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Baile em Arcoverde reúne mil idosos em ação de convivência e direitos

Por André Luis

A Prefeitura de Arcoverde realizou, nesta terça-feira (3), a segunda edição do Baile da Pessoa Idosa, no Esporte Clube Municipal. Organizado pelas secretarias de Assistência Social e de Turismo, Esportes e Eventos, o encontro reuniu cerca de mil pessoas, que acessaram o local mediante ingressos distribuídos previamente pela rede socioassistencial da cidade.

A programação, animada pela Opera Banda Show, contou com concurso de fantasias e premiações, além de serviços de maquiagem e um estande informativo focado na difusão dos direitos da pessoa idosa.

Para o prefeito Zeca Cavalcanti, o evento integra um conjunto de ações de reconhecimento a essa parcela da população. “Essa festa é para quem sabe viver. Aqui a gente vê alegria, cuidado, abraço e carinho. É um evento pensado com atenção aos detalhes, algo que não se vê com frequência, mas que faz toda a diferença na qualidade de vida das pessoas. Cuidar da nossa terceira idade é um compromisso da nossa gestão”, afirmou.

A secretária de Assistência Social, Neila Lira, ressaltou que a iniciativa é o desdobramento de um trabalho de escuta ativa realizado ao longo de todo o ano. “A Assistência Social atua o ano inteiro criando espaços de convivência e cuidado. O baile nasce dessa escuta: um ambiente próprio para os idosos, com conforto, segurança, músicas que eles gostam e atenção em cada detalhe”, explicou a secretária.

O evento reforça a implementação de políticas públicas integrais em Arcoverde, voltadas ao suporte geracional e ao fortalecimento dos vínculos comunitários no município.

Outras Notícias

Coluna do Domingão

É tão bom assim ser presidente de Câmara? Esses dias, temos acompanhado a discussão pela eleição da Mesa Diretora de algumas Câmaras de Vereadores no Pajeú. Duas cidades especificamente chamaram a atenção: São José do Egito e Tabira, essas, notícia pelo debate não republicano para escolha da presidência. A segunda, a Cidade das Tradições, já […]

É tão bom assim ser presidente de Câmara?

Esses dias, temos acompanhado a discussão pela eleição da Mesa Diretora de algumas Câmaras de Vereadores no Pajeú.

Duas cidades especificamente chamaram a atenção: São José do Egito e Tabira, essas, notícia pelo debate não republicano para escolha da presidência. A segunda, a Cidade das Tradições, já liderou o ranking da eleição mais baixo nível da região.

As conversas impublicáveis sobre o que rolou de propostas para que vereadores de uma lado aderissem ao outro ficam na casa dos milhares de reais. Da reeleição de Nely Sampaio, com a histórica virada para seu apoio de Dicinha do Calçamento e Didi de Heleno, até a eleição de Djalma das Almofadas com “a virada II, a Missão”, de Dicinha, os valores especulados na compra de apoios estão na casa dos três dígitos. De R$ 120 mil na época de Nely – ela nega – até R$ 400 a R$ 500 mil oferecidos nos dias ds hoje circulam no baixo clero da fofoca.

Em São José do Egito, a negociação chegou a outro nível. Na terra que se orgulha de seus poetas e cantadores, a decência política vai se deteriorando a cada debate. Foi na cidade que a população começou a cunhar a expressão “sequestrado” para adaptá -la à política. Na Capital da Poesia, “sequestrados” é como são chamados os vereadores governistas que se alinharam à reeleição de João de Maria.

Isso porque para evitar cooptação de pessoas próximas ao prefeito Evandro Valadares – João de Maria faz oposição à sua gestão por exemplo engavetando um projeto de reforma da previdência – os vereadores são obrigados a uma “reclusão voluntária”. São levados para um imóvel no litoral e ficam quase incomunicáveis. Até o telefone que toca é vistoriado.

Daí a comparação com sequestrados, como se estivessem em um cativeiro, incomunicáveis com a sociedade. “São obrigados a só aparecer na cidade no dia da votação”, revelou o vereador Vicente de Vevéi, que não comunga da prática e a taxa de um tapa na cara da população da cidade.

Imagine o que, além do cativeiro mobiliado com café, almoço e janta deve ter sido oferecido para que se submetessem a essa condição, impedidos até da despedida ao colega Flávio Jucá, morto de infarto há uma semana.

Em algumas cidades, a peleja já foi decidida com a antecipação da eleição, outro mecanismo criado para ampliar espaços de poder de quem preside.

Registre-se, há algumas exceções, onde o debate é mais republicano. Discutem-se espaços políticos, acomodam-se aliados, ajusta-se para favorecer o entendimento. Em Serra Talhada, foi assim na escolha de Manoel Enfermeiro em detrimento de Gin Oliveira. Ele vai presidir o próximo biênio. Para evitar racha na base ou relação estremecida, a prefeita Márcia Conrado ajudou a bater o martelo.

Todo esse debate não vem por acaso. O valor do repasse do duodécimo é baseado na arrecadação de algumas receitas do exercício anterior à competência atual. Pode chover granizo, ameaçar atrasar servidor, repasses obrigatórios para saúde e educação, não importa. A cada mês o dinheiro tem que cair na conta. A depender do município, retirados salários dos parlamentares, servidores, assessores e penduricalhos, ainda há uma boa margem para manobra. Isso dá ao presidente da Câmara poderes que o colocam em uma posição de destaque, pro bem e pro mal.

Por isso o desejo e ambição que a função exerce gera esse tipo de expediente. Menos mal que as crianças não estão assistindo a tudo isso. Caso contrário, dava pra imaginar o pedido de natal de muitas delas. “Mamãe, quando eu crescer, quero ser presidente de Câmara e morar num gabinete. É muito divertido!”

Patrícia não foi Bacana 

Dos vereadores “sequestrados” para votar em João de Maria, a maior indignação do grupo de Evandro Valadares é com Patrícia de Bacana, que estava na Secretaria de Serviços Públicos e, traindo a promessa ao prefeito, pulou da pasta e do barco. Alegam que ela teria dívidas de campanha e que a proposta de João foi irrecusável, mesmo que ninguém prove nada.

João e a caminhonete 

Na boca miúda e nas conversas da Rua da Baixa, dizem que João se desfez até de uma caminhonete para aliciar os votos que lhe faltavam para a reeleição. Todos falam, mas só João pode confirmar. Pior são os valores. É um tal de “foi R$ 400 mil pra uma”, R$ 200 mil pro outro”…

Isso tudo?

Em Tabira, no fofocômetro, falam em uma gorda oferta para Didi de Heleno votar na chapa oposicionista, que ainda tenta manter Djalma das Almofadas no poder. Dicinha do Calçamento já está no bloco oposicionista e dessa vez, pela fama de vira-vira e pula-pula, não foi procurado por ninguém.

Última chance

Representantes de bairros de Afogados da Ingazeira avaliaram 2022 como um ano perdido em relação à gestão Sandrinho. Foi no Debate das Dez. Dizem que faltou discussão, interlocução e ações que melhorem a qualidade de vida nos bairros. Salvaram-se algumas ações pontuais e a confiança de que o cenário vai ser diferente em 2023, ano chave para o gestor, na boca de uma reeleição que já invocou ter direito.

Sem definição 

Raquel Lyra não deu nenhum sinal na reunião de prefeitos sobre equipe de governo ou plano de ações para os primeiros meses a partir de janeiro. Muitos gestores saíram na foto com ela sem nenhuma definição específica. Única certeza é da construção de “racreches”, um mantra de sua campanha.

Era uma casa muito engraçada 

O Ministério Público e seu coordenador Lúcio Luiz de Almeida Neto já deveriam ter tomado uma providência em relação ao imóvel abandonado que pertence à instituição e fica na Roberto Nogueira Lima. Ou reforma e disponibiliza para um dos promotores ou, caso seja “miséria” ocupá-lo, que o cedam para o poder público economizar com aluguel. Cedê-lo a um sem teto talvez seja demais pra eles.

Frase da semana:

“Quem decide o meu futuro, para onde eu vou, para onde vai as Forças Armadas, a Câmara e o Senado são vocês”.

Do presidente Jair Bolsonaro em fala golpista a golpistas no Palácio da Alvorada.

Pai de Vorcaro doou R$ 1 milhão para partido de Zema em Minas

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) usou, nesta quinta-feira (14/5), a doação de R$ 1 milhão feita por Henrique Moura Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, ao Partido Novo, de Minas Gerais, para atacar o pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo). Henrique foi preso nesta manhã durante a 6ª fase da Operação Compliance Zero. […]

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) usou, nesta quinta-feira (14/5), a doação de R$ 1 milhão feita por Henrique Moura Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, ao Partido Novo, de Minas Gerais, para atacar o pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo).

Henrique foi preso nesta manhã durante a 6ª fase da Operação Compliance Zero.

Eduardo apresentou detalhamento das receitas da prestação de contas do partido e destacou a doação de R$ 1 milhão de Henrique Vorcaro.

Ele elevou o tom após críticas de Zema ao senador Flávio Bolsonaro (PL), que é pré-candidato à Presidência da República, por pedido de dinheiro feito por Flávio ao ex-controlador do Banco Master para financiar o filme “Dark Horse”, que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Na crítica, o político mineiro alegou que não adianta criticar práticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “e fazer a mesma coisa”.

 

Crise da água: Rosário entra no volume morto até o fim do mês, revela Compesa

A revelação é do Chefe de Distribuição da Compesa no Pajeú, Washington Jordão: a barragem do Rosário, que hoje socorre quatro municípios – Iguaraci, São José do Egito, Ingazeira, Tuparetama – e um distrito, Jabitacá, entra no colapso até o fim do mês. A Barragem conta com cerca de 5% de água e deve entrar […]

Washington Jordão e Ademar Oliveira: quadro crítico no Pajeú
Washington Jordão e Ademar Oliveira: quadro crítico no Pajeú

A revelação é do Chefe de Distribuição da Compesa no Pajeú, Washington Jordão: a barragem do Rosário, que hoje socorre quatro municípios – Iguaraci, São José do Egito, Ingazeira, Tuparetama – e um distrito, Jabitacá, entra no colapso até o fim do mês.

rosário-Itamar-França-300x169A Barragem conta com cerca de 5% de água e deve entrar no chamado volume morto até o fim do mês. “Se as chuvas não ocorrerem até o começo de fevereiro, vamos entrar no volume morto e essa água deve durar mais três ou quatro meses no máximo”, afirmou.

Em virtude disso, a Compesa solicitou ao Comando do 23º Batalhão que fiscalize a proibição de  banho e  pesca neste período, para  preservar o pouco de água que ainda resta na barragem.

Já a Barragem de Brotas tem cerca de 20%, mas a cidade de Afogados, além de Tabira é abastecida por duas Adutoras, a Zé Dantas e do Pajeú.

Em Itapetim, ainda há a maior crise no abastecimento, feito apenas por carros pipa.

O quadro das barragens também tem impacto na zona rural, pois a distribuição de carros pipa também dependem desses reservatórios. A constatação é de Ademar Oliveira, Secretário de Agricultura do município de Afogados da Ingazeira. “A Codecipe havia começado a voltar o abastecimento semana passada, mas parou e não consigo falar com o coordenador”, lamentou.

Fábrica do Aché começa a ser construída em Pernambuco

Há menos de um mês após a inauguração do novo complexo industrial do Grupo Inbetta no Paulista, Pernambuco conta com o início da construção de mais uma fábrica, desta vez, da empresa Aché Laboratórios Farmacêuticos. A nova unidade está sendo instalada no Complexo Industrial Portuário de Suape, no Cabo de Santo Agostinho, e contará com um […]

Há menos de um mês após a inauguração do novo complexo industrial do Grupo Inbetta no Paulista, Pernambuco conta com o início da construção de mais uma fábrica, desta vez, da empresa Aché Laboratórios Farmacêuticos.

A nova unidade está sendo instalada no Complexo Industrial Portuário de Suape, no Cabo de Santo Agostinho, e contará com um investimento de R$ 500 milhões.

E para celebrar o início das obras, o governador Paulo Câmara participou, na manhã desta segunda-feira (07.05), da cerimônia de lançamento da pedra fundamental do empreendimento, que irá gerar 200 novos empregos imediatos. A conclusão da primeira etapa do projeto está prevista para o primeiro semestre de 2019. A expectativa é de que sejam ofertados mais três mil postos de trabalho diretos e indiretos após a conclusão total do parque fabril.

O Aché Laboratórios vai atuar em Pernambuco com a fabricação de medicamentos alopáticos e fitoterápicos para uso humano, em uma estrutura total de 25 hectares. O projeto, que será entregue em duas fases, contempla a implantação de uma fábrica para produção de medicamentos sólidos e um centro de distribuição.

Na primeira fase, será construída uma área dedicada para embalagem de produtos sólidos e o centro de distribuição, os quais serão inaugurados ainda no primeiro semestre de 2019. Já a segunda etapa, que contempla o espaço para a fabricação dos medicamentos, está prevista para 2021. Quando totalmente concluída, a planta de Pernambuco terá capacidade para produzir cerca de 700 milhões de unidades de medicamentos por ano.

Inicialmente, os produtos serão trazidos de Guarulhos (SP) em granel (comprimidos e cápsulas) para o complexo fabril de Pernambucano, onde serão embalados e distribuídos para as regiões Norte e Nordeste. Após a finalização da segunda fase do projeto, em 2021, os medicamentos sólidos também serão fabricados em Suape.

O Governo de Pernambuco iniciou as negociações com o Grupo Aché em dezembro de 2015, quando o governador Paulo Câmara visitou a fábrica de Londrina (PR). Após um ano de visitas, estudos, reuniões e negociações, um Protocolo de Intenções para a instalação do empreendimento foi assinado em dezembro de 2016. Em abril de 2017, a empresa venceu a licitação para aquisição de um terreno de 25 hectares. Logo em seguida, em maio do ano passado, foi assinado o contrato de compra e venda do terreno.

Vereador tucano antecipa apoio a Patriota em 2016. “A Frente estará unida”, garante

O vereador tucano Igor Mariano concordou com a posição do socialista Adelmo Moura de que faltou estrutura com maior distribuição de material de campanha pelo PSDB no interior do Estado, o que justificou a derrota acachapante de Aécio Neves domingo, somado a fatores como o peso de Lula no Sertão e o medo de sertanejos […]

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O vereador tucano Igor Mariano concordou com a posição do socialista Adelmo Moura de que faltou estrutura com maior distribuição de material de campanha pelo PSDB no interior do Estado, o que justificou a derrota acachapante de Aécio Neves domingo, somado a fatores como o peso de Lula no Sertão e o medo de sertanejos de perder conquistas como o Bolsa Família.

“Para que se tenha uma ideia, só a vereadora Aline Mariano, de forma isolada, manteve um comitê aberto no Pajeú e não tivemos mais nada”, justifica.

Igor também falou sobre a escolha da nova Mesa Diretora da Câmara, em dezembro, e afirmou não acreditar que falte unidade na escolha do nome, o que beneficiaria a oposição. Mesmo reconhecendo que nomes já ventilados como Raimundo Lima e Zé Carlos tem plenas credenciais de gerir a casa, também colocou seu nome na discussão. “Estaremos unidos. Não haverá racha”, garantiu.

Da mesma forma, ele disse acreditar na unidade de Patriota e Totonho para 2016 e defendeu a reeleição do atual prefeito. “Estaremos unidos com Patriota para ganhar as eleições”, adiantou.