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Artista sertaniense faz live solidária logo mais

Por Nill Júnior

Neste sábado, às oito da noite, a dica é  acompanhar a live com o cantor sertaniense José Brasiliano, o Charuto.

A live do artista, que fez parte do célebre e inesquecível Conjunto Musical Marajoara, será em prol da construção do Memorial Padre Cristiano e será transmitido pelo canal YouTube Mídia em Ação.

Charuto trará em seu repertório canções inesquecíveis e que foram sucesso nos anos 60, 70 e 80, com todo romantismo que o caracteriza.

Também fará homenagem a Sertânia na véspera do aniversário da cidade. Charuto  traz em sua história musical e de educador todo o amor pela princesa do Moxotó.

Não vamos esquecer que o evento será em prol da Construção do memorial Padre Cristiano.

Outras Notícias

Ângelo Ferreira defende nome de Sávio Torres em encontro

O deputado estadual Ângelo Ferreira participou neste domingo (03) de uma reunião organizada pelo ex-prefeito Sávio Torres na cidade de Tuparetama. Na reunião foi apresentada a  adesão do médico Renato Granjeiro ao grupo político de Torres. Segundo a assessoria de Ângelo, o médico anunciou recentemente o rompimento com o atual prefeito Dêva Pessoa. Ele se […]

IMG-20150503-WA0024O deputado estadual Ângelo Ferreira participou neste domingo (03) de uma reunião organizada pelo ex-prefeito Sávio Torres na cidade de Tuparetama.

Na reunião foi apresentada a  adesão do médico Renato Granjeiro ao grupo político de Torres. Segundo a assessoria de Ângelo, o médico anunciou recentemente o rompimento com o atual prefeito Dêva Pessoa.

Ele se junta ao vice-prefeito Ivaí Cavalcante. Segundo Ângelo, “as adesões  fortalecem o nome de Sávio Torres” que, garante, vai disputar as eleições municipais do próximo ano.

Daniel Bueno tem alta e já está em casa

O irmão do cantor Daniel Bueno, Isnaldo Medeiros, informou ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que o artista, produtor e escritor teve alta hospitalar na noite de ontem (21). Daniel estava internado a alguns dias no Hospital da Restauração, onde foi vítima de uma aneurisma. “Ele acabou pegando covid, mas está assintomático e está […]

O irmão do cantor Daniel Bueno, Isnaldo Medeiros, informou ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que o artista, produtor e escritor teve alta hospitalar na noite de ontem (21).

Daniel estava internado a alguns dias no Hospital da Restauração, onde foi vítima de uma aneurisma. “Ele acabou pegando covid, mas está assintomático e está em casa”, comemorou. Ele aproveitou para agradecer aos fãs, amigos e amigas pelo carinho e orações que fizeram para meu irmão Obrigado a todos”, pontuou Isnaldo.

A notícia do aneurisma foi dada dia 8 de julho no programa de Geraldo Freire, na rádio Jornal, o médico Paulo Brayner confirmava que o cantor de 61 anos, natural de Carnaíba, no Sertão do Pajeú, havia sofrido um aneurisma cerebral, mas estava fora de risco, requerendo apenas alguns cuidados.

Daniel é multi talentoso: também é autor de livros como o belíssimo livro Glossário Gonzaguiano, com prefácio de Geraldo Freire e apresentação do acadêmico José Paulo Cavalcanti. Durante dois anos, o radialista Roberval Medeiros, que é cantor e compositor com o pseudônimo de Daniel Bueno, pesquisou sobre os termos usados por Luiz Gonzaga nas mais de 500 músicas que gravou durante sua carreira.

Em 2014, Daniel esteve no Cine São José no show dos 55 anos da Rádio Pajeú, onde apresentou o show Mensagens, baseado no seu novo CD Um Canto de Paz. Daniel apresentou belas interpretações de músicas religiosas clássicas, como Noite Traiçoeira, Força e Vitória, Fazei de Mim e outras.

Consórcio da Camargo Corrêa repassou R$ 37,7 mi a doleiro, diz PF

Da Folhapress Um consórcio liderado pela Camargo Corrêa repassou R$ 37,7 milhões a empresas fantasmas do doleiro Alberto Youssef usando como intermediária as empresas Sanko Sider e Sanko Serviços, aponta laudo da Polícia Federal que faz parte de um processo da Operação Lava Jato. O consórcio, chamado CNCC, pagou R$ 38,75 milhões à Sanko por […]

Da Folhapress

Um consórcio liderado pela Camargo Corrêa repassou R$ 37,7 milhões a empresas fantasmas do doleiro Alberto Youssef usando como intermediária as empresas Sanko Sider e Sanko Serviços, aponta laudo da Polícia Federal que faz parte de um processo da Operação Lava Jato.

O consórcio, chamado CNCC, pagou R$ 38,75 milhões à Sanko por serviços em que há “fortes indícios” de que não foram prestados. A maior parte desse valor (R$ 37,73 milhões) foi repassada à MO Consultoria e GFD Investimentos, duas empresas controladas pelo doleiro.

As transferências foram feitas entre outubro de 2010 e dezembro de 2013.

Denúncias de procuradores que atuam na Operação Lava Jato dizem que todos os pagamentos feitos às empresas de Youssef eram repasse de propina, já que essas firmas não tinham atividades que justificassem os recebimentos.

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Dois réus e uma testemunha afirmaram à Justiça que os contratos assinados pelas empresas de Youssef eram só uma forma de justificar a entrada de recursos, já que os serviços nunca foram prestados.

O consórcio recebeu o maior contrato para as obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, de R$ 3,4 bilhões, em valores de 2010. A refinaria, cujo custo inicial era estimado inicialmente em R$ 5,6 bilhões, deve consumir R$ 57 bilhões quando ficar pronta, no próximo ano.

Os procuradores sustentam que contratos superfaturados da refinaria eram uma das fontes do suborno distribuído pelo doleiro Alberto Youssef e pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa a políticos.

A própria Camargo Corrêa fez pagamentos à Sanko que também foram transferidos ao doleiro. Em 20 de julho de 2009, a empreiteira pagou R$ 3,6 milhões à Sanko Sider pelo fornecimento de tubos e prestação de serviços. Logo depois, em 31 de julho e 1º de outubro, a Sanko repassou R$ 3,2 milhões para a MO Consultoria de Youssef.

“Informações obtidas pelos peritos indicam que a venda dos produtos (tubulação) não foi efetivada”, afirma o laudo.

A PF também não encontrou na contabilidade da Sanko registro dos serviços que a empresa diz prestar ao consórcio CNCC.

O laudo diz que há indícios de fraude na avaliação que a Petrobras fez da Sanko para certificar a empresa -todos os fornecedores da estatal precisam desse certificado.

Segundo a PF, a Petrobras aceitava avaliar a Sanko usando documento contábeis de outra empresa, a Cia. Mecânica Auxiliar. A Sanko detém só um terço das ações da Cia. Mecânica, “não figurando nem mesmo como controladora”.

Para os peritos, “os demonstrativos contábeis [de 2009 a 2013] revelaram uma fragilidade financeira acentuada, com seguidos prejuízos e elevado endividamento”. Em 2009, por exemplo, a Sanko registrou um prejuízo de R$ 22,9 milhões e um patrimônio líquido negativo de R$ 64,1 milhões. Os peritos são didáticos sobre o significado de patrimônio líquido negativo: se a Sanko vendesse todos os seus bens e transformasse em dinheiro todos os seus direitos, ficaria devendo R$ 64,1 milhões.

Itapetim: Rua Padre Diniz passa a contar com iluminação em LED

A Rua Padre Diniz, que liga a Rua dos Correios ao Bairro Maria de Lourdes, em Itapetim, passou a contar com iluminação em LED. A intervenção integra o projeto de modernização da iluminação pública no município. A iniciativa, iniciada durante a gestão do ex-prefeito Adelmo Moura, está sendo mantida pela atual prefeita, Aline Karina. Ela […]

A Rua Padre Diniz, que liga a Rua dos Correios ao Bairro Maria de Lourdes, em Itapetim, passou a contar com iluminação em LED. A intervenção integra o projeto de modernização da iluminação pública no município.

A iniciativa, iniciada durante a gestão do ex-prefeito Adelmo Moura, está sendo mantida pela atual prefeita, Aline Karina. Ela esteve no local acompanhando a conclusão dos serviços, ao lado do secretário de Obras, Ítalo Brito.

Além da Rua Padre Diniz, o projeto já contempla outras vias da cidade e dos distritos de São Vicente e Piedade. Segundo a Prefeitura, o objetivo é ampliar a cobertura de iluminação de forma mais eficiente e econômica.

“Tá com a sua mãe”, diz Bolsonaro ao ser questionado sobre Queiroz

O Globo Enquanto cumprimentava apoiadores no portão do Palácio da Alvorada na manhã deste sábado, o presidente Jair Bolsonaro rebateu com irritação a pergunta de um homem que estava no local sobre Fabrício Queiroz , ex-assessor de seu filho Flávio Bolsonaro. ” Tá com a sua mãe”,  disse o presidente, que usava um capacete e se preparava para voltar a […]

O Globo

Enquanto cumprimentava apoiadores no portão do Palácio da Alvorada na manhã deste sábado, o presidente Jair Bolsonaro rebateu com irritação a pergunta de um homem que estava no local sobre Fabrício Queiroz , ex-assessor de seu filho Flávio Bolsonaro.

” Tá com a sua mãe”,  disse o presidente, que usava um capacete e se preparava para voltar a pilotar uma moto dentro das dependências do palácio.

Até então, Bolsonaro conversava amistosamente com cerca de 20 simpatizantes e era saudado por eles. O comentário do homem, que não foi identificado pela reportagem, ocorreu, portanto, fora do contexto.

Flávio e Queiroz, seu ex-motorista e amigo da família Bolsonaro, Queiroz são alvo de procedimento investigatório do Ministério Público do Rio de Janeiro iniciado a partir de relatórios do hoje extinto Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) — hoje Unidade de Inteligência Financeira (UIF) .

O órgão identificou uma movimentação suspeita de R$ 1,2 milhão na conta de Queiroz e também na conta de Flávio. Em um mês, foram 48 depósitos em dinheiro, no total de R$ 96 mil.

Em fevereiro deste ano, Queiroz depôs por escrito ao MP-RJ e admitiu que ficava com parte dos salários dos funcionários do gabinete de Flávio, mas garantiu que o parlamentar não tinha conhecido das suas ações. O depoimento, no entanto, não sanou todas as dúvidas dos investigadores .

Mesmo após os esclarecimentos, o Ministério Público do Rio entrou com um pedido de quebra de sigilo fiscal e bancário de Flávio, Queiroz e outros envolvidos na investigação . O argumento era de que existem indícios de organização criminosa no gabinete do filho do presidente. A Justiça do Rio autorizou em abril o procedimento requisitado pela investigação, que está suspensa desde julho por decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli .

Apesar de não ser considerado foragido pela Justiça e nem esperado para depor às autoridades, Queiroz desapareceu por meses e aumentou a desconfiança que paira sobre ele diante dos indícios investigados pelo MP-RJ de que administrava uma “rachadinha” no gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), recolhendo de funcionários parte de seus salários como condição para que fossem contratados.