Contag e Fetape condenam teor das MPs 664 e 665. “Restringem direitos previdenciários e trabalhistas”
Por Nill Júnior
A Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Pernambuco (FETAPE), por meio do seu Conselho Deliberativo, posicionou-se em nota contrária aos termos das Medidas Provisórias nºs 664 e 665/2014, “que restringem direitos trabalhistas e previdenciários dos trabalhadores e das trabalhadoras, em especial os rurais, que laboram sob precárias relações de trabalho, ao modificarem as regras de acesso a direitos históricos, como a pensão por morte, o abono salarial, o seguro defeso e seguro desemprego”.
Segue a nota da federação: “Causa estranheza que em um governo popular, tais medidas tenham sido publicadas no dia 30 de dezembro de 2014, sem qualquer consulta ou discussão com a sociedade brasileira, em especial com as entidades sindicais, visando impedir o seu debate, face à natural desmobilização de toda a sociedade, por causa dos festejos de virada de ano.
Logo após uma campanha presidencial espantosamente acirrada, em que a questão da manutenção dos direitos previdenciários e trabalhistas esteve no foco dos debates, com um claro e inequívoco posicionamento da candidata Dilma Rousseff de que não mexeria nos direitos sociais dos trabalhadores e trabalhadoras para o enfrentamento da conjuntura econômica, as medidas tomadas configuram um retrocesso e geram desconfiança quanto aos compromissos assumidos em campanha, prenunciando que, como sempre aconteceu, o governo exigirá que os trabalhadores e trabalhadoras “paguem a conta” das dificuldades econômicas, mantendo inalterados os elevados ganhos e lucros da classe dominante.
O Movimento Sindical dos Trabalhadores e das Trabalhadoras Rurais (CONTAG, FETAGs e STRs) sempre se dispôs ao diálogo para tratar dos problemas que envolvem as políticas da Seguridade Social e sempre se colocou firmemente contrário a toda e qualquer forma de fraude ou irregularidade, as quais, ao final, acabam trazendo graves prejuízos ao conjunto dos trabalhadores e das trabalhadoras, que dependem diretamente dessas políticas, nos momentos em que se encontram em situação de extrema vulnerabilidade. Para esta Federação, essas medidas provisórias tendem a agravar os problemas sociais, ao invés de resolvê-los.
Esperamos assim, que os nossos representantes na Câmara e no Senado rejeitem tais medidas, provocando um Fórum de Debate, com a participação das entidades representativas, viabilizando imediatamente a revisão das medidas tomadas, para que os trabalhadores e trabalhadoras não sejam prejudicados nos seus direitos previdenciários e trabalhistas”.
A Câmara Municipal de Carnaíba, anunciou a abertura das inscrições para o aguardado Concurso Público, visando ao preenchimento de vagas em seu quadro de pessoal. O certame, regido pela legislação pertinente e pelas disposições contidas no Edital nº 001/2024 CMC/PE, apresenta oportunidades em diversos cargos, conforme detalhado a seguir. O Concurso, de caráter eliminatório e […]
A Câmara Municipal de Carnaíba, anunciou a abertura das inscrições para o aguardado Concurso Público, visando ao preenchimento de vagas em seu quadro de pessoal. O certame, regido pela legislação pertinente e pelas disposições contidas no Edital nº 001/2024 CMC/PE, apresenta oportunidades em diversos cargos, conforme detalhado a seguir.
O Concurso, de caráter eliminatório e classificatório, será conduzido pela Comissão Especial do Concurso Público da Câmara Municipal de Carnaíba, em colaboração com o Instituto Brasileiro de Gestão, Educação e Tecnologia Ltda. A seleção dos candidatos ocorrerá em duas fases, começando com a Prova Escrita Objetiva.
Os cargos ofertados abrangem uma variedade de áreas e níveis de escolaridade, incluindo Assistente Contábil, Auxiliar Administrativo, Auxiliar de Serviços Gerais, Motorista, Recepcionista e Técnico do Controle Interno. As vagas, distribuídas conforme especificações do edital, contemplam tanto pessoas com deficiência quanto candidatos em geral.
Inscrições
Os interessados em participar do certame devem atentar-se ao período de inscrições, conforme indicado no Anexo I do Edital. A realização da inscrição implica na aceitação das normas e condições estabelecidas no documento, sendo importante destacar que o recolhimento da taxa de inscrição só deve ocorrer após o candidato ter pleno conhecimento dos requisitos exigidos.
Além disso, os candidatos, ao se inscreverem, concordam com o tratamento de seus dados pessoais de acordo com as disposições legais, incluindo a autorização para a divulgação de informações relacionadas ao certame, em consonância com os princípios de publicidade e transparência da Administração Pública.
A Câmara Municipal de Carnaíba reforça que não fornecerá transporte e/ou alimentação aos candidatos durante as provas, e ressalta a importância da apresentação dos documentos comprobatórios das condições exigidas no momento da nomeação, sob pena de exclusão irrecorrível do certame.
Este Concurso Público representa uma oportunidade para os interessados em integrar a equipe da Câmara Municipal de Carnaíba, contribuindo para o desenvolvimento e a eficiência dos serviços públicos prestados à comunidade local.
Para mais informações sobre o certame, os candidatos devem consultar o Edital completo, disponível nos canais oficiais da Câmara Municipal de Carnaíba e do Instituto Brasileiro de Gestão, Educação e Tecnologia Ltda. As informações são do Blog PE Notícias.
Juntamente com os demais países da Região das Américas, o Brasil foi certificado, pela Organização Mundial da Saúde, como livre da poliomielite no ano de 1994. Contudo, a doença, também chamada de pólio ou paralisia infantil, corre grande risco de ser reintroduzida no país. A avaliação é do pesquisador Fernando Verani, epidemiologista da Escola Nacional […]
Juntamente com os demais países da Região das Américas, o Brasil foi certificado, pela Organização Mundial da Saúde, como livre da poliomielite no ano de 1994. Contudo, a doença, também chamada de pólio ou paralisia infantil, corre grande risco de ser reintroduzida no país. A avaliação é do pesquisador Fernando Verani, epidemiologista da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz). A reportagem é de Luana Dandara/ Portal Fiocruz.
Os motivos para o alerta são vários. O principal deles é a baixa cobertura vacinal. Apesar da gravidade das sequelas provocadas pela pólio, o Brasil não cumpre, desde 2015, a meta de 95% do público-alvo vacinado, patamar necessário para que a população seja considerada protegida contra a doença.
A poliomielite é uma doença infecto-contagiosa aguda causada pelo poliovírus selvagem responsável por diversas epidemias no Brasil e no mundo. Ela pode provocar desde sintomas como os de um resfriado comum a problemas graves no sistema nervoso, como paralisia irreversível, principalmente em crianças com menos de cinco anos de idade.
No país, duas vacinas diferentes são oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para a imunização da pólio: a inativada e a atenuada. A vacina inativada deve ser aplicada nos bebês aos 2, 4 e 6 meses de idade. Já o reforço da proteção contra a doença é feito com a vacina atenuada, aquela administrada em gotas por via oral entre os 15 e 18 meses e depois, mais uma vez, entre os 4 e 5 anos de idade.
Segundo o Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), a cobertura vacinal com as três doses iniciais da vacina está muito baixa: 67% em 2021. A cobertura das doses de reforço (a de gotinha) é ainda menor, e apenas 52% das crianças foram imunizadas. Nas regiões Nordeste e Norte, a situação é ainda pior, com percentuais de 42% e 44%, respectivamente, para a imunização completa com as cinco doses.
Risco de reintrodução
Uma cobertura vacinal baixa aumenta em muito as chances do retorno do vírus ao país. Por exemplo, em fevereiro de 2022, as autoridades do Malawi, na África, declararam um surto de poliovírus selvagem tipo 1, após a doença infecto-contagiosa ser detectada em uma criança de 3 anos. A menina sofreu paralisia flácida aguda, uma das sequelas mais graves da enfermidade, a qual, muitas vezes, não pode ser revertida.
O último caso de poliomielite no país africano havia sido notificado em 1992, e a África toda declarada livre da doença em 2020. A cepa do vírus responsável por esse caso está geneticamente relacionada à cepa circulante no Paquistão, um dos dois países do mundo, junto com o Afeganistão, onde a pólio continua endêmica.
“Enquanto a poliomielite existir em qualquer lugar do planeta, há o risco de importação da doença. É um vírus perigoso e de alta transmissibilidade, mais transmissível do que o Sars-CoV-2, por exemplo. Estamos com sinal vermelho no Brasil por conta da baixa cobertura vacinal, e é urgente se fazer algo. Não podemos esperar acontecer a tragédia da reintrodução do vírus para tomar providências”, afirmou Fernando Verani.
A opinião é compartilhada pela pesquisadora Dilene Raimundo do Nascimento, da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).
“A pandemia veio acentuar ainda mais a vulnerabilidade das populações em relação às doenças infecciosas. Hoje, o deslocamento de pessoas é muito mais fácil e rápido, logo, a possibilidade de circulação do vírus aumenta. Há uma grave possibilidade de a pólio ressurgir no Brasil, como foi com o sarampo, em 2018. Por isso, precisamos chamar a atenção para o risco e para a necessidade de vacinação”.
O virologista Edson Elias, chefe do Laboratório de Enterovírus do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), explicou que a vacinação adequada evita, ainda, o perigo de mutação do vírus atenuado da pólio. “Quando a população está com baixa cobertura vacinal, há o risco de mutação do vírus, ao ser transmitido de pessoa para pessoa, tornando-se uma cepa agressiva”, ressaltou.
Sistema de vigilância também é fundamental
De acordo com Fernando Verani, também é motivo de preocupação a pouca eficiência nas estratégias de vigilância da doença para a contenção de possíveis surtos, como foi feito no Malawi. No país africano, o caso da menina infectada foi rapidamente identificado e a população local foi revacinada contra a poliomielite, impedindo uma epidemia viral.
“Há cerca de três anos, os protocolos de vigilância epidemiológica ficaram enfraquecidos no Brasil. Eles têm a finalidade de detectar e prevenir as doenças transmissíveis. As amostras de esgoto das cidades não têm sido recolhidas com a frequência esperada, e não há a notificação e investigação constante de possíveis casos de paralisia flácida aguda. O país possui os recursos e a expertise para manter a polio erradicada, mas não está tomando as ações necessárias”, disse o pesquisador da ENSP/Fiocruz.
O especialista teme que, caso haja uma importação da doença, o sistema de saúde talvez não consiga agir com a rapidez necessária para reprimir sua disseminação.
“Se o vírus for reintroduzido e não houver uma notificação rápida do caso, podemos ter uma epidemia. Com as baixas coberturas vacinais que temos hoje, as crianças estão desprotegidas. Podemos ter centenas ou milhares de crianças paralíticas como consequência”, advertiu o pesquisador da ENSP/Fiocruz.
Projeto de Reconquista das Altas Coberturas Vacinais
Em dezembro de 2021, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) e a Secretaria de Vigilância e Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS) assinaram um protocolo de intenções para implementar um programa de Reconquista das Altas Coberturas Vacinais.
O projeto estabelecerá uma rede de colaboração interinstitucional, envolvendo atores nacionais e internacionais dos setores governamental, não governamental e privado, em torno da melhoria da cobertura vacinal brasileira.
O objetivo é implementar ações de apoio estratégico ao PNI para reverter a trajetória de queda nas coberturas vacinais dos Calendários Nacionais de Vacinação – da Criança, do Adolescente, do Adulto e ldoso, da Gestante e dos Povos Indígenas e, assim, assegurar o controle de doenças transmissíveis que podem ser controladas com o uso de vacinas, como a poliomielite.
Ministro divulgou mensagem em defesa da liberdade de expressão e imprensa depois de censura feita pelo STF Da redação do Jota Na mesma semana em que o ministro Alexandre de Moraes determinou a retirada do ar de uma reportagem da revista Crusoé , que mencionava um email de Marcelo Odebrecht em que ele se referia […]
Ministro divulgou mensagem em defesa da liberdade de expressão e imprensa depois de censura feita pelo STF
Da redação do Jota
Na mesma semana em que o ministro Alexandre de Moraes determinou a retirada do ar de uma reportagem da revista Crusoé , que mencionava um email de Marcelo Odebrecht em que ele se referia ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, como “o amigo do amigo de meu pai”, o decano Celso de Mello divulgou uma mensagem em defesa da liberdade de expressão e de imprensa.
“A censura, qualquer tipo de censura, mesmo aquela ordenada pelo Poder Judiciário, mostra-se prática ilegítima, autocrática e essencialmente incompatível com o regime das liberdades fundamentais consagrado pela Constituição da República”, escreveu o ministro.
Para Celso de Mello, o Estado não tem poder algum para interditar a livre circulação de ideias ou de restringir e de inviabilizar o direito fundamental do jornalista de informar.
“A prática da censura, inclusive da censura judicial, além de intolerável, constitui verdadeira perversão da ética do Direito e traduz , na concreção do seu alcance, inquestionável subversão da própria ideia democrática”, escreve o ministro.
Eventuais abusos poderão gerar responsabilização sempre depois da publicação, mas somente “no âmbito de processos judiciais regularmente instaurados nos quais fique assegurada ao jornalista ou ao órgão de imprensa a prerrogativa de exercer, de modo pleno, sem restrições, o direito de defesa”.
Leia a íntegra da mensagem do ministro Celso de Mello:
“A censura, qualquer tipo de censura, mesmo aquela ordenada pelo Poder Judiciário, mostra-se prática ilegítima, autocrática e essencialmente incompatível com o regime das liberdades fundamentais consagrado pela Constituição da República!
O Estado não tem poder algum para interditar a livre circulação de ideias ou o livre exercício da liberdade constitucional de manifestação do pensamento ou de restringir e de inviabilizar o direito fundamental do jornalista de informar , de pesquisar , de investigar , de criticar e de relatar fatos e eventos de interesse público, ainda que do relato jornalístico possa resultar a exposição de altas figuras da República!
A prática da censura, inclusive da censura judicial, além de intolerável , constitui verdadeira perversão da ética do Direito e traduz , na concreção do seu alcance, inquestionável subversão da própria ideia democrática que anima e ilumina as instituições da República!
No Estado de Direito, construído sob a égide dos princípios que informam e estruturam a democracia constitucional, não há lugar possível para o exercício do poder estatal de veto, de interdição ou de censura ao pensamento, à circulação de ideias , à transmissão de informações e ao livre desempenho da atividade jornalística!!!
Eventuais abusos da liberdade de expressão poderão constituir objeto de responsabilização “a posteriori”, sempre, porém, no âmbito de processos judiciais regularmente instaurados nos quais fique assegurada ao jornalista ou ao órgão de imprensa a prerrogativa de exercer, de modo pleno, sem restrições, o direito de defesa, observados os princípios do contraditório e da garantia do devido processo legal!”
G1 O presidente Michel Temer (PMDB) desembarcou em Alagoas neste domingo (28) para visitar as áreas atingidas pela chuva. O temporal deste fim de semana provocou deslizamentos de barreiras que deixaram 4 mortos, mais de 30 feridos e mais de mil famílias desalojadas. 5 pessoas estão desaparecidas. Após o desembarque, Temer seguiu com a comitiva […]
O presidente Michel Temer (PMDB) desembarcou em Alagoas neste domingo (28) para visitar as áreas atingidas pela chuva. O temporal deste fim de semana provocou deslizamentos de barreiras que deixaram 4 mortos, mais de 30 feridos e mais de mil famílias desalojadas. 5 pessoas estão desaparecidas.
Após o desembarque, Temer seguiu com a comitiva para o quartel do Exército Brasileiro em Alagoas, o 59ª Batalhão de Infantaria Motorizado. Onde se reuniu com o governador Renan Filho (PMDB) e outras lideranças políticas para se informar sobre a situação das áreas atingidas.
Renan Filho decretou estado de emergência em Maceió e Marechal Deodoro. “Para garantir a segurança, estamos agindo por meio de vertentes. Primeiro, pelo socorro com o Corpo de Bombeiros e Defesa Civil. Depois, com a assistência junto aos municípios”, disse o governador.
O prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), afirmou que também vai pedir ajuda federal. “Primeiramente, vamos solicitar o que for necessário para a assistência imediata para quem está desabrigado, como colchões e medicamento. A longo prazo, vamos solicitar ao Governo Federal recursos para melhorar a infraestrutura da cidade”
A Gerente Regional de Saúde da XI Região, Karla Milena, disse ao programa Revista da Cultura que, apesar da independência dos municípios para administrar doses, há algumas explicações para cidades que estão mais ou menos avançadas na faixa etária da vacinação contra a Covid-19. “A relação de vacinados tem por base a vacinação contra a […]
A Gerente Regional de Saúde da XI Região, Karla Milena, disse ao programa Revista da Cultura que, apesar da independência dos municípios para administrar doses, há algumas explicações para cidades que estão mais ou menos avançadas na faixa etária da vacinação contra a Covid-19.
“A relação de vacinados tem por base a vacinação contra a gripe do ano passado. Pode ter havido problema entre quem vacinou e não informou corretamente”.
Ela destacou que algumas cidades receberam doses extras para quilombolas, indígenas, aldeados. “Essas sobras são aplicadas para que não se percam e pode avançar a vacinação”.
Ela disse que assim, cidades um pouco menores podem avançar mais. “Ainda há cidades que vacinam de domingo a domingo, enquanto outras apenas de segunda a sexta-feira”.
No Pajeú, há cidades que imunizaram a população a partir dos 30 anos, como Flores, 40, como Serra Talhada e 50 anos ou mais, como boa parte das outras cidades. Isso tem gerado alguma confusão e críticas de quem mora nas cidades mais atrasadas.
Mais vacinas: Serra Talhada recebeu 3.365 doses da vacina da Janssen (Johnson & Johnson) contra a Covid-19 chegando ao município.
O imunizante de dose única começa a ser usado a partir da próxima segunda-feira, 28 de junho, nos grupos prioritários já autorizados e público em geral a partir de 40 anos.
A XI Geres recebeu ainda 1.410 doses de Butantan para trabalhadores do transporte coletivo rodoviário das 10 cidades da regional, 680 doses de Butantan para Guarda Municipal de todas as cidades, 2.490 doses de Pfizer para comorbidades e PCD p 9 cidades da XI GERES, exceto Serra Talhada.
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