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Coaf aponta depósito de R$ 100 mil na conta de Ronnie Lessa

Por André Luis
Ronnie Lessa e Élcio Queiroz vão a audiência de custódia — Foto: Reprodução/TV Globo

Transferência, na boca do caixa, foi sete meses após o crime. Os dois denunciados devem depor nesta sexta-feira.

Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontou um depósito de R$ 100 mil, em dinheiro, na conta do policial reformado Ronnie Lessa, denunciado pelo assassinato de Marielle e Anderson. O Ministério Público citou esse relatório em um pedido de bloqueio dos bens de Lessa e do ex-PM Élcio Queiroz, também preso.

O depósito foi feito na boca do caixa, no dia 9 de outubro de 2018, sete meses depois do crime.

O MP pediu o bloqueio para garantir a indenização por danos morais e materiais às famílias da vereadora e do motorista.

Depoimento e transferência

Lessa e Queiroz devem ser levados para depor nesta sexta-feira (15) sobre o atentado a Marielle. Na quinta (14), ambos foram levados para audiência de custódia em Benfica por terem sido presos em flagrante, na terça-feira (12), por posse ilegal de arma. Na casa de Alexandre a polícia encontrou 117 fuzis incompletos desmontados. Já Queiroz foi preso com uma pistola e Lessa tinha armas em casa.

Após o depoimento desta sexta, Lessa e Queiroz devem ser levados para Bangu 1, onde aguardarão transferência para um presídio federal, como determinado pela Justiça.

Outras Notícias

Prefeito de Iguaracy participou de Audiência Pública sobre PPP de iluminação

Na manhã desta quarta-feira (26), o prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves (PSDB), participou de uma audiência pública realizada no auditório do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), em Afogados da Ingazeira. O evento teve como foco a Parceria Público-Privada (PPP) destinada à iluminação pública na região, que beneficiará diversos municípios. A audiência contou ainda com […]

Na manhã desta quarta-feira (26), o prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves (PSDB), participou de uma audiência pública realizada no auditório do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), em Afogados da Ingazeira.

O evento teve como foco a Parceria Público-Privada (PPP) destinada à iluminação pública na região, que beneficiará diversos municípios.

A audiência contou ainda com a participação do presidente do CIMPAJEÚ, Luciano Torres (PSB-PE), prefeito da Ingazeira; e dos prefeitos Gilberto Cavalcante Ribeiro, de Flores; Wamberg Gomes, de Carnaíba; Mayco, de Solidão; e Aline Karina, prefeita de Itapetim, além de representantes de vários municípios. O evento também foi prestigiado pelo Bispo Dom Limacêdo Antônio, da Diocese de Afogados da Ingazeira.

Entre os participantes estavam André Luciano, representante da SEPPI; João Pedro Mendes, representante do NAMARH; Hilana Santana, gerente geral do CIMPAJEÚ; Alexandre Barbosa, da Caixa; e Patrícia Ferrari da Moyses e Pires, que discutiram sobre o projeto.

O prefeito Dr. Pedro Alves estava acompanhado do secretário de Viação, Obras e Serviços Públicos, Fábio Torres, e do chefe de gabinete, Dr. Bruno George.

Dr. Pedro Alves destacou a importância da colaboração entre os municípios e a iniciativa privada, enfatizando que a iluminação adequada é essencial para o desenvolvimento urbano.

Estado discute avanços nas políticas públicas para beneficiar a população quilombola

Cumprindo extensa agenda de reuniões com os movimentos sociais e a sociedade civil, o secretário de Desenvolvimento Agrário do Estado, Dilson Peixoto, recebeu, nesta quarta-feira (16), representantes da Coordenação Estadual de Articulação das Comunidades Quilombolas de Pernambuco (CEAQ), acompanhados dos vereadores Márcia do Angico (de Bom Conselho), Expedita Quilombola (de Betânia) e Marinho da Estiva […]

Cumprindo extensa agenda de reuniões com os movimentos sociais e a sociedade civil, o secretário de Desenvolvimento Agrário do Estado, Dilson Peixoto, recebeu, nesta quarta-feira (16), representantes da Coordenação Estadual de Articulação das Comunidades Quilombolas de Pernambuco (CEAQ), acompanhados dos vereadores Márcia do Angico (de Bom Conselho), Expedita Quilombola (de Betânia) e Marinho da Estiva (de Garanhuns).

O objetivo do encontro foi tratar das políticas de regularização fundiária e outras ações para o desenvolvimento das comunidades quilombolas no Estado. Atualmente, são 137 comunidades certificadas, em 51 municípios de todas as Regiões de Desenvolvimento.

Inicialmente, os representantes do CEAQ entregaram uma carta aberta ao secretário, manifestando preocupação com o atual cenário político nacional. Em seguida, foram discutidas questões como a adequação do Iterpe ao decreto 38.960 de dezembro de 2012, que institui a política estadual de regularização fundiária e desenvolvimento sustentável das comunidades quilombolas, e ainda o avanço na execução de obras de infraestrutura hídrica (sistemas simplificados de abastecimento) em 50 localidades, de responsabilidade do ProRural, órgão vinculado à secretaria.

“Somos absolutamente solidários à luta das comunidades quilombolas e faremos tudo o que estiver ao nosso alcance, no âmbito do Estado, para continuarmos avançando na execução de políticas públicas para promover melhoria das condições de vida dessa população”, garantiu o secretário, que instituiu uma comissão para acompanhar de perto as ações da pasta.

“Nos preocupamos com a condução atual do País, que cria todos os métodos para criminalizar os organismos e movimentos sociais, mas por outro lado estamos otimistas com a nova gestão da secretaria, para que possamos avançar em questões concretas em benefício da nossa população”, avaliou um dos representante dos quilombolas, Antônio Crioulo.

Pernambucano será porta voz do Planalto

O presidente Jair Bolsonaro escolheu o general de divisão Otávio Santana do Rêgo Barros para a função de porta-voz do governo. Barros é militar da ativa, com experiência em comunicação social e trato com a imprensa e um currículo que inclui participação na Missão de Paz no Haiti. Natural de Recife, tem 58 anos. Até […]

O presidente Jair Bolsonaro escolheu o general de divisão Otávio Santana do Rêgo Barros para a função de porta-voz do governo.

Barros é militar da ativa, com experiência em comunicação social e trato com a imprensa e um currículo que inclui participação na Missão de Paz no Haiti. Natural de Recife, tem 58 anos.

Até a semana passada, chefiava o Centro de Comunicação Social do Exército, sob o comando do general Eduardo Villas Boas, sucedido no posto pelo general Edson Leal Pujol.

Segundo informou o blog de Valdo Cruz, Bolsonaro foi aconselhado por auxiliares a acelerar a escolha de um porta-voz, a fim de evitar a repetição do que ocorreu nas duas primeiras semanas de governo, com recuos em informações dadas pelo próprio presidente.

Nos primeiros dias do governo, três declarações do presidente surpreenderam integrantes do próprio governo e provocaram reações de analistas do mercado: a de que iria propor idade mínima para aposentadoria de 57 anos para mulheres e 62 anos para homens; a de que iria elevar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e reduzir alíquota do Imposto de Renda; e sinais de que que poderia impor restrições à compra da Embraer pela Boeing.

Antes mesmo de o novo governo assumir, ministros já defendiam a escolha de um porta-voz, informou o blog de Andréia Sadi. Eles argumentavam que o presidente eleito não podia conceder quatro entrevistas por dia de forma improvisada.

Criticar a Diocese por ida de João Campos à Concatedral é procurar pêlo em ovo

A exploração do episódio ocorrido na noite da quarta (08) na Concatedral de Nossa Senhora da Penha, em Serra Talhada só ocorre por quem tem outros motivos para tentar descredenciar a atuação da Diocese. Na ocasião, uma integrante do Terço das Mulheres da paróquia fez uma fala inadequada durante a visita do pré-candidato ao Governo […]

A exploração do episódio ocorrido na noite da quarta (08) na Concatedral de Nossa Senhora da Penha, em Serra Talhada só ocorre por quem tem outros motivos para tentar descredenciar a atuação da Diocese.

Na ocasião, uma integrante do Terço das Mulheres da paróquia fez uma fala inadequada durante a visita do pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos, acompanhado da prefeita Márcia Conrado e outras lideranças políticas, gerando repercussão.

Mas isso não pode ser confundido com uma posição institucional da Diocese. Tanto que o Padre Aldo Guedes e o Bispo Dom Limacêdo Antônio condenaram o gesto. A própria fiel se manifestou e pediu desculpas pelo erro.

A governadora Raquel Lyra também tem visitado templos religiosos por onde passa. Quando esteve em Afogados recentemente, visitaria o Bispo Dom Limacêdo. Não o fez por uma mudança de última hora na agenda. Mas o Bispo a receberia e nem por isso seria identificado como aliado político. E certamente esse encontro também vai acontecer.

João e Raquel têm buscado agregar à agenda política à fé quando possível, seja juntos a católicos ou eventos evangélicos onde são vistos com frequência. E a Igreja não têm fechado as portas.

Curioso é ver que as manifestações críticas nascem de grupos ultra conservadores que condenam a defesa da democracia que CNBB e a Diocese tem promovido, ou de políticos que, aí sim, tem a prática de encabrestar fiéis nas igrejas,  como Vandinho da Saúde. Resumindo, muita fumaça e pouco assunto.

Placar parcial indica ampla margem pró admissibilidade: 14×1

Até agora, de 14 Senadores, 13 discursaram pelo Impeachment de Dilma. Um dos últimos, o senador Sérgio Petecão (PSD-AC) votou a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff. “Estou convencido das caminhadas que fiz e falando com aqueles que foram feridos na alma, perdendo o emprego, voto a favor”, disse ele, que estourou o tempo […]

Até agora, de 14 Senadores, 13 discursaram pelo Impeachment de Dilma. Um dos últimos, o senador Sérgio Petecão (PSD-AC) votou a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff. “Estou convencido das caminhadas que fiz e falando com aqueles que foram feridos na alma, perdendo o emprego, voto a favor”, disse ele, que estourou o tempo do discurso e foi interrompido pelo presidente do Senado, Renan Calheiros. “Estava na metade do meu pronunciamento”, disse ele.

O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB-SP), chegou ao Palácio do Jaburu, sua residência oficial em Brasília. O plenário do Senado vota neste momento a admissibilidade do processo de impeachment contra Dilma Rousseff. Se aceito, Dilma será afastada por até 180 dias, e Temer assume a presidência interinamente.

Diante da expectativa de que a votação da abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff acabe apenas na madrugada de quinta-feira (12), senadores do PMDB cogitam abrir mão ou encurtar seus discursos para acelerar a conclusão da sessão no Senado. Estão inscritos para discursar oito senadores do PMDB. Se todos eles deixarem de falar, a economia poderia ser de até duas horas, considerando que cada um tem 15 minutos para apresentar seus argumentos e anunciar o seu voto.

Até então se declarando indeciso, o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), anunciou nesta quarta-feira (11) que votará a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, sua decisão está alinhada com a maioria da bancada do partido, que votará contra a petista. De acordo com ele, entre 6 e 7 senadores devem faltar ou se abster, entre eles, quatro de seu partido. Segundo Eunício Oliveira, deverão faltar os senadores peemedebistas Rose de Freitas (ES), Jader Barbalho (PA) e Eduardo Braga (AM), ex-ministro de Minas e Energia de Dilma. Os dois primeiros estão doentes. O presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), deverá se abster da votação.