Barragem de Boa Vista entra em pré colapso e aumenta rodízio em Itapetim
Por Nill Júnior
A Barragem de Boa Vista, responsável por parte do abastecimento de Itapetim entrou novamente em pré colapso. Com isso, ocorreu uma redução do volume produzido para distribuição pela Compesa.
A consequência, o aumento do rodízio na cidade. A Compesa deve concluir ainda hoje a instalação de uma captação flutuante, recuperando a vazão perdida e normalizando o abastecimento de toda cidade, mas torcendo para voltar a chover.
E abril de 2016, Itapetim teve o abastecimento normalizado após quase três anos de colapso total, iniciado em abril de 2013. O manancial de Boa Vista chegou a 51% de sua capacidade total de 1.632 milhões de metros cúbicos, graças a uma super chuva de 180 milímetros que caiu na cidade. A barragem de Caramucuqui havia enchido completamente.
A população tem receio de que volte o quadro verificado nos três anos de estiagem, com caixas estão espalhadas pela cidade para receber a água trazida por pipas. Outro drama é a redução dos pontos de captação no entorno.
Transformar Pernambuco no estado amigo da criança será uma das metas do pré-candidato a governador Miguel Coelho. Durante sabatina realizada pela Folha de São Paulo e o portal UOL, nesta quarta (8), o ex-prefeito de Petrolina defendeu investimentos para a educação infantil e para as mães pernambucanas. Miguel garantiu que, se for eleito, abrirá 44 […]
Transformar Pernambuco no estado amigo da criança será uma das metas do pré-candidato a governador Miguel Coelho.
Durante sabatina realizada pela Folha de São Paulo e o portal UOL, nesta quarta (8), o ex-prefeito de Petrolina defendeu investimentos para a educação infantil e para as mães pernambucanas.
Miguel garantiu que, se for eleito, abrirá 44 mil vagas de creche no estado em parceria com as prefeituras.
Na entrevista, o pré-candidato lembrou do trabalho realizado na educação em Petrolina, onde recebeu a premiação “Prefeito Amigo da Criança” da Fundação Abrinq. Miguel afirmou que deseja fazer de Pernambuco também um estado amigo da criança. Para tanto, ele defende a ampliação dos investimentos estaduais e incentivos do governo para os municípios.
“Nossa proposta é fazer de Pernambuco o estado amigo da criança. Vamos abrir 44 mil vagas de creche em 4 anos em parceria com as prefeituras para garantir o momento mais fundamental para a formação pedagógica da criança, que é a primeira infância”, assegurou Miguel na conversa com os jornalistas.
Pouco foi divulgado, mas o prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, ficou afastado de atividades presenciais por cerca de duas semanas, despachando apenas virtualmente e por telefone. A informação foi confirmada pelo vereador Rubinho do São João, no Debate das Dez de hoje, afirmando que trabalhou algumas agendas com o gestor de forma virtual, […]
Pouco foi divulgado, mas o prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, ficou afastado de atividades presenciais por cerca de duas semanas, despachando apenas virtualmente e por telefone.
A informação foi confirmada pelo vereador Rubinho do São João, no Debate das Dez de hoje, afirmando que trabalhou algumas agendas com o gestor de forma virtual, em virtude de sua saúde.
Pelo que o blog apurou, Sandrinho, de 43 anos, precisou ir a Recife depois de fortes dores nas costas, que incapacitavam sua atividade. O diagnóstico indica provavelmente um problema de hérnia de disco.
Sandrinho está melhor e ontem esteve na abertura oficial da casa de eventos Kabbana Recepções. Ele aproveitou a agenda médica para um mini check-up, já que é portador de diabetes e hipertensão. Em linhas gerais, passa bem e tem controlado as taxas.
Acima, o vídeo editado Um vídeo com estrelas da Globo contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff gerou saia justa entre os artistas porque chama a emissora de corrupta. José de Abreu, Monica Iozzi, Tonico Pereira e Letícia Sabatella são alguns dos contratados da Globo que participam a campanha, que tem mais de 300 mil […]
Um vídeo com estrelas da Globo contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff gerou saia justa entre os artistas porque chama a emissora de corrupta. José de Abreu, Monica Iozzi, Tonico Pereira e Letícia Sabatella são alguns dos contratados da Globo que participam a campanha, que tem mais de 300 mil visualizações nas redes sociais.
O material, produzido pelo canal TV Poeira e divulgado no Facebook na última quarta (30), mostra os famosos falando sobre corrupção em outros partidos além do PT e também empresas, enquanto aparece uma lista dos “onze maiores casos de corrupção no Brasil”. No sétimo lugar dessa lista está a Globo, dizendo que ela sonegou R$ 615 milhões.
Trecho cortado citando Globo
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) compartilhou a campanha em seu Facebook. Nesta quinta, a TV Poeira republicou o material reeditado, sem a citação à Globo, porém o vídeo original ainda pode ser visto na página do parlamentar.
Os globais, que em nenhum momento citam a emissora em seus depoimentos, não gostaram da edição do material. Procurado, Tonico Pereira afirma que não sabia que a Globo seria acusada de corrupção no vídeo do qual participou.
“Isso é uma loucura, uma sacanagem, botar uma coisa que não falei. Não estou falando pelos outros, mas eles devem estar no mesmo barco que eu. Ninguém falaria mal da Globo”, critica o ator. “Podemos ter divergências de pensamento, mas a Globo como empresa já salvou a minha vida muitas vezes”, completa.
Tonico gravou sua participação em sua casa, há dois dias, e não conhecia os responsáveis pela TV Poeira. “Vou falar com a Globo e explicar o que falei. Não fiz nenhuma denúncia [contra a emissora]”, esclarece.
A TV Poeira é um braço do Teatro Poeira, administrado pelas atrizes Marieta Severo e Andréa Beltrão. Procurada, a Globo informa que “no vídeo, os artistas não fazem qualquer citação à empresa. Diversas personalidades expressam, cada uma, seus pensamentos como cidadãos diante de uma situação específica do País. A Globo não se manifesta publicamente sobre comentários pessoais de seus contratados”.
A decisão do ministro Alexandre de Moraes, na Petição 14.129/DF, tornou públicas as razões que levaram o Supremo Tribunal Federal (STF) a decretar a prisão preventiva do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro em 22 de novembro de 2025. O documento reúne a evolução das medidas cautelares impostas ao ex-chefe do Executivo, os descumprimentos registrados ao longo […]
A decisão do ministro Alexandre de Moraes, na Petição 14.129/DF, tornou públicas as razões que levaram o Supremo Tribunal Federal (STF) a decretar a prisão preventiva do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro em 22 de novembro de 2025. O documento reúne a evolução das medidas cautelares impostas ao ex-chefe do Executivo, os descumprimentos registrados ao longo dos últimos meses e os fatos que, segundo o ministro, evidenciaram risco concreto de fuga e de obstrução da aplicação da lei penal.
O procedimento teve origem em representação da Polícia Federal (PF), que apontou suposta participação de Bolsonaro nos crimes de coação no curso do processo, obstrução de investigação envolvendo organização criminosa e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. A Procuradoria-Geral da República (PGR) concordou com a necessidade de medidas cautelares.
As medidas iniciais e os primeiros descumprimentos
Em 17 de julho de 2025, Moraes determinou medidas como proibição de deixar a comarca, uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento noturno e restrições de contato com outros investigados, além da proibição de utilizar redes sociais — inclusive por intermédio de terceiros.
Após publicações em que Bolsonaro exibiu o monitoramento eletrônico e sua participação indireta em atos de apoiadores, o ministro considerou haver descumprimento reiterado das cautelares. Em 4 de agosto, converteu as medidas em prisão domiciliar integral, com proibição de visitas (salvo exceções autorizadas), veto ao uso de celular e determinação de busca e apreensão de aparelhos.
Condenação definitiva e risco de evasão
A decisão também recorda que, em 2025, a Primeira Turma condenou Bolsonaro na Ação Penal 2.668/DF a 27 anos e 3 meses de prisão por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Com a rejeição dos embargos de declaração e a proximidade do trânsito em julgado, a PF passou a considerar necessário substituir a prisão domiciliar por recolhimento imediato na sede da corporação em Brasília. A PGR não se opôs.
O que levou à prisão preventiva
Na nova decisão, Moraes elenca diversos fatores que, segundo ele, reforçaram a necessidade de prisão preventiva:
Convocação de uma “vigília” em frente à casa de Bolsonaro, marcada para 22 de novembro, feita pelo senador Flávio Bolsonaro. Para o ministro, a mobilização reproduzia o “modus operandi” da organização criminosa investigada, criando ambiente propício a tumultos e dificultando o cumprimento da condenação.
Risco concreto de fuga, potencializado pela convocação da vigília e pela localização da residência do ex-presidente — a 13 km do Setor de Embaixadas. A decisão cita o plano de fuga anteriormente elaborado pelo grupo (RAFE-LAFE) e lembra que corréus como Alexandre Ramagem, Carla Zambelli e Eduardo Bolsonaro deixaram o país.
Violação da tornozeleira eletrônica, registrada às 0h08 de 22 de novembro pelo Centro de Monitoramento Integrado. O rompimento foi interpretado como tentativa de fuga.
Histórico de descumprimentos das medidas impostas pelo Supremo ao longo do processo.
Diante desse conjunto de elementos, Moraes decidiu converter as cautelares existentes em prisão preventiva, afirmando que apenas a custódia seria capaz de assegurar a execução da pena e evitar novos atos de obstrução.
Determinações para o cumprimento da prisão
O ministro ordenou que a Polícia Federal efetuasse o cumprimento ainda na manhã de 22 de novembro, com instruções expressas: sem uso de algemas; sem exposição midiática; com respeito à dignidade do ex-presidente; recolhimento na Superintendência da PF no Distrito Federal; audiência de custódia por videoconferência em 23 de novembro, às 12h e atendimento médico contínuo.
Moraes também solicitou ao presidente da Primeira Turma a convocação de sessão virtual extraordinária para referendar a decisão.
Ao concluir, o ministro afirmou que a democracia brasileira “amadureceu” para responsabilizar agentes que, segundo ele, integraram articulações criminosas destinadas à ruptura institucional. Leia aqui decisão completa da decisão.
O pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), deu o tom do argumento que usará contra a governadora Raquel Lyra e seu palanque nas eleições deste ano. Na entrevista à Rádio Pajeú, respondeu a alguns temas que dominarão o debate eleitoral. João afirmou ter convicção na presença do presidente Lula em seu palanque. “Tenho […]
O pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), deu o tom do argumento que usará contra a governadora Raquel Lyra e seu palanque nas eleições deste ano.
Na entrevista à Rádio Pajeú, respondeu a alguns temas que dominarão o debate eleitoral.
João afirmou ter convicção na presença do presidente Lula em seu palanque.
“Tenho muita tranquilidade porque nossa eleição é pautada para eleição. Quando virei presidente nacional do PSB, fiz questão dedeclarar apoio a Lula. Independente de cargo, espaço”. Campos afirmou que o presidente tem “posição, coerência e lado”.
E seguiu. “Tenho certeza que estará ao nosso lado, no nosso palanque no tempo oportuno. Há clareza e compreensão na leitura dele sobre isso. O ambiente é o melhor possível”, concluiu.
Um calo evidente que irá perseguí-lo na campanha é o período Paulo Câmara, responsável por interromper o ciclo socialista em Pernambuco dada sua rejeição. João Campos usou o argumento de que é preciso “olhar pro futuro”, acrescentando: “eu vou mostrar tudo que dá pra fazer, tudo que Pernambuco não tá fazendo. O que os nossos vizinhos estão fazendo e Pernambuco não está fazendo. O que nossa capital está fazendo. E contar a história de forma verdadeira, tudo o que foi feito de conquistas”, citando por exemplo o avanço da educação técnica no Estado e outras ações na Saúde.
“O Estado não fez nada na Educação Técnica. Não tem uma UPA construída. Não tem um hospital de grande porte construído. Não tem nenhuma grande emergência construída no Sertão de Pernambuco, nenhum Centro para tratamento oncológico, nenhuma hemodiálise nova como deveria ter aqui em Afogados”.
E lembrou da participação de Raquel em gestões socialistas e de seu ciclo no PSB. “Tem que ser lembrado que em oito anos desse período o pai da governadora (João Lyra Neto (foi vice-governador de Pernambuco. Ela foi Procuradora, Secretária, então ela participou de tudo isso, votou , apoiou, teve presente. Foi filiada no partido. E concluiu em tom irônico: “acho que muita gente não lembra disso, mas certamente ela lembra”.
Outra estratégia será evidenciar seu ciclo a frente da Prefeitura do Recife e usar o mote de que, o que deu certo em Recife pode ser potencializado para Pernambuco. “Se como prefeito eu consegui imagina como governador?” – perguntou. Um dos dados apresentados é o de que a gestão do Recife focou na expansão da rede de educação infantil, superando a meta de dobrar o número de vagas, saltando de 6.439 em 2020 para mais de 19 mil em 2026.
Está óbvio, o embate no Estado vai ser também uma interessante guerra de narrativas entre Raquel e João, com direito a réplicas e treplicas. Com duas figuras nacionais nesse confronto, o Brasil vai parar para assistir Pernambuco.
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