguindo cumprir nesse momento”, lembrou Carlos.

“A situação é urgente e ela exige medidas urgentes. A gente tem pelo menos 5 ou 6 pontos pra tomar decisões pra ontem, tanto em relação a oxigênio, tanto em relação a medicação, tanto em relação a compra de testes. Se o ministério não tomar medidas urgentes nas próximas horas, eu não falo mais nem de próximos dias, mas de próximas horas, a gente não vai tá mais falando nem de 3 mil mortos, a gente pode tá falando de 4 mil. é uma situação que piora a cada semana”.

Sobre a superlotação das UTIs, o Ministério da Saúde afirmou que, desde o começo da pandemia, tem prestado apoio irrestrito aos estados, municípios e Distrito Federal. E que omente neste ano, a autorização de custeio permitiu a abertura de doze mil e duzentos leitos de UTI em todo o país, e que o pedido de autorização para o custeio desse leitos é feito pelas secretarias estaduais e municipais de saúde.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, esteve no Rio de Janeiro para assinar um termo de cessão dos leitos dos hospitais federais para o estado. Segundo o governador em exercício, Cláudio Castro, serão 560 leitos federais regulados pelo estado. Parte administrada pela Rede D’Or de hospitais particulares.

O Conass afirmou que o ministério da saúde reconhece a gravidade da situação. Mas que vai reforçar a urgência e a necessidade de novos leitos. O pedido também inclui a compra de insumos usados nesses leitos de UTI, como oxigênio e remédios para intubação.

Especialistas elencam uma série de fatores para o cenário atual: mais circulação social, as novas variantes, discursos negacionistas, falta de planejamento.

A coordenadora da Força-Tarefa da Associação de Médicos Intensivistas fez uma comparação dramática sobre a situação nas UTIs.

“O cenário é de guerra. Não temos como colocar em palavras a tragédia. Não é só uma pessoa morrendo, são famílias inteiras morrendo aqui dentro. Perdemos colegas , colegas perdendo família. Precisamos de uma mensagem mais consistente a população e mais coerente sobre uso de máscaras e que não podemos receber mais pacientes”, diz Lara Kretzer.

Opinião: mudanças climáticas e El Niño: começamos a pagar o preço

Da Itapuama FM No comentário das 12h desta quinta-feira (30/07), o jornalista Nill Júnior analisa os impactos das mudanças climáticas globais e do fenômeno El Niño, alertando para a falta de ações preventivas e de políticas públicas efetivas no combate ao desequilíbrio ambiental. Nill Júnior destaca a contradição entre a gravidade dos fatos e a […]

Da Itapuama FM

No comentário das 12h desta quinta-feira (30/07), o jornalista Nill Júnior analisa os impactos das mudanças climáticas globais e do fenômeno El Niño, alertando para a falta de ações preventivas e de políticas públicas efetivas no combate ao desequilíbrio ambiental.

Nill Júnior destaca a contradição entre a gravidade dos fatos e a omissão dos governos em diferentes esferas:

Enquanto grandes potências globais como os Estados Unidos seguem apostando em combustíveis fósseis e exploração de petróleo em detrimento das energias renováveis, países como a China avançam na construção de grandes parques de energia solar para tentar reduzir os impactos.

Em vez de destinar recursos para a prevenção de catástrofes naturais, governos estaduais promovem cortes orçamentários como o caso de Minas Gerais e priorizam investimentos em grandes eventos festivos, que frequentemente consomem mais verba do que os planos de prevenção e mitigação de danos.

Na região, rios como o Moxotó e o Pajeú sofrem com a degradação e o crescimento urbano desordenado, cobertos por esgoto. O jornalista aponta que rios poderiam ser perenizados com o devido tratamento dos efluentes e destaca o papel vital das adutoras (como as do Oeste, Agreste e Pajeú) para evitar o colapso no abastecimento de água.

O desmatamento desenfreado avança sem o devido combate por parte do IBAMA e das polícias ambientais. Nos municípios, faltam secretarias de Meio Ambiente com orçamento próprio, limitando-se a diretorias para acomodação política. Além disso, a maioria das cidades descumpre os prazos do Novo Marco do Saneamento Básico.

Para o jornalista, enquanto o debate ficar apenas no discurso e faltarem ações efetivas para conter o desmatamento, promover a arborização urbana e garantir o saneamento, a sociedade continuará pagando um preço alto diante do aumento das temperaturas, do derretimento das geleiras e da elevação dos oceanos.

Zé Negão é empossado como assistente parlamentar de João Paulo Costa

Ex-vereador afogadense irá coordenar campanha de reeleição em 2022 do deputado  na região. Com a decisão, Zé descarta totalmente a possibilidade de disputar uma vaga na Alepe nas próximas eleições. Por André Luis EXCLUSIVO O ex-vereador de Afogados da Ingazeira, José Edson Ferreira, o Zé Negão (Podemos), tomou posse na tarde desta segunda-feira (01/02), como […]

Ex-vereador afogadense irá coordenar campanha de reeleição em 2022 do deputado  na região.

Com a decisão, Zé descarta totalmente a possibilidade de disputar uma vaga na Alepe nas próximas eleições.

Por André Luis

EXCLUSIVO

O ex-vereador de Afogados da Ingazeira, José Edson Ferreira, o Zé Negão (Podemos), tomou posse na tarde desta segunda-feira (01/02), como assistente parlamentar do deputado estadual João Paulo Costa (Avante).

O blog já havia divulgado com exclusividade a nomeação do ex-vereador que foi publicada no Diário Oficial de Pernambuco no último sábado. Nesta segunda, Zé Negão cumpriu apenas as formalidades necessárias para tomar posse no cargo. 

Segundo Zé Negão, em conversa com a redação do blog, a sua missão será coordenar a campanha de reeleição do deputado na região.

“Ele quer que eu coordene as conversas na região do Moxotó, Pajeú, Sertão e Alto Sertão. Em cidades como Cabrobó, Ouricuri, Belém de São Francisco, Petrolândia e Belo Jardim”, explicou Zé.

Zé Negão também confirmou que com a decisão de assumir a missão de coordenar a campanha de João Paulo Costa, está totalmente descartada a possibilidade de colocar o nome na disputa de uma vaga na Alepe nas eleições de 2022.