Câmara confirma minha cidadania arcoverdense
Ontem foi a confirmada pelos parlamentares a aprovação do título de cidadão arcoverdense a mim concedido, assinado pela vereadora Célia Galindo.
Já tinha recebido do amigo e competente advogado Pedro Melchior, seu parecer jurídico. Usando trecho da defesa de Célia, destacou a repercussão do nosso trabalho na Terra do Cardeal. “Trabalho jornalístico que sempre referencia a cidade no cotidiano da sua atuação”, e dando o parecer pela aprovação.
Como disse, me envaidece e me honra ser lembrado em uma cidade onde, de fato, fiz parte de um capítulo da história da radiodifusão. A minha passagem pela Cardeal Arcoverde é lembrada até hoje por gente do meio e da sociedade. Isso porque foi uma passagem intensa e verdadeira. Fui muito feliz em Arcoverde e guardo até hoje aquele tempo.
Como disse ao receber a mesma homenagem em Afogados da Ingazeira, digo que um título de cidadão é um carimbo da alma, que já se dobra à Terra do Cardeal por tudo que viveu. Municípios como Arcoverde, Iguaracy, Tabira e Serra Talhada, citando alguns exemplos, são, seja por meu passado ou presente profissional, cidades que deixaram marcas e ajudaram na construção de quem eu sou.
Assim, essa homenagem é a confirmação de um amor que o tempo não apagou. Claro, estou aqui agradecendo a honrosa indicação de Célia Galindo e à aprovação dos pares. Sigamos! Viva Arcoverde!



O Ministério Público Federal (MPF) obteve, na Justiça Federal, a condenação do prefeito de Tuparetama, Sávio Torres, por desvio de verbas públicas em favor de terceiros, no âmbito de convênio firmado entre o município e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa).
O vereador Rubinho do São João confirmou falando ao Debate das Dez, do Programa manhã Total, da Rádio Pajeú, seu desejo de ser o presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira.

Em Petrolina, o prefeito Miguel Coelho aproveitou a véspera de São João para avaliar o evento que, segundo ele, mostrou ser de fato o melhor São João do Brasil, apesar das críticas de setores que questionaram a falta de raízes com o São João do Sertão e autenticidade do período.











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