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Carlos Evandro diz que críticas de Duque são “covardes e levianas”

Por Nill Júnior

Carlos-Evandro_Luciano-Duque-422x330O ex-prefeito de Serra Talhada Carlos Evandro(PSB)  rebateu em entrevista a Francys Maya, na Rádio A Voz do Sertão, as declarações de Luciano Duque divulgadas pelo blog ontem, quando citou irregularidades em sua gestão. Carlos se disse apunhalado. “O grupo que a gente estava retirou seu apoio a ele e mantive firme, desafiando Inocêncio, Armando, Sebastião, Augusto Cesar,  Geni Pereira, enfrentando esse povo todo que não é fácil e não arredei uma vírgula. Quando ele  foi processado com o problema da merenda era motivo suficiente para eu tirar seu nome, mas mantive firme e fui surpreendido”.

Carlos Evandro disse como teve conhecimento da denúncia. “Fiz ontem cerca de seis cirurgias e sou surpreendido em essa notícia covarde, desleal , traiçoeira. Ele foi meu vice oito anos. Dei todas as condições como vice. Ele era quase prefeito, atuava na zona rural”.

Evandro taxou as declarações de falsas, mentirosas e sem fundamento. “Jamais me apropriei ou me apropriarei de recursos públicos. A população de Serra Talhada conhece Carlos Evandro, fui criado com retidão. Me surpreende a maneira que vem me caluniando. Vou me sentar com meus advogados para ver uma maneira  jurídica dele provar o que disse da previdência”.

Ele reafirmou que Duque participava efetivamente da gestão. “Participava sim, tinha conhecimento. Era um vice que frequentava meu gabinete. Não venha com essa de inocente. Quando assumi o governo a Previdência já estava quebrada. Já havia um  parcelamento que Geni tinha deixado como gestor. Não se paga sem recurso. Todos sabem da queda do FPM”.

“Ele não pode insinuar que desviei. A acusação é leviana e covarde. Quem faz essa parte é o presidente da previdência. Os contadores é que orientam. O setor Jurídico me orientava”.

Carlos também questionou Duque. “Ele disse que calçaria duas ruas por dia. Porque não terminou o asfalto do IPSEP ?. Vamo deixar de demagogia barata”.

Ele negou que tivesse recebido R$ 8 milhões em folhas vendidas ao Bradesco. “A primeira foi R$ 1 milhão e 600 mil. A outra  foi negociada por R$ 3 milhões”.

Ele também se posicionou sobre as críticas de que havia gastos excessivos na Festa de Setembro. “Querer comparar a festa dele com a minha, não existe. Vamos vera quantidade de dias, a qualidade das bandas. Foram nove dias em dois pólos com artistas do tamanho de Luan Santana, Elba Ramalho, Zé Ramalho, Fafá, Sérgio Reis, Aviões, Garota, Daniela Mercury, entre outros.Tudo feito dentro da lisura. Veio auditoria do TCE específica para esta festa e não encontrou nenhuma regularidade”.

Ouça o que disse Carlos:

Outras Notícias

Flávio Bolsonaro volta a afirmar que perícia não encontrou irregularidade em “Dark Horse”

Candidato falou sobre o patrocínio de R$ 61 milhões ao filme durante entrevista à TV Record. O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) voltou a afirmar que uma perícia não identificou irregularidades no patrocínio de R$ 61 milhões feito pelo banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, ao filme “Dark Horse”, sobre Jair […]

Candidato falou sobre o patrocínio de R$ 61 milhões ao filme durante entrevista à TV Record.

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) voltou a afirmar que uma perícia não identificou irregularidades no patrocínio de R$ 61 milhões feito pelo banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, ao filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro.

A declaração foi dada em uma entrevista exibida pela TV Record nesse domingo (30). Questionado sobre o financiamento, Flávio respondeu que não havia “absolutamente nada de errado” na operação.

O candidato afirmou que o dinheiro seria de origem privada, sem recursos públicos ou benefícios da Lei Rouanet. Também declarou que a produtora responsável pelo filme prestou contas à Justiça.

“A perícia foi feita e constatou que não tem nada de dinheiro público e nada de ilegal”, disse.

Flávio não apresentou, durante a entrevista, detalhes sobre a perícia mencionada, o órgão responsável pelo procedimento ou o conteúdo integral do documento.

O candidato também fez acusações sobre supostas relações entre integrantes do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o Banco Master. Ele citou políticos e ex-ministros ligados ao presidente, mas não apresentou elementos novos para sustentar as alegações durante a entrevista.

Na última sexta-feira (28), durante uma sabatina promovida pela TV Globo, Flávio também foi questionado sobre o patrocínio ao filme. Na ocasião, afirmou que o assunto seria um “livro fechado”, mas disponível para consulta.

Segurança pública

Na entrevista à TV Record, Flávio disse que pretende incluir o Brasil em uma articulação internacional denominada “Escudo das Américas”, reunindo países das Américas do Sul, Central e do Norte para combater o narcotráfico.

O candidato voltou a prometer que, se eleito, classificará o Comando Vermelho, o Primeiro Comando da Capital (PCC) e as milícias como organizações criminosas.

Questionado sobre uma declaração de 2025, quando sugeriu uma ação dos Estados Unidos contra embarcações na Baía de Guanabara, Flávio negou ter defendido uma intervenção militar estrangeira em território brasileiro.

“Quem tem que resolver nossos problemas somos nós”, afirmou.

Educação

Flávio também defendeu a inclusão de empreendedorismo e educação financeira na educação básica. Ao tratar do tema, criticou o que classificou como ensino de “ideologia de esquerda” em escolas públicas.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução/TV Record

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Ataques apócrifos contra Raquel Lyra provocam manifestações de solidariedade

Aliados e adversários políticos repudiaram os cartazes e defenderam a identificação dos responsáveis. A circulação de cartazes apócrifos contra a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) provocou, nesse domingo (30), manifestações de solidariedade de candidatos e lideranças políticas de diferentes grupos em Pernambuco. Pelo menos três peças foram afixadas em locais públicos do […]

Aliados e adversários políticos repudiaram os cartazes e defenderam a identificação dos responsáveis.

A circulação de cartazes apócrifos contra a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) provocou, nesse domingo (30), manifestações de solidariedade de candidatos e lideranças políticas de diferentes grupos em Pernambuco.

Pelo menos três peças foram afixadas em locais públicos do Recife e compartilhadas nas redes sociais. Parte do material apresentava acusações relacionadas à morte do marido da governadora, Fernando Lucena, que sofreu um infarto no dia do primeiro turno das eleições de 2022.

O candidato ao Senado Túlio Gadêlha (PSD), integrante da chapa de Raquel, manifestou apoio à governadora durante uma atividade de campanha em Palmares.

“Eu gostaria de me solidarizar a você, Raquel. Você vai além disso, é um exemplo para Pernambuco”, declarou.

Eduardo da Fonte (PP), também candidato ao Senado na chapa governista, divulgou um vídeo no qual classificou o episódio como absurdo e irresponsável.

“Passaram de todos os limites para ferir a honra, o sentimento e a história dela, e nós, como pernambucanos, não podemos admitir isso”, afirmou.

O senador e candidato à reeleição Humberto Costa (PT), integrante da chapa de João Campos (PSB), definiu o episódio como um “ataque vil e desumano” e criticou a utilização do anonimato para disseminar acusações.

“Não podemos normalizar que o ambiente propositivo deste período seja substituído por ataques à honra, mentiras e discursos de ódio”, escreveu.

A senadora Teresa Leitão (PT) também se manifestou. Ela considerou inadmissível que a campanha eleitoral seja marcada por ataques e informações falsas e defendeu a apuração do caso.

João Campos classificou os panfletos como um “completo absurdo”, negou qualquer participação dele ou de sua candidatura e afirmou que acionará a Justiça contra quem tentar atribuir o material ao seu grupo político.

O candidato lembrou que perdeu o pai, Eduardo Campos, durante a campanha presidencial de 2014, e defendeu que as famílias não sejam utilizadas na disputa eleitoral.

“Eu perdi meu pai durante uma eleição, a candidata Raquel perdeu o marido durante a eleição. Não admito que nenhuma família seja atacada. Isso está fora da política”, declarou.

O candidato ao Governo de Pernambuco Ivan Moraes (PSOL) pediu que os responsáveis sejam identificados e punidos.

“A investigação tem que ser profunda e exemplar. Minha solidariedade a Raquel Lyra”, escreveu no X, antigo Twitter.

Pronunciamento de Raquel

No fim da tarde, Raquel publicou um vídeo no qual relatou ter visto as imagens dos cartazes quando se preparava para cumprir agenda de campanha na Mata Sul.

“Pude ver de perto a crueldade de quem não tem limites. Respeitem minha família. Respeitem meus filhos. Respeitem quem não está mais aqui. Respeitem a minha dor”, afirmou.

A campanha informou que Raquel registrou ocorrências junto às polícias Civil e Federal. A coligação Pernambuco no Coração anunciou que também recorreria ao Ministério Público Eleitoral para pedir a identificação dos responsáveis.

A Frente Popular de Pernambuco repudiou o material, negou participação na produção ou distribuição dos cartazes e também acionou o Ministério Público Eleitoral para solicitar a investigação da autoria e da divulgação.

Fonte: Folha de Pernambuco
Foto: Reprodução/Redes sociais

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Tarifaço: Brasil e Estados Unidos retomam negociações nesta segunda-feira(31)

Reunião virtual será a primeira desde que as novas sobretaxas norte-americanas entraram em vigor. Representantes dos governos do Brasil e dos Estados Unidos voltam à mesa de negociação nesta segunda-feira (31), para discutir as sobretaxas impostas pelo governo de Donald Trump aos produtos brasileiros. A reunião será realizada virtualmente, às 14h30, entre o ministro do […]

Reunião virtual será a primeira desde que as novas sobretaxas norte-americanas entraram em vigor.

Representantes dos governos do Brasil e dos Estados Unidos voltam à mesa de negociação nesta segunda-feira (31), para discutir as sobretaxas impostas pelo governo de Donald Trump aos produtos brasileiros.

A reunião será realizada virtualmente, às 14h30, entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, e o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. Integrantes do Ministério das Relações Exteriores também devem acompanhar a conversa.

Esse será o primeiro encontro entre Greer e representantes brasileiros desde a entrada em vigor das novas tarifas. A reunião foi articulada após uma conversa telefônica entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, no último dia 21, quando os dois concordaram em reabrir o canal de negociação comercial.

Integrantes do governo ouvidos pela reportagem avaliam que a conversa terá caráter inicial e não deverá produzir um acordo imediato. O objetivo será identificar até onde os Estados Unidos estão dispostos a avançar e preparar novas rodadas de negociação.

A prioridade do governo brasileiro é ampliar a relação de produtos excluídos das sobretaxas. Uma discussão mais ampla sobre a retirada das medidas deverá ficar para outra etapa.

As tarifas adotadas pelos Estados Unidos estabeleceram cobranças adicionais de 25% e 12,5% sobre parcelas das importações brasileiras. Quando as duas incidem sobre a mesma mercadoria, a sobretaxa chega a 37,5%.

Dados do Ministério do Desenvolvimento apontam que 23,1% das exportações brasileiras destinadas aos Estados Unidos foram atingidas. Desse total, 16,5% estão submetidos à tarifa acumulada de 37,5%, incluindo máquinas e equipamentos, madeira, calçados, móveis e confecções.

Márcio Elias Rosa e Jamieson Greer já participaram de cinco reuniões desde maio, além de encontros entre as equipes técnicas dos dois países. As discussões abordaram comércio digital, tarifas preferenciais, propriedade intelectual, etanol, desmatamento e combate à corrupção.

Apesar da retomada do diálogo, eventuais propostas apresentadas nesta segunda-feira ainda deverão ser submetidas aos respectivos governos antes de qualquer decisão.

Fonte: Correio Braziliense
Foto: Reprodução

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Socialistas garantem que vão até o fim com apuração por panfletos apócrifos. “Cheiro de armação pra prejudicar campanha”

O mistério dos panfletos apócrifos: teoria de ação orquestrada para mudar foco ganha força entre aliados de João Campos Depois da publicação das matérias sobre os panfletos apócrifos contra Raquel Lyra, socialistas do chamado núcleo duro da campanha passaram a levantar suspeitas de que o caso seja de o que se chama de fakesada de […]

O mistério dos panfletos apócrifos: teoria de ação orquestrada para mudar foco ganha força entre aliados de João Campos

Depois da publicação das matérias sobre os panfletos apócrifos contra Raquel Lyra, socialistas do chamado núcleo duro da campanha passaram a levantar suspeitas de que o caso seja de o que se chama de fakesada de grupo aliado à gestora,  dado o modus operandi.

Em suma, reiteraram o desejo de apuração rigorosa e apresentaram argumentos que, sustentam, levantam suspeitas sobre o episódio que tomou o noticiário neste domingo.

Um deles, o de que pouquíssimos panfletos foram colocados de forma localizada. “Circulamos nas áreas e só localizamos um panfleto localizado”, disse um deles ao fim da noite deste domingo.

Outra suspeita é da dinâmica de propagação da notícia. Dizem, as primeiras páginas a publicarem foram conhecidamente alinhadas à governadora e em colaboração, o que seria demonstração de “movimento articulado”. Acrescenta: “um panfleto é mostrado duas vezes. Não há além da localização registrada nenhum material”, afirma.

“Duas horas depois, outras páginas também com viés raquelista replicaram a denúncia, já decretando inclusive autoria e apontando responsabilidades”.

Por fim, acreditam que o episódio, caso “criado”, queria mudar o foco da pauta na imprensa. “A denúncia de um Gabinete do Ódio ligado a Raquel ainda tomava o noticiário”.

Panfletos apócrifos: aliados de Raquel e Coligação se solidarizam e cobram respostas

O mistério dos panfletos apócrifos: Raquel e Coligação dizem cobrar explicações  A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), registrou, neste domingo (30), boletim de ocorrência nas polícias Federal e Civil após ser alvo de um episódio de violência política. Foram flagrados cartazes com acusações e ataques de caráter pessoal relacionados à morte de […]

O mistério dos panfletos apócrifos: Raquel e Coligação dizem cobrar explicações 

A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), registrou, neste domingo (30), boletim de ocorrência nas polícias Federal e Civil após ser alvo de um episódio de violência política.

Foram flagrados cartazes com acusações e ataques de caráter pessoal relacionados à morte de seu marido, o empresário Fernando Lucena. As peças foram espalhadas em muros no Bairro do Recife.

Em um dos cartazes, a imagem de Raquel aparece acompanhada da frase “ela matou o marido para ganhar a eleição”. Em outro, a governadora é retratada ao lado de Elize Matsunaga e Flordelis, sob a expressão “matadoras de maridos”.

“Entrei no carro para seguir minha agenda na Mata Sul e, como sempre faço, abri o Instagram para ver o que estava acontecendo. E pude ver de perto a crueldade de quem não tem limites. Respeite minha família, respeitem meus filhos, respeitem quem não está mais aqui, respeitem a minha dor”, disse Raquel em vídeo publicado nas redes sociais.

A coligação Pernambuco de Coração também acionará o Ministério Público Eleitoral para que o caso seja investigado.

Aliados defendem Raquel nas redes 

Após o episódio de panfletos apócrifos atacando a governadora Raquel Lyra, aliados foram às redes condenar o episódio e se solidarizar com ela.

Nomes como Pollyana Abreu e Mirella Almeida ocuparam às redes sociais.

“Não podemos normalizar o ódio. Hoje, minha voz é de solidariedade à governadora Raquel Lyra, diante dos ataques e cartazes que tomaram as ruas do Recife. Como mulher e como prefeita, sei que podemos pensar diferente, discordar e fazer política com firmeza. Mas nenhuma divergência justifica violência, ataques pessoais ou desrespeito”, disse.

“Que todas nós, mulheres, repudiemos qualquer forma de violência. Enquanto espalham ódio, nós respondemos com respeito, amor e humanidade”, concluiu Pollyana.