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Asserpe elege nova diretoria para o triênio 2025-2028

Por Nill Júnior

Cacá Marthins assume a presidência em um momento de transformação para a radiodifusão pernambucana

Por Léo Mendes – TV Guararapes 

A Associação das Emissoras de Rádio e TV de Pernambuco (Asserpe) realizou, na manhã desta quinta-feira (27), a eleição de sua nova diretoria para o triênio 2025-2028. O evento ocorreu no Hotel Radisson, em Boa Viagem, e contou com a presença de representantes do setor de radiodifusão de todo o estado.Com chapa única, a presidência será assumida por Cacá Marthins, Superintendente do Sistema Opinião e da TV Guararapes, que substitui Nill Júnior após seis anos à frente da entidade. A nova gestão assume em um momento de grandes desafios para o setor, marcado por transformações impulsionadas pela digitalização e pelas novas formas de consumo de conteúdo.Para Cacá Marthins, liderar a Asserpe representa tanto uma honra quanto um grande desafio em sua trajetória. “Além de uma grande alegria, é o coroamento da minha carreira. A radiodifusão pernambucana sempre teve um papel de destaque no cenário nacional, então, dirigir essa entidade é motivo de muito orgulho. Mas também existe uma enorme responsabilidade. A Asserpe sempre foi uma associação de protagonismo, e substituir grandes líderes, como Nill Júnior e os presidentes que vieram antes dele, não é uma tarefa fácil”, afirmou.Asserpe elege nova diretoria para o triênio 2025-2028A nova diretoria tem como prioridade fortalecer a atuação das emissoras associadas e ampliar o diálogo com aquelas que ainda não fazem parte da entidade. “Vamos buscar todos os associados, bem como aqueles que ainda não fazem parte da associação, para mostrar o trabalho sério que realizamos. Nosso objetivo é contribuir para o fortalecimento e o reconhecimento ainda maior da radiodifusão pernambucana. Enquanto as rádios e TVs locais enfrentam a obrigação de pagar impostos, garantir direitos trabalhistas e seguir normas rígidas, as plataformas digitais atuam sem a mesma regulamentação. Queremos uma concorrência justa, onde todos sigam as mesmas regras”, declarou Cacá.A nova composição da diretoria da Asserpe traz uma representação mais ampla do estado, garantindo espaço para emissoras do Agreste e do Sertão. A vice-presidente do Sertão, Ana Amélia Lemos, reforçou a importância dessa representatividade. “É uma grande alegria estar à frente dessa vice-presidência. O Sertão é muito extenso e distante da Região Metropolitana, mas a Asserpe sempre esteve presente, oferecendo suporte e inovação. A associação nos dá total apoio com cursos e palestras, permitindo que as rádios do interior acompanhem as mudanças tecnológicas”, ressaltou.Após dois mandatos consecutivos, Nill Júnior deixa a presidência da Asserpe com a sensação de dever cumprido. Ele recordou que sua gestão foi marcada por grandes desafios, especialmente devido à pandemia. “Foram seis anos de muito trabalho a serviço da TV e do rádio de Pernambuco. O primeiro ciclo foi impactado pela pandemia, que trouxe desafios enormes para as emissoras. Tivemos que lidar com questões legislativas, a migração para o digital e o fortalecimento das transmissões online. Mas conseguimos conduzir esse momento com equilíbrio”.Nill Júnior destacou ainda que a Asserpe é uma das associações mais respeitadas do país e que sua administração foi pautada pelo compromisso com a radiodifusão. “Encerramos esse ciclo com chave de ouro, com a realização do Fala Norte-Nordeste, um dos eventos mais importantes do setor. Estou de consciência tranquila, sabendo que fizemos o possível para fortalecer o rádio e a TV pernambucana”, declarou.Marcelo Pitanga, conselheiro fiscal da Asserpe, ressaltou a relevância da entidade para o setor e a troca de experiências entre as emissoras. “Vivemos um momento muito positivo na Asserpe. É uma instituição forte, respeitada e que sempre foi uma grande escola para todos nós. A troca entre as emissoras da capital e do interior é fundamental. Temos talentos incríveis em todo o estado, e a associação nos proporciona essa conexão”, afirmou.Ivan Feitosa, diretor-secretário da Asserpe, reforçou seu compromisso com o fortalecimento do setor e destacou a importância da continuidade das ações bem-sucedidas da gestão anterior. “Temos duas décadas de atuação na Asserpe, tanto na presidência quanto na vice-presidência. Disse ao nosso novo presidente, Cacá Marthins, que, independentemente do cargo, sou um soldado à disposição da radiodifusão. Acredito que Cacá dará sequência às boas ações do nosso ex-presidente Nill Júnior e, sem dúvida, implantará novidades que convergem com esse grande momento que vive a radiodifusão em Pernambuco e no Brasil.”A nova gestão da Asserpe inicia seu ciclo com o compromisso de fortalecer o setor e garantir que o rádio e a TV de Pernambuco continuem relevantes e inovadores no cenário nacional. A cerimônia de posse ocorrerá no dia 22 de maio.

Outras Notícias

Irã ataca bases americanas em resposta a ataque coordenado de EUA e Israel

Do UOL Em resposta ao ataque coordenado entre Estados Unidos e Israel, o Irã ataca na manhã de hoje bases americanas no Oriente Médio. A capital Teerã havia alertado sobre uma ‘guerra devastadora’ caso o país fosse atacado. Irã está retaliando múltiplas instalações militares dos EUA, afirmou uma autoridade americana. Segundo o jornal The New […]

Do UOL

Em resposta ao ataque coordenado entre Estados Unidos e Israel, o Irã ataca na manhã de hoje bases americanas no Oriente Médio. A capital Teerã havia alertado sobre uma ‘guerra devastadora’ caso o país fosse atacado.

Irã está retaliando múltiplas instalações militares dos EUA, afirmou uma autoridade americana. Segundo o jornal The New York Times, o ministério da Defesa dos Emirados afirmou em um comunicado que interceptou “mísseis balísticos iranianos” e que uma pessoa na capital, Abu Dhabi, morreu em decorrência da queda de destroços.

Emirados Árabes afirmaram em comunicado que vão responder à escalada de ataques. “Os Emirados Árabes Unidos reservam-se o pleno direito de responder a esta escalada e de tomar todas as medidas necessárias para proteger seu território, cidadãos e residentes”, dizia o comunicado.

Irã promete resposta a Israel e EUA após ataque coordenado. “Daremos a Israel e à América uma lição que eles nunca vivenciaram em sua história”, disse um porta-voz militar iraniano a agência de notícias iraniana Fars. “Qualquer base que ajude a América e Israel será alvo das forças armadas iranianas”.

Ataque coordenado

Os Estados Unidos e Israel lançaram um ataque coordenado contra o Irã hoje. O presidente dos EUA disse que o objetivo do ataque era defender o povo americano. Já o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, declarou estado de emergência em todo o território nacional.

Anúncio do ministro israelense foi feito enquanto uma densa fumaça subia de uma explosão no centro de Teerã, capital do Irã. “Israel lançou um ataque preventivo contra o Irã para eliminar as ameaças ao Estado israelense”, disse o Ministro da Defesa, Israel Katz.

Ao mesmo tempo, sirenes soaram em Israel. Os militares israelenses disseram que o alerta era “preventivo, para preparar o público para a possibilidade de lançamento de mísseis contra o Estado de Israel”.

As Forças Armadas de Israel anunciaram o fechamento de escolas e locais de trabalho, com exceção de setores essenciais. Israel fechou seu espaço aéreo para voos civis, e a autoridade aeroportuária pediu ao público que não se dirigisse a nenhum dos aeroportos do país.

‘Grandes operações de combate no Irã’, diz Trump

Presidente dos EUA, Donald Trump se manifestou sobre a ação após o anúncio do ministro israelense. “Há pouco, os militares dos Estados Unidos iniciaram grandes operações de combate no Irã. O nosso objetivo é defender o povo americano eliminando ameaças do regime iraniano”, disse em vídeo publicado em sua rede social.

Trump reconheceu que poderia haver baixas americanas em caso de retaliação do Irã. O presidente americano disse que “isso acontece frequentemente em guerras”. Trump afirmou que pretende destruir o arsenal de mísseis do Irã e garantir que o país não obtenha uma arma nuclear.

Governo Donald Trump reuniu uma vasta frota de caças e navios de guerra em meio às negociações sobre o programa nuclear do Irã. Apesar das conversas, o presidente americano declarou ontem estar decepcionado com o andamento das tratativas e afirmou que “às vezes é preciso usar a força”.

Parceria entre Sicoob e Edson Simões une café e educação financeira

Muito legal o projeto piloto “Ser Jovem Empreendedor”, parceria do Sicoob com a Escola Edson Simões, de São José do Egito. Das dicas e formação em empreendedorismo, nasceu a cafeteria @poiesiscoffee_sje . Nascida e pensada para a cidade de São José do Egito, conhecida como o BERÇO IMORTAL DA POESIA, a escolha do nome se […]

Muito legal o projeto piloto “Ser Jovem Empreendedor”, parceria do Sicoob com a Escola Edson Simões, de São José do Egito.

Das dicas e formação em empreendedorismo, nasceu a cafeteria @poiesiscoffee_sje .

Nascida e pensada para a cidade de São José do Egito, conhecida como o BERÇO IMORTAL DA POESIA, a escolha do nome se dá pelo ideário de poesia, palavra descendente do grego POIESIS. Na e pela “poíesis”, o próprio real se destina no homem para que este o realize numa plenitude que o próprio real por si não realiza, se constitui como linguagem, mundo, verdade, sentido, tempo e história, em qualquer cultura.

O projeto trabalha gestão, produção, marketing, e é um sucesso! E teve a parceria do Café Santa Clara, que entrou com os insumos.

“Muito mais que uma simples cafeteria, Poíesis é a união do empreendedorismo estudantil da Escola de Referência em Ensino Médio Édson Simões – EREMES com o desejo de criar um espaço voltado a degustação dos mais variados tipos de sabores que levam em sua matriz o gosto inigualável e tradicional do café”.

O projeto será apresentado na FENAP, a Feira de Negócios do Alto Pajeú. A parceria vai longe.

O programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, recebeu Cleire Michelli, especialista em Investimento Social e Estratégico do Sicoob, Jefferson Renato, professor de Química da Escola e Ana Karolini, aluna da escola, falando da bela parceria, que tem cheiro de café e empreendedorismo.

Veja fotos do projeto:

Serra: Presidente do Sintest defende enxugamento da máquina para concessão do piso dos professores

Diante de muita pressão e protestos na cidade pelo reajuste do piso dos professores, a prefeita Márcia Conrado se reuniu nesta terça-feira (22) com os vereadores e com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Serra Talhada (Sintest).  Na ocasião, a gestão apresentou os dados financeiros do  município e os impactos orçamentários que serão gerados […]

Diante de muita pressão e protestos na cidade pelo reajuste do piso dos professores, a prefeita Márcia Conrado se reuniu nesta terça-feira (22) com os vereadores e com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Serra Talhada (Sintest). 

Na ocasião, a gestão apresentou os dados financeiros do  município e os impactos orçamentários que serão gerados com o reajuste salarial de 33,24%. 

“Inicialmente nos reunimos com os vereadores da cidade para discutir o tema e em seguida sentamos com representantes do Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação (SINTEST), onde apresentamos a realidade do Município e os impactos e consequências que serão gerados em toda a gestão pública, além de ouvirmos as demandas da categoria”, informou a prefeita nas redes sociais.

Para o presidente do Sintest, Júnior Moraes, o município precisa fazer um enxugamento da máquina pública e conceder o reajuste obrigatório por lei a todos os trabalhadores da educação.

“Os  números são muito difíceis de serem digeridos. Nós representamos todos os trabalhadores da educação, e quando você vê o implemento do piso chegar a quase 100% do Fundeb é muito preocupante. De fato a gestão tem que cortar na própria carne, diminuir contratos e algumas concessões que existem, mas que os trabalhadores da educação não paguem a conta”, afirmou.

Sandrinho sobre repetir chapa: “acredito que será o caminho”

O prefeito Sandrinho Palmeira disse ao Frente a Frente como vê a discussão em torno da vice na Frente Popular. Ontem, foi revelada a posição de Totonho Valadares sobre não abrir em relação à escolha da vice para Daniel Valadares. “A Frente Popular tem maturidade grande em relação a isso. Quando fui pré-candidato a vice […]

O prefeito Sandrinho Palmeira disse ao Frente a Frente como vê a discussão em torno da vice na Frente Popular.

Ontem, foi revelada a posição de Totonho Valadares sobre não abrir em relação à escolha da vice para Daniel Valadares.

“A Frente Popular tem maturidade grande em relação a isso. Quando fui pré-candidato a vice disputei com seis nomes e consolidamos o nome sem nenhum racha, nenhum rompimento. Qualquer pessoa pode colocar o nome, inclusive até  a prefeito. Todos os dias tenho que matar um leão para consolidar minha candidatura, dada a quantidade de quadros”.

Sandrinho afirmou que em nenhum momento José Patriota falou com ele de outro nome pra vice. “O que ouvi em alguns momentos é que não se pode impedir outras pessoas de colocarem nome, o que também é verdade”.

Mas sinalizou preferir manter a dobradinha com Daniel Valadares. “O que eu tenho colocado é que a gente junto, eu e Daniel temos uma aprovação média de 70%. E não governo sozinho. Governo com a equipe e com o vice. O que eu tenho sentido da população é a (preferência pela) manutenção da chapa. E também não escondo de ninguém e acredito que esse vá ser o caminho que vá acontecer”.

E seguiu: “em algum momento uns colocaram o nome  e retiraram, outros colocaram agora. A Frente Popular é isso. Estamos para ouvir, discutir. Tem que ter perguntas, como o porquê de tirar A ou B, os critérios, porque você quer ser. E vamos no processo democrático com maturidade chegar a um denominador comum”.

Impeachment de Dilma não irá salvar Brasil, diz imprensa estrangeira

G1 No dia em que o Senado deverá aprovar o impeachment de Dilma Rousseff, jornais no exterior destacam que o afastamento definitivo da presidente está longe de resolver os problemas do país. Para o jornal americano The Washington Post, o longo processo de impeachment, que se estende por nove meses, pode servir apenas para “alienar […]

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G1

No dia em que o Senado deverá aprovar o impeachment de Dilma Rousseff, jornais no exterior destacam que o afastamento definitivo da presidente está longe de resolver os problemas do país.

Para o jornal americano The Washington Post, o longo processo de impeachment, que se estende por nove meses, pode servir apenas para “alienar mais ainda eleitores desencantados com o sistema político”.

A publicação afirma que o processo desorganizou a esquerda no país – como exemplo disso, cita a baixa adesão aos protestos pró-Dilma em Brasília nesta semana e a postura “desapaixonada” de congressistas do PT em defesa da presidente afastada.

O jornal aponta que o presidente interino, Michel Temer, se revelou tão impopular quanto Dilma – segundo pesquisa Ibope de julho, apenas 13% dos brasileiros consideravam o governo bom ou ótimo.

Diz ainda que o atual processo expôs fraquezas no sistema político do país, em que o presidente depende de acordos com “inúmeros partidos sem ideologia clara”, em arranjos que “incentivam a corrupção”.

Para a publicação americana, um “vácuo de poder” está se abrindo na política nacional – e sendo preenchido por siglas menores de esquerda e candidatos evangélicos.

Incerteza na economia: Em texto sobre as perspectivas econômicas do país, o Wall Street Journal afirma que “investidores podem estar dando muito crédito a políticos do país e desconsiderando os problemas”.

O diário lembra que o real se apreciou mais de 8% ante o dólar – é a moeda que mais se valorizou no mundo neste ano – e o Ibovespa avançou 9,9% desde o afastamento provisório de Dilma em maio, mas desde então Temer “fez muito pouco” para enfrentar o rombo nas contas públicas do país.

Afirma que propostas neste sentido – como uma possível reforma da Previdência e um limite constitucional aos gastos públicos – provavelmente não passarão no Congresso, enquanto as “primeiras ações” de Temer no cargo vão em sentido oposto: carência a Estados endividados com a União e “aumentos para servidores públicos muito bem pagos”.

“É difícil imaginar uma medida pior”, disse ao jornal Marcos Lisboa, ex-secretário de Política Econômica no governo Luiz Inácio Lula da Silva e diretor-presidente do centro de ensino e pesquisa Insper.

Em texto de opinião na revista Fortune, João Augusto de Castro Neves, diretor de América Latina da consultoria Eurasia Group, diz que o impeachment não irá solucionar “meses de turbulência política e econômica”.

O consultor descreve a permanência, no Brasil, de um cenário de “tempestade perfeita”: economia global menos favorável, recessão profunda, desequilíbrio fiscal, escândalo de corrupção em curso e o usual embate político.