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Banheiros das escolas municipais estão em condições precárias em 60% das unidades, aponta pesquisa do TCE

Por André Luis

Um levantamento realizado em 800 escolas dos 184 municípios de Pernambuco, apontou problemas estruturais em pelo 60% das unidades de ensino municipais inspecionadas. De acordo com dados das equipes da Coordenadoria de Controle Externo do Tribunal de Contas (TCE), responsável pela pesquisa, a condição dos sanitários nas escolas visitadas é o aspecto mais grave encontrado. 

Apenas 34% das unidades inspecionadas possuem banheiros para uso exclusivo dos alunos e somente em 32% das escolas, eles são exclusivos para alunos dos gêneros feminino e masculino. Ao total, há atualmente cerca de 53 mil alunos vinculados a rede municipal de ensino.

O objetivo do TCE, a partir dos dados levantados, é identificar os estabelecimentos que necessitam de mudanças e melhorias, para, em seguida, construir um diálogo estreito com as gestões. 

“A ideia é expor a situação atual e contribuir diretamente na regularização das escolas, conforme os relatórios de auditoria produzidos. Encaminharemos ofícios de ciência de falhas e, se necessário, alertas de responsabilização ou Termos de Ajuste de Gestão (TAGs)”, afirmou o presidente do TCE, conselheiro Dirceu Rodolfo de Melo Júnior.

De acordo com as equipes, quanto a pias, assentos e descargas dos sanitários, metade não possui nenhum dos equipamentos funcionando. Quase 90% não dispõem de banheiros adaptados para cadeirantes. Em 63% dos estabelecimentos, as portas dos banheiros e das cabines estão em condições de uso, mas apenas 46% deles contam com sabão ou sabonete para higiene das mãos.

Segundo a coordenadora de Controle Externo do TCE, Adriana Arantes, o propósito do trabalho, produzido em parceria pelos departamentos de Controle Estadual e de Controle Municipal, é a promoção da qualidade de vida e das condições de aprendizado dos estudantes, o que vai muito além da responsabilização de gestores.

As auditorias verificaram que em mais de 90% das escolas as paredes das salas de aula são de alvenaria, gesso ou similar, existindo carteiras, bancas ou cadeiras em todas as salas. No que concerne à acessibilidade, 57% não possuem rampa e 53% não têm espaços de aula acessíveis a cadeirantes.

Em 5% dos estabelecimentos não há fornecimento de energia elétrica. A maioria possui abastecimento de água por meio de cisterna ou poço artesiano e em 85% os sistemas de esgotamento sanitário presentes são por fossa, sumidouro ou similar.

Outras Notícias

Carlos Veras anuncia lançamento do Plebiscito Popular no Recife

O deputado federal Carlos Veras (PT) anunciou, que nesta quarta-feira (21), às 18h, no auditório do Sindsep/PE, no Recife, acontece o lançamento estadual do Plebiscito Popular, iniciativa que une as Frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo e as principais centrais sindicais do país. A mobilização tem como bandeiras centrais a redução da jornada de trabalho, […]

O deputado federal Carlos Veras (PT) anunciou, que nesta quarta-feira (21), às 18h, no auditório do Sindsep/PE, no Recife, acontece o lançamento estadual do Plebiscito Popular, iniciativa que une as Frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo e as principais centrais sindicais do país.

A mobilização tem como bandeiras centrais a redução da jornada de trabalho, o fim da escala 6×1, a taxação dos super-ricos e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. A proposta, segundo os organizadores, é construir uma ampla consulta nacional para ouvir a população e pautar transformações estruturais no país.

“Mais do que uma consulta, o Plebiscito é um processo de escuta, formação e construção coletiva. Quando o povo participa e se organiza, a democracia se fortalece e as transformações se tornam possíveis”, afirmou Veras em publicação nas redes sociais.

O deputado reforçou que a iniciativa representa um passo importante na luta por um Brasil mais justo e com mais direitos. “É hora de lutar por mudanças que garantam dignidade, justiça social e respeito à classe trabalhadora”, completou.

O evento marca o início de uma série de atividades em Pernambuco voltadas à divulgação e realização do plebiscito em sindicatos, comunidades, universidades e espaços públicos.

Pernambuco entrou no mapa da crise, diz G1

Rio de Janeiro não está sozinho entre os estados em dificuldades. Os 26 estados e o Distrito Federal somam um rombo fiscal de R$ 56 bilhões nas contas do primeiro semestre deste ano. O número representa uma piora nas contas de 17 estados em relação ao resultado que tinham no mesmo período de 2015, de […]

serro_azulRio de Janeiro não está sozinho entre os estados em dificuldades. Os 26 estados e o Distrito Federal somam um rombo fiscal de R$ 56 bilhões nas contas do primeiro semestre deste ano.

O número representa uma piora nas contas de 17 estados em relação ao resultado que tinham no mesmo período de 2015, de acordo com levantamento do G1 a partir de dados do Tesouro Nacional.

Das 27 unidades da federação, 20 estão no vermelho. Esse resultado já impacta serviços básicos e projetos de muitos governos estaduais.

Levantamento do G1 aponta que ao menos 16 estados mais o DF cortaram investimentos nos últimos dois anos. Além disso, 14 informaram que têm obras paradas ou atrasadas por falta de dinheiro. E ainda há 9 estados com atrasos de salários de servidores e 16 que não pagaram em dia os fornecedores. A situação mais grave é a de 6 estados que não garantem que haverá caixa para pagar o 13º dos funcionários neste ano.

Em Pernambuco, segundo o levantamento, a crise fiscal vem impactando as contas públicas de Pernambuco. Com queda de arrecadação e de repasses do governo federal, o executivo estadual registrou um aumento do déficit primário, que era de R$ 10 bilhões no primeiro semestre de 2016 e passou para R$ 11,5 bilhões no primeiro semestre deste ano, uma alta de 13,41%, segundo dados do Siconfi/Tesouro Nacional.

Apesar de não registrar atraso no pagamento dos servidores, o estado admite que não vem cumprindo os prazos com os fornecedores. “Reconhecemos que, num cenário em que você tem receitas menores, há atrasos com fornecedores, mas os servidores estão em dia. Tem sido um esforço para que se pague os fornecedores”, explicou ao G1 o secretário de Planejamento, Márcio Stefanni.

Sobre as obras, o governo afirma que a execução continua, embora em ritmo mais lento. A Barragem de Serro Azul, na Mata Sul de Pernambuco é um dos exemplos de obras afetadas pelos problemas orçamentários. O reservatório é um projeto dos governos estadual e federal para conter a água do Rio Una, que nasce no Agreste e passa por várias cidades da região. A obra começou em janeiro de 2011 e deveria ter sido entregue no fim de 2014. O governo reconheceu que os atrasos são, justamente, por conta das dificuldades financeiras.

Segundo especialistas ouvidos pelo G1 , o principal indicador para definir a saúde financeira de estado é o resultado primário (diferença entre receitas e despesas, sem levar em conta os juros das dívidas). A piora nas contas dos estados e do DF no primeiro semestre do ano mostra que sobrou menos dinheiro ou faltou mais para a maioria dos estados brasileiros este ano.

Márcia Conrado comemora apoio de Marília e ironiza sobre Duque: “a gente colhe o que planta”

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, falou agora há pouco ao programa Frente a Frente, com Magno Martins. Ela confirmou a vinda de Marília Arraes a Serra Talhada neste sábado, 1, 10 horas, no Maria’s Recepções, onde corfirmará apoio à sua reeleição. Antes haverá uma colertiva de imprensa. “Marilia tem seu grande potencial enquanto […]

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, falou agora há pouco ao programa Frente a Frente, com Magno Martins.

Ela confirmou a vinda de Marília Arraes a Serra Talhada neste sábado, 1, 10 horas, no Maria’s Recepções, onde corfirmará apoio à sua reeleição. Antes haverá uma colertiva de imprensa.

“Marilia tem seu grande potencial enquanto ex-deputada federal, enquanto líder do Solidariedade, sabe o que é o melhor para o destino de Serra, assim como os partidos da base do nosso presidente Lula, Republicanos, PSB, AVANTE em nome de Sebastião e Waldemar Oliveira e agora, colocando Serra a nivel de desenvolvimento no Estado que a  gente recebe esse apoio de Marília Arraes, do Solidariedade.

Ela confirmou que os partidos da base da governadora Raquel Lyra estarão em seu palanque. Quando Magno perguntou sopbre o fato de ela juntar as adversárias Marília e raquel em seu palanque, Márcia tratou de outro nome. “A gente não pode esquecer do presidente Lula que ressalta a importância que Serra tem. Sou a única mulher prefeita do PT em Pernambuco. Feliz que a gente tem a capacidade de unir. Não existe Márcia, ou projeto de Marília, projeto de Lula, existe projeto para o presente e futuro de serra Talhada”.

O jornalista perguntou sobre  a situação de Luciano Duque. “Eu tenho dito que a gente colhe o que a gente planta. Não sou pra estar julgando atitude de ninguém. Estou feliz por nosso palanque estar colhendo vários apoios. Isso dá força nesse trabalho”.

Sobre a vice, Márcia admitiu que Sebastião e Marília terão papel importtante na escolha, mas destacou a necessidade de pesquisa. “Estamos conversando com Sebastião, Marília. Também teremos pesquisa para avaliar qual o sentimento da população”. Ouça na íntegra:

Afotrilha movimentou Afogados

Em sua 4ª edição, o evento reunindo motociclistas adeptos das trilhas rurais se configurou um sucesso, e já merece integrar o calendário oficial dos eventos do município, a exemplo do Afogareta, Encontro de Motociclistas e Encontro de Bikes. A quarta Afotrilha reuniu centenas de motociclistas do Pajeú e de outras regiões do Estado, e contou com o […]

Em sua 4ª edição, o evento reunindo motociclistas adeptos das trilhas rurais se configurou um sucesso, e já merece integrar o calendário oficial dos eventos do município, a exemplo do Afogareta, Encontro de Motociclistas e Encontro de Bikes.

A quarta Afotrilha reuniu centenas de motociclistas do Pajeú e de outras regiões do Estado, e contou com o apoio logístico da Prefeitura de Afogados da Ingazeira.

“Todo evento como esse é importante pois atrai um número significativo de pessoas para a nossa cidade, incrementando o comércio e deixando dividendos importantes para a economia local,”destacou o Prefeito José Patriota.

 

Afogados: pequenos criadores são beneficiados com tecnologia de inseminação artificial para bovinos 

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira, em parceria com Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais – CONAFER, iniciou nesta quarta-feira (29) o programa +Pecuária Brasil. A iniciativa visa levar aos pequenos criadores de bovinos, gratuitamente, tecnologias de inseminação artificial para seus rebanhos.  A ação começou pela comunidade rural da Varzinha. Segundo Secretário […]

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira, em parceria com Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais – CONAFER, iniciou nesta quarta-feira (29) o programa +Pecuária Brasil. A iniciativa visa levar aos pequenos criadores de bovinos, gratuitamente, tecnologias de inseminação artificial para seus rebanhos. 

A ação começou pela comunidade rural da Varzinha. Segundo Secretário municipal de agricultura, Rivélton Santos, que também é veterinário, o objetivo é o melhoramento genético dos rebanhos bovinos de pequenos agropecuaristas de Afogados. 

“Esse projeto tem uma duração de dois anos. Estamos levando para os pequenos criadores, de graça, uma tecnologia que é cara, e que vai fortalecer bastante a nossa cadeia produtiva da pecuária,” destacou Rivélton.

Nessa primeira rodada estão sendo beneficiados oito criadores, totalizando cinquenta animais a serem inseminados artificialmente. 

A parte técnica do programa está sendo coordenada pelo veterinário da CONAFER, Joaquim Bezerra. 

“Estamos nesse primeiro momento realizando o exame ginecológico para avaliação do animal, para saber se ele está apto para a inseminação. Tudo estando certo, realizamos o procedimento para a ovulação e 48 horas depois realizamos a inseminação de fato. Essa é uma ação que vai melhorar a renda dos agropecuaristas de Afogados,” declarou Joaquim Bezerra. 

Segundo Rivélton Santos, o programa tem duração de dois anos, podendo ser renovado por mais dois. Os produtores interessados devem procurar a Secretaria Municipal de Agricultura, no prédio do Centro Tecnológico (antiga CAGEPE), para inscrição no programa.