A atuação das barreiras sanitárias tem sido alvo de questionamentos no Pajeú.
Pesquisa do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, indicou que arte da população não está satisfeita com as barreiras sanitárias da região.
Houve elogios à atuação em Afogados da Ingazeira e Flores, mas também críticas a casos isolados ou de maior preocupação em Afogados, Tabira e Carnaíba.
Em Tabira, houve críticas de que teria havido relaxamento do trabalho. As pessoas estariam sendo paradas, mas em alguns casos só respondiam nome e endereço e eram liberadas. Isso foi verificado esse fim de semana.
Mais cedo, o programa Rádio Vivo averiguou que as Barreiras Sanitárias não têm funcionado integralmente em Carnaíba, segundo relato dos ouvintes. No sábado, dia de feira livre, de meio dia já não havia nenhum profissional da Defesa Civil nas entradas da cidade.
Um caso emblemático foi o do ônibus clandestino de Taperoá, que vinha do Rio de Janeiro, apreendido semana passada. Ele desembarcou passageiros na zona rural de Afogados, entre Afogados e Tabira, passou sem ser retido pelas Barreiras de Tabira e São José do Egito. Deixou passageiros no Ambó, para Itapetim.
Só foi apreendido em bloqueio no município de Brejinho, com ação da PM da área com suporte do MP na região. Ou seja, muitas falhas no caminho por conta da fraca fiscalização mas barreiras. O MP inclusive quer PMs apoiando essas ações na região.
Por: Gonzaga Patriota* Não é a primeira vez que tentam enganar e espalhar mentiras para legitimar a privatização da Eletrobrás. A proposta de privatização da Eletrobrás, a maior empresa de energia da América Latina, construída ao longo de 70 anos, por muitas gerações de brasileiros, fere de forma irremediável, os mais altos interesses da população. […]
Não é a primeira vez que tentam enganar e espalhar mentiras para legitimar a privatização da Eletrobrás. A proposta de privatização da Eletrobrás, a maior empresa de energia da América Latina, construída ao longo de 70 anos, por muitas gerações de brasileiros, fere de forma irremediável, os mais altos interesses da população.
Entregar esse patrimônio essencial e estratégico às mãos de grupos estrangeiros é abrir mão da nossa soberania e do nosso desenvolvimento, com consequências desastrosas para o Brasil e para os brasileiros. É um crime contra a nossa pátria!
Além do risco de perda da soberania energética e da fragilização do sistema integrado de distribuição, a Medida Provisória nº 1031/2021, que autoriza a privatização da Eletrobrás, também ameaça os investimentos necessários na infraestrutura energética, para minimizar a crise hídrica que ameaça os reservatórios de cinco das maiores hidrelétricas do Brasil. O alerta é do Sindicato dos Energéticos do Estado de São Paulo, o Sinergia CUT.
A Eletrobrás responde hoje por 30% da geração de energia do país e 70% da distribuição dessa energia, com mais de 70 mil quilômetros de linhas de transmissão. Possui 48 usinas hidrelétricas, 62 eólicas, 12 termelétricas, duas termonucleares e uma solar.
Concentra desde a Usina de Itaipu, Chesf, Furnas, entre outras, usinas eólicas e até a Usina Nuclear. Além disso, foi responsável pela operação do Luz para Todos, implantada durante o governo Lula, que levou energia elétrica para quase 17 milhões de brasileiros.
O movimento União Pela Energia, que reúne empresas e associações do setor elétrico, apontou em uma carta, que o texto possui vários “jabutis”, emendas diversas do próprio texto.
Para o grupo, “as mudanças propostas aumentarão os custos da energia, além de comprometer a governança, tornar menos relevantes, importantes pilares do setor elétrico, como o planejamento e a regulação, e aumentar a insegurança no seu ambiente de investimentos”.
“As alterações do PLV, com as reservas de mercado introduzidas, interferem diretamente na competição e na transparência, que deveriam ser as bases para a modernização do setor”, afirma o texto.
Um dos problemas apontados é a forma com que o projeto de lei de conversão (PLV) da MP, trata o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (PROINFA). O programa visa aumentar a participação de fontes de energia renováveis, como o uso de usinas eólicas, pequenas hidrelétricas e termelétricas a biomassa.
Nesse caso, o texto que tramita no Senado não leva em conta o valor presente dos contratos. A carta alerta que seria importante, também, que o PLV levasse em conta que “a energia desta extensão de contratos poderia ser substituída por energia resultante de processos competitivos de fontes renováveis e que trariam mais investimentos”.
Segundo o relatório anual da companhia, a Eletrobrás registrou lucro líquido de R$ 6,4 bilhões de reais, em 2020, mesmo em um ano de pandemia, tendo sido a sexta empresa mais lucrativa do país, no período. Além disso, a companhia tem uma geração de caixa de R$ 15 bilhões de reais, por ano.
“Então, a questão de vender patrimônio para poder fazer recurso é equívoco. Quando se vende uma empresa que paga dividendos — robustos e com regularidade — se está abrindo mão de um fluxo de caixa futuro”, afirma a professora do departamento de economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Glaucia Campregher.
Existe uma grande negociata por trás dessa ideia de privatizações predatórias voltada a beneficiar grandes investidores ou grandes grupos de investidores internacionais, que, provavelmente, nem conhecem o Brasil ou desconhecem a importância destas empresas, no dia a dia dos brasileiros.
A lógica destes grandes grupos é obter a máxima lucratividade no menor espaço de tempo possível, com o menor investimento possível, sem nenhuma preocupação com a conservação dos nossos rios, com a qualificação dos serviços prestados e com os interesses do povo, da sociedade como um todo.
Diante deste quadro perverso, é legítimo prever que doravante enfrentaremos uma amarga realidade de precarização dos serviços, o surgimento de apagões e o aumento incontrolável, da conta da luz. Privatizar a Eletrobrás, segundo cálculo da Abrace (Associação dos Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres), custará R$ 20 bilhões de reais, a mais por ano, que serão pagos pela população.
A venda da Eletrobrás não irá gerar um único emprego, mas cada brasileiro pagará mais pela conta da luz e, o país perderá qualquer possibilidade de influir nesta relação. Não haverá agência reguladora que controle os eventuais abusos que surgirão, a partir desta nova realidade.
Deixar a matriz energética brasileira nas mãos de empresas privadas é acabar com os níveis de regularidade do fornecimento e não tratar a energia como um bem público. Essas empresas tratam da energia como uma commodity.
Quem está adquirindo empresa de energia no Brasil são rentistas. Não empresas especializadas em fazer ampliação do setor e investimento para gerar energia, com eficiência, para a sociedade e para as indústrias.
Achando pouco o que consta deste artigo, o Congresso Nacional aprovou por 258 votos a favor e 136 contrários, a Medida Provisória que permite um crime contra o patrimônio da União e aos direitos e cidadania do povo brasileiro.
A análise dessa Medida Provisória foi realizada de forma inconsequente. Quando houve a tentativa de privatizar a Eletrobras, no governo Michel Temer, a ANEEL disse que se isto ocorresse, haveria um aumento de 17% na tarifa de energia elétrica. Agora esta matéria foi aprovada sem um estudo sobre seu impacto tarifário.
Se, antes da pandemia, este era o índice previsto, imagine agora com o risco hidrológico e as medidas embutidas na MP, sem nenhuma discussão, com impacto de R$ 84 bilhões de reais, quanto será o aumento que isso terá na vida do povo brasileiro?
A proposta permite que a Eletrobras venda ações na bolsa de valores para diminuir a participação acionária da União, que também não poderá comandar o Conselho da empresa, mas terá poder de veto sobre as decisões (golden share).
A Norma que rege a técnica legislativa exige que as leis tenham frases curtas e concisas, para serem claras, e que, para serem lógicas, devem restringir o conteúdo de cada artigo a um único princípio ou assunto, expressado por meios de parágrafos, incisos, alíneas e itens, as discriminações e enumerações pertinentes e, a Constituição Federal estipula que o veto parcial somente pode abranger texto integral de artigo; de parágrafo; de inciso ou de alínea.
Isto quer dizer que se o presidente Jair Bolsonaro tiver a intenção de vetar esse trecho da Medida Provisória, que trata sobre reserva de mercado, terá que vetar o aumento de capital da empresa, o principal objetivo da matéria. Esse grave erro se presta a ferir uma regra basilar da Constituição, que é relativa ao veto presidencial.
*Gonzaga Patriota é Contador, Advogado, Administrador de Empresas e Jornalista, pós-graduado em Ciência Política e Mestre em Ciência Política e Políticas Públicas e Governo e Doutor em Direito Civil, pela Universidade Federal da Argentina.
O deputado federal Pedro Campos (PSB) participou de uma entrevista, por telefone, nesta quarta-feira (23) no programa Manhã Total da Rádio Pajeú, onde abordou tanto questões eleitorais quanto uma homenagem especial ao seu pai, o ex-governador Eduardo Campos. Durante a conversa, o parlamentar destacou a sanção presidencial que adicionou o nome de Eduardo ao Livro […]
O deputado federal Pedro Campos (PSB) participou de uma entrevista, por telefone, nesta quarta-feira (23) no programa Manhã Total da Rádio Pajeú, onde abordou tanto questões eleitorais quanto uma homenagem especial ao seu pai, o ex-governador Eduardo Campos. Durante a conversa, o parlamentar destacou a sanção presidencial que adicionou o nome de Eduardo ao Livro de Aço, uma honra destinada a heróis e heroínas da Pátria.
Campos expressou profunda gratidão pelo reconhecimento oficial do legado de seu pai, que faleceu em 2014 em um trágico acidente aéreo. Ele lembrou que a proposta de inscrever o nome de Eduardo no Livro de Aço foi idealizada pelo deputado federal Felipe Carreras e contou com a coautoria de toda a bancada socialista na Câmara. “É uma honra ver o nome do meu pai eternizado como um herói da Pátria, para que futuras gerações possam se inspirar em seu exemplo de dedicação ao país”, afirmou Pedro.
Além de relembrar o impacto que Eduardo Campos teve em Pernambuco, Pedro ressaltou ações importantes de sua gestão, como o modelo de educação em tempo integral que se tornou referência nacional e sua atuação como ministro da Ciência e Tecnologia, onde implementou a Lei do Bem e a Lei de Biossegurança.
Avaliação do cenário eleitoral
Na parte política da entrevista, Pedro Campos comentou o cenário eleitoral no Sertão do Pajeú, com especial atenção ao resultado do PSB nas eleições de 2024. Segundo ele, o partido teve um desempenho positivo, com a reeleição ou sucessão em diversas cidades estratégicas da região, como Afogados da Ingazeira, Itapetim, Solidão e Carnaíba. Ele destacou que, no estado de Pernambuco, o PSB foi o partido mais votado, com mais de 1,4 milhão de votos, elegendo 31 prefeitos.
Por outro lado, Campos também reconheceu o crescimento da oposição em algumas cidades, como Iguaracy e São José do Egito, onde o PSB não obteve vitória, mas manteve votações expressivas. “O papel da oposição é natural e importante no processo democrático”, afirmou. Ele destacou que essas lideranças continuarão sendo figuras relevantes na política local.
Crescimento da oposição em Afogados da Ingazeira
Questionado sobre o crescimento da oposição liderada por Danilo Simões em Afogados da Ingazeira, Pedro Campos foi cauteloso. Para ele, a principal resposta a esse cenário é a eficiência na gestão pública. “O prefeito Sandrinho deve focar em fazer uma gestão eficiente e mostrar trabalho. Agora é hora de avançar nas ações, e daqui a quatro anos a população fará sua avaliação”, ponderou.
Campos ainda mencionou a importância de estar sempre alerta às demandas da população, mas evitou encarar o avanço da oposição como um sinal de alerta imediato, reforçando a necessidade de foco no trabalho cotidiano.
Desafios e mudanças em outras cidades
Além de Afogados, Pedro comentou sobre o resultado eleitoral em cidades como Sertânia e São José do Egito, onde o PSB não conseguiu reeleger seus prefeitos. “Eleições municipais têm um contexto local muito forte, e às vezes há um desejo de mudança que é natural”, disse. Ele lembrou que em ambos os municípios as margens de diferença foram apertadas e que o partido agora atua no campo da oposição, fiscalizando as gestões eleitas.
Ao final da entrevista, Pedro reafirmou seu compromisso com a região, mencionando uma nova ação da Codevasf para calçamento em Afogados da Ingazeira, fruto de emendas parlamentares de seu mandato.
A Secretaria de Desenvolvimento Social de Serra Talhada informa aos interessados que a apresentação de currículo de profissionais tecnólogos ou com experiência na área de laticínio está prorrogada. A Secretaria estará recebendo currículos até o próximo dia 09 de janeiro de 2015. Os profissionais atuarão no Programa Pernambuco no Batente, na qualificação de famílias para produção […]
A Secretaria de Desenvolvimento Social de Serra Talhada informa aos interessados que a apresentação de currículo de profissionais tecnólogos ou com experiência na área de laticínio está prorrogada. A Secretaria estará recebendo currículos até o próximo dia 09 de janeiro de 2015. Os profissionais atuarão no Programa Pernambuco no Batente, na qualificação de famílias para produção de queijos, nos distritos de Bernardo Vieira e Água Branca (Loanda).
Segundo Sandro Rogério, coordenador de inclusão Produtiva do Programa PE no Batente é importante que o profissional detenha técnicas de fabricação de queijos diferenciados (tipo queijo condimentados e outros) para serem produzidos nestas comunidade.
Os interessados podem enviar currículo diretamente pelo e-mail da Secretaria ([email protected]), aos cuidados de Sandro Rogério, ou para o e-mail [email protected], ou ainda, entregar presencialmente na sede da Secretaria, na Rua Comandante Superior (em frente ao posto Três Irmãos) das 8 às 12 e das 14 às 17 horas.
Termina nesta segunda-feira (10.02), o prazo para pagamento do boleto bancário das inscrições para o concurso público da Prefeitura Municipal de Abreu e Lima para provimento de 144 vagas com profissionais de nível médio no cargo de Agente Comunitário de Saúde. Os candidatos inscritos devem realizar o pagamento da taxa no valor de R$ 47,50, preferencialmente em casas lotéricas. A seleção […]
Termina nesta segunda-feira (10.02), o prazo para pagamento do boleto bancário das inscrições para o concurso público da Prefeitura Municipal de Abreu e Lima para provimento de 144 vagas com profissionais de nível médio no cargo de Agente Comunitário de Saúde.
Os candidatos inscritos devem realizar o pagamento da taxa no valor de R$ 47,50, preferencialmente em casas lotéricas.
A seleção será realizada em duas etapas. Sendo a primeira constituída de provas objetivas de conhecimentos, de caráter eliminatório e classificatório, e avaliação curricular, sob responsabilidade do Instituto de Apoio à Universidade de Pernambuco (Iaupe).
Já a segunda etapa é constituída de curso introdutório, com 40 horas, ministrado pelo município de Abreu e Lima.
As provas escritas serão aplicadas no dia 08 de março de 2020. A divulgação do resultado final está prevista para o dia 13 de abril de 2020. O certame terá a validade de dois anos, prorrogáveis por igual período.
Os nomeados terão remuneração mensal no valor de R$ 1.250,00, acrescidos de 20% a título de insalubridade.
Outras informações podem ser obtidas no site do Conupe (www.upenet.com.br), através do e-mail: [email protected] ou dos telefones: (81) 3033-7394 / 7397.
A Prefeitura de Brejinho, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, deu início ao projeto “Brejinho Arborizado”, com foco no reflorestamento urbano e na promoção da educação ambiental. A ação conta com o apoio da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e da Câmara Municipal de Vereadores. Durante a semana de lançamento, foram realizadas […]
A Prefeitura de Brejinho, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, deu início ao projeto “Brejinho Arborizado”, com foco no reflorestamento urbano e na promoção da educação ambiental. A ação conta com o apoio da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e da Câmara Municipal de Vereadores.
Durante a semana de lançamento, foram realizadas palestras educativas voltadas à conscientização ambiental. As atividades envolveram estudantes, professores, profissionais da rede municipal de ensino e representantes de instituições locais.
O projeto teve como ponto alto um mutirão de plantio de árvores em diferentes áreas do município, como praças, avenidas, espaços públicos e escolas. Entre os objetivos estão o aumento da cobertura vegetal da cidade, a mitigação dos efeitos das ilhas de calor e o incentivo ao cuidado com o meio ambiente desde a infância.
O prefeito Gilson Bento acompanhou as atividades e destacou o compromisso da gestão com a pauta ambiental:
— Estamos investindo em infraestrutura, mas também priorizamos ações que garantam um futuro mais equilibrado. Plantar árvores hoje é garantir um município mais consciente para as próximas gerações — declarou.
A secretária de Meio Ambiente, Aurivoneide Santos, afirmou que o “Brejinho Arborizado” é a primeira de uma série de ações voltadas à sustentabilidade que devem ser implementadas ao longo dos próximos meses.
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