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Cimpajeú: Em reunião prefeitos traçam estratégias para viabilizar recursos em Brasília

Por André Luis
Foto Júnior Finfa.

Por André Luis

Aconteceu nesta sexta-feira (12) em Afogados da Ingazeira a 3ª Reunião Plenária Ordinária do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú – Cimpajeú. O presidente do Consórcio e prefeito de Flores, Marconi Santana, em entrevista ao blogueiro Júnior Finfa para a Rádio Pajeú, disse que a reunião foi bastante positiva.

Marconi disse que a reunião aconteceu com muita ênfase, e que além do sorteio com a ordem dos municípios que serão beneficiados com a perfuração de poços, sendo que Ingazeira foi a primeira sorteada, seguida por Serra Talhada, Custódia, Brejinho, Calumbi, Carnaíba, Solidão, Quixaba, Santa Cruz da Baixa Verde, São José do Egito, Tuparetama, Sertânia, Flores, Triunfo, Santa Terezinha, Iguaracy, Itapetim, Betânia, Tabira e Afogados da Ingazeira. também trataram da questão das despesas e receitas do Consórcio, sobre a Marcha dos Prefeitos que acontecerá na próxima semana em Brasília e sobre os quatro municípios que estão ausentes do Cimpajeú.

“Nos reunimos hoje também para pactuar isso, vamos para Brasília juntos em prol do fortalecimento do Consórcio em busca de novas parcerias com os ministérios e também com os deputados e senadores de Pernambuco. Vamos tentar junto com todos os prefeitos viabilizar recursos de emenda parlamentar pra reforçar as questões de saúde pública, educação e de infraestrutura de recursos hídricos para que a gente possa consolidar algumas ações mediante ao nosso Consórcio”.

Falando sobre os quatro municípios, Sertânia, São José do Egito, Tabira e Itapetim que estão ausentes do Consórcio desde que ele (Marconi) foi eleito presidente, Marconi disse que irão em busca de conversar com todos para mostrar a viabilidade de ficar no Consórcio e o fortalecimento que dá aos prefeitos, “unidos somos mais fortes e vamos conseguir muito mais coisa. Agente consolidou isso, em ir em busca deles retornarem ao consórcio, a gente tem muita coisa acontecendo, que vai viabilizar bem feitorias aos municípios deles também, então nada mais justo, vamos atrás, queremos eles juntos conosco”, finalizou Marconi.

Outras Notícias

Levantamento sobre a destinação do lixo é enviado ao Ministério Público

O Ministério Público de Contas (MPCO) encaminhou, nesta quarta-feira (21), ao Ministério Público de Pernambuco, o diagnóstico sobre a destinação do lixo no Estado, divulgado pelo Tribunal de Contas na última terça-feira (20). O ofício, assinado pela procuradora geral do MPCO, Germana Laureano, pede que o Ministério Público adote as devidas providências no sentido de […]

O Ministério Público de Contas (MPCO) encaminhou, nesta quarta-feira (21), ao Ministério Público de Pernambuco, o diagnóstico sobre a destinação do lixo no Estado, divulgado pelo Tribunal de Contas na última terça-feira (20).

O ofício, assinado pela procuradora geral do MPCO, Germana Laureano, pede que o Ministério Público adote as devidas providências no sentido de punir criminalmente os gestores que estão cometendo crime ambiental ao fazer o descarte inadequado do lixo em suas cidades.

De acordo com o relatório elaborado pelo Tribunal de Contas, dos 184 municípios pernambucanos, apenas 51 (27,7%) depositam corretamente os resíduos em aterros sanitários. Os outros 133 continuam agindo em desrespeito ao meio ambiente, descartando a sujeira em lixões a céu aberto ou em locais que não atendem por completo as determinais ambientais previstas em lei.

“Tendo em vista que o despejo de grandes quantidades de lixo em locais inadequados contribui para que o chorume e os gases tóxicos produzidos pela decomposição do material contaminem o solo, os lençóis freáticos, as reservas de água potável e o ar que respiramos, implicando sérios riscos à saúde humana e provocando a morte de animais e a destruição da flora local, forçoso reconhecer que tal conduta se subsume ao tipo penal descrito no art. 54 da Lei de Crimes Ambientais, a reclamar a ação persecutória desse órgão ministerial”, diz o ofício encaminhado pelo MPCO ao procurador geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros.

O descumprimento a essas normas é considerado crime gravíssimo contra o meio ambiente, previsto no parágrafo 3º, do artigo 225, da Constituição Federal e no artigo 54, da Lei nº 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais). Os infratores estão sujeitos a sanções penais e administrativas, além da obrigação de reparar o dano.

No âmbito do Tribunal de Contas, a má conduta poderá resultar em aplicação de multa aos gestores, pelo descumprimento da lei, que pode chegar a R$ 79.055,00. Além disso, o TCE vai encaminhar ofícios solicitando esclarecimentos às prefeituras, que podem acarretar em processos de auditorias especiais, após análise das justificativas dos gestores.

Diagnóstico – O estudo sobre a destinação do lixo em Pernambuco é realizado anualmente pelo TCE, por meio da equipe do Núcleo de Engenharia. Neste levantamento, os auditores se basearam nos dados coletados durante as inspeções realizadas pelo Tribunal entre janeiro e dezembro de 2017 e nas informações prestadas pela Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), relativas a 2017.

O objetivo é monitorar o cumprimento, por parte das prefeituras, das ações propostas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010), em vigor desde agosto de 2010, que determina a eliminação dos lixões e o descarte ambientalmente adequado dos resíduos em aterros sanitários.

O estudo completo está disponibilizado na página do TCE na internet, clique aqui para acessar a apresentação.

Pernambuco pode ser primeiro estado a reconhecer calamidade financeira dos municípios

A diretoria executiva da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), tendo a frente a presidente Márcia Conrado, prefeita de Serra Talhada, se reuniu nesta segunda-feira, 20 de novembro, com o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) deputado Álvaro Porto para retratar a difícil realidade fiscal que enfrentam os municípios pernambucanos, além de discutir ações que […]

A diretoria executiva da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), tendo a frente a presidente Márcia Conrado, prefeita de Serra Talhada, se reuniu nesta segunda-feira, 20 de novembro, com o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) deputado Álvaro Porto para retratar a difícil realidade fiscal que enfrentam os municípios pernambucanos, além de discutir ações que reconheçam o atual cenário.

A expectativa da diretoria executiva da Amupe é que Pernambuco se torne o primeiro Estado a reconhecer a situação de calamidade pública decorrente da crise financeira do exercício de 2023. Na reunião foi acordado o envio, por parte dos municípios, dos decretos de calamidade à Assembleia Legislativa até a próxima sexta-feira, 24 de novembro, para votação em plenário na semana seguinte.

Para a presidente da Amupe, Márcia Conrado, “os municípios vivem um momento atípico e grave do ponto de vista fiscal. Com o decreto de calamidade, os gestores e gestoras terão mais reconhecimento jurídico e menos punição, por conta da Lei de Responsabilidade Fiscal ou parcelamento de contribuições previdenciárias, significando também o reconhecimento formal do estado da grave situação financeira dos municípios pernambucanos.”.

Na semana passada, a reunião foi com o Presidente do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE/PE), Ranilson Ramos, que também ressaltou a importância da participação do legislativo estadual nesse processo e reconheceu a grave situação que se encontram as prefeituras.

PMDB adiou para março reunião que discutiria saída do governo, diz Raupp

O vice-presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), afirmou nesta terça-feira (20) ao G1 que o partido decidiu adiar para março de 2016 o congresso nacional extraordinário que faria em novembro deste ano para, entre outros assuntos, discutir o eventual rompimento com o governo Dilma Rousseff. A direção peemedebista aproveitará a convenção nacional da […]

O vice-presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (Foto: Moreira Mariz/Ag.Senado)
O vice-presidente do PMDB, senador Valdir Raupp
(Foto: Moreira Mariz/Ag.Senado)

O vice-presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), afirmou nesta terça-feira (20) ao G1 que o partido decidiu adiar para março de 2016 o congresso nacional extraordinário que faria em novembro deste ano para, entre outros assuntos, discutir o eventual rompimento com o governo Dilma Rousseff. A direção peemedebista aproveitará a convenção nacional da legenda, agendada para março, para tratar do fim da aliança com o PT.

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tem defendido o fim da aliança com o PT desde querompeu oficialmente com o Palácio do Planalto, em julho deste ano. Desde então, ele passou a defender abertamente que o PMDB desembarque da gestão petista, entregando os ministérios que comanda atualmente.

Inicialmente, o encontro para tratar da eventual saída do governo estava marcado para agosto, porém, foi transferido para novembro. Na época em que a direção confirmou o primeiro adiamento da reunião, Cunha já havia criticado a cúpula peemedebista, afirmando que o PMDB “empurra com a barriga” a decisão sobre romper com PT.

Segundo Raupp, em vez do congresso extraordinário, o partido vai realizar em novembro apenas um seminário promovido pela Fundação Ulysses Guimarães, ligada ao PMDB. O vice-presidente da legenda justificou o adiamento do encontro a dificuldades logísticas para organizar o evento que deve reunir até 5 mil peemebedebistas.

“Não vai ter mais o encontro deste ano, apenas um seminário da Fundação Ulysses Guimarães. A informação que tive é que não está fácil organizar o encontro [extraordinário do PMDB], até porque tem de juntar de 4 mil a 5 mil pessoas. Eu já fui presidente do PMDB e, realmente, não é fácil organizar encontro assim, tem de ter dedicação”, alegou Raupp.

“Até preocupado com a questão do quórum, o partido preferiu transformar o encontro de novembro em um seminário da fundação e deixar para março do ano que vem o encontro nacional, no qual nós comemoraremos os 50 anos de fundação do PMDB”, acrescentou o vice-presidente do partido.

Desde o início do ano, a bancada do PMDB na Câmara – que integra oficialmente a base aliada a Dilma – tem votado de forma independente das orientações do Palácio do Planalto, comandando algumas das principais derrotas da presidente da República no Congresso Nacional.

Recomendação conjunta orienta sobre planos de saneamento básico

Foto: imagem ilustrativa O Tribunal de Contas e o Ministério Público de Contas do Estado expediram uma Recomendação Conjunta para que 107 prefeituras do Estado e o distrito de Fernando de Noronha elaborem seus Planos Municipais de Saneamento Básico (PMSB) até o dia 31 de dezembro, prazo estabelecido pela Lei nº 14.026 de 2020, que […]

Foto: imagem ilustrativa

O Tribunal de Contas e o Ministério Público de Contas do Estado expediram uma Recomendação Conjunta para que 107 prefeituras do Estado e o distrito de Fernando de Noronha elaborem seus Planos Municipais de Saneamento Básico (PMSB) até o dia 31 de dezembro, prazo estabelecido pela Lei nº 14.026 de 2020, que criou o Novo Marco Legal do Saneamento Básico.

A recomendação entra em vigor a partir desta quarta-feira (14), com a publicação do texto no Diário Oficial do TCE.

O PMSB é uma exigência legal para acesso a recursos públicos federais na área de saneamento básico. De acordo com o Relatório Preliminar de Levantamento realizado pelo TCE, dos 184 municípios pernambucanos, apenas 77 (41,62%) apresentam plano municipal ou regional, ou seja, 107 prefeituras, e também o distrito de Fernando de Noronha (58,38%) ainda não publicaram ou enviaram o documento ao TCE. 

De acordo com a recomendação conjunta, os planos municipais de saneamento são “instrumentos fundamentais para a universalização dos serviços de abastecimento de água e tratamento de esgotos, que estão diretamente relacionados à melhora da saúde, do meio ambiente e da qualidade de vida dos cidadãos pernambucanos”.

O presidente do TCE, conselheiro Ranilson Ramos, e o procurador-geral do MPC-PE, Gustavo Massa, que assinaram a recomendação, determinaram o encaminhamento do documento à Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e à Administração Geral de Fernando de Noronha.

Cimpajeú atende chamado da CDL Tabira e vai se reunir com CDLs da região

Diante do novo decreto do Governo do Estado que desautoriza o funcionamento de alguns estabelecimentos, a CDL Tabira encabeçou uma série de protestos para chamar atenção das autoridades da região no sentido de fazê-las entender que o comércio não é o vilão nessa pandemia. O Cimpajeú, consórcio de prefeitos do Pajeú e Moxotó, foi uma […]

Diante do novo decreto do Governo do Estado que desautoriza o funcionamento de alguns estabelecimentos, a CDL Tabira encabeçou uma série de protestos para chamar atenção das autoridades da região no sentido de fazê-las entender que o comércio não é o vilão nessa pandemia.

O Cimpajeú, consórcio de prefeitos do Pajeú e Moxotó, foi uma das entidades provocadas a sentar e ouvir as angústias que também vivem os comerciantes.

Nesta terça-feira (15), a direção da CDL Tabira se reuniu com o prefeito da Ingazeira, Luciano Torres, que também preside o consórcio. No encontro ficou decidido que será marcada uma data para uma reunião entre o Cimpajeú e outras CDLs da região.

Falando em nome de todas essas entidades, a direção da Câmara de Tabira adiantou alguns pontos que irão nortear o encontro quando acontecer. São eles:

Ações e reforço de pessoal, por parte do Estado, para conter as aglomerações em chácaras e eventos clandestinos;

Aumento da testagem de pessoas, principalmente as que foram positivadas ou tiveram contatos com suspeitos;

Melhor acompanhamento de pessoas positivadas para cumprirem devidamente o isolamento;

Leis e punições reais para as pessoas que descumprirem os protocolos;

Vacinação das pessoas que estão nas atividades que não pararam e demais seguimentos do comércio.

“O nosso apelo está começando a ser ouvido por algumas autoridades. Vamos avançando e vencendo juntos, esse é o objetivo de todos nós”, disse Jackson Amaral, presidente da CDL Tabira.