O presidente Bolsonaro demitiu o pernambucano Leonardo de Souza Leão (ao lado de Mendonça na foto), da diretoria de Gestão, Articulação e Projetos Educacionais do FNDE – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.
Léo, como é mais conhecido, é ligado ao grupo do ex-ministro da Educação, Mendonça Filho, e estava no cargo desde a posse dele (Mendonça) no MEC.
O blog apurou que a demissão é consequência das arestas do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, com Mendonça. Ambos já foram líderes do DEM na Câmara no Governo Dilma Rousseff (PT), mas se distanciaram a partir do momento em que Michel Temer assumiu a Presidência e o partido bancou a indicação de Mendonça para o MEC.
A degola de Léo, portanto, é retaliação do poderoso ministro da Casa Civil ao ex-ministro da Educação, até porque o DEM está na base do Governo e não interessaria a Bolsonaro atingir alguém do grupo de Mendonça. A portaria da demissão é assinada por Onyx, articulador político do Governo.
G1 Futuro ministro da Educação de Jair Bolsonaro, Ricardo Velez Rodriguez escreveu no início de novembro que o órgão responsável pela aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) entende as provas “mais como instrumentos de ideologização do que como meios sensatos para auferir a capacitação dos jovens no sistema de ensino.” Rodriguez foi anunciado […]
Futuro ministro da Educação de Jair Bolsonaro, Ricardo Velez Rodriguez escreveu no início de novembro que o órgão responsável pela aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) entende as provas “mais como instrumentos de ideologização do que como meios sensatos para auferir a capacitação dos jovens no sistema de ensino.”
Rodriguez foi anunciado para o posto nesta quinta-feira (22). Nascido na Colômbia e naturalizado brasileiro em 1997, ele é autor de mais de 30 obras e professor emérito da Escola de Comando do Estado Maior do Exército.
O professor é mestre em pensamento brasileiro pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ); doutor em pensamento luso-brasileiro pela Universidade Gama Filho; e pós-doutor pelo Centro de Pesquisas Políticas Raymond Aron.
A declaração sobre o Enem foi publicada em 7 de novembro no blog mantido pelo futuro ministro (veja a íntegra abaixo), data em que, segundo ele, o filósofo Olavo de Carvalho o indicou a Bolsonaro como uma das opções para comandar o Ministério da Educação.
No texto, o futuro ministro propõe mudanças na pasta, com o objetivo “enquadrar o MEC no contexto da valorização da educação para a vida e a cidadania a partir dos municípios, que é onde os cidadãos realmente vivem.”
Para Rodriguez, os brasileiros se tornaram “reféns” de um sistema de ensino “alheio às suas vidas” e “afinado” com uma tentativa de impor a “doutrinação de índole cietificista e esquistada na ideologia marxista”.
O Enem é aplicado no Brasil desde 1998. Ao longo do tempo, passou a ser usado para certificação do ensino médio, seleção de bolsas de estudo e critério de acesso às universidades federais.
De acordo com o MEC, 1.434 instituições de ensino superior adotam o Enem como critério de entrada, via Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e Programa Universidade Para Todos (ProUni). Outras 35 instituições de Portugal também usam as notas do Enem para avaliar candidatos e o desempenho do estudante no Enem é usada para inscrição no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Em 2018, o a prova teve 5,5 milhões de inscritos.
Na edição de 2018, o Enem provocou polêmica ao citar o pajubá, dialeto associado a gays, drags e travestis, em uma das questões da prova de linguagens, aplicada em 4 de novembro. O estudante precisava ler um texto curto que citava o tema, interpretar por quê ele é considerado dialeto e escolher uma resposta entre cinco alternativas.
Após o episódio, Bolsonaro disse que olharia a prova antes de ser impressa para os candidatos.
“Podem ter certeza e ficar tranquilos. Não vai ter questão desta forma ano que vem, porque nós vamos tomar conhecimento da prova antes. Não vai ter isso daí”, afirmou o presidente eleito.
Do site Asserpe Serra Talhada vai receber o primeiro encontro presencial de 2022. Será a 123ª Reunião Setorial, na quinta, dia 17, às 8h30 da manhã, no auditório da FIS – Faculdade de Integração do Sertão. “Serra vai promover o maior encontro do rádio sertanejo da história recente, assinado pela ASSERPE”, diz o Presidente da […]
Serra Talhada vai receber o primeiro encontro presencial de 2022.
Será a 123ª Reunião Setorial, na quinta, dia 17, às 8h30 da manhã, no auditório da FIS – Faculdade de Integração do Sertão.
“Serra vai promover o maior encontro do rádio sertanejo da história recente, assinado pela ASSERPE”, diz o Presidente da entidade, Nill Júnior.
Gestores, diretores e os maiores comunicadores do Sertão, Agreste e Região Metropolitana estarão reunidos para discutir a força do rádio.
Na programação, atrações culturais e dois convidados. Um deles, presidiu a entidade e é tido como um dos mais respeitados nomes da radiodifusão pernambucana. Ivan Feitosa é Diretor da Liberdade FM de Caruaru e da FTPI Representação.
Com larga experiência no mercado da radiodifusão vai falar sobre “O Preço do Rádio”. Na pauta, como comercializar de forma mais eficiente com os padrões de mercado, como calcular o custo da sua emissora, o spot de 30 segundos, o testemunhal, as tendências como cross mídia, o rádio nas redes sociais e dúvidas dos radiodifusores.
A programação ainda vai contar com o palestrante motivacional Júlio Pascoal, treinador especializado em Comunicação Emocional com foco no comportamento (identificação de padrões e mudança). É autor do E-book “Treze dicas de comunicação para atrair, vender e reter clientes”, Júlio tem várias palestras pelo país sempre com a motivação como pano de fundo.
Serviço:
123ª Reunião Setorial da ASSERPE
Serra Talhada
Quinta, dia 17 de março, 08h30
Local: Auditório da FIS – Faculdade de Integração do Sertão
R. João Luiz de Melo, 2110 – Bairro- Tancredo Neves, acesso às margens da BR 232, próximo ao Hotel das Palmeiras
Sugestão de Hotéis
Hotel das Palmeiras – BR 232
(87) 3831-1625 | (87) 99624-4508 (WhatsApp) | (87) 98826.3789
Hotel São Cristóvão
Av. João Gomes de Lucena, 3478 – São Cristovao, Serra Talhada
Telefone: (87) 99967-4677
Ema Hotel
R. Irmã Superiora Maria Luísa Rocha – Nossa Sra. da Penha, Serra Talhada
WhattsApp: (87) 98177-2066
Foto: Caio de Biasi/especial para o MS A única solução contra o colapso do sistema de saúde pública do Amazonas é a transferência de 1.500 pacientes das unidades de saúde do estado para hospitais de outros estados, afirmou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em um evento de recepção a 108 novos médicos contratados pelo […]
A única solução contra o colapso do sistema de saúde pública do Amazonas é a transferência de 1.500 pacientes das unidades de saúde do estado para hospitais de outros estados, afirmou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em um evento de recepção a 108 novos médicos contratados pelo ministério para atuarem na saúde básica de Manaus, nesta sexta (29). A reportagem é Mônica Prestes, da Folhapress.
Desde o início das transferências, iniciadas dois dias depois dos hospitais de Manaus entrarem em colapso por falta de oxigênio, até esta sexta (29), a força-tarefa montada pelos governos estadual e federal transferiu 320 pacientes. Pelos cálculos do ministro, é preciso transferir ainda 1.180 pessoas.
“Se não removermos 1.500 pessoas do atendimento especializado, vai continuar morrendo de 80 a 100 pessoas por dia porque não há UTIs e não se cria uma UTI do dia para noite. Aumentar leitos, trazer oxigênio, criar UTIs… quantas? 20, 30? Eu tenho que remover 1.500 pacientes. Não vou montar 1.500 leitos de UTI nunca em Manaus”, justificou o ministro.
Pazuello afirmou que o Ministério da Saúde está “trabalhando para estabilizar o [fornecimento] de oxigênio”, mas que até lá a capacidade
de atendimento da rede especializada de saúde, que inclui os quatro hospitais de referência para Covid-19 em Manaus, continuará limitada.
A transferência de pacientes para outros estados, reduzindo a demanda por oxigênio e leitos, é a forma mais rápida de normalizar o fornecimento, diz o ministro.
A falta de oxigênio também afeta as unidades de saúde do interior do estado, onde não existem leitos de UTI.
Lá, pacientes estão morrendo sem o tratamento adequado à espera de transferência, segundo a Defensoria Pública do Estado, que na última quinta (28) conseguiu uma liminar judicial determinando que o governo do Amazonas transfira seis pacientes em estado grave para UTIs de Manaus ou outros estados até o fim desta sexta (29).
Atualmente, 612 pessoas aguardam na fila por um leito nos hospitais de referências da capital, 73 delas à espera de um leito de UTI. Dos pacientes que estão nessa fila, 125 são do interior do estado e 36 deles precisam de leito de UTI. Em Manaus, a taxa de ocupação dos leitos de UTI é de 90% e, para leitos clínicos, 101%.
Pazuello disse que a situação dos pacientes do interior é a mesma dos da capital. “‘Ah, porque o interior está impactado!’ O Amazonas está impactado. A fila é única. Não há um leito de UTI. A remoção é a única solução”, disse.
O ministro atribuiu o aumento explosivo de casos à intensificação do período chuvoso no Amazonas, à detecção da linhagem p.1., identificada geneticamente pela Fiocruz e presente em mais de 90% dos casos de Covid-19 registrados em Manaus este mês, e à baixa cobertura da saúde básica.
“O inverno chuvoso está ligado diretamente ao agravamento das Srags [Síndromes Respiratórias Agudas Graves] e a Covid é uma delas. Para piorar, Manaus foi premiada com uma nova linhagem do coronavírus. Essa nova linhagem, por observação, define um contágio até três vezes mais rápido”, afirmou Pazuello, durante evento de recepção aos 108 médicos contratados pelo Ministério da Saúde para reforçar o atendimento na rede básica de Manaus.
No entanto, o próprio Ministério da Saúde diz que o tempo seco traz mais problemas respiratórios.
O prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), afirmou que a contratação dos 108 médicos pelo governo federal vai preencher uma lacuna deixada por 143 médicos afastados por terem contraído Covid-19.
Considerando também enfermeiros, técnicos de enfermagem e outras funções da linha de frente, a prefeitura contabilizou 1.346 servidores da saúde afastados em meio a um aumento da procura por atendimentos.
“Nos 26 primeiros dias foram atendidos 156 mil pacientes só nas Unidades Básicas de Saúde Covid. Nos primeiros dias de 2021 fizemos mais exames RT-PCR do que em todo o ano passado”, relatou Almeida.
O secretário de atenção básica do Ministério da Saúde, Raphael Parente, informou que a pasta também abriu um edital para a contratação emergencial de 52 médicos para atuar em unidades de saúde do interior do estado. A previsão é que os médicos comecem a trabalhar dia 9 de fevereiro.
O evento, que era fechado para a imprensa, foi transmitido pelas redes sociais da prefeitura de Manaus e do Ministério da Saúde, com cerca de uma hora de atraso.
Apesar dos jornalistas não poderem acompanhar nem fazer perguntas ao ministro, que está no centro de uma investigação do STF sobre sua conduta na gestão da crise em Manaus, ou ao prefeito David Almeida, que nesta semana foi alvo de um pedido de prisão e afastamento do Ministério Público do Amazonas por suspeita de irregularidades na vacinação, um grupo de vereadores e 20 dos 108 médicos estavam presentes. Todos seguindo os protocolos de distanciamento, segundo a prefeitura.
O ministro, que está em Manaus desde sábado (23), deve retornar a Brasília ainda nesta sexta (29).
Numa conversa, há pouco, com o Blog do Magno, o prefeito de Salgueiro, Marcones Libório (PSB), disse que o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, mentiu quando afirmou, ontem, em discurso no ato de inauguração de mais uma etapa do projeto de Transposição do São Francisco, que o Governo de Pernambuco recebeu R$ 17 milhões do […]
Numa conversa, há pouco, com o Blog do Magno, o prefeito de Salgueiro, Marcones Libório (PSB), disse que o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, mentiu quando afirmou, ontem, em discurso no ato de inauguração de mais uma etapa do projeto de Transposição do São Francisco, que o Governo de Pernambuco recebeu R$ 17 milhões do Governo Federal, via convênio com a sua pasta, e não construiu as pequenas adutoras para salvar Salgueiro da grave crise hídrica que vive.
“O ministro é da turma do Pinóquio. Essas adutoras, dez ao todo, não são obra do Governo Bolsonaro. Isso vem desde o projeto nascente da Transposição. Das dez, o Estado já fez quatro”, afirmou. Libório disse que Salgueiro está passando dificuldades em abastecimento de água, mas com solução a médio e curto prazos. “A cidade só ficará livre de racionamento de água quando for feita uma adutora que custa R$ 70 milhões”, observou.
Por enquanto, segundo ele, essas dez pequenas adutoras ajudarão na minimização do problema. Para Libório, o vice-prefeito Edilton Carvalho não foi feliz quando afirmou, ontem na solenidade, que Salgueiro está sem água nas torneiras já tem mais de 18 dias. “O que existe é um rodízio no sistema da Compesa. Edilton não soube se expressar e gerou uma polêmica”, afirmou.
Libório disse que escalou o vice para o evento por ele ser bolsonarista. “Eu não me sentiria bem ao lado de Bolsonaro, até porque estaria indo de encontro ao sentimento de Salgueiro. Aqui, Lula tem 82% das intenções de voto para presidente e os 18% restantes não são de Bolsonaro. São divididos entre todos os outros candidatos”, disse.
Libório, por fim, condenou o vice-prefeito por não ter aproveitado a presença do presidente da República no município para fazer reivindicações mais urgentes para Salgueiro, como obras de saneamento e mais investimentos na Univasf, a Universidade do Vale do São Francisco.
A ida de Lula a Serra Talhada com toda a Frente Popular, incluindo João Campos, Teresa Leitão, Paulo Câmara e Danilo Cabral teve também um marco temporal ligado à prefeita Márcia Conrado. Foi o primeiro grande ato com a gestora como protagonista governista de fato, depois de toda a movimentação de nomes da oposição e […]
A ida de Lula a Serra Talhada com toda a Frente Popular, incluindo João Campos, Teresa Leitão, Paulo Câmara e Danilo Cabral teve também um marco temporal ligado à prefeita Márcia Conrado.
Foi o primeiro grande ato com a gestora como protagonista governista de fato, depois de toda a movimentação de nomes da oposição e do aliado e ex-padrinho Luciano Duque para o palanque de Marília Arraes.
Sem nenhum outro grande nome de peso ao seu lado, com uma base que conta com a maioria dos vereadores, Márcia praticamente estreou como líder individual do grupo. E não foi a Márcia paz e amor de quase toda a campanha de 2020. Ao se referir a Teresa Leitão, cutucou Marília. “A política precisa de mais mulheres, mas não é qualquer tipo de mulher”, disse, para depois afirmar que Teresa tinha uma condução reta, coerente, sem interesses pessoais.
Fez referência a ações que antes eram invocadas por Sebastião Oliveira, como a estrada de Bernardo Vieira e o Aeroporto Santa Magalhães.
E ouviu Lula prometer que, se eleito, vai destravar o imbróglio das 900 casas não entregues do Conjunto Vanete Almeida.
Duque estava longe: o ex-prefeito Luciano Duque não estava em Serra Talhada e disse respeitar o ato que era do PSB. Cumpriu agendaem Belém do São Francisco. “Vou ter outros momentos para encontrar o presidente Lula “, disse mais cedo para o nosso comentário no Sertão Notícias.
Kaike de novo: o assessor Cesar Kaike voltou a dar manchetes. No blog de Jamildo, foi notícia por ter áudio vazado pedindo que a equipe arrancasse adesivos de Marília Arraes.
“Estamos tendo problemas no evento. Quem ver pessoas com adesivo de Marília, arranquem. Alguém colocou a militância de Marília Arraes para ‘adesivar’ as pessoas, enganosamente. Então tirem e botem adesivos de Danilo nessas pessoas. Nos ajudem, é a hora de todo mundo dar as mãos”, diz Cesar Kaique.
Menos vaias, mais aplausos em Serra: vaias ainda foram ouvidas direcionadas para alguns solicialistas como Paulo Câmara e João Campos, mas em volume muito menor que os registrados em Garanhuns. Em Serra o alinhamento do palanque gerou mais aplausos.
Recado a Duque? A frase de Teresa Leitão “em terra de Maria Bonita, Coronel não se cria”, foi interpretada por parte da imprensa como um recado a Luciano Duque. Mesmo separados, os dois não tinham má relação. Duque também nunca teve o estigma de Coronel. Mas a pimenta já foi jogada.
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