O Prefeito de Carnaíba, Berg Gomes, do PSB, é o convidado do Debate das Dez de hoje na série “Os prefeitos e os seis meses”. Berg avalia os primeiros meses e sua condução à frente dos destinos de Carnaíba.
Berg é tido como um gestor que tem tocado a seu modo e estilo os destinos de Carnaíba. Foi apoiado pelo ex-prefeito Anchieta Patriota, que tem sido uma espécie de consultor, além de líder socialista, sem interferir no modelo de getão.
Em 2024, Berg foi eleito com 7.831 votos ou 56,93% da preferência dos eleitores carnaibanos. Ele bateu Ilma Valério, do Republicanos, que obteve 43,07% dos votos (5.924).
O Debate vai ao ar às 10h na Rádio Pajeú, dentro do programa Manhã Total, com apresentação de Michelli Martins e participação dos blogueiros da região em uma sabatina com o gestor carnaibano.
Você pode ouvir e fazer perguntas sintonizando FM 99,3 e ligando para (87) 3838-1213, pela Internet no www.radiopajeu.com.br ou em celulares com Android, pelo aplicativo da emissora disponível no Google Play, ou Apple Store, para iPhone. Basta procurar Pajeu e baixá-lo. Para participar pelo zap, o número é (87) 9-9956-1213. Você ainda pode assistir pelo YouTube e Facebook.
Após oficializar a sua saída do PSB na última sexta-feira 26, a vereadora do Recife Marília Arraes vai se filiar, na próxima quinta-feira 3, ao Partido dos Trabalhadores. O ato será realizado na Câmara de Vereadores do Recife, depois que a vereadora teve sua ficha de filiação abonada pelo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, […]
Após oficializar a sua saída do PSB na última sexta-feira 26, a vereadora do Recife Marília Arraes vai se filiar, na próxima quinta-feira 3, ao Partido dos Trabalhadores. O ato será realizado na Câmara de Vereadores do Recife, depois que a vereadora teve sua ficha de filiação abonada pelo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, neste sábado 27, durante as festividades dos 36 anos do PT, no Rio de Janeiro.
A ficha de filiação ao PT foi assinada por Lula diante de cerca de milhares de pessoas presentes à festa realizada em um armazém na zona portuária do Rio. Anunciada pelo presidente nacional do partido, Ruy Falcão, Marília foi ovacionada pelo público, antes do discurso de Lula. Durante o ato, o nome do ex-governador Miguel Arraes, avô da vereadora, foi gritado pelos petistas.
“Estou muito feliz com toda a recepção da militância petista e mais disposta ainda a continuar no caminho da esquerda e lutar para a consolidação de todas as conquistas sociais alcançadas até agora”, disse Marília logo após o ato, ao lado do presidente estadual do PT, Bruno Ribeiro.
Na quinta-feira, a filiação de Marília será oficializada, contando com a participação de lideranças petistas do Estado, como o senador Humberto Costa, o superintendente da Sudene, João Paulo e o presidente municipal da legenda, Oscar Barreto, além do ex-presidente do PSB, Roberto Amaral.
Marília vinha demonstrando insatisfação com o PSB. Em 2014, a vereadora, que foi secretária de Juventude na gestão do prefeito Geraldo Julio, rompeu com o PSB e declarou apoio à presidente Dilma Roussef, em detrimento da candidatura do seu primo, o ex-governador Eduardo Campos (PSB), morto em um acidente aéreo em 13 de agosto de 2014. Esta semana, sua decisão rendeu debates nas redes sociais.
Será lançado em julho o mais novo livro do professor e escritor, Paulo César Gomes, intitulado ‘As Duas Pedras’, o sexto livro de autoria do serra-talhadense. A obra traz uma coletânea de contos e de prosas escritas pelo autor ao longo da sua adolescência. “Para que a obra tivesse uma dimensão ficcional, utópica e metafórica, busquei em […]
Será lançado em julho o mais novo livro do professor e escritor, Paulo César Gomes, intitulado ‘As Duas Pedras’, o sexto livro de autoria do serra-talhadense. A obra traz uma coletânea de contos e de prosas escritas pelo autor ao longo da sua adolescência.
“Para que a obra tivesse uma dimensão ficcional, utópica e metafórica, busquei em um monumento histórico o encaixe perfeito para concretizar esse simples trabalho. A Pedra do Reino, conhecida através do romance de Ariana Suassuna e pelo fanatismo sanguinário do movimento sebastianista, em meados do XIX, levou a barbárie ao Sertão pernambucano. A pedra, foi o nexo poético que permitiu que os contos fossem publicados ao lado das prosas”, esclarece Gomes.
Conforme relato do prof. Dierson Ribeiro, presidente da Academia Serra-talhadense de Letras e o autor do prefácio, o livro traz a tona um gênero inédito na nossa literatura que é o conto. “Prefaciar está obra é uma honra; um privilégio. É sobretudo uma grande responsabilidade, principalmente quando o autor vem se revelando como o grande nome da literatura e da pesquisa atuais de Serra Talhada como é o caso do escritor e professor Paulo César Gomes”, comenta Ribeiro.
A publicação conta com o patrocínio cultural do empresário João Duque de Souza Filho, o Duquinho. A ideia inicial é que parte dos exemplares sejam destinados a alunos do 3º ano do ensino médio e as bibliotecas de uma alguma escolas públicas de Serra Talhada.
“Infelizmente observamos que os jovens e a grande parte da população não conhecem as obras dos escritores de nossa cidade. A falta de políticas públicas que tornem esses trabalhos acessíveis acaba impedindo que a nossa literatura possa mostra a sua força e a sua qualidade. Por isso, parte dos exemplares serão doados gratuitamente as escolas, o que pra gente é mais um grito dos excluídos”, desabafa Paulo César Gomes.
Maiores informações pelos telefones (87) 99668-3435/99938-0839 e pelo e-mail: [email protected]
A Universidade de Pernambuco divulgou, na tarde deste domingo (3), o gabarito das provas da primeira fase do Sistema Seriado de Avaliação (SSA), voltado para estudantes do primeiro ano do ensino médio. No primeiro dia do certame, as questões abrangeram as disciplinas de língua portuguesa, matemática, física, filosofia e língua estrangeira, podendo ser inglês ou espanhol. Confira […]
A Universidade de Pernambuco divulgou, na tarde deste domingo (3), o gabarito das provas da primeira fase do Sistema Seriado de Avaliação (SSA), voltado para estudantes do primeiro ano do ensino médio.
No primeiro dia do certame, as questões abrangeram as disciplinas de língua portuguesa, matemática, física, filosofia e língua estrangeira, podendo ser inglês ou espanhol.
Dos 21.667 estudantes inscritos no SSA 1, 1.410 não compareceram aos locais de prova neste domingo (3), caracterizando uma abstenção de 6,51%. No Recife, maior polo do estado, 425 dos 11.064 candidatos estavam ausentes, o que caracteriza uma abstenção de 3,84% somente entre os candidatos da capital pernambucana.
O maior percentual de abstenção entre os candidatos foi registrado em Caruaru, no Agreste do estado. Dos 1.829 candidatos, 253 estiveram ausentes durante a prova, caracterizando um percentual de 13.83% de faltosos.
O segundo dia de provas acontece nesta segunda (4), em todo o estado. No Recife, os candidatos que tiveram o local de prova alterado neste domingo (3) devido à partida entre Sport e Corinthians são orientados pela UPE a ir, na segunda (4), aos locais de prova indicados no cartão de inscrição.
G1 A revista Veja publicou neste sábado (22) uma reportagem sobre a prisão, na década de 90, do candidato à prefeitura do Rio, Marcelo Crivella, do PRB. Segundo o inquérito, ele, com homens armados, tentou desalojar, com ameaças, um homem e a família dele de um terreno da Igreja Universal. Crivella confirma a ação, mas […]
A revista Veja publicou neste sábado (22) uma reportagem sobre a prisão, na década de 90, do candidato à prefeitura do Rio, Marcelo Crivella, do PRB. Segundo o inquérito, ele, com homens armados, tentou desalojar, com ameaças, um homem e a família dele de um terreno da Igreja Universal. Crivella confirma a ação, mas nega que tenha feito ameaças. E diz que a ação foi um ato para constrangê-lo e que na época processou o delegado por abuso de poder. Segundo a revista, o inquérito ficou desaparecido por 25 anos.
Nas imagens divulgadas pela revista, o candidato aparece de frente e de perfil, em duas fotos tiradas na 9ªDP (Catete) no dia 18 de janeiro de 1990. Segundo a reportagem, o inquérito policial estava guardado há 25 anos, mas não estava em um arquivo público, mas na casa do senador Marcelo Crivella. A revista diz que ele só decidiu mostrar o inquérito depois de ser confrontado com as fotos. A investigação policial tem 117 páginas.
Os fatos narrados no inquérito aconteceram em uma rua do bairro de Laranjeiras, onde existia um terreno comprado pela Igreja Universal do Reino de Deus para a construção de um templo. Na época, Crivella era um engenheiro que construía os templos da Universal. Ele teria ido até o local e a confusão começou.
A revista Veja traz as diferentes versões contadas à polícia. O vigia, Nilton Linhares, que morreu em 2001, reivindicava a posse do terreno. No inquérito, o advogado dele diz que Crivella foi até o local com seus comandados, chegou arrombando o portão com um pé de cabra e seguranças armados de revólveres, inclusive ameaçando toda a família do segurança, esposa e duas filhas. Segundo a revista, foi então que a polícia teria sido chamada.
Na reportagem, o candidato confirma que foi até o local e diz: “Estava revoltado, acordei de manhã, peguei os caminhões que a gente tinha e fui pra lá. Arrebentei aquela cerca, entrei lá dentro, comecei a tirar as coisas dos caras e botei em cima do caminhão. Mas não toquei nas pessoas. Tinha uns 10 homens comigo”.
Até as 11h15 da manhã deste sábado (22), Marcelo Crivella ainda não tinha dado entrevista para esclarecer a prisão e optou por gravar um vídeo nas redes sociais dando a versão dele e negando a prisão.
“Alô meus amigos. Vocês devem estar se perguntando sobre a capa da revista Veja. Vou esclarecer. Nunca fui preso. O que ocorreu é que há 26 anos atrás, como engenheiro, fui chamado para fazer inspeção na estrutura de um muro que tinha risco de cair e machucar as pessoas. O terreno era da Igreja Universal, mas estava invadido e os invasores não deixaram eu entrar. Deu uma confusão danada e foi todo mundo pra delegacia. Lá, o delegado resolveu identificar a todos, por isso, essa foto que você viu na capa. Mas não deu processo, nada, absolutamente nada. Pelo contrário, eu é que iniciei um processo contra ele por abuso de autoridade. Eu repito, nunca fui preso, nunca respondi nenhum processo. E posso provar com todas as certidões que apresentei no momento que me inscrevi para ser candidato a prefeito do Rio de Janeiro. Fiquem tranquilos, eu sou Ficha Limpa. Um grande abraço.”
O G1 entrou em contato com a Polícia Civil para esclarecer o possível desaparecimento do inquérito, mas até a publicação desta reportagem não tinha obtido retorno.
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