Chuvas: mortes e desabrigados em Maceió

G1
Centenas de famílias na Grande Maceió estão desalojadas por causa da chuva forte que atinge a região neste sábado (27). Quatro pessoas morreram – entre elas, uma criança -, outras quatro estão desaparecidas e mais de 30 ficaram feridas por conta de deslizamentos de terra. Há 250 famílias desalojadas na cidade de Marechal Deodoro. Na capital, que decretou estado de calamidade, a Defesa Civil estima que sejam 150.
Faz uma semana que chove forte em todo o estado, mas estragos se intensificaram nesta madrugada. Além dos 4 mortos, deslizamentos de barreiras sobre casas deixaram mais de 30 pessoas feridas.
Os deslizamentos na capital aconteceram na parte alta de Maceió. Quem vive na região está apreensivo pelo risco.
A prefeitura de Marechal também decretou situação de emergência. Em diversos municípios já foram registrados alagamentos, deslizamentos de barreiras, acidentes de trânsito, quedas de árvores e outros incidentes.
Dois povoadas em Atalaia ficaram isolados depois que o rio que corta a região transbordou e bloqueou a única estrada de acesso a eles.
E a chuva não deve dar trégua tão cedo. A meteorologia prevê pancadas de chuvas em diversas regiões do estado. A Defesa Civil está em alerta. Veja a previsão do tempo para este fim de semana.
A Defesa Civil informou que o volume de chuva nos últimos dias na capital é acima da média. Em todo o mês de maio, quando o esperado era de 382,2 milímetros, já foram registrados 567,6. Este número é 48,5% maior do que o esperado.




O Grupo Fé e Política, ligado à Diocese de Afogados da Ingazeira e outros setores da opinião pública, realiza nesta terça (23), às nove da manhã, a chamada Plenária Popular Pela Democracia. Segundo o grupo, o evento busca discutir como tema “Ditadura e Autoritarismo: um olhar sobre o passado. Debate sobre um Brasil desconhecido”. O evento é aberto ao público.


A prefeita eleita de Sertânia, Pollyanna Abreu, anunciou nesta quinta-feira (7) em suas redes sociais o início das articulações para fortalecer a gestão pública no município.
Moradores do entorno do futuro shopping Center de Arcoverde estão indignados com a determinação de que só poderão ser contratados profissionais da construção civil que sejam da cidade.














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