O pré-candidato ao governo do Estado pela frente de oposição “Pernambuco Vai Mudar”, senador Armando Monteiro (PTB), criticou a postura antidemocrática do PSB de forçar a retirada da pré-candidatura da vereadora do Recife Marília Arraes em troca do apoio dos petistas à reeleição do governador Paulo Câmara. “Lamento que o PSB atue dessa forma, querendo atropelar, querendo ganhar no tapetão. É lamentável, mas o pernambucano vai avaliar isso, se é uma postura correta, se é democrático querer abafar as candidaturas, excluí-las”, disse Armando. A convenção que vai oficializar a candidatura do petebista ocorre neste sábado 4, no Classic Hall, em Olinda, a partir das 9h.
“Eu lamento que o governo atue para tirar candidatos. Isso não é uma postura democrática. O que o pernambucano queria era ter mais opções para fazer a melhor escolha”, afirmou, completando: “Querem ganhar por WO, querem ganhar tirando os concorrentes do campo”.
Armando se disse solidário à vereadora. “Acho que ela deveria participar do processo e nós estávamos prontos para fazer o debate com ela também sobre os temas de Pernambuco”, salientou, reforçando o que disse durante a sua fala sobre o processo eleitoral deste ano. “Tenho um grande amor ao meu Estado. Estamos prontos para debater os problemas de Pernambuco. O debate tem que ser sobre Pernambuco. Eles vão querer falar sobre o passado, mas o que nos interessa é o futuro de Pernambuco”, arrematou.
Encontro de gerações e emoções. Este foi o resumo do evento realizado na noite desse sábado (19), na Concha Acústica de Serra Talhada, celebrando os 50 anos de nascimento do cantor e compositor Ricardo Rocha (in memorian) e os 30 anos do lançamento do disco Barriga de Rei, um dos trabalhos mais populares da Banda […]
Encontro de gerações e emoções. Este foi o resumo do evento realizado na noite desse sábado (19), na Concha Acústica de Serra Talhada, celebrando os 50 anos de nascimento do cantor e compositor Ricardo Rocha (in memorian) e os 30 anos do lançamento do disco Barriga de Rei, um dos trabalhos mais populares da Banda D’Gritos, que fez história em Serra Talhada e região nas décadas de 80/90.
A chuva ao invés de afastar os fãs, acabou abençoando o momento, que contou com as participações de vários músicos da geração D’Gritos, entre eles, Camilo Melo, Noroba, Gisleno Sá, e Jorge Stanley, ex-integrantes da banda.
Ao fundo, o banner com o rosto de Ricardo Rocha, que morreu em agosto de 1993, em pleno palco na Praça Sérgio Magalhães, em Serra Talhada. O evento foi realizado pelo escritor e professor Paulo César Gomes, em parceria com a banda Kaêra. As informações são do Farol de Notícias.
A ex-presidente Dilma Rousseff apresentou nesta quinta-feira (1º) uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para anular a condenação no impeachment e determinar que o Senado realize uma nova votação no processo. O impeachment de Dilma foi aprovado pelo plenário do Senado por 61 votos a 20. Ela foi condenada sob a acusação de ter cometido […]
A ex-presidente Dilma Rousseff apresentou nesta quinta-feira (1º) uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para anular a condenação no impeachment e determinar que o Senado realize uma nova votação no processo.
O impeachment de Dilma foi aprovado pelo plenário do Senado por 61 votos a 20. Ela foi condenada sob a acusação de ter cometido crimes de responsabilidade fiscal – as chamadas “pedaladas fiscais” no Plano Safra e os decretos que geraram gastos sem autorização do Congresso Nacional.
O mandado de segurança foi distribuído por sorteio para o ministro Teori Zavascki, que será o relator do caso. O pedido original inclui um pedido de decisão liminar (provisória) para suspender os efeitos da decisão desta terça, de modo que o presidente Michel Temer volte a ser interino até uma decisão final do plenário do STF sobre a ação.
Além de um novo julgamento no impeachment, a defesa de Dilma pede que o STF anule dois artigos da Lei 1.079, de 1950, usados pela acusação para imputar crimes de responsabilidade à ex-presidente. A estratégia vinha sendo estudada antes da decisão do Senado, como adiantou o G1 na última sexta (30).
A ideia é que a Corte declare como contrários à Constituição de 1988 o item 4 do artigo 10 da lei e o artigo 11. Se esses dispositivos fossem eliminados na legislação, faltaria base para enquadrar os atos imputados a Dilma como crimes, o que poderia a absolver.
O primeiro artigo define como crime de responsabilidade “infringir, patentemente, e de qualquer modo, dispositivo da lei orçamentária” e foi usado para enquadrar os decretos que abriram créditos suplementares supostamente incompatíveis com a meta fiscal, o que só seria possível com aval do Congresso.
O outro é o artigo 11, que define crimes de responsabilidade “contra a guarda e legal emprego dos dinheiros públicos”, como por exemplo, “contrair empréstimo, emitir moeda corrente ou apólices, ou efetuar operação de crédito sem autorização legal”.
Proposta reserva R$ 157,1 bilhões para o programa no próximo ano e mantém benefício mínimo em R$ 600 por família. O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 não prevê reajuste nos valores do Bolsa Família. A proposta, enviada ao Congresso Nacional na segunda-feira (31), destina R$ 157,1 bilhões ao programa no próximo ano. […]
Proposta reserva R$ 157,1 bilhões para o programa no próximo ano e mantém benefício mínimo em R$ 600 por família.
O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 não prevê reajuste nos valores do Bolsa Família. A proposta, enviada ao Congresso Nacional na segunda-feira (31), destina R$ 157,1 bilhões ao programa no próximo ano.
O montante é inferior aos R$ 158,6 bilhões previstos para 2026 e aos R$ 167,2 bilhões destinados ao programa em 2025. Com a proposta, o benefício mínimo continuará em R$ 600 por família.
O Bolsa Família não recebe reajuste desde seu relançamento, em março de 2023. A legislação permite a revisão dos valores em intervalo de até dois anos, mas, segundo a interpretação do governo, a norma não estabelece uma correção obrigatória.
Além dos R$ 600, permanecem os benefícios adicionais previstos conforme a composição familiar: R$ 150 por criança de até 6 anos e R$ 50 para gestantes, jovens de 7 a 18 anos incompletos e bebês de até 6 meses. Os pagamentos extras são cumulativos.
Para receber o Bolsa Família, a renda mensal por pessoa deve ser de até R$ 218. As famílias também precisam manter o Cadastro Único atualizado e cumprir as condicionalidades do programa nas áreas de saúde e educação.
Em agosto, cerca de 19,3 milhões de famílias estavam atendidas pelo programa. No mesmo mês de 2025, eram aproximadamente 19,2 milhões.
A manutenção dos valores ocorre em meio ao esforço do governo para conter o crescimento das despesas obrigatórias. Durante a tramitação do Orçamento, deputados e senadores poderão apresentar alterações e discutir uma eventual recomposição dos benefícios.
Fonte: Agência Brasil Foto: Reprodução
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G1 Os Estados Unidos ultrapassaram neste sábado (8) o número de 5 milhões de pessoas infectadas com o novo coronavírus, de acordo com uma contagem da Reuters. Segundo a Universidade Johns Hopkins, são aproximadamente 19,5 milhões de casos em todo o mundo. Com um em cada 66 residentes infectados, os Estados Unidos lideram o mundo em casos de […]
Os Estados Unidos ultrapassaram neste sábado (8) o número de 5 milhões de pessoas infectadas com o novo coronavírus, de acordo com uma contagem da Reuters. Segundo a Universidade Johns Hopkins, são aproximadamente 19,5 milhões de casos em todo o mundo.
Com um em cada 66 residentes infectados, os Estados Unidos lideram o mundo em casos de Covid-19, de acordo com uma análise da Reuters. O país acumula mais de 160.000 mortes, quase um quarto do total mundial.
O marco sombrio veio ao mesmo tempo em que o presidente Donald Trump assina decretos com o objetivo de fornecer alívio econômico aos norte-americanos afetados pela pandemia do coronavírus, depois que a Casa Branca não conseguiu chegar a um acordo com o Congresso.
Na sexta-feira, o Departamento do Trabalho dos EUA informou que o crescimento do emprego nos EUA desacelerou consideravelmente em julho, ressaltando a necessidade urgente de ajuda governamental adicional.
Na quarta-feira, o dr. Anthony Fauci, principal autoridade em doenças infecciosas do país, disse à Reuters que pode haver pelo menos uma vacina que funcione e seja segura até o final do ano.
Do blog do Magno Na pesquisa para o Senado, contratada pelo blog com exclusividade ao Opinião, o senador Humberto Costa (PT) lidera com 30,1%. O deputado Eduardo da Fonte (PP), com 24,6%, e o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), aparecem empatados, com 23,7%, seguidos pelo ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Filho (Republicanos), […]
Na pesquisa para o Senado, contratada pelo blog com exclusividade ao Opinião, o senador Humberto Costa (PT) lidera com 30,1%. O deputado Eduardo da Fonte (PP), com 24,6%, e o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), aparecem empatados, com 23,7%, seguidos pelo ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Filho (Republicanos), com 14,5%.
O ex-ministro Gilson Machado (PL) aparece 6,9% e o senador Fernando Dueire é o último, 3,5%. Brancos e nulos somam 44,3% e indecisos chegam a 52,4%. Quando o nome de Gilson Machado é trocado pelo do ex-prefeito de Jaboatão, Anderson Ferreira, ambos do PL, este aparece com 15,1%. O Opinião testou ainda o deputado Alberto Feitosa como opção do PL, no campo do bolsonarismo. Ele aparece menos competitivo do que Anderson e Gilson Machado, com apenas 4,1%.
O Opinião testou também o nome do ex-senador Armando Monteiro Neto entre os demais possíveis pré-candidatos ao Senado. Ele aparece com 17,4%, mas se mantém numa quarta posição, ao contrário da pesquisa anterior, que esteve em segundo. Na espontânea, modelo pelo qual o eleitor é forçado a revelar seu candidato preferencial sem ajuda da lista com todos os nomes, Humberto também lidera, com 4,7%.
Em seguida, aparece Miguel Coelho com 2,9%. Foram citados ainda João Campos, com 1%, Anderson Ferreira, com 0,8%, Eduardo da Fonte, com 0,7%, Armando Monteiro, com 0,6%, Marília Arraes, com 0,6% e Silvio Costa Filho, com 0,2%. Neste cenário, os indecisos sobem para 76,6% e brancos e nulos somam 9,3%.
Estratificando o levantamento, Humberto tem seus maiores percentuais de indicação de voto entre os eleitores com renda familiar acima de dez salários (22%) e entre os eleitores com grau de instrução superior (15,7%). Miguel, por sua vez, tem taxas maiores entre os eleitores jovens, na faixa etária entre 16 e 24 anos (13,5%) e entre os eleitores com instrução até a 9ª série (11,9%). Eduardo da Fonte aparece mais bem situado entre os eleitores com renda familiar de até dois salários (12%) e entre os eleitores na faixa etária 45 e 59 anos (11,2%).
Armando, por sua vez, tem 11% entre os eleitores com renda familiar acima de dez salários e 12% entre os eleitores na faixa etária acima de 60 anos, enquanto Anderson se situa melhor entre os eleitores com renda familiar entre cinco e dez salários (14,3%) e entre os eleitores com grau de instrução superior (11%). Por fim, Silvio Costa tem suas maiores taxas entre os eleitores na faixa etária entre 35 e 44 anos (7,4%) e entre os eleitores com grau de instrução superior (75%).
POR REGIÕES
Pelo levantamento, se as eleições para o Senado fossem hoje, Humberto Costa teria a seguinte votação por região: Metropolitana (17,6%), Zona da Mata (12,4%), Agreste (13,7%), Sertão (22%) e São Francisco (13%).
Miguel Coelho: Metropolitana (6,3%), Zona da Mata (5,4%), Agreste (8,7%), Sertão (17,2%) e São Francisco (57,2%).
Eduardo da Fonte: Metropolitana (10,8%), Zona da Mata (11,1%), Agreste (12,5%), Sertão (6,6%) e São Francisco (3,1%).
Silvio Costa Filho: Metropolitana (7%), Zona da Mata (7,4%), Agreste (4,8%), Sertão (2,2%) e São Francisco (1,5%).
Armando Monteiro: Metropolitana (7,4%), Zona da Mata (13,8%), Agreste (11,3%), Sertão (11,5%) e São Francisco (1,5%).
Anderson Ferreira: Metropolitana (15,7%), Zona da Mata (6,7%), Agreste (5,2%), Sertão (0,9%) e São Francisco (0,8%).
Fernando Dueire: Metropolitana (0,5%), Zona da Mata (0,3%), Agreste (1%), Sertão (1,8%) e São Francisco (0,8%).
Gilson Machado: Metropolitana (6,1%), Zona da Mata (5%), Agreste (3,8%), Sertão (1,3%) e São Francisco (0,8%).
Alberto Feitosa: (Metropolitana (4%), Zona da Mata (1,7%), Agreste (1,2%), Sertão (0,4%) e São Francisco (0%).
O levantamento foi a campo entre os dias 19, 20, 21 e 22 deste mês, tendo sido aplicados dois mil questionários em 80 municípios de todas as microrregiões do Estado. A modalidade da pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação, com entrevistas pessoais (face a face) e domiciliares.
O intervalo de confiança estimado é de 95,5% e a margem de erro máxima estimada é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.
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