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Coordenadora recebendo Bolsa Família em Tuparetama: Secretaria emite nota

Por Nill Júnior

Prezado Nill Júnior,

A Secretaria de Assistência Social de Tuparetama esclarece à população:

Sobre os casos de pessoas do município estarem com o Bolsa Família bloqueado. A Coordenadora do programa Bolsa Família em Tuparetama, Aline Perciane de Souza, não tem qualquer poder para bloquear o Bolsa Família dos beneficiários.

O que acontece é que em julho de 2017 o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário realizou uma Averiguação Cadastral referente aos benefícios pagos de março a novembro de 2016. Nesta Averiguação o Ministério cruzou informações e bloqueou o Bolsa Família de Maria do Socorro Silva Barbosa por considerar que o marido dela, Cosmo Barbosa de Souza, apresentava condições financeiras entre março e novembro de 2016 que impediam a mesma de receber o benefício. E, portanto, não procede a alegação desta de que foi a Coordenadora quem bloqueou o benefício.

Ao ser procurada pela beneficiária, a Coordenadora Aline Perciane de Souza, realizou todos os procedimentos exigidos e cabíveis ao seu cargo. Foi realizada em 20/07/2017 uma visita à casa da beneficiária e foram colhidas as informações que o Ministério exige da beneficiária e do marido dela.

A Coordenadora então colocou as informações que colheu durante a visita no sistema e o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário é quem vai decidir o bloqueio do benefício de Maria do Socorro silva Barbosa no prazo de 24hs a 48hs. Assim como este caso de bloqueio, há também várias outros no município.

Na manhã da quinta-feira 20 de julho, a Coordenadora, Aline Perciane de Souza, e a secretária de Assistência Social de Tuparetama, Roseane Gomes, entregaram uma lista com todos os beneficiários do município bloqueados pelo Ministério aos vereadores. Receberam a lista os vereadores da oposição, Danilo Nunes (PDT), Orlando Ferreira (PMDB), Vandinha Silvestre (PSD) e o vereador da situação Diógenes Patriota (Solidariedade).

O segundo ponto que a secretaria de Assistência Social esclarece é sobre a Coordenadora do Bolsa Família, Aline Perciane de Souza, já ter sido beneficiária do Bolsa Família do município de São José do Egito. Aline recebeu o primeiro benefício em outubro de 2016 por estar desempregada e por apresentar perfil para receber. Este fato não era de conhecimento da secretaria que ao confirmá-lo tomou as providências necessárias e o benefício já foi bloqueado.

A secretaria lembra que existe no Bolsa Família a regra de permanência de 2 anos do beneficiário no programa. E cabe ao Ministério realizar a averiguação cadastral a cada 6 meses de todos os beneficiários justamente para auxiliar a gestão municipal nos casos em que pessoas devem receber o benefício.

Outras Notícias

Impeachment não têm base legal, diz Planejamento

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão divulgou hoje (14) nota com esclarecimentos sobre edição de decretos de suplementação orçamentária, questionados no pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Segundo o ministério, um dos fatores apontados no pedido de impeachment é a edição, em 2015, de seis decretos de suplementação orçamentária, que, “supostamente, não teriam base legal […]

Do Congresso em Foco
Do Congresso em Foco

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão divulgou hoje (14) nota com esclarecimentos sobre edição de decretos de suplementação orçamentária, questionados no pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

Segundo o ministério, um dos fatores apontados no pedido de impeachment é a edição, em 2015, de seis decretos de suplementação orçamentária, que, “supostamente, não teriam base legal e a consequente execução de despesas não teria autorização do Congresso Nacional”.

“O questionamento não é feito sobre o valor total dos decretos, mas apenas sobre a parte que se refere à utilização de excesso de arrecadação de receitas próprias ou de superávit financeiro de anos anteriores como fonte de recursos. Alega-se que o uso dessas fontes seria incompatível com o alcance da meta fiscal”, informou o ministério.

De acordo com o ministério, o valor total dos decretos é de R$ 95 bilhões, dos quais R$ 2,5 bilhões são referentes às fontes mencionadas. “O valor restante foi compensado com o cancelamento parcial de outras dotações”.

Desses R$ 2,5 bilhões correspondentes a excesso de arrecadação ou superávit financeiro, “R$ 708 milhões são de despesas financeiras que, por definição, não entram no cálculo do resultado primário”, acrescentou o ministério.

Para o ministério, “as alegações feitas no pedido de impeachment não se sustentam por dois motivos básicos: os decretos mencionados estão de acordo com a legislação em vigor e, por si sós, não aumentaram a despesa da União”.

“Os decretos questionados são decorrentes da gestão orçamentária e não aumentaram o limite de execução para nenhum órgão definido no decreto de contingenciamento. Portanto, não ampliaram o total de despesas que podiam ser executadas. Em realidade, eles apenas possibilitaram que os órgãos remanejassem recursos internamente, de forma a melhorar a qualidade do gasto.”

Conforme a nota, não cabe falar que houve comprometimento da meta fiscal por esses decretos. “No período imediatamente anterior a esses decretos, ao contrário do que se acusa, o governo cortou ainda mais seus gastos discricionários em R$ 8,6 bilhões, aumentando o contingenciamento total de 2015 para R$ 79,8 bilhões, o maior já realizado desde o início da Lei de Responsabilidade Fiscal.”

Na nota, o ministério disse ainda que os decretos mencionados no pedido de impeachment não têm numeração porque não têm caráter normativo.

Por fim, o ministério afirmou que ao longo de 2015 o governo federal vem adotando uma série de medidas de ajuste fiscal, cujo valor total estimado atinge R$ 134 bilhões (2,3% do PIB).

“Houve medidas de redução de despesas e aumento ou recuperação de receitas. O esforço de redução de despesas atingiu R$ 82,7 bilhões (1,4% do PIB) e responde por 61,7% do esforço fiscal programado para este ano.”

Jorge de Altinho animou a festa de Emancipação Política de Tuparetama

Por Juliana Lima O cantor pernambucano Jorge de Altinho foi a grande atração da festa de 53 anos do município de Tuparetama, que aconteceu no último sábado (11), e reuniu um grande público no Pátio de Eventos da cidade. A festa começou após as 22h, com a apresentação da Banda Filarmônica Paulo Rocha, que durante […]

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Por Juliana Lima

O cantor pernambucano Jorge de Altinho foi a grande atração da festa de 53 anos do município de Tuparetama, que aconteceu no último sábado (11), e reuniu um grande público no Pátio de Eventos da cidade.

A festa começou após as 22h, com a apresentação da Banda Filarmônica Paulo Rocha, que durante a apresentação recebeu novos instrumentos musicais das mãos do Prefeito Dêva Pessoa. Um novo uniforme para os integrantes também está sendo confeccionado.

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Após a apresentação da banda, subiu ao palco o cantor local Galego do Pajeú, que mesclou forró, romantismo e muita vaquejada, agradando aos diferentes públicos. Atração mais aguardada da noite, Jorge de Altinho cantou logo em seguida, relembrando grandes sucessos da carreira, como Menino de Rua, Petrolina-Juazeiro e Vivência. A noite foi encerrada com o show do Forró dos Bossas.

No intervalo dos shows o Prefeito Dêva anunciou ao público a aquisição de dois veículos importantes para a Prefeitura, sendo uma Caminhoneta S10 para o gabinete e um Fiorino Furgão para a Secretaria de Educação, que será usado no transporte da merenda escolar.

Senadores e partidos vão ao TRE pedir rigor na apuração de compra de votos no dia da eleição

Parlamentares e presidentes de partidos políticos se reúnem na manhã desta sexta-feira,30, às 8h30, com o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco, Antônio Carlos Alves da Silva, na sede da instituição, para pedir rigor na apuração de denúncias de compra de votos no dia da eleição. Além dos senadores Humberto Costa (PT) e Armando […]

Parlamentares e presidentes de partidos políticos se reúnem na manhã desta sexta-feira,30, às 8h30, com o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco, Antônio Carlos Alves da Silva, na sede da instituição, para pedir rigor na apuração de denúncias de compra de votos no dia da eleição.

Além dos senadores Humberto Costa (PT) e Armando Monteiro (PTB), também participam do encontro os dirigentes dos seguintes partidos: PTdoB, Silvio Costa;  PTB, José Humberto; PRB, Ossésio Silva; PTN, Ricardo Teobaldo; e PT, Bruno Ribeiro.

Segundo o senador Humberto Costa a ideia é alertar as autoridades sobre ações ilegais no dia da eleição. “Essa é uma eleição importante para o Recife e tem muita coisa em jogo. Então, todos temos que estar mobilizados para denunciar e exigir rigor na apuração de denúncias sobre compra de votos”, afirmou o senador.

Municípios recebem 1º decêndio do FPM nesta sexta

Nesta sexta-feira, 8 de agosto, os cofres municipais vão receber o repasse do 1º decêndio de agosto do Fundo de Participação dos Municípios. O valor total a ser repassado será de R$ 7.393.242.020,66, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Em […]

Nesta sexta-feira, 8 de agosto, os cofres municipais vão receber o repasse do 1º decêndio de agosto do Fundo de Participação dos Municípios.

O valor total a ser repassado será de R$ 7.393.242.020,66, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Em valores brutos, incluindo o Fundeb, o montante é de R$ 9.241.552.525,83.

Ao comparar com o mesmo decêndio do ano anterior, o valor apresentou um crescimento nominal de 3,15%. Já na comparação com o mesmo decêndio de 2023, o crescimento foi de 30,55%.

Ao se deflacionar os valores para retirar o efeito da inflação, o fundo apresenta queda de 1,73% em relação ao mesmo decêndio do ano anterior e crescimento de 19,32% em comparação com o primeiro decêndio de agosto de 2023.

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) reforça o pedido de cautela aos gestores municipais, conforme orienta o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.

“É fundamental que o gestor mantenha um controle rigoroso das finanças municipais. Para tanto, é necessário que haja preparação e organização para um segundo semestre que, tradicionalmente, tende a apresentar resultados financeiros menores que o primeiro”, disse.

Clique aqui e veja quanto o seu município recebe nesta sexta. Fonte: CNM.

Análise de grampos de Lula ficam com STF, decidem ministros

A maioria dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) já votou pela remessa ao Supremo dos procedimentos relacionados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em que ocorreram interceptações telefônicas autorizadas. As gravações foram feitas no âmbito da Operação Lava Jato e autorizadas pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba. A data do […]

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A maioria dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) já votou pela remessa ao Supremo dos procedimentos relacionados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em que ocorreram interceptações telefônicas autorizadas. As gravações foram feitas no âmbito da Operação Lava Jato e autorizadas pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba. A data do julgamento do mérito da questão ainda não foi marcada.

Apesar de acompanhar o voto do relator Teori Zavascki de que o STF é competente para julgar se os grampos envolvendo a presidente Dilma e o ex-presidente Lula devem ficar no Supremo, o ministro Edson Fachin questiona se todos os processos ligados às gravações devem fazer parte da análise, antecipando sua opinião pelo desmembramento do processo quando for julgado o mérito. Assim como Fachin, o ministro Marco Aurélio Mello defende o desmembramento dos processos sobre o grampo, mesmo que o julgamento de hoje ainda não esteja avaliado o mérito.

O ministro do STF Teori Zavascki, relator do processo e autor da liminar que determinou a remessa dos processos dos grampos ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Supremo, critica a forma “imediata” como as conversas foram divulgadas, inclusive, sem contraditório.

Ele adianta que vê como questionável a legalidade do próprio grampo entre Lula e a presidente Dilma Rousseff, já que o juiz Sergio Moro havia encerrado a interceptação, apesar de não ser o objeto a ser julgado hoje. Teori defende que o Supremo tem que julgar a instância onde devem ser analisados os grampos, porque, entre outros pontos, há citação de integrantes da Corte como a ministra Rosa Weber. O ministro elogiou a “eminente magistrada conhecida por sua honradez e retidão”.