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Coluna do Domingão

Por Nill Júnior

Dia de mais ataques à democracia

Com o avanço das investigações da Operação Tempos Veritatis sobre a tentativa de golpe de Estado no país, Jair Bolsonaro teme a prisão, cada vez mais próxima.

Hoje, reúne na Avenida Paulista, em São Paulo, um ato sob a esdrúxula máxima da “defesa do Estado de Direito”. Ora, um presidente que teve como principal marca as ameaças e ataques à democracia e tentativa de virada de mesa, insuflou apoiadores a atacarem com ferocidade as sedes dos Três Poderes no dia 8 de janeiro de 2022. Agora, fala em “defesa da democracia”.

Bolsonaro nunca conheceu as “quatro linhas” da Constituição, como ele se referia à Carta Magna que dá sustentação ao Estado de Direito repetidamente atacado por ele. Afinal, o extremista pautou toda sua vida pública pela defesa da ditadura e de seus torturadores, pela insubordinação à hierarquia militar, motivo pelo qual foi expulso do Exército, pelas constantes ameaças às instituições, sobretudo ao Supremo Tribunal Federal (STF) durante seu famigerado governo.

Mas Bolsonaro é apenas um símbolo da onda extremista e de ataques às instituições que tomou o país. Tão grave quanto a convocação dele, importante observar seu entorno. Estarão lá governadores como Tarcísio de Freitas, São Paulo, Ronaldo Caiado, de Goiás, senadores, deputados e ex-ministros. Curioso é ver parte da direita eleita pelo voto direto e democrático, questionar o processo porque Bolsonaro, que já ganhou tantas, não levou a última. A defesa do processo democrático consiste em dizer que o povo é soberano, não importa se os escolhidos sejam de direita, esquerda, de centro. Por isso atacar um sistema tão legítimo, apesar de suas imperfeições, é tão grave. pior ainda defender golpe de estado, para o quê não deve haver perdão.  

O engraçado vai ser acompanhar os discursos para verificar o estreito corredor que vão tentar percorrer: de não atacar as instituições e defender um grupo que viveu de atacá-las. De falar respeitando as linhas da democracia da parte de quem as ultrapassou por quatro anos. Isso ainda considerando o baixo poder intelectual de parte dessa turma, inclusive do cabeça, Bolsonaro, capaz de fazer toda a trama e, juntamente com seus aliados, deixar um farto rastro probatório para as autoridades que hoje o investigam. Se não tem inteligência para blindar-se de um crime tão grave como abolição do estado democrático de direito, onde irá encontrar argumentos para um ato que não ataque as instituições e autoridades? Essa eu quero ver…

Alerta

A postura de Fredson Brito e seu grupo obriga Evandro Valadares e entorno a reagir. A impressão é de que o debate sem fim em torno da escolha do candidato governista está consumindo tanto o bloco que não tem dado à gestão tempo ou condições de defesa dos ataques. e seja qual for o candidato, o governo precisa estar bem.

E na oposição?

Fredson toma o caminho certo de buscar ganhar capilaridade usando o meio rádio. Mas não pode deixar de articular a unidade, senão a oposição de novo morre na praia. Se Romério levar a frente sua candidatura e Zé Marcos não recuar, de nada valerá o esforço. Romério, que se reúne com Marília para filiar-se ao Solidariedade e Zé Marcos, que disse continuar pré-candidato, dão sinais de que vão continuar remando.

De cima pra baixo

O TJPE numa canetada rebaixou Afogados e São José do Egito. São José agrega a Comarca de Tuparetama. No caso da Comarca de São José do Egito, ao mesmo tempo em que a decisão aumenta a abrangência territorial e populacional, saindo de dois para quatro municípios (São José do Egito, Santa Terezinha, Tuparetama e Ingazeira), e, obviamente, com ampliação significativa de acervo processual, mesmo assim, com isso tudo, é rebaixada.

Efeito colateral 

A decisão,  tanto para Afogados quanto São José pode implicar, futuramente, em redução de juízes  e promotores. Um jurista ao blog: “Momentaneamente, a ideia é simplificar o preenchimento de cargos de juízes. Mas acaba sendo mais do mesmo suco de Brasil. Ao invés de se criarem políticas e alternativas para melhorar a qualidade dos serviços, sobretudo no interior, opta-se por medidas simplistas que não enfrentam a raiz dos problemas”.

Tem mais

Segue: “um efeito colateral é que as comarcas de 1ª Entrância, via de regra, recebem profissionais em início de carreira e inexperientes. Isso é problemático para comarcas com elevada demanda e complexidade de casos como Afogados e São José do Egito”.

E há quem defenda privatizar a Compesa…

Depois de Ingazeira e Iguaracy,  Tuparetama está revoltada com a NEOENERGIA. Foram mais de 24h praticamente sem energia em diversas ruas do Bairro Vila Bom Jesus, além de quedas constantes de energia em toda cidade durante o sábado. Vários prejuízos causados pela ineficiência e demora em resolver o problema. Para manter o revezamento, bairros de  São José do Egito também reclamam fornecimento.

Polícia para quem precisa de polícia 

A Secretaria de Defesa Social puniu o terceiro-sargento da PM Reinaldo Belmiro Lins, responsável pelo tiro de bala de borracha que fez o trabalhador Jonas Correia de França perder um olho durante um protesto em maio de 2021 com uma prisão administrativa de 30 dias.  Jonas não tinha relação com o protesto. Punição que só estimula a violência policial.

Sem questionamentos 

Até agora, nem MP nem TCE se manifestaram questionando a mega Festa de Março anunciada pelo prefeito Manuca em Custódia. Em novembro,  o TCE alertou o gestor por ferir a LRF. Em outubro,  o MPF investigou fraudes na Educação de Jovens e Adultos no município.  Em março,  o TCE afirmava que ele sequer aplicava 15% obrigatórios na saúde. A gestão nega irregularidades. E diz ter bala na agulha pra fazer a festa.

O nome

Afirmam que Manuca aproveitará o evento para lançar seu nome às eleições. Nomes como da vereadora Anne Lira e do secretário Alysson de Yolanda são vistos como bons quadros. Há quem diga que o Secretário de Administração Sávio Amorim estaria no páreo. Este último com um pouco mais de rejeição por parte dos governistas.

Vice ideal

Em Serra, o médico Leirson Magalhães é cotado para ser candidato a vice na chapa encabeçada por Márcia Conrado na sua disputa à reeleição.  Registre-se,  o desafio é ter um nome tão bom quanto o de Márcio Oliveira.  Vice ideal é aquele que soma à chapa e não dá trabalho após a posse.

Romperam

Dentre os vices que romperam com os gestores,  Marcos Crente (Tabira), Luciara de Nemias (Custódia), Toinho Almeida (Sertânia), Charles do Paulistão (Ibimirim) e claro, Israel Rubis, em Arcoverde.

Só falta a terceira

Em Afogados da Ingazeira,  pouca novidade no pós Carnaval.  A disputa deve ter mesmo Sandrinho e Daniel Valadares contra Danilo Simões e Edson Henrique.  Falta, como de praxe, aparecer só o none da terceira via para deixar o processo animado. Em 2016, Itamar França teve 496 votos com o slogan “o povo quer o liso”.

Frase da semana:

“O que o governo de Israel está fazendo contra o povo palestino não é guerra, é genocídio, porque está matando mulheres e crianças”.

Do presidente Lula, voltando a atacar a ação do governo de Benjamin Netanyahu na Faixa de Gaza.

Outras Notícias

Após reconhecer resultado da eleição, PL não se manifesta sobre autoproclamação de Flávio Bolsonaro

O Partido Liberal (PL) preferiu não se posicionar sobre a carta divulgada nesta quarta-feira (28) pelo senador Flávio Bolsonaro, na qual o candidato derrotado à Presidência da República se apresentou inicialmente como o verdadeiro presidente eleito do Brasil. A ausência de manifestação ocorre dois dias depois de a direção nacional da legenda reconhecer oficialmente o […]

O Partido Liberal (PL) preferiu não se posicionar sobre a carta divulgada nesta quarta-feira (28) pelo senador Flávio Bolsonaro, na qual o candidato derrotado à Presidência da República se apresentou inicialmente como o verdadeiro presidente eleito do Brasil. A ausência de manifestação ocorre dois dias depois de a direção nacional da legenda reconhecer oficialmente o resultado das eleições.

Questionado sobre a declaração do senador, o partido informou que ainda não tinha um posicionamento sobre o assunto.

A carta passou por alterações ao longo desta quarta-feira. Na primeira versão, Flávio utilizou a expressão “presidente eleito do Brasil”, apesar da derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno.

Pouco depois, o senador recuou e substituiu a autoproclamação pela expressão “líder do Brasil”. O documento chegou a ser publicado nas redes sociais de Flávio, mas a postagem foi apagada e substituída por outra com o texto modificado.

Antes da publicação no perfil do senador, a carta havia sido compartilhada pelo influenciador digital Paulo Figueiredo, aliado da família Bolsonaro.

O documento também apresentou uma mudança no brasão nacional. Na primeira versão divulgada por Figueiredo, aparecia a inscrição “Estados Unidos do Brazil”, denominação adotada após a Proclamação da República, em 1889.

Posteriormente, o influenciador compartilhou outra versão, desta vez com o brasão da República Federativa do Brasil.

A ausência de posicionamento do PL contrasta com a manifestação oficial da legenda na segunda-feira (26), quando reconheceu o resultado da eleição presidencial. Até a divulgação da reportagem, o partido não havia esclarecido sua posição sobre a declaração de Flávio.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Beto Barata/PL

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Tarcísio diz entender indignação de Flávio após carta golpista, mas cobra respeito ao resultado e responsabilidade

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta quarta-feira (28) entender a indignação de Flávio Bolsonaro (PL) após a derrota na eleição presidencial, mas defendeu que o resultado das urnas seja respeitado. A manifestação ocorreu depois que o senador divulgou uma carta na qual inicialmente se declarou o verdadeiro presidente eleito do […]

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta quarta-feira (28) entender a indignação de Flávio Bolsonaro (PL) após a derrota na eleição presidencial, mas defendeu que o resultado das urnas seja respeitado. A manifestação ocorreu depois que o senador divulgou uma carta na qual inicialmente se declarou o verdadeiro presidente eleito do Brasil, apesar da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Aliado de Flávio durante a campanha, Tarcísio procurou conciliar a compreensão pela insatisfação do senador com a defesa de uma atuação política responsável após o encerramento da disputa.

O governador destacou a necessidade de respeito ao resultado eleitoral e de responsabilidade por parte das lideranças políticas, em um momento de reorganização da oposição ao governo federal.

A posição mantém a linha adotada por Tarcísio em um pronunciamento divulgado na terça-feira (27), quando reconheceu o resultado da eleição, mas fez críticas à condução do processo eleitoral.

“Reconhecer o resultado não significa calar sobre os excessos”, afirmou na ocasião.

O governador também mencionou o que considera uso da máquina pública, programas anunciados fora do prazo e interferência do Judiciário durante a campanha. Essas avaliações foram apresentadas por Tarcísio como críticas ao processo eleitoral.

“A eleição passou, mas o país continua fraturado, dividido. E isso exige muita responsabilidade de quem lidera”, declarou no pronunciamento anterior.

A manifestação desta quarta-feira ocorre após Flávio Bolsonaro divulgar uma carta contestando o segundo turno e acusando a Justiça Eleitoral de fraude, sem apresentar provas.

Na primeira versão do documento, distribuída por aliados, o senador se apresentou como o verdadeiro presidente eleito do Brasil. Posteriormente, ao publicar a carta em sua conta no X, substituiu a autoproclamação pela expressão “líder”.

Flávio também anunciou que pretende comandar a oposição brasileira a partir dos Estados Unidos, para onde viajou depois da derrota eleitoral.

Tarcísio, por sua vez, vem defendendo que os partidos de oposição concentrem sua atuação na fiscalização do governo Lula e na apresentação de propostas para os próximos quatro anos.

No pronunciamento de terça-feira, o governador defendeu uma oposição vigilante, com cobranças relacionadas à responsabilidade fiscal e ao funcionamento das instituições.

“A eleição passou. O Brasil continua”, concluiu.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Tarcísio de Freitas sobre Flávio: “o caminho é respeitar o resultado das urnas e seguir em frente”

O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas, comentou a movimentação de Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos, pregando teorias da conspiração sobre a eleição. Após a derrota, Flávio Bolsonaro viajou para os Estados Unidos e divulgou uma carta pública contestando os resultados eleitorais e declarando-se o “verdadeiro presidente eleito”. Mas Tarcísio afirmou textualmente ao […]

O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas, comentou a movimentação de Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos, pregando teorias da conspiração sobre a eleição.

Após a derrota, Flávio Bolsonaro viajou para os Estados Unidos e divulgou uma carta pública contestando os resultados eleitorais e declarando-se o “verdadeiro presidente eleito”.

Mas Tarcísio afirmou textualmente ao Estadão:

“Entendo o sentimento de Flávio, entendo sua indignação e sua revolta, e esse sentimento é o de muitos brasileiros também. Mas o caminho é respeitar o resultado das urnas e seguir em frente.”

Tarcísio reforçou que a “eleição acabou” e defendeu que o papel da oposição agora deve ser construído de forma forte, serena e vigilante dentro do funcionamento regular das instituições democráticas e do Congresso Nacional.

Trump diz que não vai se envolver após Flávio Bolsonaro se declarar presidente eleito do Brasil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (28) que não pretende se envolver na declaração do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que divulgou uma carta na qual se apresentou como o verdadeiro presidente eleito do Brasil, apesar da derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno. Questionado por jornalistas sobre […]

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (28) que não pretende se envolver na declaração do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que divulgou uma carta na qual se apresentou como o verdadeiro presidente eleito do Brasil, apesar da derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno.

Questionado por jornalistas sobre o documento, Trump evitou comentar as alegações feitas pelo brasileiro.

“Não vou comentar sobre isso. Não vou me envolver”, respondeu o presidente americano.

A manifestação ocorreu depois que Flávio chegou a Miami, acompanhado da esposa e das duas filhas. O senador deixou o Brasil apesar de uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que exigia a entrega de seus passaportes à Polícia Federal e proibia sua saída do país.

Na primeira versão da carta, divulgada por aliados, Flávio afirmou: “Dirijo-me ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o verdadeiro presidente eleito do Brasil”.

Posteriormente, ao publicar o documento em sua conta na rede social X, o senador retirou a autoproclamação e passou a se apresentar como “líder do Brasil”.

Apesar da alteração, Flávio manteve as acusações de fraude eleitoral, sem apresentar provas, e os questionamentos à atuação do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral.

O parlamentar voltou a criticar a decisão que permitiu a ampliação do horário de votação em determinadas seções eleitorais. Também acusou a campanha de Lula de abuso de poder político e econômico e defendeu a cassação da chapa formada pelo presidente e pelo vice, Geraldo Alckmin (PSB).

Na carta, Flávio agradeceu a Donald Trump pelo acolhimento nos Estados Unidos e afirmou que pretende liderar a oposição brasileira a partir do território americano.

A resposta do presidente dos Estados Unidos, entretanto, não representou apoio às acusações apresentadas pelo senador nem reconhecimento de sua reivindicação à Presidência da República.

Trump já havia demonstrado disposição para receber Flávio e seus familiares no país. Também fez críticas à condução das eleições brasileiras, embora tenha afirmado que não tomou partido na disputa.

A declaração desta quarta-feira foi dirigida especificamente à carta divulgada pelo senador, sobre a qual o republicano preferiu não se posicionar.

Lula foi reeleito no domingo (25), com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio Bolsonaro. O resultado foi proclamado pela Justiça Eleitoral e reconhecido oficialmente pela direção nacional do PL.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Flávio Bolsonaro recua e altera trecho da carta em que se proclamava presidente eleito do Brasil

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) alterou o trecho de uma carta em que se apresentava como o verdadeiro presidente eleito do Brasil, apesar da derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições. A primeira versão do documento circulou entre aliados nesta quarta-feira (28), mas, ao publicar a carta em sua […]

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) alterou o trecho de uma carta em que se apresentava como o verdadeiro presidente eleito do Brasil, apesar da derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições. A primeira versão do documento circulou entre aliados nesta quarta-feira (28), mas, ao publicar a carta em sua própria conta na rede social X, o parlamentar substituiu a autoproclamação pela expressão “líder”.

Na versão inicial, o texto começava com a declaração: “Dirijo-me ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o verdadeiro presidente eleito do Brasil”.

A mudança ocorreu depois da repercussão do documento, que foi divulgado inicialmente por apoiadores do senador. Na publicação feita em seu perfil oficial, Flávio retirou a referência à condição de presidente eleito, passando a se apresentar como uma liderança política.

A primeira versão também apresentou um problema no brasão nacional utilizado no documento. A imagem trazia a inscrição “Estados Unidos do Brazil”, denominação antiga do país, posteriormente substituída pelo símbolo atualizado da República Federativa do Brasil.

Apesar das alterações, Flávio manteve as acusações de fraude nas eleições presidenciais, sem apresentar provas, e os questionamentos à atuação da Justiça Eleitoral. O senador também criticou a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que permitiu a prorrogação do horário de votação em determinadas seções eleitorais.

Na carta, Flávio afirma que deixou o Brasil por considerar que sofre perseguição política. O parlamentar agradece aos presidentes Donald Trump, dos Estados Unidos, e Javier Milei, da Argentina, e anuncia que pretende liderar a oposição brasileira a partir do território americano.

A manifestação foi divulgada após a chegada do senador aos Estados Unidos, três dias depois de sua derrota na eleição presidencial. A direção nacional do PL já havia reconhecido oficialmente a vitória de Lula.

 

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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