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Com chances de vitória, PT pode deixar o PSB na berlinda em Pernambuco

Por Nill Júnior

Coluna do Estadão 

Interlocutores de Lula avaliam que, diferentemente dos cenários de eleições de eleições anteriores, o timing para a costura de alianças voltou a jogar a favor do PT neste 2022: ou seja, a pressão pelos acordos cresce a cada dia (e a cada nova pesquisa) sobre os eventuais aliados do ex-presidente, especialmente o PSB.

Na visão desses interlocutores, o calendário virou mostrando a consolidação de pré-candidaturas petistas com chances de vitória em Pernambuco, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e São Paulo, onde o PSB gostaria de ter a primazia na escolha dos candidatos a governador em caso de aliança. Em linhas gerais, há um sentimento de que Carlos Siqueira, presidente do PSB, vem desperdiçando oportunidades. 

TEM JOGO

Apenas no Rio de Janeiro o PT admite de antemão não ter uma candidatura própria ao governo: quer apoiar Marcelo Freixo (PSB), que daria forte palanque a Lula.

JOGO PESADO

Nos demais Estados em disputa, o planejamento indica que os petistas Marília Arraes, Humberto Costa (ambos em Pernambuco), Fernando Haddad (São Paulo), Fabiano Contarato (Espírito Santo) e Edgar Pretto (Rio Grande do Sul) podem dar conta do recado sem o PSB.

Outras Notícias

Time que disputa Série D no lugar do Serra Talhada é destaque nacional por “liseu e virada”

Atlético Pernambucano, que enfrentou Afogados FC na Série A2 deste ano chegou atrasado, em ônibus escolar, nem cantou hino e conseguiu virada contra Campinense ESPN Fazendo sua estreia na competição, o desconhecido Clube Atlético Pernambucano, fundado em 2006 na cidade de Carpina, viveu uma histórias daquelas que, contando, ninguém acredita. Para começar, o ônibus do […]

Atlético Pernambucano, que enfrentou Afogados FC na Série A2 deste ano chegou atrasado, em ônibus escolar, nem cantou hino e conseguiu virada contra Campinense

ESPN

Fazendo sua estreia na competição, o desconhecido Clube Atlético Pernambucano, fundado em 2006 na cidade de Carpina, viveu uma histórias daquelas que, contando, ninguém acredita.

Para começar, o ônibus do time quebrou a caminho do estádio Paulo Petribu, onde o “Tatu-Bola” enfrentaria o tradicional Campinense, e a diretoria teve que agir rápido: arrumou um ônibus escolar, que levou os atletas até o campo para evitar o W.O.

“Nosso CT fica a mais ou menos 20 minutos do estádio, que é em uma área rural. É próximo, o ônibus sai da garagem para pegar a equipe no CT. O ônibus até saiu no horário, mas acabou quebrando”, contou Lucas Lisboa, presidente do Atlético, ao ESPN.com.br.

“Aí o capitão da equipe me ligou e falou que o ônibus não tinha chegado. Quando conseguimos falar com o motorista, ele avisou que o veículo tinha quebrado. Era um problema muito difícil de resolver a tempo hábil”, completou o dirigente.

O jeito foi apelar à prefeitura para ajudar o clube na hora da dificuldade. “Como era domingo, estava muito complicado. Falei com o secretário de transportes e ele conseguiu um ônibus escolar, que foi ao CT buscar os atletas. Os jogadores foram alongando no caminho no próprio ônibus, porque já estavam cerca de 20 minutos atrasados”, relatou Lisboa.

Ao chegarem ao estádio Paulo Petribu, os atletas atleticanos não puderem nem cantar o hino nacional, que já havia sido executado apenas com o Campinense no gramado. Em seguida, a bola rolou com 16 minutos de atraso, segundo a súmula.

Conseguir uma vitória contra o Campinense, apontado como um dos favoritos ao título da Série D, já era visto como missão impossível para o Atlético Pernambucano.

Afinal, a equipe laranja foi rebaixada no último Campeonato Pernambucano com 10 derrotas em 10 jogos no hexagonal da permanência, e só conseguiu a vaga na Série D porque o Serra Talhada desistiu de participar por dificuldades financeiras.

“A gente sabia que teria muita dificuldade. É a equipe mais difícil do nosso grupo, e a gente teria que jogar muito bem para surpreender. Conversei com nosso treinador e ele falou que seria ainda mais difícil porque o time nem aqueceu da forma correta”, disse Lisboa.

Emídio participa de evento com Lula e diz que ex-presidente vai ser voz presente em sua campanha

Enquanto sua pré-candidatura era duramente questionada pelos vereadores Vicentinho (PTB) e Renon de Ninô (PTN), o petista Emídio Vasconcelos se ocupava em buscar espaço na agenda de Lula hoje em Carpina, em ato promovido pela FETAPE. O petista acompanhou de perto o discurso de Lula para os trabalhadores rurais e dirigentes sindicais. O ato marcou […]

Emídio observa Lula: petista diz que terá maior cabo eleitoral da campanha
Emídio observa Lula: petista diz que terá maior cabo eleitoral da campanha

Enquanto sua pré-candidatura era duramente questionada pelos vereadores Vicentinho (PTB) e Renon de Ninô (PTN), o petista Emídio Vasconcelos se ocupava em buscar espaço na agenda de Lula hoje em Carpina, em ato promovido pela FETAPE. O petista acompanhou de perto o discurso de Lula para os trabalhadores rurais e dirigentes sindicais.

O ato marcou defesa de Aristides Santos, da Contag, feita por Vagner Freitas, presidente nacional da CUT. Santos protagonizou a fala dura contra os Deputados que defenderam o impeachment, no clássico discurso da ocupação das fazendas. Aristides é investigado pela PF por incitação a violência. Também houve homenagem especial a Manoel Santos, líder sindical nacional e ex-deputado estadual serra-talhadense, que morreu ano passado, depois de lua contra o câncer.  A homenagem foi feita por Doriel Barros.

“Lula é uma pessoa extraordinária. Sua vitalidade em meio a esse momento me surpreende. Ele me cumprimentou e perguntou como vai nossa Afogados. Se comprometeu em viajar o Brasil pedindo votos para prefeitos e vereadores que são contra o golpe”, disse Emídio ao blog.  Garante Vasconcelos que Lula gravará para o seu guia, a partir da campanha. Dá pra prever que a fala vai ser tão usada que vai parecer assim, um Lula x Patriota…

Relatório: Brasil é 5º país em ranking de uso diário de celulares no mundo

Os brasileiros passaram mais de três horas por dia usando o celular em 2018. Essa média colocou o país em 5º lugar no ranking global de tempo dispendido com esse aparelho. O dado é do relatório Estado de Serviços Móveis, elaborado pela consultoria especializada em dados sobre aplicativos para dispositivos móveis App Annie, considerando um […]

Os brasileiros passaram mais de três horas por dia usando o celular em 2018. Essa média colocou o país em 5º lugar no ranking global de tempo dispendido com esse aparelho. O dado é do relatório Estado de Serviços Móveis, elaborado pela consultoria especializada em dados sobre aplicativos para dispositivos móveis App Annie, considerando um dos mais completos do mundo.

Considerando todos os países analisados, os usuários de smartphones ficaram em média três horas por dia usando aplicativos móveis. Os países onde essa mania obteve maior popularidade foram Indonésia, Tailândia, China e Coreia do Sul. No primeiro caso, a média ultrapassou as quatro horas por dia. A lista considerou os dados de clientes de celulares com sistema operacional Android.

Na comparação com 2016, o tempo médio diário usando smartphones cresceu 50%. Na divisão por tipos de aplicações, as redes sociais concentraram 50% das horas gastas nesses aparelhos, seguidas por programas de reprodução de vídeo (15%) e por jogos eletrônicos (10%).

Segundo os autores do estudo, esse índice de consumo é alimentado pelos “micro-momentos cumulativos”, em que as pessoas checam seus celulares, como para conferir e-mails recebidos, mensagens ou atualizações nas linhas do tempo de redes sociais. “A natureza ‘em tempo real’ de dispositivos móveis permitiu um crescimento difundido deste tipo de comportamento dos consumidores”, indica o estudo.

Após trabalho das entidades médicas, Governo promete, na Câmara, reescrever Decreto que afeta formação de especialistas

A pressão das entidades médicas, com apoio de parlamentares, levou o Ministério da Saúde a assumir o compromisso público de reescrever o Decreto nº 8.497/15, publicado pela Presidência da República, em 5 de agosto. A nova versão do texto deve ser apresentada em duas semanas e será elaborada por uma comissão composta por representantes do […]

audiencia  entidades medicas com o Presidente  da Câmara dos Deputados Dep. Eduardo Cunha.
Audiência entidades medicas com o Presidente da Câmara dos Deputados Dep. Eduardo Cunha.

A pressão das entidades médicas, com apoio de parlamentares, levou o Ministério da Saúde a assumir o compromisso público de reescrever o Decreto nº 8.497/15, publicado pela Presidência da República, em 5 de agosto. A nova versão do texto deve ser apresentada em duas semanas e será elaborada por uma comissão composta por representantes do Governo, das entidades médicas e de deputados federais.

A decisão desta quarta-feira (12) resultou de uma intensa mobilização em Brasília. Pela manhã, os presidentes do Conselho Federal de Medicina (CFM), Carlos Vital, da Associação Médica Brasileira (AMB), Florentino Cardoso, e de dezenas de sociedades de especialidades estiveram reunidos com líderes de bancadas e de partidos. Em encontro com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), defenderam a necessidade do Congresso intervir para evitar o avanço da medida.

“Demos um significativo passo para evitar a implantação das medidas previstas no texto original do Decreto 8497. Para tanto, contamos com o apoio do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e dos deputados Luiz Henrique Mandetta e Mendonça Filho (líder do DEM), bem como da maioria das lideranças dos partidos. No entanto, devemos continuar mobilizados contra esse ato abusivo do Governo, interagindo com os parlamentares federais de nossos Estados para apontar os equívocos desse Decreto da Presidência da República. Juntos, trabalharemos de maneira firme para retirar da proposta do Governo todas as medidas que causam efeitos deletérios à assistência da população e à qualidade da formação de especialistas. Não admitiremos a deterioração do nível da Medicina do País, alcançado ao longo de décadas, com a contribuição das sociedades médicas e da academia”, ressaltou Carlos Vital.

Se em duas semanas não houver um texto de consenso sobre o tema, o Presidente da Câmara se comprometeu a colocar – em caráter de urgência – o Projeto de Decreto Legislativo (PDC 157/15) em votação. Se aprovado, ele sustará os efeitos das medidas propostas pelo Governo, cujo texto original, alvo de críticas das lideranças médicas, abre brechas para mudanças no modelo de formação de médicos especialistas no Brasil.

O PDC foi elaborado pelos deputados Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) e Mendonça Filho (DEM-PE) a partir dos argumentos apresentados pelo CFM e pela AMB, além de outras entidades. “Os dispositivos [do Decreto 8.497/15] suplantam competências da Associação Médica Brasileira e das demais associações médicas, além da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), entidades legalmente constituídas que fiscalizam os cursos e certificam como especialistas os profissionais médicos. Esta patente que as medidas colocadas exorbitam, na medida em que invadem competências, razão pela qual propomos sua imediata sustação”, defenderam os parlamentares.

Vereadores acusam: Prefeitura de Tabira utilizou R$ 543 mil da saúde para pagar eventos festivos

Reclamando que vão recorrer à justiça para receber as informações das contas da Saúde, exercício 2013, os vereadores Djalma das Almofadas e Aldo Santana fizeram ontem, falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM graves denúncias contra os gastos da Secretaria de Saúde da Prefeitura de Tabira. Os parlamentares integram a Comissão Especial de Investigação. […]

DOIS1

Reclamando que vão recorrer à justiça para receber as informações das contas da Saúde, exercício 2013, os vereadores Djalma das Almofadas e Aldo Santana fizeram ontem, falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM graves denúncias contra os gastos da Secretaria de Saúde da Prefeitura de Tabira.

Os parlamentares integram a Comissão Especial de Investigação. Mesmo com o Hospital Municipal fechado para reforma durante 10 meses de 2014, os vereadores apresentaram o demonstrativo de despesas do Fundo Municipal de Saúde totalizando R$ 10,6 milhões de reais. Destaque para os gastos de quase R$ 4 milhões com atenção básica e R$ 6,1 milhões com Assistência Hospitalar e Ambulatorial.

E aí vem o mais grave apresentado pelos representantes da Comissão Especial: R$ 543 mil reais dos recursos da saúde foram utilizados para despesas com festas (serviços de instalação, produção, montagem e desmontagem de estrutura para realização de eventos e festividades).

Acusam que os gastos com combustíveis em 2014 com a saúde, superaram as mesmas despesas com toda a frota da Prefeitura. A queixa de Aldo e Djalma é de que “quando era feio, o hospital funcionava, agora que está reformado e bonito, não funciona mais”.

A Comissão de Investigação tem até o dia 23 de abril para realizar os seus trabalhos, mais o prazo deverá ser prorrogado em virtude da falta de informações das despesas da saúde em 2013.