Calumbi: Festa de Nossa Senhora da Conceição tem recorde de público
Por André Luis
Por André Luis
Na última quarta-feira (7), aconteceu em Calumbi a última noite das festividades de nossa Senhora da Conceição, Padroeira da cidade.
No último dia a festa registrou recorde de público com aproximadamente 10 mil pessoas.
As atrações musicais ficaram por conta do artista local Nandinho, que abriu a noite, seguido de Edy e Nathan e a atração mais esperada Josué Bom de Faixa, fechou as festividades.
A Secretária de Cultura, Esportes e Lazer, Jacielma Silva, informou que tudo transcorreu bem, sem nenhum acontecimento que tirasse o brilho da festa.
O prefeito Joelson foi prestigiado pelo amigo e deputado estadual João Paulo Costa, majoritária na cidade nas últimas eleições, que aproveitou para agradecer ao povo e ao grupo político de Joelson.
Joelson agradeceu a presença de todos os calumbienses e visitantes e aproveitou o momento para provocar o deputado dizendo que irá cobrar ações para o município.
“A todos, o nosso agradecimento pela participação na nossa Festa é vamos fazer melhor ainda no próximo ano. Que Deus abençoe a todos”, destacou, Joelson.
A noite ainda foi prestigiada pela vice-prefeita Cuca do Riachão, pelos vereadores Zé Luiz (Presidente da Câmara), Vaninho do Riachão, Nem de Sofia, Edinaldo da Saúde, Sara Cordeiro e Fernando do Arial.
Na manhã desta sexta-feira (29) aconteceu a Sessão Solene de entrega da Moção de aplauso a Patrícia Queiroz Faria, Diretora Geral do Hospital Regional Emília Câmara (HREC), localizado na cidade de Afogados da Ingazeira. Estiveram presentes o Presidente da Câmara Danilo Augusto, vereadores Orlando Ferreira e Priscila Menezes (licenciada), ex-Prefeito e Gerente Regional do IPA […]
Na manhã desta sexta-feira (29) aconteceu a Sessão Solene de entrega da Moção de aplauso a Patrícia Queiroz Faria, Diretora Geral do Hospital Regional Emília Câmara (HREC), localizado na cidade de Afogados da Ingazeira.
Estiveram presentes o Presidente da Câmara Danilo Augusto, vereadores Orlando Ferreira e Priscila Menezes (licenciada), ex-Prefeito e Gerente Regional do IPA Dêva Pessoa, Pastor Cláudio Santos, Sebastião, diretor financeiro e administrativo do HREC e vários Coordenadores.
O HREC atende dentre outros municípios da região, o de Tuparetama e atualmente conta com um quadro de 550 funcionários, na gestão atual economizou recursos suficientes para a instalação de 10 leitos de UTI em 2020. Segundo as justificativas para a homenagem: “Patrícia tem se destacado no seu jeito de liderar, administrar e atender aos Tuparetamenses”.
Farol de Notícias Após o próprio presidente da Câmara Municipal de Serra Talhada, Manoel Enfermeiro (PT) e do decano Agenor de Melo Lima (PP) anunciarem que foram positivados pelo novo coronavírus e ficaram em isolamento, mais um parlamentar da bancada governista foi infectado. A diferença, é que ao contrário dos colegas que são da terceira […]
Após o próprio presidente da Câmara Municipal de Serra Talhada, Manoel Enfermeiro (PT) e do decano Agenor de Melo Lima (PP) anunciarem que foram positivados pelo novo coronavírus e ficaram em isolamento, mais um parlamentar da bancada governista foi infectado.
A diferença, é que ao contrário dos colegas que são da terceira idade, este governista evitou divulgar o fato que acabou ‘vazando’ entre os colegas.
“É preocupante porque ele esteve na sessão ordinária da última segunda-feira (27) circulando normalmente e nós sabemos os cuidados que todos devem ter. Acredito que deveria ter divulgado o fato, assim como fez os outros dois colegas”, disse um vereador, em conversa com o Farol.
O último a ser infectado, Agenor de Melo Lima, que fez questão de divulgar através do Farol, justificou que era importante para alertar as pessoas que tiveram com ele nas últimas semanas. Outro parlamentar, parecia não acreditar na postura do colega. “Estou preocupado e vou ligar para ouvir a notícia da sua própria boca”, lamentou.
Sidney Cruz e Zé Negão criticaram gestão Patriota e candidato Sandrinho. Vice defendeu legado do governo. Encontro teve revelar de bastidores. “Você queria ser vice de mim ou Totonho” disse Alessandro a Zé. “Você criticava Totonho e disse que não havia jeito de se juntar com ele”, rebateu Zé. Fotos: André Luiz Terminou a pouco […]
Sidney Cruz e Zé Negão criticaram gestão Patriota e candidato Sandrinho. Vice defendeu legado do governo. Encontro teve revelar de bastidores. “Você queria ser vice de mim ou Totonho” disse Alessandro a Zé. “Você criticava Totonho e disse que não havia jeito de se juntar com ele”, rebateu Zé.
Fotos: André Luiz
Terminou a pouco o primeiro encontro de postulantes à Prefeitura de Afogados da Ingazeira, reunindo Alessandro Palmeira (PSB), Sidney Cruz (PSC) e Zé Negão (Podemos), promovido pelas rádios Cidade FM e Pajeú.
Em linhas gerais, o encontro mostrou o tom que os candidatos usarão a partir da homologação de suas candidaturas.
No primeiro bloco, das perguntas conduzidas pelo blogueiro Júnior Finfa, Sandrinho disse não haver dificuldades em acomodar a presença do ex-prefeito Totonho Valadares no seu grupo. Também que definirá o candidato a vice na convenção do dia 15. O Capitão Sidney afirmou que não se sente terceira via, mas uma opção real como única oposição de fato. E Zé Negão criticou o alinhamento entre Totonho e Sandrinho. Essa questão aliás, dominou quase todo o debate entre os dois.
No bloco sobre a Afogados para o futuro, com os três se revezando, o clima ficou um pouco mais quente entre Sandrinho e o Capitão Sidney. O pré-candidato do PSC criticou a gestão Patriota nas áreas de agricultura e educação e criticou um indicativo passado por Sandrinho que tratava da aprovação da gestão Patriota por mais de 85% da população. “Por onde passei essa pesquisa não passou”, disse, sugerindo que teria sido feita nas escadas da prefeitura. Alessandro disse que a fala era uma afronta à população que votou nas pesquisas. Os dois se revezaram cobrando respeito e verdade.
Na parte entre perguntas entre os candidatos, no momento da pergunta de Sandrinho pra Zé Negão, bastidores vieram à tona. Sandrinho respondeu Zé Negão que mais uma vez criticou o alinhamento com Totonho que, lembrou Zé, havia comparado o vice a um poste. Sandrinho disse que a inquietação de Zé se dava pelo o fato de que ele havia revelado em conversa que tiveram na casa do vereador que queria ser o candidato a vice dele ou de Totonho. E Zé rebateu afirmando que Sandrinho havia dito que não se alinharia com Totonho de jeito nenhum.
Registre-se, nos intervalos, o clima era amistoso entre eles. Capitão Sidney brincou dizendo que era importante que houvesse oferta de lanche nos próximos debates, gerando risos de todos. Zé Negão e Sandrinho disseram que o embate político não atrapalharia a relação entre eles, de amizade e respeito. Ao final, todos se abraçaram cordialmente.
A Justiça Eleitoral divulgou, após sorteio, a ordem de veiculação do guia eleitoral, que começa a ser transmitido na próxima sexta (30). Pelo sorteio, o candidato a prefeito Sandrinho Palmeira, da Frente Popular, será o primeiro a veicular propaganda eleitoral no Rádio. Na sequência, será a vez de Danilo Simões, da União Pelo Povo. Além […]
A Justiça Eleitoral divulgou, após sorteio, a ordem de veiculação do guia eleitoral, que começa a ser transmitido na próxima sexta (30).
Pelo sorteio, o candidato a prefeito Sandrinho Palmeira, da Frente Popular, será o primeiro a veicular propaganda eleitoral no Rádio.
Na sequência, será a vez de Danilo Simões, da União Pelo Povo.
Além de definir a ordem de veiculação do guia eleitoral, foi estabelecido o tempo que terá cada coligação no rádio.
O maior tempo será da Frente Popular, do prefeito e candidato a reeleição Sandrinho Palmeira, que terá cimco minutos e 26 segundos. Já a coligação União Pelo Povo, de Danilo Simões, terá o segundo tempo de veiculação: quatro minutos e 34 segundos de duração.
O sorteio também determinou a quantidade de inserções de cada candidato, que corresponde às aparições de propaganda no meio da programação das emissoras, fora do horário eleitoral gratuito.
Serão dois blocos de dez minutos às 7h e 12h, também com os candidatos a vereador. A geradora será a Rádio Pajeú, com retransmissão de Afogados FM e da emissora gospel 96.7 FM.
Quem deve aparecer nos guias e atos de campanha?
Uma curiosidade é saber que vozes estarão à serviço dos candidatos. Nesse período, comunicadores conhecidos costumam fechar contratos para servir às campanhas.
Dentre os nomes da mídia que definiram participação em campanhas, a de Sandrinho Palmeira terá vozes de Neto Costa, Aldo Vidal, Erivânia Barros, Wellington Rocha, Evandro Lira e Júnior Cavalcanti.
Na campanha de Danilo Simões, estão confirmados nomes como os de André Luiz, Juliana Lima e Dioneis Rodrigues. Os atos públicos maiores terão apresentação de Anderson Tennens.
A vitória de Arthur Lira (Progressistas-AL) na Câmara dos Deputados reforçou a percepção no grupo mais próximo a Luciano Huck de que é necessário construir uma estrutura partidária consistente para viabilizar o projeto presidencial do apresentador e empresário. No cálculo para uma eventual candidatura ao Palácio do Planalto são levadas em conta fusões de legendas […]
A vitória de Arthur Lira (Progressistas-AL) na Câmara dos Deputados reforçou a percepção no grupo mais próximo a Luciano Huck de que é necessário construir uma estrutura partidária consistente para viabilizar o projeto presidencial do apresentador e empresário.
No cálculo para uma eventual candidatura ao Palácio do Planalto são levadas em conta fusões de legendas e um arranjo que sustente a proposta de um centro liberal e democrático, capaz de se contrapor à polarização entre bolsonaristas e petistas. Desde o ano passado, ao menos quatro partidos já sondaram Huck. As Informações são do Estadão.
Com o DEM fragmentado e mais governista, uma opção que passou a ser avaliada com atenção extra por aliados do apresentador é o PSB. As conversas ocorrem desde o ano passado e têm sido estimuladas pelo prefeito do Recife, João Campos (PSB), e por sua namorada, a deputada federal Tabata Amaral (SP), que está rompida com seu partido, o PDT.
Tabata tem relação próxima com Huck e foi a ponte entre ele e Campos. Os dois jovens políticos integram o RenovaBR, grupo de renovação e formação política que tem o apoio do apresentador.
O filho do ex-governador e ex-presidenciável Eduardo Campos (que morreu em um acidente aéreo na campanha de 2014) e Huck também estreitaram a relação quando o pessebista assumiu, aos 27 anos, o mandato de deputado federal e adotou uma agenda ambientalista e progressista.
No Congresso, o atual prefeito da capital pernambucana foi relator da CPI do Óleo e também presidiu a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Renda Básica.
O DEM, que flertava com o apresentador, mergulhou em uma crise interna após a eleição da presidência da Câmara, quando a bancada liberou seus deputados para votarem em Lira – candidato do presidente Jair Bolsonaro. A aproximação da legenda com o Palácio do Planalto e a iminente saída de Rodrigo Maia (RJ) tem o potencial de esfriar as conversas do DEM com Huck.
A alternativa PSB tem como pano de fundo uma possível fusão entre a sigla socialista e o PCdoB, o que resultaria na criação de uma nova legenda de centro-esquerda. Apesar de ainda embrionária, a tese tem sido bem recebida por quadros dos dois partidos. Segundo interlocutores de Campos, há consenso de que é preciso construir pontes no campo da esquerda além do PT.
“A fusão do PSB com o PCdoB é uma possibilidade. Há conversas entre os líderes dos dois partidos”, disse o deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP). “Assim como em 2018, a eleição de 2022 também não será convencional. A ideia é buscar uma pessoa da sociedade e acima dos partidos, mas ainda não aconteceu nenhuma conversa da direção do PSB com o Huck”, afirmou o presidente do PSB, Carlos Siqueira.
Huck tem revelado em conversas reservadas ter admiração pelo governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), com quem também tem mantido conversas regulares nos últimos dois anos. O governador fez duas visitas ao apresentador no Rio de Janeiro antes da pandemia de covid-19.
Durante a pandemia, organizaram ao menos cinco reuniões virtuais fechadas com públicos diferentes: empresários, políticos e ativistas.
Dino vê em Huck um quadro “liberal progressista”, que, uma vez eleito, não adotaria uma agenda de esquerda “puro sangue”, mas faria um governo associado à pauta de proteção social e ambiental. Em uma das conversas que tiveram, Huck chegou a perguntar a Dino sobre sua experiência de deixar um “porto seguro” (ele era juiz) para se aventurar na política.
Uma outra hipótese de união partidária – entre Cidadania, PV e Rede – poderia servir de guarida a uma candidatura de Huck. A ex-ministra Marina Silva mantém interlocução com o apresentador, mas a Rede resiste à ideia de fusão.
“Essa conversa já foi feita com eles (Rede) e a decisão que tomaram foi negativa. Não tenho informação de que isso tenha mudado”, afirmou Roberto Freire, presidente nacional do Cidadania.
Ele reconhece que há um alinhamento com o PV e que, no futuro, isso pode caminhar para uma proposta formal. “Mas não é pauta ainda.” O Cidadania era considerado um destino confortável para o apresentador e abrigou diversos quadros dos movimentos de renovação política. Mas a avaliação corrente entre aliados de Huck é que o partido ainda carece de capilaridade e recursos para uma disputa presidencial.
Cláusula de barreira
Fusões partidárias estão no radar de legendas médias ou pequenas por causa da cláusula de desempenho (conhecida também como cláusula de barreira). Criada em 2017, ela funciona como uma espécie de filtro e usa como base de cálculo as eleições gerais – quando são escolhidos o presidente da República, governadores, deputados federais e senadores.
Na disputa de 2018, a exigência foi para que os partidos somassem ao menos 1,5% dos votos válidos em nove Estados, com 1% dos votos em cada um deles. O porcentual aumenta de forma progressiva e no próximo ano será de 2%.
Na articulação político-partidária, o projeto de Huck concorre com o do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que também tenta formar uma rede de apoios com partidos da centro-direita e passou a fazer acenos à centro-esquerda na busca por uma frente anti-Bolsonaro.
O apresentador abriu um leque amplo de interlocutores. Nas conversas, porém, é econômico e geralmente escuta mais do que fala. Segundo aliados, entre os partidos que já lhe sondaram ou fizeram convites, está o Podemos, que costuma ser identificado com a defesa da Lava Jato.
Huck se reuniu com o ex-juiz e ex-ministro Sérgio Moro no fim de outubro do ano passado.
O encontro não foi bem recebido por boa parte dos seus apoiadores. A avaliação é que o ex-magistrado de Curitiba contamina o seu projeto, trazendo para dentro dele a polarização PT x Bolsonaro. Além disso, Moro afasta da articulação de Huck as forças políticas da esquerda.
Uma possível filiação de Huck é algo tratado num horizonte ainda distante. Conforme a legislação, a data-limite é o início de abril do ano que vem, seis meses antes das eleições.
Por enquanto, o apresentador continuará se colocando “à disposição” do País em manifestações pontuais.
Aos poucos, pretende definir sua questão profissional na TV Globo (ele ainda é cotado como um possível substituto de Fausto Silva nas tardes de domingo em 2022) e fazer a transição de celebridade para o político.
Procurados pela reportagem de O Estado de São Paulo, Huck, Campos, Tábata Amaral e Renata Abreu, presidente do Podemos, não quiseram se manifestar.
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