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Chapa coletiva de mulheres ganha reforço em pré-campanha no Recife

Por André Luis

Foto: Tarciso Augusto

Inclusão social, respeito e garantia de todos os direitos às pessoas com qualquer tipo de deficiência. Essa é a luta da chapa coletiva composta por Terezinha Nunes, Germana Soares, Carol Aleixo e Ledja Albuquerque, que ganhará reforço no seu lançamento nesta quinta-feira (13.08), a partir das 19h, ao vivo, no Youtube. 

O evento virtual vai contar com um bate-papo entre as pré-candidatas e o doutor em Ciência Política e professor da Universidade Católica Juliano Domingues, que vai abordar o tema “Mandato Coletivo e a Democracia Representativa”.

A chapa conjunta formada por mulheres reúne Terezinha Nunes, ex-deputada estadual e criadora da plataforma PE Inclusivo; Germana Soares, mãe de uma criança com microcefalia e fundadora da ONG União de Mães de Anjos (UMA); Ledja Albuquerque, ativista, deficiente física, conselheira municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência e Carol Aleixo, mãe de uma criança com autismo, enfermeira e fundadora do Grupo Super Mães.

Outras Notícias

Tabira: SINDUPROM rebate nota de Internauta Repórter

O SINDUPROM-PE repudiou através de nota o texto e assinado pelo Internauta Repórter Josa Rabelo. Diz que está recheado de noticias falsas e faltando com a verdade, a respeito da luta dos professores de Tabira. “Na nossa luta, conquistamos em janeiro de 2023, o reajuste de 7% na valorização do magistério. Em maio de 2023, tivemos […]

O SINDUPROM-PE repudiou através de nota o texto e assinado pelo Internauta Repórter Josa Rabelo. Diz que está recheado de noticias falsas e faltando com a verdade, a respeito da luta dos professores de Tabira.

“Na nossa luta, conquistamos em janeiro de 2023, o reajuste de 7% na valorização do magistério. Em maio de 2023, tivemos um reajuste salarial de 14,95%, perfazendo o impacto finaceiro de 21,95% nos nossos vencimentos, sendo contemplados todos os professores da Educação Infantil e Anos Iniciais (1º ao 5º ano). Já para os professores dos anos finais, tivemos um reajuste de 14,95%, a partir do mês de maio de 2023”.

Segue: “quanto ao salário de novembro de 2023, o municipio efetuou a transferência no dia 11 de dezembro de 2023, estando nas contas dos servidores no dia 12 de dezembro de 2023. Quanto às duas parcelas do 13º salário, foi efetuada no dia 30 de novembro de 2023, na íntegra”.

Segue: “realmente para avançarmos na politica de valorização do Profissionais do Magistério, não tem sido nada fácil, pois a luta além de ser dificil, ainda nos leva a ssermos atacados com mentiras até pela imprensa local. Mas em Tabira está sendo o possivel até o momento, com luta e determinação da categoria e do seu sindicato de representação, o SINDUPROM/PE”.

A nota ainda solicita ao blog critério nas matérias veiculadas, mesmo que a nota tenha identidade e assinatura, sem responsabilidade editorial do blog. Diz que a matéria é caracterizada como fake news. Ela é assinada por Dinalva Lima Pereira Vieira de Mello,  Coordenadora Geral do SINDUPROM.

Danilo Simões admite a possibilidade de ser candidato a prefeito de Afogados

O bancário Danilo Simões disse em entrevista ao blogueiro Júnior Finfa que não descarta ser no futuro candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira. Leia a entrevista na integra clicando aqui. Ele deixou o Santander após 24 anos de serviços prestados. “Agora estou em um período de descanso, aproveitando mais tempo com a família e […]

O bancário Danilo Simões disse em entrevista ao blogueiro Júnior Finfa que não descarta ser no futuro candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira. Leia a entrevista na integra clicando aqui.

Ele deixou o Santander após 24 anos de serviços prestados. “Agora estou em um período de descanso, aproveitando mais tempo com a família e pretendo vir com mais frequência a Afogados da Ingazeira. Desde que minha mãe faleceu, mantivemos toda a estrutura aqui”, diss;e.

Sobre a política de Afogados, afirmou ser difícil fazer uma avaliação profunda quando não se reside na cidade. “Acredito que Afogados da Ingazeira teve um crescimento significativo nos últimos anos, e tenho orgulho em dizer que meus pais participaram efetivamente desse desenvolvimento. É uma construção que começou com meu pai, Orisvaldo Inácio, que foi o primeiro prefeito eleito pela Frente Popular de Afogados. Minha mãe Giza Simões, foi a primeira mulher eleita prefeita no município e, com a sua visão e sensibilidade contribui muito com a nossa cidade”.

Disse ainda que o deputado José Patriota tem todas as condições de fazer um excelente trabalho na ALEPE. “Ele possui uma vivência política vasta, tanto na região quanto no estado, e sua experiência certamente contribuirá para o desenvolvimento da cidade e da região do Pajeú”.

Perguntado sobre sua participação na política de Afogados, disse que essa é uma pergunta que sempre fazem a ele. “Durante todos esses anos, quando vinha a Afogados, as pessoas questionavam por que não entrei na política. Sempre estive envolvido nas campanhas políticas dos meus pais, mas sempre nos bastidores. Minha atuação profissional não me permitia atuar diretamente na política. Agora, com mais liberdade e disponibilidade, estou aberto a participar mais efetivamente da vida política de Afogados da Ingazeira. Acredito ser um orgulho, um privilégio, para qualquer cidadão que ame a sua terra, poder contribuir com o seu desenvolvimento. Entretanto, uma candidatura política não depende apenas da vontade própria, mas principalmente de um desejo coletivo”. E afirmou: “Se no futuro, as pessoas entenderem que posso contribuir, essa possibilidade pode ser considerada. Estarei aqui, mais próximo, participando da vida social e do dia a dia da cidade, e quem sabe, a participação na política se apresenta de forma natural”.

Finfa reforçou: “e você não descarta participar diretamente da política de Afogados?” Danilo respondeu: “Exato, não descarto. Isso pode ser construído ao longo do tempo, e o futuro está nas mãos de Deus”. Perguntado se tem perfil de ser oposição ao governo Sandrinho, respondeu: “Ainda é muito cedo pra falar especificamente em ser oposição a este Governo que aí está, mas entendo que é muito importante para qualquer cidade ter uma oposição forte. Com certeza, quando se tem um grupo forte de oposição, o gestor tem que trabalhar mais, tem que mostrar mais serviço, sair da mesmice, porque senão não renova o mandato. Isso é bom! Eu defendo o fortalecimento da oposição e surgimento de novas lideranças, independente de qualquer coisa”.

O blog e a história: a estátua pra Lampião

Há pouco mais de 32 anos, Serra Talhada vivia o plebiscito sobre ter ou não uma estátua para Lampião,  em 7 de setembro de 1991. No começo de 1988, o então vereador Expedito Eliodoro (extinto PDS) apresentou um projeto para construir uma grande estátua de Lampião no alto da serra que moldura e inspira o […]

Há pouco mais de 32 anos, Serra Talhada vivia o plebiscito sobre ter ou não uma estátua para Lampião,  em 7 de setembro de 1991.

No começo de 1988, o então vereador Expedito Eliodoro (extinto PDS) apresentou um projeto para construir uma grande estátua de Lampião no alto da serra que moldura e inspira o nome do município, a cerca de quatro quilômetros da praça central. Sua ideia era inspirada no monumento de 27 metros do Padre Cícero, erguida 20 anos antes em Juazeiro do Norte, no Ceará.

Naquele ano, alguns grupos da cidade se preparavam para comemorar os 90 anos do nascimento do cangaceiro, cujos esparsos registros indicam que aconteceu ali, em um sítio nos arredores, em algum dia de junho de 1898.

À época, a relação de Serra Talhada com Lampião era ambígua: enquanto muitos soldados das forças volantes que combateram o cangaço pelo sertão nordestino nas décadas de 1920 e 1930 ainda estavam vivos e tinham se tornado nomes importantes da política e da economia municipal, movimentos estudantis, culturais e operários tinham nele uma imagem de luta por justiça social.

Morto em 1938, três semanas depois do seu aniversário de 41 anos, em Poço Redondo, no Sergipe, Lampião não tinha sequer um logradouro em sua cidade natal (“…Um cangaceiro/ Será sempre anjo e capeta, bandido e herói…”)

Sem apoio parlamentar, o projeto de Eliodoro – que tinha sido o vereador mais votado da história municipal – não foi aprovado. “A ideia era muito doida: ter uma estátua gigante do Lampião no alto do morro. Sairia caro, mas óbvio que seria muito bacana para a cidade”, afirma Cleonice Maria, da Fundação Cabras de Lampião de Serra Talhada.

A ideia nunca mais abandonou o município: no ano seguinte, quando um jornalista da recém-chegada TV Asa Branca, afiliada da Rede Globo em Caruaru, a 314 quilômetros, soube do projeto vencido, viajou até a cidade para fazer uma reportagem sobre a estátua. Era o que faltava para virar o principal assunto dos pouco mais de 72 mil habitantes.

“Foi entre abril e maio de 1990. A imprensa local, que até então pouco falara no assunto, passou a repercuti-lo, e logo virou um debate em todos lugares de Serra Talhada. Você ia no bar, estavam falando sobre a estátua de Lampião. Ia na escola, a mesma coisa. Na rua, no salão de cabeleireiro, no mercado, no trabalho. Só se falava disso”, conta o jornalista, professor e historiador Paulo César Gomes, que estuda o fenômeno social do cangaço.

Em 1991, a extinta Fundação Casa da Cultura de Serra Talhada tomou a ideia para si e propôs que a prefeitura abrisse uma consulta popular sobre a construção da estátua não no alto do morro, mas em uma área conhecida como Estação do Forró, atrás da antiga parada ferroviária. O presidente da instituição à época, Tarcísio Rodrigues, já tinha em mãos uma maquete feita pelo artista plástico Karoba, que ficou exposta ao público local.

O prefeito topou a ideia e decidiu marcar o plebiscito para o feriado de 7 de setembro – dia da Independência do Brasil. “Foi um embate entre gerações de Serra Talhada, porque os contemporâneos de Lampião se posicionaram contra: eles tinham sido influenciados pelo legado negativo dele, pela perspectiva da violência e do banditismo”, recorda Gomes.

“Os jovens, que vieram depois que Lampião morreu, não tiveram essa mesma influência. Eles encamparam a luta nos movimentos estudantis, centros acadêmicos e com o apoio de associações operárias”, completa.

A consulta da prefeitura de Serra Talhada chamou a atenção da imprensa pelo país: em julho de 1991, a revista Veja publicou uma reportagem dizendo que a votação era a “última batalha do rei do cangaço”. O jornal carioca O Globo foi na mesma linha, afirmando que Lampião finalmente seria julgado, 53 anos depois de seu assassinato.

De acordo com a Justiça Eleitoral de Serra Talhada, 76% dos eleitores (2.289 pessoas) votaram pelo “sim”, contra 22% do “não” e 0,8% de abstenções. A apuração foi acompanhada pela jornalista Vera Ferreira, neta de Lampião e Maria Bonita e, após o anúncio do resultado, os apoiadores da estátua aproveitaram o desfile cívico de 7 de setembro e a festa de Nossa Senhora da Penha, padroeira da cidade, para comemorar nas ruas. Nas semanas seguintes, os que tinham feito campanha pelo “não” ameaçaram destruir o monumento assim que ele fosse erguido.

A estátua de Lampião, porém, jamais se materializou. Sem dinheiro para executar a ideia, que previa grandes dimensões e o uso de materiais como bronze e granito, a fundação – que tinha assumido a responsabilidade da construção – não conseguiu financiamento para tirá-la do papel. A Fundação Banco do Brasil, uma das sondadas por Rodrigues, não quis patrocinar o projeto. Em 1993, quando ele deixou a presidência da instituição, o plano foi definitivamente engavetado.

A relação entre Lampião e Serra Talhada, no entanto, mudou depois daquele ano – mesmo sem a estátua.

Uma pequena praça no centro da cidade passou a ser chamada informalmente de “Pracinha do Lampião”, mesma época em que um novo hotel abriu suas portas com o apelido do cangaceiro. Uma rua da periferia foi nomeada oficialmente de Virgulino Ferreira da Silva e, em 1995, membros de um grupo de teatro de rua criaram a Fundação Cabras de Lampião que, por sua vez, deu origem ao Museu do Cangaço, localizado no mesmo espaço onde ficaria o monumento.

Agricultores de Afogados, Tabira e Solidão não receberão garantia safra, diz IPA

Boa notícia é que sementes de milho e sorgo chegaram Por Anchieta Santos Dos cinco municípios do Pajeú que estão sem receber o Programa Garantia Safra 2017, somente dois terão o pagamento liberado para as famílias da agricultura familiar: Ingazeira e Brejinho. De acordo com o Gerente Regional do IPA Dêva Pessoa, em contato com […]

Informação foi passada por Dêva Pessoa, do IPA

Boa notícia é que sementes de milho e sorgo chegaram

Por Anchieta Santos

Dos cinco municípios do Pajeú que estão sem receber o Programa Garantia Safra 2017, somente dois terão o pagamento liberado para as famílias da agricultura familiar: Ingazeira e Brejinho.

De acordo com o Gerente Regional do IPA Dêva Pessoa, em contato com a produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, ficarão sem receber Afogados da Ingazeira, Tabira e Solidão. Deva assegurou ter recebido a oficialização da informação ontem da Coordenação Estadual do Garantia Safra.

Tentativa de reverter quadro: Prefeitura e AMUPE afirmaram à redação do Blog que vão lutar junto à Coordenação Estadual do Programa e Ministério da Agreicultura para reverter a decisão por considerá-la injusta e desprovida de valor técnico. Em suma, alegam que a base de cálculo foi feita de forma equivocada.

Sementes: A boa notícia é que chegaram as  sementes de milho (3.110 kg) e sorgo (690 kg). Os representantes de Associações Rurais  de Afogados da Ingazeira poderão vir buscar a partir de hoje, logo após reunião dos caprinocultores no Sindicato.

A entrega começará aproximadamente às 11 horas na Gerência do IPA, vizinho a ADAGRO, próximo Estádio Vianão. Importante ter prestado contas das sementes entregues em 2017. Devem levar  o documento que comprova.

Crise dos combustíveis já afeta aulas em São José do Egito

Nos postos de combustíveis de Afogados da Ingazeira surgem os primeiros sinais da interferência da greve dos caminhoneiros contra os preços do diesel. Segundo informa o radialista Anchieta Santos no programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, Nos postos Ipiranga na Avenida Manoel Borba, gasolina e álcool não são mais encontrados. Ainda tem diesel. Na Gustavo Fittipaldi […]

Nos postos de combustíveis de Afogados da Ingazeira surgem os primeiros sinais da interferência da greve dos caminhoneiros contra os preços do diesel.

Segundo informa o radialista Anchieta Santos no programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, Nos postos Ipiranga na Avenida Manoel Borba, gasolina e álcool não são mais encontrados. Ainda tem diesel.

Na Gustavo Fittipaldi o Ipiranga não tem gasolina e nem álcool. Tem diesel para hoje.

No Posto Brasilino I não tem mais gasolina. Ainda dispõe de diesel. No Brasilino II tem diesel e gasolina. Desde ontem que filas se formam nos postos da cidade para o abastecimento.

Já tem posto zerado em Tabira – Dos três postos Nogueirão em Tabira, dois já estão sem nenhum tipo de combustível. São os postos das saídas para São José do Egito e Água Branca. O da saída para Afogados dispõe de diesel.

Em São Jose do Egito também já falta diesel e hoje não tem aula – Com a falta de diesel nos postos Trevo e Petrovia que são licitados para o abastecimento do transporte escolar de São Jose do Egito, hoje não haverá aula nas escolas municipais e estaduais. Veja nota da Prefeitura:

A Prefeitura de São José do Egito vem por meio dessa esclarecer que é mais um, dos vários municípios do Brasil, vítima do desabastecimento dos postos de combustíveis, provocado pela greve geral dos caminhoneiros, que nesse momento fecha rodovias e o acesso a refinaria de Abreu e Lima, único ponto de distribuição de combustíveis do estado, os postos que atendem o Município de São José do Egito, já não possuem mais reservas de óleo diesel, o que impossibilita o abastecimento dos ônibus que fazem o transporte escolar no município.

Esclarece ainda que os poucos veículos que restam em circulação, apenas rodam com o combustível que resta em seus tanques. Continuando a greve geral dos caminhoneiros, toda frota deverá, sem óleo diesel, parar.

Infelizmente sem combustível para abastecer os veículos, não há condições de circular, assim sendo, alguns serviços deverão ser suspensos por tempo indeterminado, até que a situação que foge ao nosso controle seja normalizada.