Pré-candidato a deputado estadual, Armandinho esteve em Tuparetama e São José do Egito.
Na noite da última sexta (22), o pré-candidato a deputado estadual Armandinho (Solidariedade) esteve na cidade de Tuparetama, no Sertão pernambucano, cumprindo diversos compromissos.
Ele foi recebido pelo prefeito Sávio Torres e o secretário municipal de Cultura, Fernando Marques, e se reuniu com lideranças populares para discutir demandas da população de toda a região.
Além disso, Armandinho prestigiou o Festival de Poesia Valdir Teles Vive, homenagem ao grande poeta que, se estivesse vivo, comemoraria 67 anos, sendo um dos imortais do “Pajeú das Flores”. Durante o evento, violeiros, repentistas e outros artistas estiverem reunidos em prol da cultura popular, além de celebrar o filho ilustre.
“É emocionante ver a valorização da cultura pelo próprio povo. Tuparetama está de parabéns. Com o desejo de ser representante público, quero incentivar e valorizar toda cadeia produtiva cultural de Pernambuco”, contou Armandinho. A pré-candidata o Governo do Estado, Marília Arraes, aliada do pré-candidato, também estava participando do Festival.
MAIS AGENDAS – Já neste sábado (23), Armandinho cumpriu agenda em São José do Egito, reunido com a população, em busca de um diálogo transparente e aberto com os pernambucanos e pernambucanas. Na terça (26), acontece o ato do lançamento oficial da sua pré-candidatura, em Caruaru, com as presenças confirmadas de Marília, André de Paula, Fabíola Cabral e outros nomes.
João Campos também foi provocado a falar da disparidade dos institutos de pesquisa e os últimos levantamentos. Para Campos, há um desvirtuamento na realização de pesquisas que acontece em todo o país. Ele defendeu que haja uma normatização dos parâmetros para evitar tantas distorções nos números e uma amostragem com menor margem para manobras. “Essa […]
João Campos também foi provocado a falar da disparidade dos institutos de pesquisa e os últimos levantamentos.
Para Campos, há um desvirtuamento na realização de pesquisas que acontece em todo o país. Ele defendeu que haja uma normatização dos parâmetros para evitar tantas distorções nos números e uma amostragem com menor margem para manobras.
“Essa coisa de guerra narrativa de pesquisa, em algum momento a Justiça Eleitoral, as normativas terãoo que ser mais rigorosas. Uma das pesquisas que deram empate colocou por exemplo que a maioria do eleitor de Pernambuco é de direita. Isso não tem como ser verdade”.
João afirmou que mesmo institutos sérios, grandes, em algumas vezes podem ter um erro de campo, de metodologia, mas não por má fé.
Campos disse estar animado com pequisas internas. “São institutos que há mais de 20 anos fazem pequisa. Temos uma vantagem importante”. Ele disse que muitas pesquisas vão sair, mas que a população deve se balisar em três ou quatro institutos mais sérios.
O município de Santa Cruz da Baixa Verde conquistou o Selo Ouro do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), iniciativa do Ministério da Educação que reconhece o esforço de estados e municípios na garantia da alfabetização na idade certa. Nesta edição, Santa Cruz da Baixa Verde alcançou 139 pontos na avaliação dos indicadores do MEC, desempenho […]
O município de Santa Cruz da Baixa Verde conquistou o Selo Ouro do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), iniciativa do Ministério da Educação que reconhece o esforço de estados e municípios na garantia da alfabetização na idade certa.
Nesta edição, Santa Cruz da Baixa Verde alcançou 139 pontos na avaliação dos indicadores do MEC, desempenho que reflete o trabalho integrado da Gestão Municipal, Secretaria Municipal de Educação, professores, gestores escolares, estudantes e famílias.
O prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde, Dr Ismael destacou a importância do resultado. “Essa conquista, que é construída a muitas mãos, destaca que a prioridade dada à educação pública de qualidade em nossa gestão vale a pena, pois o conhecimento é capaz de transformar vidas e gerar novas oportunidades e um futuro melhor para as crianças do nosso município”, afirmou.
Um ofício de “alerta” do conselheiro Carlos Porto, do Tribunal de Contas do Estado (TCE), diz que o Governo do Estado assinou dispensas emergenciais de licitação no valor total de R$ 62 milhões, com hospitais privados para enfrentamento da covid-19, mas, segundo o documento do TCE, não fez a publicidade e transparência das dispensas no […]
Um ofício de “alerta” do conselheiro Carlos Porto, do Tribunal de Contas do Estado (TCE), diz que o Governo do Estado assinou dispensas emergenciais de licitação no valor total de R$ 62 milhões, com hospitais privados para enfrentamento da covid-19, mas, segundo o documento do TCE, não fez a publicidade e transparência das dispensas no prazo legal.
“O secretário Estadual de Saúde assinou em 22 de março uma dispensa emergencial sem licitação com o IMIP para a covid-19, na vultosa quantia de 25 milhões de reais, mas só conferiu publicidade à dispensa em 23 de maio, mais de dois meses depois”, diz trecho do “alerta”, assinado pelo conselheiro Carlos Porto.
São questionadas seis dispensas de licitação, assinadas pelo secretário estadual de Saúde André Longo, com hospitais privados do Estado, para “oferta de leitos de enfermaria” da covid-19. As seis dispensas de licitação foram assinadas entre 22 de março e 30 de abril deste ano, mas só começaram a ser publicadas, três delas, em 23 de maio.
O relator Carlos Porto foi informado da suposta falta de transparência do Governo do Estado por uma petição apresentada pelo Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO).
Após receber a informação do MPCO, Carlos Porto enviou um “alerta de responsabilização” ao secretário André Longo.
A Secretaria Estadual de Saúde não respondeu no primeiro prazo dado pelo relator e pediu prorrogação.
Decorrido o segundo prazo, segundo TCE e MPCO, a Secretaria também não teria respondido os motivos da demora na transparência das dispensas.
“Quanto aos motivos das dispensa 144, 147 e 148 só terem sido publicadas no Diário Oficial em 23/05/2020, informamos que não possuímos elementos para responder tal questionamento”, foi a resposta oficial da Secretaria de Estadual de Saúde, no Memo 101 /2020 – SERS, apresentado após a prorrogação do prazo de resposta pelo TCE.
Após receber o “alerta” de Carlos Porto, cobrando explicações sobre a falta de transparência, a Secretaria ainda publicou mais três dispensas de licitação com hospitais, no Diário Oficial de 27 de maio.
Estas outras três dispensas foram assinadas em abril, no valor total de R$ 19 milhões. Segundo o TCE, não tinham sido publicadas pelo Governo do Estado antes de 27 de maio. O objeto destas três dispensas era o mesmo das anteriores “oferta de leitos de enfermaria” para a covid-19.
Sem a resposta da Secretaria, após conceder dois prazos para explicações, Carlos Porto pediu um parecer ao MPCO, para deliberar sobre as medidas cabíveis no caso.
Carlos Porto registrou, no documento, que já tinha alertado duas vezes antes o secretário André Longo sobre falta de transparência da Saúde do Estado, nos gastos da covid-19.
“O secretário estadual de Saúde foi alertado por esta relatoria duas vezes, da necessidade de imprimir transparência ativa nas contratações emergenciais da covid-19, mas não cumpriu”, disse Carlos Porto, no documento oficial.
Segundo o MPCO, a lei especial da covid-19 (Lei Federal 13.979/2020) exige que todas as dispensas sejam “imediatamente disponibilizadas” para a transparência. Ainda, segundo o art. 26 da Lei Geral de Licitações (Lei Federal 8.666/93), o prazo é de, no máximo, cinco dias.
Em nenhuma das seis dispensas de licitação para a covid-19, segundo TCE e MPCO, foi respeitado sequer o prazo de cinco dias, sendo que, na de maior valor com o IMIP, a divulgação no Diário Oficial só ocorreu mais de dois meses depois da assinatura.
“A correta e tempestiva alimentação da transparência não configura mera burocracia. Sem ela, produzem-se efeitos prejudiciais graves aos órgãos de controle externo, que não podem cumprir seu dever de ofício de analisar estas dispensas assim que são assinadas, bem como ao cidadão, que fica privado de exercer o relevante controle social”, disse a procurador geral do MPCO, Germana Laureano, no requerimento.
TRANSPARÊNCIA DO ESTADO
Na petição para Carlos Porto, sobre a suposta falta de publicidade das dispensas, o MPCO apontou falhas na transparência do Estado de Pernambuco nos gastos da covid-19.
“Respeitosamente, esta é mais uma evidência de que a transparência do Estado de Pernambuco ainda tem muito a evoluir, ainda não tendo alcançado o nível de eficiência que se espera de um aparato estatal composto por pessoal técnico tão qualificado. Não à toa, a respeitável Transparência Internacional colocou a transparência dos gastos da covid-19 de Pernambuco apenas em 14° lugar, considerados os 26 estados e o Distrito Federal. Para um Estado que está classificado em 4° ou 5° lugar nacional em contaminação por covid-19 e número de óbitos, lograr apenas a 14ª posição em transparência, no universo de 27 unidades federativas, trata-se transparência desproporcional e pouco eficiente”, disse o MPCO, no requerimento.
Matéria no JC impresso, de 19 de maio, relatou que o “portal da transparência do governo de Pernambuco só recebeu 14% de todas as informações referentes aos empenhos realizados para o enfrentamento ao coronavírus”.
Na ocasião, a Controladoria Geral do Estado (CGE), em nota oficial, atribuiu a falta de transparência a um “defeito no ar condicionado” da sala onde funcionavam os computadores-servidores.
Também o Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco apontou suposta falta de transparência do Governo do Estado nos gastos com a covid-19. Em duas recomendações, assinadas em conjunto com o MPCO, o órgão cobrou do secretário André Longo maior transparência.
Recentemente, o MPF em Pernambuco pediu uma ação, no Supremo Tribunal Federal (STF), contra lei estadual sobre gastos da covid-19, alegando também a suposta falta de transparência pelas normas da legislação estadual. O procurador geral da República, Augusto Aras, já está analisando o pedido.
Por Anchieta Santos Enquanto a campanha eleitoral não chega para alterar o panorama político, o PSB – Partido Socialista Brasileiro, é no momento a noiva mais desejada da política tabirense. O mais interessante é que lideranças de perfis diferentes estão trabalhando para ingressar no partido do Governador Paulo Câmara. Se na eleição passada o PSB […]
Enquanto a campanha eleitoral não chega para alterar o panorama político, o PSB – Partido Socialista Brasileiro, é no momento a noiva mais desejada da política tabirense. O mais interessante é que lideranças de perfis diferentes estão trabalhando para ingressar no partido do Governador Paulo Câmara.
Se na eleição passada o PSB disputou a prefeitura em faixa própria com Zé de Bira enfrentando o Prefeito Sebastião Dias (PTB) e Nicinha de Dinca (MDB), no pleito de 2020 os adversários daquele momento querem ser os protagonistas.
Por ser aliado do Governador, o ex-prefeito Dinca Brandino (MDB) se acha no direito de ter a legenda e já revelou em entrevista à Rádio Cidade FM ter recebido a promessa do próprio chefe do governo. Entre as lideranças do PSB na região ninguém acredita que Dinca obtenha sucesso.
Nos últimos dias O vice-prefeito José Amaral, a ex-vice-prefeita Genedy Brito e a atual Presidente da Câmara Nely Sampaio, mantiveram contatos com o PSB com objetivo de assumir o comando da legenda na Cidade das Tradições.
O deputado petista Carlos Veras tem interesse de escalar alguém ligado a ele no comando do partido e por último, em notícia publicada pelo Rádio Vivo o Prefeito Sebastião Dias é o novo interessado na noiva tão almejada.
O Presidente do PSB de Tabira Pipi da Verdura tenta administrar os interesses sem desligar da vontade da direção estadual que dará a palavra final. Hoje o PSB de Tabira tem os vereadores Marcos Crente e Claudicéia Rocha.
João Valadares/Folha de São Paulo A deputada federal Marília Arraes (PT) e o ex-ministro Mendonça Filho (DEM) reduziram a vantagem em relação ao líder João Campos (PSB) na disputa pela Prefeitura do Recife. Filho do ex-governador Eduardo Campos e apoiado pelo prefeito Geraldo Julio (PSB), João Campos aparece com 29% das intenções de voto. No […]
A deputada federal Marília Arraes (PT) e o ex-ministro Mendonça Filho (DEM) reduziram a vantagem em relação ao líder João Campos (PSB) na disputa pela Prefeitura do Recife.
Filho do ex-governador Eduardo Campos e apoiado pelo prefeito Geraldo Julio (PSB), João Campos aparece com 29% das intenções de voto. No levantamento anterior, tinha 31%.
Marília Arraes aparece com 22%, oscilando positivamente em relação à pesquisa anterior, quando marcava 21%. Ela ainda está empatada tecnicamente com o ex-ministro Mendonça Filho (DEM), que tem 18% das intenções —na semana passada, tinha 16%.
Mendonça, por sua vez, está tecnicamente empatado com a delegada Patrícia Domingos (Podemos), que foi de 14% para 15%.
O Datafolha ouviu presencialmente 1.036 eleitores nos dias 9 e 10 de novembro. A pesquisa, feita em parceria com a TV Globo, tem margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
Declararam voto em branco ou nulo 9% dos entrevistados, enquanto 4% não souberam responder.
Carlos Andrade Lima (PSL) tem 2%, Coronel Feitosa (PSC), 1%. Charbel (Novo), Thiago Santos (UP), Cláudia Ribeiro (PSTU) e Victor Assis (PCO) não pontuaram.
Considerando os votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, Campos tem 33%, Marília, 25%, Mendonça, 20%, e Patrícia, 17%.
O Datafolha também mediu o índice de rejeição dos candidatos. Delegada Patrícia aparece numericamente à frente neste ranking, com 40% dos entrevistados afirmando que não votariam nela de jeito nenhum.
João Campos tem 34%, seguido por Mendonça Filho, com 31%, e Coronel Feitosa, com 30%. Marília Arraes é rejeitada por 27% dos entrevistados.
A pesquisa aponta que, em um hipotético segundo turno entre Campos e Marília, o candidato do PSB tem 41% ante 35% da petista. Declararam voto em branco ou nulo 22%, e não souberam responder 2%.
Campos aparece com 46% caso enfrentasse Mendonça Filho, com 38%, em um eventual segundo turno. Nesse cenário, 14% afirmaram votar em branco ou nulo, e 2% não souberam responder.
Em um eventual segundo turno entre Campos e Delegada Patrícia, o caminho para o pessebista chegar à Prefeitura do Recife seria mais fácil. Ele tem 54% das intenções de voto, e ela, 31%. Nesse cenário, 15% afirmaram votar em branco ou nulo, e 1% não soube responder.
Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são mostrados ao entrevistado, João Campos aparece com 20%, Marília Arraes tem 16%, Mendonça Filho, 12%, e Delegada Patrícia, 10%.
Nesse cenário, 25% não souberam responder, e 9% disseram votar em branco ou nulo.
Nos últimos dias, o fato novo das eleições do Recife é o apoio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) à candidatura de Patrícia Domingos.
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