Armando debate geração de empregos no Sertão de Itaparica
Por André Luis
Foto: Leo Caldas/Divulgação
Foto: Leo Caldas/Divulgação
Estimular os pequenos negócios para gerar empregos é uma das principais propostas do candidato a governador pela coligação Pernambuco Vai Mudar, senador Armando Monteiro (PTB). Na manhã desta sexta 24, ele percorreu duas feiras livres de municípios do Sertão de Itaparica e debateu com comerciantes e feirantes as dificuldades que eles enfrentam e sobre como oferecer mais oportunidades de trabalho.
“Esse governo só sabe cobrar imposto e arrochar os pequenos. Precisamos criar condições para dar um tratamento justo a quem realmente gera emprego. Também oferecer cursos profissionalizantes e incentivar as atividades tradicionais, como a piscicultura”, disse Armando, pouco depois de visitar a feira de Petrolândia.
Mãe e filha, Giordanete Ramos, 49 anos, e Tâmara Otávia, 33, fizeram questão de tirar uma foto com Armando, que estava com seus companheiros de chapa, o vice Fred Ferreira (PSC) e os senadores Bruno Araújo (PSDB) e Mendonça Filho (DEM), além do deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB) e do ex-vereador de Petrolândia Fabiano Marques (PTB). “Estou sem emprego há muito tempo. E a culpa é desse governador”, reclamou Giordanete.
Na vila de Caraíbas, em Tacaratu, a feirante Antônia Amélia Xavier, 63 anos, garantiu a Armando que vai votar nele. “A gente confia. Só ele pode tirar Pernambuco dessa situação”, disse ela, que negocia feijão na feira há duas décadas e meia. “Tudo muito parado. O comércio está muito ruim. Mas Armando vai ajudar a gente”, afirmou, durante caminhada de Armando, junto com o petebista Zito de Maninho, que foi candidato a prefeito nas últimas eleições.
Ainda em Tacaratu, Armando ganhou apoio de Jeovane Carvalho da Costa, do PSDB, que foi candidato a prefeito em 2016. Outro que declarou apoio à candidatura do senador foi Rogério Ferreira (PR), que foi candidato a prefeito em Jatobá, além de outras lideranças locais.
Em Petrolândia, aderiram ao palanque de Armando o futuro presidente da Câmara Municipal, Joilton Pereira (PTB) e os vereadores Dedé de França (PSB), Dr. Eudes (PV) e Nilson Pescador (PSDC), todos da base da prefeita Janielma de Souza (PSB).
Blog do Finfa Em um áudio que circula nas redes sociais, o pré-candidato a vereador Juciano Marques, afirma categoricamente que a chapa de oposição ao prefeito Zeinha Torres, já está fechada. Segundo ele, será o atual vereador Francisco de Sales e na vice Leonardo, filho do ex-prefeito Francisco Dessoles. “O grupo esta esperando o resultado […]
Em um áudio que circula nas redes sociais, o pré-candidato a vereador Juciano Marques, afirma categoricamente que a chapa de oposição ao prefeito Zeinha Torres, já está fechada.
Segundo ele, será o atual vereador Francisco de Sales e na vice Leonardo, filho do ex-prefeito Francisco Dessoles.
“O grupo esta esperando o resultado da pesquisa pra fazer a divulgação, mas como eu não sou baú pra guardar segredo e nem rabo preso com ninguém, o candidato é Chico de Sales e Léo de Dessoles”, afirma Juciano.
O Palácio do Planalto enviou ao Congresso Nacional um projeto de lei que extingue a escala de trabalho 6×1. De acordo com a Casa Civil, a proposta tramita em regime de urgência constitucional. Na Câmara, já há uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o mesmo tema. Ainda assim, o governo decidiu encaminhar um […]
O Palácio do Planalto enviou ao Congresso Nacional um projeto de lei que extingue a escala de trabalho 6×1. De acordo com a Casa Civil, a proposta tramita em regime de urgência constitucional.
Na Câmara, já há uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o mesmo tema. Ainda assim, o governo decidiu encaminhar um texto próprio, sob a avaliação de que um projeto de lei tem tramitação mais rápida. A medida também sinaliza que o tema está entre as prioridades da gestão.
Mais cedo, o presidente Lula se reuniu com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para discutir a proposta. Também participou do encontro o novo ministro da Articulação, José Guimarães, que tomou posse nesta terça-feira.
Após um almoço com Lula, o ministro da Secretaria de Relações Institucionais afirmou que o presidente solicitou a Motta que tanto o projeto de lei quanto a PEC tramitem na Câmara.
“Vamos sentar e negociar qual é o melhor método para votarmos até o final do ano”, declarou a jornalistas.
Como foi enviado em regime de urgência, o projeto deve ser analisado em até 45 dias; caso contrário, a pauta da Câmara e do Senado pode ficar trancada.
Durante a 13ª edição da Parada da Diversidade do Recife pôde ser notado que poucos candidatos estiveram presentes no evento. Pode ser visto no meio da multidão, o candidato a vice de Armando Monteiro, Paulo Ruben, e o candidato ao senado João Paulo (PT). O também candidato ao governo Zé Gomes (PSOL) durante todo o […]
Durante a 13ª edição da Parada da Diversidade do Recife pôde ser notado que poucos candidatos estiveram presentes no evento. Pode ser visto no meio da multidão, o candidato a vice de Armando Monteiro, Paulo Ruben, e o candidato ao senado João Paulo (PT).
O também candidato ao governo Zé Gomes (PSOL) durante todo o trajeto por Boa Viagem distribuindo adesivos e panfletos. Candidatos ao Senado, Albanise Pires (PSOL); e Edilson Silva (PSOL), que concorre à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), fizeram panfletagem no local. O candidato ao governo pelo PSTU, Jair Pedro, também prestigiou a Parada da Diversidade.
Ao contrário da maioria dos eventos públicos no Estado, a militância da Frente Popular não esteve presente na Parada da Diversidade. Apenas os cabos eleitorais do deputado Daniel Coelho (PSDB) marcaram presença no local. O tucano concorre a uma vaga na Câmara Federal e, apesar de fazer parte da aliança liderada pelo PSB em Pernambuco, o tucano faz uma campanha independente da coligação.
Pesquisa Ibope encomendada pela TV Globo e pelo Jornal do Commercio, divulgada nesta sexta-feira (2), aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para a prefeitura do Recife nas Eleições 2020: O socialista João Campos (PSB) lidera com 23% das intenções de voto, seguido de Mendonça Filho (DEM), com 19%. Eles encontram-se tecnicamente empatados. Na sequência, Marília Arraes (PT), com 14% […]
Pesquisa Ibope encomendada pela TV Globo e pelo Jornal do Commercio, divulgada nesta sexta-feira (2), aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para a prefeitura do Recife nas Eleições 2020: O socialista João Campos (PSB) lidera com 23% das intenções de voto, seguido de Mendonça Filho (DEM), com 19%. Eles encontram-se tecnicamente empatados.
Na sequência, Marília Arraes (PT), com 14% e Delegada Patrícia (Podemos), com 11%. Empátados com 1% Cláudia Ribeiro (PSTU), Coronel Feitosa (PSC) e Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB). Nenhum/branco/nulo somam 22%. Não sabem ou não responderam 7%. Carlos (PSL), Charbel (Novo), Victor Assis (PCO) e Thiago Santos (UP) tiveram menos de 1%. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo Jornal do Commercio.
A pesquisa também perguntou em quem os eleitores não votariam de jeito nenhum. João Campos (PSB) e Mendonça Filho (DEM) tem rejeição de 36%, seguidos de Marília Arraes (PT), com 20%, Coronel Feitosa (PSC) com 17%. Com 11% Carlos (PSL), Charbel (Novo) e Victor Assis (PCO). Com 10%, Cláudia Ribeiro (PSTU), Delegada Patrícia (Podemos), Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB) e Thiago Santos (UP). Poderiam votar em todos 1%. Não sabe ou não responderam 12%.
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Quem foi ouvido: 805 eleitores da cidade do Recife. Quando a pesquisa foi feita: 30 de setembro e 2 de outubro. Número de identificação no TRE-PE: PE 09685/2020. O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.
A oposição acertou com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que vai ampliar nesta terça (13) as justificativas de um dos pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A ideia é incluir que o governo manteve em 2015 irregularidades contábeis que levaram à reprovação das contas do ano passado pelo Tribunal de Contas da […]
A oposição acertou com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que vai ampliar nesta terça (13) as justificativas de um dos pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A ideia é incluir que o governo manteve em 2015 irregularidades contábeis que levaram à reprovação das contas do ano passado pelo Tribunal de Contas da União.
A operação, comandada por deputados do PSDB, pode adiar uma definição sobre o início do processo de impedimento da petista, além de garantir a Cunha tempo para avaliar o cenário após o agravamento das denúncias que o envolvem no esquema de corrupção da Petrobras.
Conforme antecipou a coluna Painel, da Folha, os líderes oposicionistas definiram em uma reunião com Eduardo Cunha, neste sábado (10), que vão anexar ao pedido de impeachment elaborado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior um parecer assinado na sexta pelo procurador do Ministério Público no TCU, Júlio Marcelo, que acusa o Planalto de manter as chamadas pedaladas fiscais neste ano.
Com isso, a oposição atua no sentido de contemplar uma das exigências feitas pelo presidente da Câmara de que só poderia avaliar a abertura de um processo de impeachment se houvesse elementos indicativos de que o governo cometeu irregularidades no atual mandato.
O peemedebista vinha dizendo que atos cometidos pela gestão anterior não poderiam contaminar o atual governo, reeleito no ano passado. Diante da nova operação, Cunha deve encaminhar o aditamento feito pela oposição para a área técnica. Só depois manifestará a sua decisão. Essa análise poderá durar dias e jogar a definição para a próxima semana.
Advogados escalados pelo PT para a defesa da presidente ameaçam, inclusive, levar essa discussão ao STF (Supremo Tribunal Federal) e questionar até mesmo os aditamentos aos pedidos.
A Folha apurou que o presidente da Câmara alertou que tomará uma decisão em relação aos pedidos de impedimento sem açodamento e quando tiver segurança jurídica para evitar eventuais contestações no STF.
Depois que vazaram informações de que Cunha e familiares teriam movimentando milhões fruto de possível propina da Petrobras em contas secretas atribuídas a eles, há expectativa tanto na oposição quanto no Planalto de que Cunha pode mudar o roteiro e aceitar algum pedido de impeachment. A Folha apurou que nem mesmo Cunha descarta uma solução assim.
Esse seria o pior caminho para o governo. Se o peemedebista acolher o pedido, não cabe, portanto, nenhum tipo de recurso por parte do plenário e o processo é aberto imediatamente.
Inicialmente, Cunha tinha sinalizado que arquivaria todos os pedidos de impeachment, levando a oposição a entrar com recurso em plenário —que poderá prosperar se aprovado por 257 deputados.
Cunha desconversa sobre sua estratégia, mas promete discutir os pedidos nesta terça com a área técnica da Câmara. Questionado pela Folha se uma tentativa de reaproximação do Planalto poderia adiar uma definição sobre o caso, ele negou. “Eu tenho obrigação de decidir os pedidos. Não posso deixá-los na gaveta. Nenhum presidente fez isso antes”, disse.” A minha decisão será tomada de forma técnica, jurídica e obedecendo ao regimento, à Constituição e às lei. Não pode ser diferente. Não será política nem pessoal”, completou.
O líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP), nega qualquer acerto com Cunha. “Não sei o que o presidente vai fazer, mas não se trata de estratégia, como foi noticiado, ele tem o dever regimental de receber nosso aditamento. Percebo clara disposição do Cunha em indeferir nosso pedido. Portanto, que busque outros motivos, pois as pedaladas de 2015 já foram constatadas até pelo Ministério Público do TCU e, para admitir o pedido de impeachment, basta existência de indícios de que a presidente cometeu crime de responsabilidade. Sim, pois cabe a comissão processante, após o recebimento do pedido, debruçar-se sobre os fatos e produzir as provas cabais sobre a ocorrência do ilícito por parte da presidente”, afirmou.
Agora, a principal preocupação de Cunha é ganhar tempo para definir sua própria atuação. O adiamento sobre a definição do impeachment permite ao deputado avaliar o comportamento do governo e também do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Cunha quer saber se o Planalto vai reforçar o movimento que pede sua cassação e ainda os próximos passos de Janot. A Procuradoria deve levar mais 15 dias para analisar o dossiê repassado pelo Ministério Público da Suíça sobre as transações financeiras no exterior e decidir se oferecerá nova denúncia contra o deputado ao STF ou se pedirá abertura de novo inquérito para apurar suspeitas de novos crimes.
Você precisa fazer login para comentar.