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Com apoio de Bonfim, João Batista é confirmado pelo PR em Triunfo

Por Nill Júnior

IMG-20160730-WA0022O prefeito Luciano Bonfim fez reunião ordinária do Partido da Republica, na Pousada Alpes, para relatar as diretrizes do partido para as eleições 2016. Ao lado do pré-candidato do PR, João Batista.

“Estamos trabalhando para trazer o maior número de eventos para o nosso município para que possamos amenizar o máximo essa crise. Estamos terminando a festa dos estudantes e já nos preparando para receber o Festival de Cinema. Depois vem um congresso pernambucano de urologia que conseguimos trazer pra cá e em seguida o Motofest. São ações que trazem divisas ao nosso município.”

O ex-presidente da União dos Vereadores – UVP, João Batista, falou  que, apesar de nenhum pré-candidato ter sido lançado ainda pela oposição a coligação do prefeito vai enfrentar uma campanha onde os “candidatos de ocasião” vão se aproveitar para atacar a gestão atual.

‘Eles desaparecem por 4 anos e agora vão tentar denegrir a imagem da gestão atual num ato de puro oportunismo, mas não vamos nos abater com isso.”

A oposição em Triunfo está se movimentando para lançar um candidato até o dia 5, último dia de prazo para as convenções.

Os nomes cogitados são do ex-prefeito, Dr. Maninho, ou o ex-vice-prefeito Lula Baião. A convenção do PR para oficializar o nome de João Batista vai acontecer no dia 5 de agosto.

Outras Notícias

Deputados sertanejos condicionam aprovar empréstimo a concluir obras inacabadas

Os deputados votados no Pajeú,  José Patriota e Luciano Duque falaram em linhas gerais a mesma língua na audiência pública que recebeu o Secretário de Planejamento Fabrício Marques. O Secretário foi defender a importância de a ALEPE autorizar o empréstimo de R$ 3,4 bilhões que o governo Raquel Lyra quer usar para investimentos em diversas […]

Os deputados votados no Pajeú,  José Patriota e Luciano Duque falaram em linhas gerais a mesma língua na audiência pública que recebeu o Secretário de Planejamento Fabrício Marques.

O Secretário foi defender a importância de a ALEPE autorizar o empréstimo de R$ 3,4 bilhões que o governo Raquel Lyra quer usar para investimentos em diversas áreas do estado.

A maior cobrança dos parlamentares foi para que o estado especifique melhor onde quer aplicar o dinheiro.  Ambos defenderam que obras iniciadas na gestão anterior e não concluídas sejam priorizadas no pacote de ações.

“Expus nossa intenção de aprovar a operação de crédito,  mas de que precisamos dar continuidade às obras que foram iniciadas na última gestão,  garantindo que a população pernambucana não seja prejudicada”, disse Patriota.

Ele lembrou um convênio feito entre a Prorural e Bird, Banco Mundial,  de R$ 100 milhões,  destacando conhecer a tramitação.  Cobrou no caso de recursos para saneamento rural,  com orçamento previsto de R$ 90 milhões,  a Carta de Intenção do convênio.  Disse ainda que não haverá tratamento político ao projeto.

Luciano Duque fez a mesma defesa.  “Coloquei a importância de darmos continuidade às obras e projetos já em andamento.  Temos todo o interesse em aprovar investimentos para o bem da população e desenvolvimento de Pernambuco, mas não podemos sofrer as consequências da descontinuidade”.

Raquel vistoria obras em Caruaru

A governadora e pré-candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), concluiu mais um dia de vistoria a obras, nesta quarta-feira (29). Em Caruaru, no Agreste, os equipamentos visitados totalizam mais de R$ 43,7 milhões, com destaque para uma nova escola no Loteamento Xique-Xique e uma creche no Alto do Moura. “Caruaru tinha um grande vazio da […]

A governadora e pré-candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), concluiu mais um dia de vistoria a obras, nesta quarta-feira (29).

Em Caruaru, no Agreste, os equipamentos visitados totalizam mais de R$ 43,7 milhões, com destaque para uma nova escola no Loteamento Xique-Xique e uma creche no Alto do Moura.

“Caruaru tinha um grande vazio da educação, por não conseguir investimentos para fazer obras. Agora, a gente chegou junto e está levando mais educação, saúde e estrutura para a população. Cada centavo investido e cada tijolo colocado no lugar significa que nós estamos mudando a vida dos pernambucanos e pernambucanas, e vamos continuar trabalhando”, destacou Raquel.

A gestora visitou ainda as intervenções de pavimentação e drenagem da Av. Mãe Rainha (antiga Rua da Lata), a construção do novo 2º Grupamento do Corpo de Bombeiros Militar, no bairro Pinheirópolis, e uma das Areninhas, localizada na Vila Andorinha.

Acompanharam a governadora nas visitas o prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro, o deputado federal Fernando Monteiro (PSD), os deputados estaduais Joãozinho Tenório (PSD) e Edson Vieira (Podemos), além de vereadores e lideranças locais.

Prefeitura de Água Branca contempla agricultores com aração de terra

Por Anchieta Santos As chuvas que caíram sobre o município de Água Branca, no Sertão da Paraíba, molharam bem o solo. Por essa razão, o prefeito Tarcísio Firmino (PSB), autorizou a secretaria de agricultura a iniciar mais uma edição do programa de aração de terra, contemplando o homem do campo. “Como em outros anos, o […]

agua_brancaPor Anchieta Santos

As chuvas que caíram sobre o município de Água Branca, no Sertão da Paraíba, molharam bem o solo. Por essa razão, o prefeito Tarcísio Firmino (PSB), autorizou a secretaria de agricultura a iniciar mais uma edição do programa de aração de terra, contemplando o homem do campo.

“Como em outros anos, o Governo Municipal de Água Branca proporciona aos nossos agricultores aração de terra gratuitamente. Através do serviço, eles poderão plantar na expectativa da continuidade das chuvas e de uma boa colheita”, frisou o prefeito, finalizando: “Várias comunidades rurais já foram beneficiadas e outras ainda receberão o benefício”.

Temer: “prefiro ser impopular a ser populista”

Em entrevista à revista inglesa “The Economist”, o presidente Michel Temer (PMDB) afirmou que prefere “ser impopular do que ser populista” e relativizou críticas de que seu governo seria ilegítimo. Questionado pela publicação a respeito de pichações com o slogan “Fora Temer”, o presidente afirmou se tratar de uma mostra da “vibrante democracia” do país. […]

Em entrevista à revista inglesa “The Economist”, o presidente Michel Temer (PMDB) afirmou que prefere “ser impopular do que ser populista” e relativizou críticas de que seu governo seria ilegítimo.

Questionado pela publicação a respeito de pichações com o slogan “Fora Temer”, o presidente afirmou se tratar de uma mostra da “vibrante democracia” do país.

O peemedebista afirmou à “Economist”, em conversa publicada nesta quinta-feira (9), que entregará para seu sucessor em 2019 um país “de volta aos eixos”.

Além disso, Temer citou sua própria aposentadoria para defender a reforma da Previdência, um dos principais pontos de seu programa e também uma das maiores polêmicas. O peemedebista, hoje aos 76 anos, se aposentou aos 55 anos.

À publicação, o presidente afirmou que as reformas propostas por seu governo servirão para “proteger os programas sociais” e defendeu uma reforma política. “O Brasil não tem partidos, tem acrônimos”, afirmou.

A respeito do julgamento da ação no Tribunal Superior Eleitoral que pede a cassação da chapa que elegeu Dilma Rousseff e Temer em 2014, o peemedebista afirmou estar “tranquilo” e reafirmou que as doações recebidas foram feitas de maneira legal.

WhatsApp precisa de mais controle, dizem especialistas da polícia e MP

Uol As frequentes brigas entre aplicativos como WhatsApp e a Justiça brasileira se resolveriam a partir da regulamentação desses serviços. Foi o que defenderam Augusto Rossini, procurador do Ministério Público de São Paulo, e José Mariano Araujo Filho, especialista em Investigação de Cibercrimes e Inteligência da Polícia Civil, durante o Security Leaders –evento de Segurança […]

whatsapp-md-730x365Uol

As frequentes brigas entre aplicativos como WhatsApp e a Justiça brasileira se resolveriam a partir da regulamentação desses serviços. Foi o que defenderam Augusto Rossini, procurador do Ministério Público de São Paulo, e José Mariano Araujo Filho, especialista em Investigação de Cibercrimes e Inteligência da Polícia Civil, durante o Security Leaders –evento de Segurança da Informação e Risco–, realizado em São Paulo.

“É preciso que se crie uma normativa clara, com a criação de uma agência que pudesse fiscalizar e regulamentar todos os aplicativos que queiram atuar no Brasil”, aponta Rossini, que diz que o Marco Civil da Internet é insuficiente. “Só assim o Brasil poderá exercer a sua soberania.” Segundo ele, o país poderia se inspirar na Espanha, que já adota modelo semelhante.

A ideia, como ele explica, não seria transformar o Brasil em uma China, que controla tudo que é acessado ou não por sua população. “Ainda assim temos que estabelecer diretrizes claras que obriguem os aplicativos a colaborar em casos especiais e mediante ordens judiciais. Quer operar no país? Então são obrigados a andar conforme as nossas regras, mas como elas não existem acabam fazendo o que bem entendem”, enfatiza Rossini.

Como acrescenta Araujo Filho, aplicativos como o WhatsApp têm sido usados pelas autoridades brasileiras basicamente para a produção de provas. “Uma situação que nos remete ao passado, quando se discutia a legalidade ou não dos grampos telefônicos”, compara ele, que ressalta a existência de uma distorção de valores quando se define o WhatsApp como um serviço essencial.

“Se por algum motivo comercial, o WhatsApp deixar de operar no Brasil, no segundo seguinte os consumidores terão a sua mão outras opções”, justifica o policial civil, que também defende a regulamentação dessas empresas como salvaguarda para a própria população brasileira.

Rossini, no entanto, reconhece as dificuldades para a aprovação de uma possível regulamentação dos aplicativos. “Falta conhecimento, estrutura e dinheiro do governo para que a medida seja colocada em prática”. Mas, como medida alternativa, o procurador sugere um ajustamento de conduta para que os aplicativos possam assumir as suas responsabilidades.

Tanto Rossini como Araujo Filho defenderam os pedidos de bloqueio do WhatsApp no país e alegaram que as sanções, previstas em lei, forçam a empresa a ser mais colaborativa com a Justiça brasileira. “Não se trata apenas de casinhos em São Bernardo e em Lagarto. Mas, sim, de impedir que criminosos atuem livremente em apps como o WhatsApp”, relata o policial civil, ao se referir às investigações policiais que resultaram no bloqueio do aplicativo no Brasil.