Câmara aprova indicação de Rodrigo Pacheco para vaga de ministro do TCU
Por Michael Andrade
Senador mineiro
404 votos favoráveis e 61 contrários; indicação já havia sido aprovada pelo Senado e agora segue para promulgação.
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (2), a indicação do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para uma vaga de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).
Em votação secreta, foram registrados 404 votos favoráveis, 61 contrários e uma abstenção. O Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 995/2026 teve parecer favorável do deputado Aécio Neves (PSDB-MG).
A votação na Câmara conclui uma etapa iniciada no Senado. Nessa terça-feira (1º), os senadores aprovaram a indicação de Pacheco por 63 votos a 4. Com o aval das duas Casas, o nome foi escolhido pelo Congresso Nacional para ocupar a vaga.
O próximo passo é a promulgação do decreto legislativo pelo Congresso. Depois disso, o nome escolhido é comunicado à Presidência da República para a nomeação ao TCU.
A vaga foi aberta após a renúncia do ministro Bruno Dantas, anunciada na última segunda-feira (31). Pacheco foi indicado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), juntamente com outros senadores de diferentes partidos.
Advogado, Rodrigo Pacheco tem 49 anos. Foi deputado federal por Minas Gerais entre 2015 e 2018 e foi eleito senador em 2018. Presidiu o Senado e o Congresso Nacional nos biênios de 2021 a 2022 e de 2023 a 2024.
O TCU é composto por nove ministros. Seis das vagas são preenchidas por escolha do Congresso Nacional, com três indicações de iniciativa do Senado e três da Câmara, enquanto outras três cabem ao presidente da República, conforme as regras constitucionais.
Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução
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Foto: Justin Tallis/AFP Com o aumento do número de mortes pelo coronavírus no país, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se reuniu na manhã desta segunda-feira (8) com o CEO mundial da Pfizer, Albert Bourla. Após o encontro, o ministro Paulo Guedes (Economia) anunciou uma antecipação de 5 milhões de doses da farmacêutica para o […]
Com o aumento do número de mortes pelo coronavírus no país, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se reuniu na manhã desta segunda-feira (8) com o CEO mundial da Pfizer, Albert Bourla.
Após o encontro, o ministro Paulo Guedes (Economia) anunciou uma antecipação de 5 milhões de doses da farmacêutica para o primeiro semestre deste ano. Pela última previsão divulgada pelo governo, o Brasil receberia 2 milhões de doses em maio e outros 7 em junho, totalizando 9 milhões até o fim do semestre e cerca de 100 mi até o fim do ano.
Agora, segundo Guedes, 5 milhões das doses previstas para o segundo semestre seriam distribuídas entre maio e junho, o que elevaria para 14 milhões a quantidade de vacinas disponibilizadas no primeiro semestre.
“A grande guerra, como a economia e a saúde andam juntas, é antecipar a vacinação em massa. Conseguimos praticamente uma declaração de que o acordo está fechado”, disse Guedes após a reunião. A reportagem é de Gustavo Uribe e Daniel Carvalho/Folha de S. Paulo.
O governador Paulo Câmara esteve hoje (12.07) pela manhã, com o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, para conversar sobre as parcerias entre Estado e União na área da primeira infância. Paulo aproveitou a oportunidade para entregar ao ministro um exemplar do livro que reúne a sistematização do Programa Mãe Coruja. A publicação, […]
O governador Paulo Câmara esteve hoje (12.07) pela manhã, com o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, para conversar sobre as parcerias entre Estado e União na área da primeira infância.
Paulo aproveitou a oportunidade para entregar ao ministro um exemplar do livro que reúne a sistematização do Programa Mãe Coruja.
A publicação, em quatro volumes, aborda os desafios e a trajetória do Mãe Coruja. O ministro destacou que o Mãe Coruja é uma referência nacional e que acompanha o desenvolvimento do programa desde o seu início, em outubro de 2007.
O grupo político Pernambuco 14, em Afogados da Ingazeira, representado pelos vereadores: Pedro Raimundo, Zé Negão, Antonieta Guimarães, Renon de Ninô, Vicentinho, Cícero Miguel e Augusto Martins, a União Pelo Povo e o Partido dos Trabalhadores, vem a público informar que suspenderá suas atividades de campanha durante todo este dia 03 em função do velório […]
O grupo político Pernambuco 14, em Afogados da Ingazeira, representado pelos vereadores: Pedro Raimundo, Zé Negão, Antonieta Guimarães, Renon de Ninô, Vicentinho, Cícero Miguel e Augusto Martins, a União Pelo Povo e o Partido dos Trabalhadores, vem a público informar que suspenderá suas atividades de campanha durante todo este dia 03 em função do velório do inesquecível Poeta João Paraibano, um dos maiores a cantar o nosso amado Sertão.
Paraibano de nascimento, afogadense de coração, ao mesmo tempo se solidarizar com suas duas famílias enlutadas, a de sangue e a da Poesia.
Faço da minha esperança
Arma pra sobreviver
Até desengano eu planto
Pensando que vai nascer
E rego com as próprias lágrimas
Pra ilusão não morrer.
Que a morte de João Paraibano seja a maneira de plantarmos a sua boa semente, que continuará a frutificar por muitos e muitos anos.
Por Carlos Madeiro – Colunista do UOL Quem é do semiárido —como este colunista— sabe da importância histórica do Dnocs (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas) pelas obras que ajudaram o sertanejo a conviver com as estiagens. Criado em 1909, o órgão passou de protagonista no combate à escassez hídrica a um “asfaltador de […]
Quem é do semiárido —como este colunista— sabe da importância histórica do Dnocs (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas) pelas obras que ajudaram o sertanejo a conviver com as estiagens. Criado em 1909, o órgão passou de protagonista no combate à escassez hídrica a um “asfaltador de vias” pelo interior do Nordeste.
A constatação é de uma auditoria da CGU (Controladoria-Geral da União), que aponta que, do R$ 1,85 bilhão contratado entre 2021 e 2023, 60% foram destinados à pavimentação de vias ou à compra de equipamentos agrícolas.
Veja gastos por área:
Obras de pavimentação: R$ 748,8 milhões (40,4%)
Atividade-fim (barragens, adutoras, poços etc): R$ 633,9 milhões (34,2%)
Aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas e de pavimentação: R$ 355,3 milhões (19,1%)
Materiais e serviços administrativos: R$ 116,1 milhões (6,3%)
Na página oficial do Dnocs, há dezenas de matérias anunciando pavimentações. Além de estarem fora do escopo do órgão, as obras são contestadas pela má qualidade e algumas são alvo de investigação, como na Operação Overclean, da Polícia Federal, deflagrada no fim de 2024, por suspeitas de fraude em licitações e corrupção.
Na sexta-feira, uma nova ação foi realizada para investigar indícios de superfaturamento, execução parcial ou inexistente dos serviços, medições fraudulentas e favorecimento indevido de empresas contratadas nessa pavimentações. Ao todo, 11 mandados de busca e apreensão foram expedidos pelo STF (Supremo Tribunal Federal) contra uma “possível organização criminosa voltada ao desvio de recursos públicos, com prejuízo estimado em mais de R$ 22 milhões”.
Além da CGU, o TCU (Tribunal de Contas da União) já havia alertado, em auditoria votada pelo plenário em novembro de 2023, que o Dnocs não tem capacidade técnica para realizar e fiscalizar esse tipo de obra, “o que expõe a administração pública a riscos de superfaturamento decorrentes da execução de serviços em qualidade ou quantidade inferior às contratadas”.
O fato de se dedicar a obras fora de sua missão institucional foi classificado pela corte como “irregularidade grave”, com recomendação de paralisação.
Emendas no centro do problema
A quase totalidade dessas contratações vem de emendas parlamentares. Segundo a CGU, a prática começou há cinco anos, período em que o valor das emendas cresceu de forma exponencial no Orçamento da União.
“Até antes de 2020, [não havia] nenhuma contratação cujo objeto fosse pavimentação de estradas ou aquisição de maquinários e equipamentos que não fossem para uso próprio do Dnocs, por suas coordenações estaduais”, afirmou a Auditoria da CGU.
“É somente a partir de 2020 que surgem contratos com esses tipos de objeto. Em 2020, foram contratados R$ 204.836.541,19, saltando 31% no ano seguinte e 253% em 2023”, diz o documento.
As emendas são recursos do Orçamento cujo destino os deputados e senadores têm o direito de decidir. Eles indicam a obra ou serviço, o órgão que vai executá-la, sua finalidade e o beneficiário dela. O governo federal tem obrigação de pagá-las.
O Dnocs informou à CGU que a execução das emendas é “determinada por ofício do parlamentar que originou o recurso”. Na prática, o órgão seria apenas um “executor das obras, sem poder de decisão”.
Os recursos também não seguem critérios técnicos. Segundo a CGU, o Dnocs “não sabe de antemão” quais municípios terão vias pavimentadas —elas são indicadas posteriormente pelos parlamentares.
O relatório alerta que, ao assumir a execução dessas atividades, o Dnocs “infringe o princípio constitucional, extrapolando suas competências e comprometendo sua capacidade de enfrentamento da escassez hídrica”.
O Dnocs sequer detém a expertise necessária para gerir e fiscalizar contratos de pavimentação e equipamentos, sobrecarregando ainda mais os servidores disponíveis, aponta a CGU.
Situação semelhante ocorre na compra de equipamentos agrícolas, cujos beneficiários são definidos somente no envio dos recursos. O Dnocs não dispõe de diagnósticos nem critérios de prioridade para essas localidades.
A chegada das emendas coincidiu com um momento de forte esvaziamento operacional.
Número de servidores do Dnocs: 2021: 803; 2024: 532.
Diante disso, a CGU recomendou que o Dnocs pare de realizar contratações fora de suas competências e concentre esforços em atividades ligadas à sua missão institucional.
A coluna procurou o Dnocs durante a semana passada, questionando sobre as obras citadas e para saber se o órgão iria cumprir a recomendação da CGU, mas não obteve retorno.
Márlon Reis, diretor emérito do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral e pós-doutor em Direito pela UFBA (Universidade Federal da Bahia), explica que a preferência dos parlamentares por destinar emendas a obras de pavimentação se insere na lógica eleitoral.
“A política fisiologista precisa em demasia da oferta de serviços do interesse de bases politicas locais. A primazia dessas práticas nos processos eleitorais acaba gerando distorções como essa. Há uma certa racionalidade por trás dessa distorção: a forma atrasada de conquista do voto e dos apoios locais”, afirma.
Obras de má qualidade
Em janeiro, a colunista do UOL Natália Portinari revelou que o Dnocs entregava obras de pavimentação de baixa qualidade, conforme fiscalização do TCU.
A coluna lembra que, no Orçamento de 2020, uma inovação legislativa criou as emendas de relator, conhecidas como orçamento secreto, que deram poder inédito à cúpula do Congresso sobre verbas federais —parte delas destinada ao Dnocs.
A importância do Dnocs
Ligado ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, o Dnocs tem papel histórico na convivência com a seca na região Nordeste e no norte de Minas Gerais.
Ao longo das décadas, foi responsável pela instalação de mais de 54 mil poços, pela criação de projetos de irrigação e pela construção dos maiores reservatórios de água do semiárido, como o açude Castanhão, a maior barragem da América Latina, inaugurada em 2002 no Ceará.
Atualmente, o órgão administra 328 açudes e barragens no Nordeste e no norte de Minas Gerais.
Carlos é filho do ex-prefeito de Tabira, Rosalvo Sampaio As polícias Civil e Militar trabalham em conjunto para identificar e prender o verdadeiro autor do acidente que vitimou o juruense Edson Rodrigues, conhecido por Edinho. O atropelamento aconteceu na noite da sexta-feira, dia 5 de fevereiro, próximo à ponte de Serra Branca na cidade de […]
Carlos é filho do ex-prefeito de Tabira, Rosalvo Sampaio
As polícias Civil e Militar trabalham em conjunto para identificar e prender o verdadeiro autor do acidente que vitimou o juruense Edson Rodrigues, conhecido por Edinho. O atropelamento aconteceu na noite da sexta-feira, dia 5 de fevereiro, próximo à ponte de Serra Branca na cidade de Juru Paraíba.
De acordo com informações do Sertão Notícias, testemunhas afirmam que o condutor do veículo estava bebendo no centro da cidade, acompanhado de algumas pessoas minutos antes do acidente. Edinho trafegava pela PB-306 em sua moto modelo Honda Bros, quando foi atropelado e morto por uma caminhonete modelo Hilux de cor branca. Após isso o condutor fugiu sem prestar socorro a vítima.
Segundo o Sertão Notícias, relatos apontam que o principal suspeito de conduzir a Hilux, seja o médico, Carlos Eduardo Sampaio, natural de Tabira. Carlos Eduardo é filho do Ex-prefeito de Tabira, Rosalvo Sampaio Brito (Mano). Caso a polícia chegue ao veredito que de fato tenha sido o médico tabirense, esse será o segundo atropelamento e a quarta morte com seu envolvimento.
No dia 06 de março de 2014, Carlos Eduardo, conduzia pela zona rural de Água Branca e em alta velocidade, uma outra caminhonete modelo S10, ao dobrar numa curva do local conhecido por Campo de Aviação, atropelou e matou o casal Josete Gonçalo e Luciana Alves, que também seguia de moto para sua residência, no sitio Olho D’água. Luciana que morreu no local, estava grávida de 8 meses e o bebê acabou não resistindo. Na época, Carlos Eduardo trabalhava em Água Branca e dava plantões no povoado de Lagoinha. A página Sertão Notícias segue acompanhado de perto, todo o desfecho dessa trágica história na tentativa de elucidar os fatos e fazer justiça a todos.
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