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Por Nill Júnior

Outras Notícias

Desafio da eleição é conter uso da IA nas eleições, diz Presidente do TSE em posse

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, disse nesta terça-feira (12) que o tribunal terá o desafio de combater o uso inadequado da inteligência artificial nas eleições de outubro. No início da noite de ontem, o ministro tomou posse como presidente da Corte e vai comandar o pleito eleitoral, que elegerá […]

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, disse nesta terça-feira (12) que o tribunal terá o desafio de combater o uso inadequado da inteligência artificial nas eleições de outubro.

No início da noite de ontem, o ministro tomou posse como presidente da Corte e vai comandar o pleito eleitoral, que elegerá o presidente da República, deputados federais, estaduais, distritais, governadores e senadores.

No discurso de posse, o novo presidente disse que a utilização inadequada da tecnologia ameaça o processo democrático.

“Devemos estar atentos a tecnologias, que, quando mal utilizadas, podem representar ameaças ao nosso processo democrático. Vivemos em uma era em que as campanhas eleitorais não chegam às urnas sem atravessar algoritmos, em que a disputa política já não se desenvolve nas ruas e nos espaços tradicionais da vida pública, mas também no ambiente digital”, afirmou.

Em março deste ano, a Corte aprovou limitações para o uso de IA nas campanhas.

O presidente também disse que o pleito de outubro será um dos mais importantes desde a redemocratização do país e deverá ter o eleitor como protagonista.

“O voto não constitui mero ato formal de participação política, representa expresso de pertencimento cívico, de dignidade democrática e de confiança nas instituições da República. O processo eleitoral de um país verdadeiramente democrático deve ter como protagonista seus eleitores”, destacou. As informações são da Agência Brasil.

MP cobra da Prefeitura política pública eficaz para questão dos cães de rua em até 6 meses

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) expediu uma recomendação à Prefeitura de Afogados da Ingazeira para a implementação de políticas públicas voltadas ao manejo de cães e gatos. O documento, assinado pelo promotor Vandeci Sousa Leite, aponta o elevado número de animais de rua e a falta de estrutura municipal para lidar com abandono e […]

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) expediu uma recomendação à Prefeitura de Afogados da Ingazeira para a implementação de políticas públicas voltadas ao manejo de cães e gatos.

O documento, assinado pelo promotor Vandeci Sousa Leite, aponta o elevado número de animais de rua e a falta de estrutura municipal para lidar com abandono e maus-tratos.

O município tem o prazo de seis meses para criar uma legislação permanente que contemple os seguintes pilares:

Centro de Bem-Estar: Criação de unidade para recepção, tratamento e castração de animais acidentados ou vítimas de abusos.

Controle Populacional: Implementação de programa gratuito de castração em todos os bairros.

Guarda Responsável: Aplicação de sanções administrativas para quem abandonar ou maltratar animais.

Educação Ambiental: Campanhas periódicas sobre vacinação e tutela consciente.

Segurança Pública: Obrigatoriedade, por lei, do uso de focinheira em cães de raças perigosas em vias públicas.

O MPPE enfatiza que o cuidado animal previne zoonoses e garante a segurança da coletividade. A exigência de focinheira para raças como Pitbull e Rottweiler visa alinhar a cidade às leis estaduais e evitar ataques em locais públicos.

Orçamento: O município deve garantir verba específica para as ações, com gratuidade total para famílias de baixa renda.

Resposta Imediata: A prefeitura tem 10 dias para informar se acatará a recomendação.

Ações Futuras: O descumprimento pode levar o Ministério Público a ajuizar ações civis públicas por omissão administrativa.

A medida busca tirar o município da inércia e garantir uma vida digna aos animais sob custódia do Poder Público.

Regina da Saúde destaca obra histórica da Reta do Peba para Ibimirim, Petrolândia e Inajá

A pré-candidata a deputada estadual, Regina da Saúde, destacou em visita nesta segunda-feira (12), o anúncio da obra histórica da BR-110, conhecida como Reta do Peba, em trecho que liga os municípios de Ibimirim a Petrolândia, e que será interligado à BR-316, no entroncamento com Inajá, no Sertão Pernambucano. “A Reta do Peba representa integração, […]

A pré-candidata a deputada estadual, Regina da Saúde, destacou em visita nesta segunda-feira (12), o anúncio da obra histórica da BR-110, conhecida como Reta do Peba, em trecho que liga os municípios de Ibimirim a Petrolândia, e que será interligado à BR-316, no entroncamento com Inajá, no Sertão Pernambucano.

“A Reta do Peba representa integração, desenvolvimento e dignidade para o Sertão. Essa obra vai reduzir distâncias, fortalecer comércios e melhorar a vida de milhares de pernambucanos. É esse olhar para o interior que Pernambuco precisa ter, por isso, estou colocando meu nome à disposição do nosso povo”, afirmou a pré-candidata.

Anunciada em conjunto pelos governos do presidente Lula e da governadora Raquel Lyra, a revitalização da BR-110, também conhecida como reta de Ibimirim e Petrolândia, é considerada a maior rodovia em linha reta do Brasil, com cerca de 74 quilômetros de extensão. Uma ação que vai gerar vários benefícios para a região.

“Quando tem investimentos na infraestrutura do estado com obras como essas, além de impulsionar a economia, também fortalecemos a saúde, a educação e a agricultura. O desenvolvimento só consegue alcançar todas as regiões quando há estradas de qualidade. Por isso, fico muito feliz e apoio essa ação”, concluiu Regina da Saúde.

Médico diz que protocolos foram revisados após caso envolvendo morte de jovem e não identificaram demora

Segundo ele, o contato foi feito com os Bombeiros,  que acionaram SAMU, que iniciou a ocorrência,  mas a jovem já havia sido levada ao HR Durante o Radar das Treze, dentro do A Tarde é Sua desta terça-feira (12), na Rádio Pajeú, os comunicadores Alyson Nascimento e Juliana Lima conversaram com o diretor médico do […]

Segundo ele, o contato foi feito com os Bombeiros,  que acionaram SAMU, que iniciou a ocorrência,  mas a jovem já havia sido levada ao HR

Durante o Radar das Treze, dentro do A Tarde é Sua desta terça-feira (12), na Rádio Pajeú, os comunicadores Alyson Nascimento e Juliana Lima conversaram com o diretor médico do SAMU, Dr. Emanoel Cordeiro.

Durante a entrevista, o médico trouxe a versão do serviço para o que aconteceu no atendimento ao acidente que vitimou a jovem Diolinda Manoela Gomes, de 17 anos, na noite da última segunda-feira (11), em Afogados da Ingazeira.

Houve críticas de excesso de perguntas e protocolos que fizeram com que populares perdessem a paciência e socorressem a jovem sem respeito às normas técnicas para urgência e emergência.

Segundo o profissional, após tomarem conhecimento da fatalidade, a coordenação do SAMU iniciou uma apuração interna para verificar os fatos. De acordo com o médico, a ocorrência foi inicialmente registrada junto ao Corpo de Bombeiros, que posteriormente entrou em contato com a central do SAMU e repassou o número do solicitante para que a equipe realizasse o procedimento de regulação da ocorrência.

Ainda conforme o diretor clínico, ao entrar em contato com o solicitante, o técnico de telefonia do SAMU recebeu a informação de que a vítima já havia sido socorrida por terceiros. O médico destacou que todos os protocolos foram revisados pela equipe durante a verificação interna do caso para redução do tempo entre a ocorrência,  o chamado e o atendimento, mas que nesse caso não houve lentidão ou atraso.

Caso do detergente IPÊ mostra adoecimento de parte da sociedade

​O recente anúncio da Anvisa para o recolhimento de produtos da marca Ipê por risco de contaminação bacteriana não é apenas um problema sanitário ou de controle de qualidade. No neu comentário para as rádios Itapuama FM,  Pajeú e Cultura FM falo que o episódio serve como um “termômetro” preocupante para o comportamento da nossa […]

​O recente anúncio da Anvisa para o recolhimento de produtos da marca Ipê por risco de contaminação bacteriana não é apenas um problema sanitário ou de controle de qualidade.

No neu comentário para as rádios Itapuama FM,  Pajeú e Cultura FM falo que o episódio serve como um “termômetro” preocupante para o comportamento da nossa sociedade.

​O ponto central não é apenas a falha da indústria ou o alerta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, mas a reação em cadeia que se seguiu. De um lado, seguidores cegos e sem filtro de bom senso. Do outro, gente maldosa explorando politicamente um episódio de saúde pública.